Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
30/10/2019
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Júri decide não atribuir Prémio LeYa por falta de qualidade das candidaturas
O júri do Prémio LeYa, presidido pelo poeta Manuel Alegre, decidiu não
atribuir este ano o galardão, porque os romances concorrentes
“não correspondem aos parâmetros de qualidade literária exigidos”,
segundo o comunicado emitido no final da reunião.
“Conforme
previsto no artigo 9.º, alínea f) do regulamento [do Prémio], o Júri
deliberou, por unanimidade, não atribuir este ano o Prémio LeYa, por
entender que as obras concorrentes não correspondem aos parâmetros de
qualidade literária exigidos”, lê-se no comunicado do júri.
Esta
é a terceira vez que o prémio, no valor pecuniário de cem mil euros,
não é entregue, depois de decisão similar, pelo mesmo motivo, ter sido
tomada em 2010 e em 2016. A proclamação do vencedor deste ano estava
prevista para quarta-feira, na sede da LeYa, em Alfragide.
Além
de Manuel Alegre, compõem o júri o antigo reitor da Universidade
Politécnica de Maputo, em Moçambique, Lourenço do Rosário, o professor
de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra José Carlos Seabra
Pereira, os escritores Nuno Júdice, Ana Paula Tavares, de Angola, a
jornalista e crítica literária Isabel Lucas, de Portugal, e o editor,
jornalista e tradutor Paulo Werneck, do Brasil.
O
Prémio LeYa, no ano passado, foi atribuído ao romance “Torto Arado”, do
escritor brasileiro Itamar Vieira Junior, pela “solidez da construção, o
equilíbrio da narrativa e a forma como aborda o universo rural do
Brasil”, justificou na ocasião o júri.
Atribuído
pela primeira vez em 2008, a "O Rastro do Jaguar", do brasileiro Murilo
Carvalho, o Prémio Leya distinguiu desde então "O Olho de Hertzog", de
João Paulo Borges Coelho, de Moçambique (2009), "O Teu Rosto Será o
Último", de João Ricardo Pedro (2011), "Debaixo de Algum Céu", de Nuno
Camarneiro (2012), "Uma Outra Voz", de Gabriela Ruivo Trindade (2013),
"O Meu Irmão", de Afonso Reis Cabral (2014), "O Coro dos Defuntos", de
António Tavares (2015) e "Os Loucos da Rua Mazur", de João Pinto Coelho
(2017).
* Júri é júri, há que respeitar.
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HOJE NO
"DESTAK"
"DESTAK"
Carlos Guimarães Pinto
deixa liderança da Iniciativa Liberal
O líder da Iniciativa Liberal (IL), Carlos Guimarães Pinto, anunciou hoje que abandona a liderança do partido, considerando que a sua missão está cumprida no "dia histórico" em que a força política se estreou com uma intervenção no parlamento.
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"Não me podem pedir que continue a sacrificar a minha vida por uma causa. Foi um ano intenso em que tive que abdicar de muito para fazer este caminho. Fi-lo numa altura em que ninguém o teria feito. Criei as condições para que outros o possam fazer daqui para a frente com recursos que eu nunca tive e, espero eu, menos sacrifícios pessoais. Não me podem exigir mais", anunciou Guimarães Pinto na rede social Facebook.
De acordo com o presidente demissionário da IL, "o partido começa agora uma nova fase, com um novo rosto e uma estratégia que tem necessariamente de ser repensada face às novas circunstâncias".
* Espírito de missão, fez-se uma cruzada contra os infiéis e agora o repouso do guerreiro, estamos na idade média.
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HOJE NO
"i"
Em busca de casamento. Há cada vez
.mais casais a recorrer a especialistas
.mais casais a recorrer a especialistas
No programa da SIC Casados à Primeira Vista, a
ajuda de especialistas é fundamental, ainda que a taxa de sucesso seja
nula. Mas há cada vez mais pessoas a recorrer à ajuda de especialistas
para encontrar o amor e há sites onde o sucesso é anunciado como
garantido. A realidade é bastante diferente...
“Jovem instruída procura correspondência com
pessoa inteligente e culta”. Foi com este anúncio publicado no jornal
Primeiro de Janeiro que a escritora Agustina Bessa-Luís encontrou o amor
da sua vida. E era com anúncios destes que muitos encontravam a sua
cara-metade para a vida, ou nem tanto.
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Mudam-se os tempos, mudam-se os
meios. Agora não falta quem, para se casar, procure agências
especializadas que têm nos seus quadros especialistas matrimoniais. A
receita ganhou ainda outra dimensão com os programas televisivos que
prometem juntar o par perfeito.
Desilusões amorosas, dificuldades em encontrar a pessoa certa, falta
de tempo ou até o avançar da idade sempre contribuíram para muitos
deixarem de acreditar no amor. Estes são alguns dos motivos que levam as
pessoas a tentarem encontrar o amor de outras formas, com ajuda de
especialistas, dos sites matrimoniais ou até de programas de televisão.
Mas pode mesmo a ciência ajudar a encontrar o amor? A resposta a esta
pergunta não gera consenso, mas a verdade é que há cada vez mais
pessoas a recorrer à ajuda de especialistas para encontrar a felicidade.
Um pouco como acontece com o programa da SIC Casados à Primeira Vista.
Além dos programas de televisão, que cativam candidatos e
telespetadores um pouco por todo o mundo, desenvolveram-se também várias
agências matrimoniais. Um dos exemplos é a Amore Nostrum, que desde
2003 ajuda pessoas a encontrar o match perfeito com, garantem, uma taxa
de sucesso muito elevada. E conta com mais de 20 mil clientes inscritos
na base de dados, de norte a sul do país.
Com uma equipa maioritariamente constituída por psicólogos, esta
agência matrimonial diz de sua justiça. “Todos os clientes passam por
uma primeira consulta de análise de perfil, que tem como objetivo fazer o
levantamento das suas características físicas, psicológicas, sociais,
emocionais, e as mesmas características para o par ideal”. Depois deste
processo terminado são realizados estudos de compatibilidade “e é sempre
o cliente que escolhe a pessoa que quer conhecer, ainda que sempre com
acompanhamento e aconselhamento”. Caso os clientes se escolham um ao
outro, é marcado um encontro que vai decorrer nas instalações da empresa
e na presença de um psicólogo ou consultor.
“Os clientes recebem muita
informação acerca do perfil da pessoa que vão conhecer, inclusivamente
as características físicas”, garante a Amore Nostrum. “Antes de ocorrer a
primeira apresentação existiu um trabalho de recolha de informação com o
cliente acerca das suas próprias características e também acerca do
perfil pretendido no seu par ideal, além de um estudo da sua
personalidade”. É depois da conjugação destes dados que resulta o estudo
de compatibilidade. Se tudo correr bem logo no primeiro encontro, o
trabalho com esse possível futuro casal continua; se não, é retomado o
trabalho com outra pessoa.
“De acordo com os resultados do nosso trabalho de união de casais,
temos verificado que a união de duas pessoas compatíveis e com objetivos
de vida comuns se tem mostrado duradoura e feliz”.
Mas encontrar o amor pode não estar acessível a todas as carteiras.
Isto porque, segundo a Amore Nostrum, existem inscrições entre os 399 e
os mil euros. E explica: “O valor do serviço pode variar de acordo com
alguns fatores, com o número estimado de apresentações necessárias, o
grau de dificuldade do caso em questão, a duração do serviço, o perfil
da pessoa e de quem pretende conhecer”. E é na primeira consulta que
todas as outras questões são esclarecidas.
Basta uma pequena pesquisa na internet para perceber que são vários
os sites para encontrar o amor com a ajuda de psicólogos ou
especialistas, diferentes daqueles onde apenas se procura um
companheiro, como o Tinder.
Um dos mais recentes exemplos é a Match74, fundada, no início deste
mês, por um dos especialistas do programa Casados à Primeira Vista,
Eduardo Torgal. “Sem jogos, sem máquinas a testar relações.
Aqui não há
algoritmos, fotos falsas ou encontros frustrantes. Dedicado a pessoas
reais que querem relações reais”, lê-se no site. A empresa vai avaliar e
acompanhar os futuros casais de forma a conseguir encontrar o match
perfeito. Sessões presenciais, reuniões, sessões de dating, programas
online e workshops são alguns dos serviços prestados. Neste caso, o
início do processo tem um investimento de 140 euros.
Sucesso comprovado
A segunda edição do programa Casados à Primeira Vista, transmitido
pela SIC – que teve início a 13 de outubro –, começou logo com o pé
direito. O programa tem vindo a liderar no universo dos canais
generalistas, em todos os programas que transmite: os episódios de
domingo e ainda os dois programas (diário e extra) que transmite todos
os dias.
Ao i, a SIC explica que o programa de domingo de Casados à Primeira
Vista está a liderar, no universo dos canais generalistas, com 24,4% de
share e 11,6% de audiência média, o que corresponde a mais de 1,1
milhões de telespetadores.
Ao fim de duas semanas a edição do Casados à Primeira Vista
transmitido antes do Jornal da Noite (19h30) está com 20,1% de share e
8,7% de audiência média, valor que corresponde a mais de 824 mil
telespetadores.
A tendência de liderança continua no programa que é transmitido às
23h00: lidera, no universo dos canais generalistas, com 24,6% de share e
8,7% de audiência média – cerca de 826 mil telespetadores. O sucesso de
audiências está garantido, mas os casais que se casaram no programa
tiveram uma vida conjugal muito curta. E alguns nem a vias de facto
chegaram, segundo os testemunhos...
* Será acima de tudo o sucesso comprovado do falhanço.
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