11/11/2018

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DEPUTADA DO PSD
NÃO É VIRGEM OFENDIDA



* Emília Cerqueira admite ter assinado presenças falsas por José Silvano, secretário-geral do PSD, e explicou-se esta tarde no Parlamento, em conferência de imprensa. Em causa estão falsas marcações de presença, a 18 e 24 de outubro.

** Em declarações ao Expresso, o presidente da Assembleia da República considerou que não devem haver alterações nos procedimentos técnicos do Parlamento para confirmar a presença dos deputados, uma vez que, “o que deve mudar são os comportamentos” destes, uma vez que são “lesivos da credibilidade” do Parlamento e também da democracia.
"O que há é que banir os procedimentos lesivos da credibilidade de qualquer deputado, dos grupos parlamentares e, consequentemente, da democracia representativa", disse Ferro Rodrigues.


FONTE: Observador

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Bruno de Carvalho e líder
da "Juve Leo" detidos este domingo

O ex-presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, foi detido este domingo, no âmbito da investigação às agressões em Alcochete.

Bruno de Carvalho foi detido no âmbito da investigação às agressões em Alcochete, apurou o JN. Mustafá, um dos líderes da "Juve Leo", foi também detido.

A GNR está a proceder a buscas nas instalações da "Juve Leo", contíguas ao estádio José de Alvalade, em Lisboa. Cerca de 30 agentes participam na operação.
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A detenção de Bruno de Carvalho e de Mustafá foi também confirmada pela Procuradoria-geral da República (PGR). "Ao abrigo do disposto no art.º 86.º, n.º 13, al. b), do Código de Processo Penal, confirma-se que foram efetuadas duas detenções no âmbito do inquérito relacionado com as agressões na Academia do SCP em Alcochete", refere a PGR em resposta à Lusa, indicando que os detidos "serão oportunamente presentes ao Juiz de Instrução Criminal para aplicação das medidas de coação".

A 15 de maio, um grupo de adeptos invadiu a Academia do Sporting, em Alcochete. Vários jogadores foram agredidos.

No total, estão em prisão preventiva 38 arguidos, dos quais 23 foram detidos no dia dos acontecimentos, e os restantes em junho e julho. Entre eles, está o antigo líder da claque Juventude Leonina Fernando Mendes e Bruno Jacinto, Oficial de Ligação aos Adeptos.

Os 38 arguidos que aguardam julgamento em prisão preventiva são todos suspeitos da prática de diversos crimes, designadamente de terrorismo, ofensa à integridade física qualificada, ameaça agravada, sequestro e dano com violência.

Bruno de Carvalho, que à data dos acontecimentos liderava o clube, foi, entretanto, destituído em Assembleia-Geral e impedido de concorrer à presidência do clube, atualmente ocupada por Frederico Varandas.

Após este episódio, alguns futebolistas rescindiram contrato com o Sporting. Rui Patrício, Rafael Leão, Daniel Podence e Gelson Martins saíram em litígio com o Sporting e transferiram-se para outros clubes, enquanto Ruben Ribeiro ainda está sem clube.

Bas Dost, Bruno Fernandes e Rodrigo Battaglia voltaram atrás na decisão de abandonar o Sporting, enquanto William Carvalho saiu para o Betis, de Espanha, após acordo do clube espanhol com os "leões".

* Até que enfim, desejávamo-lo.

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Moradores contra as demolições
 previstas para a costa portuguesa


* Ter o mar como bidé é um luxo e os do governo são invejosos!


FONTE:  euronews

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ESTE MÊS NA
"EXAME INFORMÁTICA"
Parlamento vai avançar com leis
contra mentiras nas redes sociais

À luz da legislação europeia, sites e redes sociais deverão retirar posts, imagens ou campanhas virais com falsidades da Internet, uma hora depois de terem sido detetadas.

Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, solicitou à Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) que leve a cabo uma análise às denominadas fake news que têm circulado na Internet e, em particular, nas redes sociais. A decisão de analisar as campanhas virais com textos e vídeos que difundem mentiras e falsidades foi tomada depois de uma reunião de líderes das várias bancadas parlamentares, informa o Diário de Notícias.
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Da análise levada a cabo pela ERC deverá resultar um documento sobre a estratégia a adotar perante a disseminação de informação que pretende influenciar a opinião pública com informação que não tem correspondência com a realidade. É esse documento que deverá servir de ponto de partida para a discussão em torno de uma ainda hipotética lei que terá por objetivo bloquear a disseminação de falsidades.

José Magalhães, deputado do PS, já havia feito algumas recomendações sobre o Regulamento proposto pelo Parlamento Europeu e o Conselho Europeu para a eliminação de conteúdos de âmbito terrorista na Internet.

À luz da legislação europeia, sites e redes sociais deverão retirar posts, imagens ou campanhas virais com falsidades da Internet, uma hora depois de terem sido detetadas. Essa regra foi recordada por Magrethe Vestager, Comissária Europeia da Concorrência, durante a sua passagem pela Web Summit.

* Nós queremos aplaudir, só não percebemos a tolerância de 1 hora, permite que o crime organizado PROPAGUE a FAKE NEW sequencialmente em vários sites.

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VILANAGEM

SEM PASSWORD

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HOJE NA
"SÁBADO"
As cinco reformas estruturais que
o BE quer levar para o governo

Catarina Martins deu uma bofetada de luva branca a António Costa, revelou o "único momento em que a legislatura esteve em risco", confessou que acha que vai "ganhar o céu" por negociar com ministros e secretários de Estado e apresentou as linhas essenciais que o Bloco quer para um governo de esquerda.

Desta vez, é a esquerda a apresentar um programa de reformas estruturais. São cinco as que Catarina Martins apresentou no final da XI Convenção do BE, a que se junta mais um desafio:o de mudar o Tratado Orçamental.

Lei de Bases da Saúde
A protecção do Serviço Nacional de Saúde, através da aprovação da Lei de Bases da Saúde, apresentada por António Arnaut e João Semedo, é a primeira das "reformas estruturais" que Catarina Martins acha que o país precisa. Para coordenadora do Bloco, é importante que o Estado deixe de entregar "4 em cada dez euros aos grandes grupos privados" e que aposte numa rede pública de qualidade.

Demografia
"A reforma que é preciso fazer é exactamente o contário do que a direita fez", defendeu Catarina Martins, que acha que só se promove a natalidade, "com melhores salários, salários iguais para homens e mulheres, respeito pelos imigrantes, abono de família, transportes e livros gratuitos, a universalidade do Estado Social".

Combate às alterações climáticas
A líder bloquista recordou o "braço de ferro com as autoridades sobre as concessões petrolíferas" que tem levado à caducidade de licenças de exploração e até à desistência de contratos por petrolíferas e defendeu que o caminho passa pela descarbonização e pela aposta numa economia verde e sustentável. "A insistência em não apostarmos no petróleo é a única forma de virarmos a economia para a sustentabilidade".

 Sistema de crédito e dos bens comuns
O BE quer garantir o controlo público da energia e da banca. Pagamos uma das electricidades mais caras da Europa e tivemos resgates bancários e garantias que chegaram aos 40 mil milhões de euros", frisou Catarina Martins, que quer inverter essa tendência, mas que não foi clara sobre de que modo e em que termos será feito esse "controlo público" sobre sectores que são hoje privados.

Salto de qualidade na democracia
O combate à corrupção é a última das reformas consideradas prioritárias por Catarina Martins e aquele que foi apresentada com uma medida concreta e calendário de concretização ainda nesta legislatura. "Tudo faremos para que a Entidade da Transparência seja uma realidade ainda este ano", afirmou, defendendo que este organismo tenha "competência e meios" para assegurar um maior controlo dos titulares de cargos públicos. A líder bloquista acha que "é insuportável a degradação e o pântano" gerados pela corrupção e esta é a proposta do BE para lutar contra isso.

A bofetada de luva branca a Costa e a revelação de uma crise
Foi a primeira vez que Catarina Martins falou nestes termos sobre a tensão gerada pelo facto de o Governo de António Costa ter procurado compensar os patrões da subida do salário mínimo com uma descida da TSU. "Só houve um momento em que a legislatura esteve em risco. quando o Governo decidiu compensar os patrões do aumento do salário mínimo nacional com a descida da TSU", afirmou a coordenadora do Bloco, que aproveitou para lançar uma farpa ao Governo socialista. "Não damos com uma mão para tirar com a outra", vincou, lembrando o desfecho que diz ter sido conseguido pelo seu partido: "manteve-se a TSU e o aumento o salário mínimo nacional".

"Estão a ver? Conseguimos o impossível", disse, para dar o mote à ideia de que o que hoje não parece possível, como ter o BE no governo a impor políticas de esquerda, pode vir a ser uma realidade depois das eleições legislativas de 2019.

No discurso de encerramento, Catarina Martins concentrou-se mais no que o BE quer para o futuro e menos nos ataques ao Governo. Mas não deixou de dar aquilo que pode ser visto como uma bofetada de luva branca a António Costa, quando se referiu à forma como secretário-geral do PS omitiu o papel dos parceiros da esquerda no seu discurso no Congresso do PS na Batalha.

"Eu prefiro a cordialidade de sublinhar que esse caminho contra a austeridade foi possível porque houve uma convergência", afirmou Catarina Martins, que saudou "toda a gente, o Governo, o PS, o PCP e o PEV"-

"E acrescento que não nos arrependemos de nada", vincou, assumindo ter "orgulho em que esta convergência e negociação permanente com o Governo tenha conseguido a devolução de rendimentos". Ainda que tenha confessado que essas negociações nem sempre são tarefa fácil. "Confesso-vos que negociar com tantos ministros e secretários de Estado é tarefa para ganhar o céu", brincou, antes de atirar um "pois habituem-se agora ao Bloco".

A luta pelo Governo
A ideia mais forte que sai desta Convenção do Bloco de Esquerda é a de que partido se assume com ambição para ir para o governo. "Toda a política é luta pelo poder e pelo governo", afirmou Catarina Martins, citando-se a si própria ao recuperar o que disse na última reunião magna do BE há dois anos. Só que, desta vez, Catarina Martins deu um passo em frente.

"Esta é a nossa luta pelo governo. Trabalharemos para que esse governo exista, para que esse governo cumpra", prometeu Catarina Martins, que não quis falar em fasquias eleitorais ou tipos de acordos, pondo essa decisão nas mãos dos eleitores. "Alcançaremos a força para sermos parte de um governo quando o povo quiser", disse, antes de declarar que "o grande projecto da esquerda para o século XXI é este: a democracia a tomar conta da economia".

A promessa é a de ir agora mais longe do que se conseguiu nesta legislatura. "Fizemos, fazemos e faremos o impossível pela nossa gente, pelo nosso povo", frisou Catarina Martins que até foi buscar um slogan muitas vezes usado por António Costa para se apropriar dele. "Essa enorme maioria ficou com a certeza de que para o BE palavra dada é palavra cumprida", afirmou, desvalorizando quem à direita defende que o BE trabalha apenas para beneficiar as suas clientelas eleitorais. "Lutamos para a maioria, não nos esquecemos de ninguém".

Mudar os tratados
As críticas à União Europeia estiveram sempre presentes ao longo da Convenção do BE. Mas o discurso de encerramento foi a primeira vez que a coordenadora bloquista se referiu de forma clara à necessidade de mudar as regras europeias.

"A urgência é derrotar o Tratado Orçamental", proclamou, depois de dizer que "chega de resgatar a banca, agora o povo", porque "o compromisso é com o povo".

"Quando os tratados atacam o povo, a responsabilidade da esquerda é clara: mudem-se os tratados", clarificou, num diagnóstico de "crise profunda" numa União Europeia onde há fenómenos como Salvini e Órban e apresentando Marisa Matias como a candidata capaz de dar resposta a esses problemas. "Levamos muito a sério as eleições imediatas em Maio para o Parlamento Europeu", afirmou.

A resposta ao Diabo da direita
A direita também não ficou ausente do discurso de Catarina Martins, apesar de não ter sido uma referência tão constante nas intervenções dos delegados como o PS.
"O diabo não apareceu", ironizou Catarina, que lembrou a forma como a situação política se alterou desde 2015.

"A Comissão Europeia teve de recuar nas sanções, mas não nos esquecemos de que as propôs", "a coligação de direita desfez-se e agora é o salve-se quem puder", "Passos Coelho espera o dia de nevoeiro em que vai desembarcar embuçado no Terreiro do Paço", descreveu a bloquista, que diz que os políticos da direita "vivem no passado".

"A nostalgia desse passado magoa-os, mas é bom que saibam que já chegámos ao presente", declarou Catarina Martins, que não falou em virar a página da austeridade, como prefere Costa, mas em parar a "sangria".

"Virámos uma página e toda a gente vê o resultado (...), parámos a sangria", defendeu.

* Grande pedrada no pântano.

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Torta de Laranja e Coco

Super Rápida


De: Momentos Doces e Salgados
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