22/07/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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105-SUBTILEZAS

Como desenvolver hábitos
melhores e mais saudáveis?



RESUMO ANIMADO


FONTE:   Minutos Psíquicos

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9.OTHELLO




ELENCO
SANFRANCISCOBALLET- COMPANHIA
HELGI TOMASSON- DIRECTOR ARTÍSTICO
LAR LUBOVITCH-  CONCEPÇÃO E COREOGRAFIA

ELLIOTGOLDENTAL- COMPOSITOR

PRIMEIRAS FIGURAS
DESMOND RICHERDSON- OTHELO
YUAN YUAN TAN- DESDEMONA
PARRISSH MAYNARD- IAGO
KATITA WALDO- EMILIA
GONZALO GARCIA- CASSIO
LORENA FEIJOO- BIANCA


FONTE:  Сергей Дружинин

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Semana começa com muito calor. 
Termómetros atingem 
os 39 graus esta segunda-feira

As temperaturas voltaram a subir esta segunda-feira, com os termómetros a atingir os 39 graus em várias localidades do País.

Segundo avança o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Castelo Branco e Évora foram os distritos com temperaturas mais altas, registando máximas de 39 graus celsius.
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Beja conta com temperaturas a rondar os 38 graus, 36 para Santarém, 33 para Lisboa, 24 para o Porto e 32 para Faro.

Alguns concelhos dos distritos de Castelo Branco e Santarém, afetados por incêndios desde o fim de semana, apresentam esta segunda-feira um risco máximo de incêndio, temperaturas máximas a rondar os 39/40 graus e baixa humidade, segundo o IPMA.

Em declarações esta segunda feira à agência Lusa a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Madalena Rodrigues, adiantou que esta segunda-feira vai ser marcada por tempo quente, baixa humidade e vento moderado, situação que não é "favorável ao combate aos fogos".

* Todo o cuidado é pouco, o sol também mata.

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/238

Cálculo de Raiz Quadrada
que TODO MUNDO Buga



FONTE: Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio

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HOJE NO 
"OBSERVADOR"
Estudo. 
Nove em cada 10 idosos em tratamento médico sofrem de solidão

O estudo quis avaliar o impacto da solidão em idosos que estão a ser seguidos num centro de saúde. Para isso, foram entrevistadas 150 pessoas, com 65 anos ou mais, de uma zona urbana do Norte do país.

Cerca de 91% dos idosos seguidos nos cuidados de saúde primários revelam sentir algum grau de solidão, sendo que um terço reporta mesmo níveis graves, o que interfere com os cuidados, revela investigação.
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A conclusão é de um estudo liderado por investigadores do CINTESIS – Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte), a que a Lusa teve acesso nesta segunda-feira.

O objetivo da investigação foi avaliar o impacto da solidão em idosos que estão a ser seguidos num centro de saúde. Para isso, foram entrevistadas 150 pessoas, com 65 anos ou mais, de uma zona urbana do Norte de Portugal.

Os resultados revelaram que os idosos que reportam níveis de solidão elevados estão mais frequentemente polimedicados.

“A solidão leva a um aumento do recurso aos serviços de saúde, como comprovamos através da relação desta com o consumo crónico de medicamentos, especialmente entre os idosos com mais de 80 anos de idade”, explicam os investigadores no estudo, que foi publicado na revista científica Family Medicine & Primary Care Review.

Paulo Santos, investigador do CINTESIS, e Catarina Rocha-Vieira, da ARS-Norte, defendem que “é importante que se perceba que a solidão nos idosos leva a maior somatização do seu sofrimento e aumenta o risco de serem sobremedicados”.

Por isso, apelam para que se definam “estratégias para reduzir a solidão entre os idosos, como forma de melhorar os indicadores individuais de saúde e diminuir o risco de sobrediagnóstico e de polimedicação”.

Atos simples como procurar companhia, participar na vida familiar e manter rotinas diárias ativas, que assegurem o contacto com outras pessoas, são exemplos de estratégias que podem reduzir a solidão e melhorar a saúde da população mais idosa, exemplificam os autores.

Defendem que “devem ser tomadas medidas políticas, legislativas, sociais e de saúde que promovam a manutenção de uma vida ativa após a reforma, de modo a estimular o sentido de utilidade dos idosos, protegendo-os da solidão e das suas consequências em termos de saúde”.

Os investigadores concluíram ainda que ter mais de 80 anos de idade, viver sozinho, possuir um baixo nível educacional (menos de nove anos), estar insatisfeito com os rendimentos e ter uma estrutura familiar disfuncional são os principais fatores que se associam à solidão.

Em contrapartida, ser casado ou viver em união de facto, e manter uma atividade profissional surgiram como fatores protetores.

Este estudo foi conduzido numa zona urbana do Norte de Portugal que apresenta uma proporção de população idosa ligeiramente abaixo da média nacional (estimada em 19%).

Na realidade do território nacional, e sobretudo nas regiões mais envelhecidas, como nos distritos do interior e no Alentejo, o problema pode ser ainda maior, consideram os investigadores.

Frisam que a solidão é comum na população geriátrica e interfere significativamente com os cuidados de saúde, devendo ser considerada um determinante de saúde.

“Incorporar esse fator no raciocínio de decisão clínica é fundamental para melhorar os cuidados de saúde”, referem os investigadores.

O estudo contou ainda com a participação de Gustavo Oliveira (da Unidade de Saúde Familiar Garcia d’Orta) e Luciana Couto (da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto).

* Uma enorme tristeza para tão grande abandono.

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XXXVI- MEGA MÁQUINAS

4-BARCOS DE CORRIDA






O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

FONTE: SRXGEAR.com