Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
05/11/2019
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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
Costa vai defender taxação
a gigantes do digital
O primeiro-ministro, António Costa,
aproveitará a sua presença na Web Summit, quarta-feira, para defender a
taxação dos “grandes gigantes do digital”, que “não são tributados em
sítio nenhum” e fazem “concorrência desleal” às empresas presentes no
evento.
Em declarações aos jornalistas portugueses em Praga, no final da reunião
do grupo de países “.
Em declarações aos jornalistas portugueses
em Praga, no final da reunião do grupo de países “Amigos da Coesão”, o
primeiro-ministro confirmou que, na quarta-feira, irá falar na Web
Summit sobre a “taxação dos grandes gigantes do digital, que geram
receitas muito grandes no espaço da União Europeia e que ou não pagam
rigorosamente nenhum imposto ou pagam muito poucos impostos” no espaço
comunitário.
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“Quem está na Web Summit percebe isso
perfeitamente porque qualquer ‘startup’, qualquer empresa que esteja a
investir na área do digital, não deixa de pagar impostos no país onde
está. Agora esses gigantes do digital, que ocupam um espaço global como
se fosse um espaço de ninguém, e não são tributados em sítio nenhum,
fazem manifesta concorrência desleal precisamente a essas pequenas e
médias empresas, às ‘startups’ que estão na Web Summit”, avaliou.
Na luta a favor da taxação dos gigantes do digital, uma das maiores
‘aliadas’ de António Costa tem sido a comissária europeia da
Concorrência e futura vice-presidente executiva da Comissão liderada por
Ursula Von der Leyen, Margrethe Vestager, que também estará presente na
Web Summit.
“Recordo-me de um discurso que a senhora Vestager fez com muita coragem
na Web Summit dizendo “é inaceitável que vocês tenham de pagar impostos
nos vossos países e os grandes gigantes do digital possam ganhar
milhares de milhões de euros na Europa e não pagarem um cêntimo”,
lembrou, ao mencionar a sua presença naquele evento.
Fundada em 2010 por Paddy Cosgrave, Daire Hickey e David Kelly, a Web
Summit é considerada um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e
empreendedorismo do mundo e evoluiu em menos de seis anos de uma equipa
de apenas três pessoas para uma empresa com mais de 150 colaboradores.
A cimeira tecnológica, que nasceu em 2010 na Irlanda, passou a
realizar-se em Lisboa desde 2016, vai manter-se na capital até 2028,
depois de, em novembro do ano passado, ter ficado decidida a permanência
da conferência em Portugal por mais 10 anos, após uma candidatura com
sucesso.
* Têm de comer muito papo seco para os opositores conseguirem chegar à mestria do discurso de António Costa, o mestre pragmático da falácia.
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Apenas 1% dos jovens portugueses
acede de forma critica a informação online
Os jovens portugueses não conseguem avaliar se a informação ‘online’ é
fiável, segundo um estudo que revela que quase metade dos alunos do 8.º
ano só consegue executar “tarefas elementares” de recolha e gestão de
informação.
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Nasceram e cresceram rodeados de tecnologia
mas afinal a maioria dos jovens de 13 e 14 anos, conhecidos como
“nativos digitais”, não tem assim tanta habilidade a usar as tecnologias
de informação, revela um estudo internacional que testou os
conhecimentos de mais de 46 mil estudantes de 12 países e dois sistemas
educativos.
Entre estes alunos, estão cerca
de três mil estudantes de 215 escolas portuguesas que também
participaram na 2.º edição do Internacional Computer and Information
Literacy (ICILS) que avaliou duas áreas: Literacia em Computadores e
Informação (CIL) e Pensamento Computacional (CT).
Resultado:
Só 1% dos jovens portugueses conseguiu selecionar a informação mais
relevante e foi capaz de avaliar a utilidade e fiabilidade da informação
para criar produtos de informação. Dos 46 mil alunos, apenas 2%
demonstrou ter capacidade para aceder de forma critica a informação
‘online’.
No relatório hoje divulgado, os
investigadores questionam até que ponto estarão os jovens preparados
para estudar, trabalhar e viver num mundo digital. Em Portugal, por
exemplo, só 20% dos alunos portugueses mostrou ser capaz de trabalhar de
forma independente com computadores.
Quase
metade conseguiu executar apenas “tarefas elementares e explicitas” de
recolha e gestão de informação: 46% dos jovens portugueses ainda
“precisam de ajuda” na altura de usar computadores para investigar,
criar ou comunicar.
Olhando para todos os
estudantes que fizeram os testes, 18% ficaram abaixo do nível um, ou
seja, apenas conseguem executar alguns comandos simples. Já em Portugal,
a percentagem de alunos com conhecimentos tão baixos é de 7%.
No
total, um em cada quatro (25% de todos os alunos e 27% dos portugueses)
demonstrou ter um conhecimento funcional dos computadores enquanto
ferramentas de trabalho, ficando no nível um – “básico/funcional” (a
escala vai até ao nível quatro).
Perante
estes resultados, os investigadores alertam para o facto de não bastar
entregar equipamentos a alunos e professores e deixá-los sozinhos: É
preciso ensinar a usar, defendem.
Em
declarações à Lusa, o secretário de estado Adjunto e da Educação, João
Costa, lembrou alguns programas que o ministério lançou nas escolas no
anterior mandato, nomeadamente junto dos alunos do 1.º e 2.º ciclos, que
não abrangeram os alunos que realizaram os testes do ICILS.
“Com
a evolução da tecnologia, quanto mais excluído é um aluno, maior é a
desigualdade no futuro”, sublinhou João Costa, reconhecendo que “ainda
há um caminho a fazer” e que a sociedade digital é uma das preocupações
espelhadas no programa de Governo.
Os
alunos dizem que foi na escola que aprenderam a procurar informação na
internet, perceber se era credível ou se era relevante para incluir num
trabalho. Mais uma vez, os números nacionais não diferem muito da média
dos restantes países.
Além dos portugueses,
participaram no estudo a Dinamarca, Finlândia, Alemanha, França,
Itália, Luxemburgo, Moscovo, Cazaquistão, Coreia do Sul, Estados Unidos
da América, Chile, Uruguai e Renânia do Norte-Vestefália.
O
estudo revela que a diferença entre países é mais pequena do que as
diferenças dentro de cada país entre os melhores e os piores alunos. O
estudo mostra também que as condições socioeconómicas dos estudantes, os
anos de experiência de utilização de computadores e o acesso a
computadores em casa acabam por ser determinantes nos resultados.
Através
dos inquéritos foi possível perceber que os filhos de pais com formação
superior obtêm melhores resultados, assim como aqueles que têm pelo
menos 26 livros em casa.
Nestes casos, as
diferenças são menos gritantes em Portugal do que na maioria dos países,
sublinhou em declarações à Lusa Vanda Lourenço, chefe de equipa do
Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), organismo responsável pela
aplicação do estudo nas escolas portuguesas.
O
estudo mostrou ainda que os alunos usam mais as TIC fora da escola e
sobretudo para atividades de lazer, tais como ouvir música, descarregar
vídeos ou aceder a informação através da internet.
* E no futuro será este 1% que governará o país sem outro qualquer futuro que não ser pequeno.
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