Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
19/04/2019
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Dói-lhe o joelho? A culpa pode ser da
.fabela, o osso que está a ressurgir
.fabela, o osso que está a ressurgir
Em 1918, 11,2% da população tinha este osso cuja função é desconhecida e aumenta o risco de artrose. Em 2018, estava presente em 39% da população.
Há um pequeno osso no joelho que se pensava estar a desaparecer com a
evolução. Chama-se fabela, uma palavra que vem do latim e significa
"pequeno feijão", está ligado a um aumento do risco de artrose, segundo
um estudo do Imperial College de Londres, é hoje três vezes mais comum
do que há um século.
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A fabela é um osso sesamoide, isto é, um osso arredondado, que cresce no tendão de um músculo (o maior é a patela, ou rótula). A
fabela é muito mais pequena e fica atrás do joelho, sendo por vezes nas
radiografias confundido com um fragmento ósseo ou um corpo estranho.
Mas nem todas as pessoas o têm.
De acordo com o estudo, publicado no Journal of Anatomy,
11,2% da população tinha fabelas em 1918. Um século depois, é três
vezes mais comum, estando presente em 39% da população. O estudo é feito
a partir das análises de raios-X, dissecações anatómicas e mais
recentemente ressonâncias magnéticas.
"Não sabemos qual é a função da fabela - nunca ninguém olhou para
ela", disse o principal autor do estudo, Michael Berthaume, do
Departamento de Bioengenharia do Imperial College, citado num comunicado.
"A
fabela pode comportar-se como outros ossos sesamoides para ajudar a
reduzir o atrito dentro dos tendões, redirecionando as forças musculares
ou, como no caso da rótula, aumentando a força mecânia desse músculo.
Ou pode não estar a fazer nada", acrescentou.
Este osso
adicional pode trazer problemas, já que pessoas com artrose nos joelhos
têm mais tendência para ter este osso do que as pessoas que não têm a
doença -- não sendo ainda claro se a fabela causa o problema. Também
pode simplesmente causar dor e desconforto.
"Aprendemos
que o esqueleto humano tem 206 ossos, mas o nosso estudo questiona isto.
A fabela é um osso que não tem função aparente e causa dor e
desconforto para algumas pessoas e pode exigir a remoção se causar
problemas. Talvez a fabela seja em breve conhecida como o apêndice do
esqueleto", acrescentou Berthaume.
Segundo o autor do estudo, o aumento da prevalência da fabela pode dever-se à melhoria na nutrição.
* Sempre a aprender.
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II- ALIENÍGENAS
Fonte:
Nuno V
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II- ALIENÍGENAS
DO PASSADO
3- Deuses Extraterrestres
* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
Fonte:
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Cria de lobo-marinho voltou a
aparecer no areal do Porto Santo
depois de dois dias fora
A
cria de lobo-marinho que tem feito do areal da ilha do Porto Santo o
seu local de descanso voltou a aparecer hoje, depois de ter desaparecido
desde terça-feira à noite.
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Rosa Pires, bióloga do Instituto das
Florestas e Conservação da Natureza (IFCN), explicou à Lusa que depois
do desaparecimento que aconteceu na terça-feira, dia 16, a cria voltou a
aparecer hoje, facto que considera ser natural.
“Isto é o
comportamento expectável que de uma animal que começa a ganhar energia
para funcionar de acordo com a sua natureza e não limitado por alguma
questão que ele tinha quando chegou pela primeira vez ao Porto Santo”,
disse, neste caso um alegado cansaço por ter feito a travessia das ilhas
Desertas até à ilha do Porto Santo.
O primeiro avistamento desta
cria aconteceu no dia 10 de abril, uma quarta-feira quando, para
surpresa de muitos, apareceu na praia da ilha.
Os primeiros dias
foram sempre iguais para esta fêmea de seis meses de idade que tinha
como comportamento desaparecer de noite para ir caçar e alimentar-se,
voltando depois pela manhã para descansar no areal dourado da ilha do
Porto Santo, visto este retorno como um bom sinal.
“É sinal que a
cria está a recuperar e começa a não estar limitada a um espaço pelo
seu cansaço físico”, explicou, recordando que os animais nesta fase
“exploram muito” e que, normalmente, depois voltam a casa.
Este
comportamento não é considerado, de todo, uma situação ideal para o
bem-estar do animal e o IFCN equaciona, caso a cria não vá a expensas
próprias de volta às ilhas Desertas, ser o próprio IFCN a transportá-la
para o seu habitat.
“Se ela permanecer durante muito tempo no Porto Santo a decisão será levá-la para as ilhas Desertas”, disse.
A
foca-monge do Mediterrâneo ou lobo-marinho, Monachus monachus, como é
conhecida no arquipélago da Madeira, é a foca mais rara do mundo e uma
espécie considerada em perigo crítico pela União Internacional para a
Conservação da natureza. Em Portugal, ocorre unicamente no arquipélago
da Madeira, mais especificamente nas Ilhas Desertas e ilha da Madeira.
O
extinto Serviço do Parque Natural da Madeira iniciou um projeto para a
conservação do lobo-marinho e do seu habitat em 1988 o que levou à
criação da Área Protegida das Ilhas Desertas em 1990 que, entretanto,
passaram a Reserva Natural em 1995.
A proteção ‘in loco’, a
monitorização e o estudo do lobo-marinho, juntamente com a educação
ambiental, têm sido as principais estratégias utilizadas para a sua
salvaguarda.
* Felizmente a cria está sob vigilância de pessoas competentes.
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Empresas que prometem curar ressaca faturam com ricos e famosos
O negócio de tratamento da ressaca está a todo vapor para Ellie.
A enfermeira nova-iorquina, que costumava tratar pacientes que estavam
nos cuidados intensivos, agora frequenta rotineiramente os escritórios
de hedge funds e as "penthouses" de hotéis para entregar infusões
intravenosas gota-a-gota com uma solução salina, vitaminas e outros
medicamentos para ajudar pessoas ricas e famosas a recuperarem de uma
noite de exageros.
Ellie, que trabalha para uma empresa chamada NutriDrip e pediu para
que o seu sobrenome não fosse publicado por causa de um acordo de não
concorrência, tratou "alguns milionários, muitos modelos, alguns músicos
e atletas", disse.
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"Estou numa lista que partilha os meus contactos, então ligam-me diretamente", afirmou. "Sabem que serei muito discreta."
Antes
um luxo para mimados discretos, agora este tipo de tratamento ganha
notoriedade em cidades como Nova Iorque, Las Vegas, Londres e Dubai.
Enfermeiros ficam disponíveis para prestar assistência intravenosa aos
desidratados, sob o efeito ou não do álcool, em suas casas e quartos de
hotel, em centros de atendimento e num "autocarro da ressaca" para
eventos especiais. Aparecem continuamente em sites de notícias, blogues e
até mesmo na série "Billions", da Showtime.
Porque
sofrer? Se acredita que funciona - e nem todo mundo acredita -, a
ressaca hoje em dia existe apenas para os que não podem pagar. As
sessões custam várias centenas de dólares, na maioria dos casos. Ocupam
um nicho em que provedores novatos preferem lançar como uma tendência ao
"bem-estar" numa bolsa de soro, ao invés de uma ressaca inconveniente
de cura instantânea.
A Administração de Alimentos e
Medicamentos dos EUA não comenta sobre as infusões intravenosas
gota-a-gota, apenas afirma que não é responsável pela regulação do
tratamento, cuja eficácia para curar ressacas é questionada por médicos.
No
ano passado, a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC)
investigou, pela primeira vez, uma empresa deste segmento, a iV Bars,
que anunciava tratamentos intravenosos para doenças graves, como o
cancro e a insuficiência cardíaca. A empresa agora anuncia tratamentos
mais vagos para "performance", "reidratação" e, também, ressacas –
nenhum dos tratamentos parece ter sido vetado pela FTC. A empresa não
respondeu a pedidos de comentários.
O site Goop, de
Gwyneth Paltrow, escreveu sobre cerca de oito empresas de tratamento
intravenoso para "desintoxicação, beleza, imunidade e performance",
muitas das quais também oferecem tratamentos para a ressaca. Entre as
empresas estão a Infuse Wellness, de Santa Monica, e a NutriDrip, que
tem bares com tratamento intravenoso em três locais em Manhattan e opera
uma divisão chamada Hangover Club (clube da ressaca).
O
menu no quarto do hotel The Ned, em Londres, oferece soluções
intravenosas com preços que vão desde 200 dólares para "hidratação" até
260 dólares para um "impulso da libido". Uma "desintoxicação" custa 365
dólares.
A I.V. Doc oferece o que chama de tratamento
"leito de morte" para as manhãs quando não se consegue "sair da cama ou
do chão". Custa 249 dólares e inclui medicamentos como Zofran, para as
náuseas, Toradol, para as dores de cabeça, e Pepcid, para a azia.
* Há mais de 20 anos num país à beira-mar plantado, fazia-se uma espécie de "lavagem ao sangue" para o livrar do álcool, das alarvidades gastronómicas e também de drogas de senhores abastados, custava 500 contos, outros tempos.
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