Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
16/01/2019
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Catroga diz que não é "um 'boy'"
e apenas aceitou "missões cívicas"
O
ex-presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, Eduardo Catroga,
repudiou hoje que o facto de uma pessoa "desempenhar uma missão cívica"
a iniba depois de aceitar funções em empresas, recusando ser
classificado como "um 'boy'".
Eduardo
Catroga está hoje a ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito ao
pagamento de rendas excessivas aos produtores de eletricidade e, na
primeira ronda de perguntas, foi questionado pelo deputado do CDS-PP
Hélder Amaral sobre o conceito de portas giratórias aplicado ao setor da
energia, uma teoria que o antigo ministro das Finanças diz não
perceber.
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"Não
me venham dizer que eu sou um 'boy', eu fiz o sacrifício de aceitar
missões cívicas. O facto de uma pessoa em determinado momento
desempenhar uma missão cívica não pode ficar inibido de aceitar funções
nas empresas. Repudio totalmente isso", criticou.
Sobre
os profissionais que encontrou na elétrica, Catroga garantiu que, "em
50 anos de vida profissional, foi do melhor" que encontrou, "pessoas de
alto quilate".
O deputado a abrir a
primeira ronda foi o bloquista Jorge Costa, que quis saber como é que a
EDP tinha tido acesso ao estudo encomendado em 2012 pelo Governo a uma
equipa de peritos de Cambridge, documento que introduziu o tema das
rendas excessivas.
"Os pressupostos técnicos dos estudos entregues à 'troika' estavam incorretos ou imperfeitos", respondeu.
Perante
a insistência sobre quem teria enviado este estudo à EDP, Catroga não
conseguiu responder, uma vez que disse não saber como o estudo apareceu.
"A
'troika' fez um trabalho técnico muito imperfeito, baseando-se em
estudos que a própria União Europeia refuta tecnicamente", reiterou.
O
ex-presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP voltou a
criticar o "grupo de pressão, que conseguiu criar esta construção
artificial" das rendas excessivas.
"Esse
grupo é conhecido, é o grupo que fez queixas em Bruxelas e perdeu, é o
grupo que queria o nuclear, que se consideravam papas da política
energética portuguesa, agarrados ao passado", condenou.
* Claro que o sr. Eduardo Catroga não é um "boy", é um "missionário" com pelos púbicos e tudo.
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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
Governo e ERSE querem tirar iluminação pública à EDP e dar às autarquias
Rede de distribuição na mão das câmaras pode aumentar preços da luz, admite o ministro João Pedro Matos Fernandes.
Governo e Entidade Reguladora dos Serviços
Energéticos estão de acordo: a iluminação pública deverá passar a ser
gerida pelas autarquias, separada da rede de distribuição de
eletricidade de baixa tensão. A proposta consta no relatório final que a
ERSE vai apresentar nos próximos dias após a consulta pública levada a
cabo pelo regulador. Maria Cristina Portugal, presidente da ERSE, frisou
ontem num debate no Parlamento que este cenário exigirá uma “fronteira
física entre a infraestrutura da iluminação pública e da rede de baixa
tensão” e uma total separação entre as duas atividades.
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Sobre o tema, o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, defendeu que “o atual modelo é um obstáculo a modelos de inovação por parte das autarquias, como é o caso das cidades inteligentes”. Ou seja, com a iluminação pública nas mãos da EDP Distribuição, como está agora, as autarquias não podem apostar em soluções de iluminação mais inovadoras e eficiente energeticamente.
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Sobre o tema, o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, defendeu que “o atual modelo é um obstáculo a modelos de inovação por parte das autarquias, como é o caso das cidades inteligentes”. Ou seja, com a iluminação pública nas mãos da EDP Distribuição, como está agora, as autarquias não podem apostar em soluções de iluminação mais inovadoras e eficiente energeticamente.
O que Matos Fernandes prefere mesmo é não
ver passar para as mãos dos 278 municípios portugueses a própria
operação da rede de distribuição de eletricidade em baixa tensão,
concessionada há 20 anos à EDP Distribuição, que distribui energia a
99,5% dos pontos de entrega no país (cerca 6 milhões). Este ano, está
previsto o lançamento em simultâneo de vários concursos para atribuição
das novas concessões de operação da rede de distribuição.
O ministro defendeu que o melhor modelo para as redes de distribuição de eletricidade é o que existe atualmente – centralizado e entregue a um único operador. No entanto, o ministro começou a sua intervenção dizendo que as autarquias são as principais interessadas nos concursos que serão lançados em 2019, ao que tudo indica, para a gestão da rede de distribuição. “As concessões são vossas”, disse Matos Fernandes.
Ainda assim, o ministro deixou bem clara a preferência do governo: “Se fossemos nós a decidir, o modelo centralizado atual é o que é mais fácil de concretizar e o que comporta menos custos”, não só para os consumidores, como para todos os intervenientes no sistema elétrico nacional. E deixou mesmo um aviso às autarquias que, em última análise, terão a última palavra a dizer neste processo. “Temos de acertar na decisão. Não queremos depois ter de fazer cadernos de encargos sobre decisões sobre as quais não concordamos”, disse Matos Fernandes. Para o governante, o maior risco da mudança de panorama é o “aumento das tarifas para todos os consumidores”. E também a questão da distribuições dos trabalhadores desta empresas do grupo EDP para as novas detentoras da concessão e os seus respetivos fundos de pensões.
Tal como tem acontecido mais recentemente, desde que a área da energia passou para a pasta do Ambiente e se estreou uma nova secretaria de Estado da Energia, governo e EDP parecem estar alinhados também nesta questão, com João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP, a mostrar “orgulho” na rede construída pela EDP Distribuição (composta por 68 mil postos de transformação) e a defender a manutenção de uma única rede nacional. Se assim for, o responsável garantiu que “os consumidores vão pagar cada vez menos pelas redes de distribuição”, porque vão pesar menos nas tarifas (hoje diz respeito a 20%).
“Na maior parte dos países europeus não há concurso para a operação de rede de distribuição, mas aceitamos que haja em Portugal. Vamos a concurso e que ganhe o melhor. Mas quem ganha deve ficar com a totalidade da rede”, disse no Parlamento João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP, que já tinha admitido ao Dinheiro Vivo que a empresa não está preocupada em perder rede de distribuição para os municípios.
“Não estamos preocupados. Estamos muito confiantes […] Acreditamos que vamos ganhar o concurso. Não se sabe ainda as características do concurso das concessões, mas achamos que temos todas as condições para ganhar e somos a melhor solução para uma rede moderna em Portugal. A melhor solução é a EDP Distribuição”, disse o responsável. O Dinheiro Vivo sabe que a Endesa e a Iberdrola também estão na corrida, em concorrência com a EDP.
No entanto, tanto a ERSE como a EDP Distribuição lembraram que ser operador de redes de distribuição de eletricidade não é um mar de rosas e “nem tudo o que é proveito é rendimento”. Por ano, a EDP Distribuição investe cerca de 325 milhões de euros, por exemplo. “A remuneração efetiva dos investimentos realizados pela EDP Distribuição em Portugal é muito inferior à das suas congéneres europeias”, frisou o administrador da EDP na sua apresentação
Matos Fernandes reconheceu também ontem que a divisão geográfica que consta na proposta final ERSE em três áreas para a gestão da rede de distribuição (Norte, Centro e Sul) “não é um tema consensual”. Na visão do ministro, uma única área, como existe agora daria continuidade ao modelo atual e garantiria uma homogeneidade tarifária. Por seu lado, a presidente da ERSE garantiu que a proposta definitiva de delimitação territorial em três zonas distintas, depois das críticas às propostas anteriores, foi o maior desafio e a melhor solução encontrada.
Artur Trindade, o presidente do Operador do Mercado Ibérico de Energia, alertou também para o perigo de passarem a existir preços de eletricidade diferentes ao longo do país, consoante o contrato celebrado por cada município. “Há que ter cuidado com o que se põe no contrato de concessão, para não falarem em novas rendas excessivas”, disse.
Também Manuel Machado, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, disse na mesma conferência no Parlamento, que os municípios são muito diversos entre si e por isso existe o “risco de tarifas diferenciadas, fragmentação das concessões e diferenças ao nível da qualidade de serviço”. ” A ANMP não se imiscui. Cada município sabe melhor o que quer”, disse
Sobre a possibilidade de preços diferentes a pagar pela eletricidade por todo o país, a presidente da ERSE foi clara: “Não, não e não! A uniformidade tarifária em Portugal é um princípio inegociável”.
De acordo com a ERSE existem neste momento 278 municípios 11 concessionárias: a EDP Distribuição e 10 operadores de reduzida dimensão, em 8 concelhos, que distribuem energia a 0,5% pontos de entrega (cerca 30 mil).
O ministro defendeu que o melhor modelo para as redes de distribuição de eletricidade é o que existe atualmente – centralizado e entregue a um único operador. No entanto, o ministro começou a sua intervenção dizendo que as autarquias são as principais interessadas nos concursos que serão lançados em 2019, ao que tudo indica, para a gestão da rede de distribuição. “As concessões são vossas”, disse Matos Fernandes.
Ainda assim, o ministro deixou bem clara a preferência do governo: “Se fossemos nós a decidir, o modelo centralizado atual é o que é mais fácil de concretizar e o que comporta menos custos”, não só para os consumidores, como para todos os intervenientes no sistema elétrico nacional. E deixou mesmo um aviso às autarquias que, em última análise, terão a última palavra a dizer neste processo. “Temos de acertar na decisão. Não queremos depois ter de fazer cadernos de encargos sobre decisões sobre as quais não concordamos”, disse Matos Fernandes. Para o governante, o maior risco da mudança de panorama é o “aumento das tarifas para todos os consumidores”. E também a questão da distribuições dos trabalhadores desta empresas do grupo EDP para as novas detentoras da concessão e os seus respetivos fundos de pensões.
Tal como tem acontecido mais recentemente, desde que a área da energia passou para a pasta do Ambiente e se estreou uma nova secretaria de Estado da Energia, governo e EDP parecem estar alinhados também nesta questão, com João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP, a mostrar “orgulho” na rede construída pela EDP Distribuição (composta por 68 mil postos de transformação) e a defender a manutenção de uma única rede nacional. Se assim for, o responsável garantiu que “os consumidores vão pagar cada vez menos pelas redes de distribuição”, porque vão pesar menos nas tarifas (hoje diz respeito a 20%).
“Na maior parte dos países europeus não há concurso para a operação de rede de distribuição, mas aceitamos que haja em Portugal. Vamos a concurso e que ganhe o melhor. Mas quem ganha deve ficar com a totalidade da rede”, disse no Parlamento João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP, que já tinha admitido ao Dinheiro Vivo que a empresa não está preocupada em perder rede de distribuição para os municípios.
“Não estamos preocupados. Estamos muito confiantes […] Acreditamos que vamos ganhar o concurso. Não se sabe ainda as características do concurso das concessões, mas achamos que temos todas as condições para ganhar e somos a melhor solução para uma rede moderna em Portugal. A melhor solução é a EDP Distribuição”, disse o responsável. O Dinheiro Vivo sabe que a Endesa e a Iberdrola também estão na corrida, em concorrência com a EDP.
No entanto, tanto a ERSE como a EDP Distribuição lembraram que ser operador de redes de distribuição de eletricidade não é um mar de rosas e “nem tudo o que é proveito é rendimento”. Por ano, a EDP Distribuição investe cerca de 325 milhões de euros, por exemplo. “A remuneração efetiva dos investimentos realizados pela EDP Distribuição em Portugal é muito inferior à das suas congéneres europeias”, frisou o administrador da EDP na sua apresentação
Matos Fernandes reconheceu também ontem que a divisão geográfica que consta na proposta final ERSE em três áreas para a gestão da rede de distribuição (Norte, Centro e Sul) “não é um tema consensual”. Na visão do ministro, uma única área, como existe agora daria continuidade ao modelo atual e garantiria uma homogeneidade tarifária. Por seu lado, a presidente da ERSE garantiu que a proposta definitiva de delimitação territorial em três zonas distintas, depois das críticas às propostas anteriores, foi o maior desafio e a melhor solução encontrada.
Artur Trindade, o presidente do Operador do Mercado Ibérico de Energia, alertou também para o perigo de passarem a existir preços de eletricidade diferentes ao longo do país, consoante o contrato celebrado por cada município. “Há que ter cuidado com o que se põe no contrato de concessão, para não falarem em novas rendas excessivas”, disse.
Também Manuel Machado, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, disse na mesma conferência no Parlamento, que os municípios são muito diversos entre si e por isso existe o “risco de tarifas diferenciadas, fragmentação das concessões e diferenças ao nível da qualidade de serviço”. ” A ANMP não se imiscui. Cada município sabe melhor o que quer”, disse
Sobre a possibilidade de preços diferentes a pagar pela eletricidade por todo o país, a presidente da ERSE foi clara: “Não, não e não! A uniformidade tarifária em Portugal é um princípio inegociável”.
De acordo com a ERSE existem neste momento 278 municípios 11 concessionárias: a EDP Distribuição e 10 operadores de reduzida dimensão, em 8 concelhos, que distribuem energia a 0,5% pontos de entrega (cerca 30 mil).
* Convém talvez lembrar as escandalosas tarifas da água que as câmaras municipais cobrem aos cidadãos do concelho, se a distribuição de energia passar para a responsabilidade das câmaras vai ser um fartar vilanagem.
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
“Repugna-me que possa haver quem tenha medo de assumir as suas posições”
O antigo presidente do parlamento Mota
Amaral vai avançar com um pedido de votação nominal no Conselho Nacional
extraordinário, justificando que lhe “repugna que possa haver quem no
PSD tenha medo de assumir as suas posições”.
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A
notícia foi avançada pelo jornal online Observador e, contactado pela
Lusa, o ex-presidente do Governo Regional dos Açores assume a ideia como
sua.
“A ideia é
minha e tem a ver com a responsabilidade que têm os conselheiros
nacionais. Tal como no parlamento, somos eleitos para defendermos as
nossas posições e assumi-las perante os nossos eleitores. Não faz
sentido que, numa questão política de tal relevância, se recorra ao voto
secreto”, defendeu.
Em
causa na quinta-feira estará a votação de uma moção de confiança à
direção do partido, apresentada pelo presidente do PSD, Rui Rio, depois
de o antigo líder parlamentar Luís Montenegro o ter desafiado para
diretas antecipadas, repto que rejeitou.
Para
Mota Amaral, na votação da moção de confiança “deve chamar-se cada
conselheiro” e cada um dirá “sim ou não” à aprovação da moção de
confiança.
“Vou
apresentar esse requerimento, já me chamaram a atenção que não está
previsto no regulamento, mas repugna-me a ideia que possa haver no PSD
quem não tenha coragem, quem tenha medo de assumir as suas posições.
Isso não é próprio de gente do PSD, do partido de Sá Carneiro,
envergonha-me como social-democrata”, afirmou Mota Amaral, apoiante de
Rui Rio.
Questionado
sobre esta iniciativa, o presidente do Conselho Nacional do PSD, Paulo
Mota Pinto, reiterou à Lusa o que já tinha dito na véspera.
“Não
me pronuncio sobre nenhuma questão relativa à condução dos trabalhos e à
votação, por respeito ao Conselho Nacional, a não ser perante o
Conselho Nacional já reunido”, afirmou.
O
regulamento do Conselho Nacional estabelece que as votações neste órgão
se realizam por braço no ar, com exceção de eleições, deliberações
sobre a situação de qualquer membro do Conselho Nacional e “deliberações
em que tal seja solicitado, a requerimento de pelo menos um décimo dos
membros do Conselho Nacional presentes”.
Dirigentes
distritais e deputados já tinham exigido uma clarificação sobre a forma
de votação, que defendem ter se ser secreto uma vez que a comissão
política nacional foi eleita por este método.
* Mais repugna quem em ano de eleições tenha sede desmedida de poder, tente dividir o PSD e que sustente o comportamento em duvidosas sondagens.
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