28/01/2019

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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80-SUBTILEZAS

O que leva alguém
à desonestidade?



RESUMO ANIMADO

FONTE:   Minutos Psíquicos

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1-A TEMPESTADE
FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA
Cia João Garcia Miguel



Ficha Técnica e Artística
João Garcia Miguel a partir de William Shakespeare | Textos
João Garcia Miguel | Direcção e Encenação
Rita Costa | Assistência de Encenação
António Pedro Lima, David Pereira Bastos, Sara Ribeiro, Vitor Alves Silva | Interpretação
Nuno Rebelo | Música
Rita Prata | Apoio Cenográco e Adereços
Tiago Vieira | Figurinos
Luís Bombico | Desenho de Luz
Manuel Chambel | Direcção som
João Catarino | Imagem gráca
Raquel Matos | Produção
Alcina Monteiro |Consultoria de Imagem e Comunicação
Tiago da Câmara Pereira | Gestão de projectos
Sara Vigário | Assistente de Produção
Jenissa Meggi e Sara Gonçalves | Estagiárias Colégio Gil Vicente

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Aristides de Sousa Mendes 
homenageado em exposição na ONU

Portugal homenageou hoje o diplomata Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) na apresentação de uma exposição na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, dedicada a diplomatas considerados “Justos Entre as Nações”.
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A exposição na sede da ONU, intitulada “Beyond Duty” (Além do dever), presta tributo ao português Aristides de Sousa Mendes e outros sete diplomatas internacionais, considerados “Justos Entre as Nações” pelo Centro Mundial de Memória do Holocausto, Yad Vashem, por terem ajudado a salvar milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Na cerimónia ouviram-se discursos do secretário-geral da ONU, António Guterres e dos diplomatas portugueses Francisco Duarte Lopes, representante permanente de Portugal junta da ONU e Maria de Fátima Mendes, cônsul-geral de Portugal em Nova Iorque e familiar de Aristides de Sousa Mendes.

A organização do evento foi feita em conjunto pelas missões de representação na ONU de Portugal, Israel e Peru, em comemoração do dia internacional em memória das vítimas do holocausto, assinalado no dia 27 de janeiro.

Na cerimónia estiveram também presentes sobreviventes do holocausto e familiares das vítimas, como o porta-voz do secretário-geral, Stéphane Dujarric, que se emocionou ao honrar a presença dos convidados, entre os quais estava a mãe, que conseguiu salvar-se, com a sua família, quando era criança, com vistos concedidos pelo português Aristides de Sousa Mendes, para sair da Europa para os Estados Unidos da América.

António Guterres sublinhou, no seu discurso, a discriminação sobre minorias, o antissemitismo e os crimes de ódio e contra a humanidade que se registaram na história da Segunda Guerra Mundial, mostrando a “capacidade da humanidade de indiferença ao sofrimento”.

O secretário-geral da ONU disse que os diplomatas têm o “dever moral de aplicar o Estado de direito” e “os valores democráticos” e de defender, “com compaixão”, todos os seres humanos.

A comunidade internacional deve “manter fresca” a memória do holocausto, tal como as memórias que as vítimas nunca vão esquecer, disse António Guterres, apelando também que as instituições de direitos humanos e de educação sirvam ao comunidade judaica e toda a população mundial.

O embaixador de Portugal para as Nações Unidas, Francisco Duarte Lopes, utilizou a frase de Aristides de Sousa Mendes -- “Prefiro estar com Deus contra os homens, do que com os homens contra Deus” -- para se referir a um valor que “deve estar no centro de todas as religiões” o de amar os próximos como a si próprio.

Francisco Duarte Lopes falou da incerteza que predomina sobre a diplomacia, que não pode prever “se algum dia, estivermos confrontados com circunstâncias similares”.

A exposição “Beyond Duty” é uma prova de que perante o ódio, existem valores de tolerância e de ajuda que se impõem, que caracterizaram as pessoas lembradas na exposição, disse o representante permanente de Portugal junto da ONU.

Maria de Fátima Mendes, cônsul-geral de Portugal e neta de um primo de Aristides de Sousa Mendes, prestou uma homenagem pública durante a cerimónia, elogiando a “difícil escolha entre os deveres de diplomata e deveres pessoais de um ser humano”, para salvar milhares de pessoas.

Aristides de Sousa Mendes, primeiro diplomata reconhecido pelo centro Yad Vashem como “Justo Entre as Nações”, em 1966, foi cônsul em Bordéus, França, tendo dado vistos a milhares de judeus que tentavam escapar e tomou, assim, a decisão de “desobedecer a instruções explícitas do seu governo”, liderado por António de Oliveira Salazar, segundo descreve a exposição.

“Cerca de 15.000 a 20.000 refugiados judeus puderam entrar em Portugal e as organizações judaicas em Lisboa, como a Joint, HIAS-HICEM e a Agência Judaica facilitaram a partida dos refugiados. Em 1943-1944, Portugal resgatou várias centenas de judeus portugueses da Grécia e da França, mas não ajudou 4.303 judeus holandeses de origem portuguesa, que foram consequentemente deportados para campos de exterminação”, pode ler-se num dos painéis instalados à entrada da sede da ONU.

Os “Justos entre as nações” são cidadãos não judeus reconhecidos oficialmente pelo Yad Vashem, instituição do governo de Israel, como heróis do holocausto, que ajudaram a salvar judeus do genocídio.

O Yad Vashem é a instituição do governo de Israel constituída para honrar a memória dos mártires e heróis do holocausto.

Aristides de Sousa Mendes, Sampaio Garrido, José Brito Mendes e Joaquim Carreira são os quatro portugueses distinguidos pelo Yad Vashem, entre mais de 25 mil nomes gravados no Memorial dos Justos, em Jerusalém.

* Um exemplo que devia estar mais presente na memória dos portugueses. Salazar e a igreja eram germanófilos.

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MINUTOS DE
CIÊNCIA/216

PRODUTOS NOTÁVEIS/3  
 Quadrado da Soma, Quadrado da Diferença
 Produto da Soma pela Diferença



* Todas as segundas-feira de 14/01 até 18/02 iremos apresentar a matéria indicada em título  nas formas algébrica e geométrica, sempre que tiver dúvidas consulte o vídeo anterior deste interessantíssimo capítulo.


FONTE: MATEMÁTICA RIO

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Paralisação do governo americano já 
deve ter custado três mil milhões de dólares

A economia norte-americana deverá ter perdido três mil milhões de dólares com o "shutdown" parcial de 35 dias, segundo projeções oficiais.

Os 35 dias de paralisação parcial dos serviços federais dos EUA, que decorreram entre 22 de dezembro e 18 de janeiro, poderão ter custado à economia do país três mil milhões de dólares (2,62 mil milhões de euros). A estimativa é do gabinete orçamental do Congresso (CBO), uma comissão bipartidária independente que estuda os impactos das políticas governamentais nas contas do país.

O CBO, que hoje divulgou as suas perspetivas anuais para os Estados Unidos em matéria orçamental e económica, apontou, citado pela Reuters, que o custo do "shutdown" irá fazer "encolher" em 0,02% a economia norte-americana face ao que se esperava para 2019.

No total, a economia do país perdeu cerca de 11 mil milhões de dólares durante os 35 dias – cinco semanas – de paralisação parcial dos serviços do governo federal. No entanto, o CBO antecipa que sejam recuperados 8 mil milhões com a reabertura do governo e o regresso ao trabalho de muitos dos 800.000 funcionários federais que estiveram sem receber salário.

O mais longo "shutdown" da história dos EUA terminou na sexta-feira, 18 de janeiro, quando o presidente Donald Trump e o Congresso acordaram num financiamento temporário do governo. Esse financiamento está agora garantido por três semanas, até 15 de fevereiro.

Este financiamento temporário permite a normalização dos serviços públicos enquanto prosseguem as negociações sobre como garantir a segurança da fronteira dos EUA com o México. Mas Trump já ameaçou impor novo "shutdown" a partir dessa data se não lhe derem o dinheiro que pretende para a construção do muro.

O chefe da Casa Branca pretende ver aprovado pelo Congresso (Senado e Câmara dos Representantes) um pacote de 5,7 mil milhões de dólares para o muro que Trump quer construir ao longo da fronteira com o México.

Donald Trump tem continuado decidido a usar o seu poder de veto sobre qualquer lei de financiamento federal aprovada no Congresso que não contemple o dinheiro que pretende para o referido muro.
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Uma possibilidade que surgiu entre os democratas foi a de dar a Trump a maior parte – ou mesmo a totalidade – do dinheiro que o presidente quer, mas que não pudesse ser usado na construção do muro. Ou seja, que contribuísse para reforçar a segurança na fronteira com o México, mas de outra forma: com a aposta em ferramentas tecnológicas, como drones e sensores, bem como com o destacamento de mais agentes da patrulha fronteiriça. Mas o presidente dos EUA continua a dizer que quer esses fundos para construir o muro.

* Trump tem um objectivo único, beneficiar os amigos ricos, tudo o resto é conversa.

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XXX- MEGA MÁQUINAS

3-Aviões e
Aviadores Intrépidos



*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção do Canal História


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

FONTE:  Super Documentários

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