21/09/2017

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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151-ACIDEZ

FEMININA


Ela tá com medo de CASAR



A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA
  
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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A SOPA




Filme realizado pelos alunos do curso de Direção de Fotografia para Câmeras DSLR ministrado por Rafael Schlichting em Jan. 2011. Alunos: Bebeto Alves, Beatriz Boleman, Mario Oliveira, Rodrigo Scandolara. No Brasil!

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"

Indústria Papeleira diz que problema dos incêndios não se deve ao eucalipto

A Associação da Indústria Papeleira defende que o problema dos incêndios em Portugal não deve ser atribuído ao eucalipto, mas à falta de gestão da floresta e do “incendiarismo”, disse hoje à Lusa um representante.
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“É uma questão da gestão, não é da espécie em concreto. O que não falta no país são exemplos de incêndios que ocorrem em áreas agrícolas e em áreas florestais com outras espécies que não o eucalipto. O fator comum a todos os incêndios é sempre a falta de gestão”, afirmou Henrique Vieira, colaborador da Associação da Indústria Papeleira (CELPA).

Em declarações à Lusa, em Fafe, onde hoje aquela associação promoveu uma sessão de esclarecimento no âmbito do projeto “Melhor Eucalipto”, Henrique Vieira sublinhou que o flagelo dos incêndios tem também a ver com “o elevadíssimo número de ignições no país”.

“Isto não é só um problema da floresta, é também um problema social, é um problema de incendiarismo”, disse.

A ligação que às vezes se faz do eucalipto à ocorrência dos incêndios florestais é um tema que a CELPA, anotou, tem procurado “desmistificar”:

“Onde há gestão, o fogo tem uma probabilidade muito menor de ocorrer e onde ocorre é com menos intensidade e causa menores estragos. Onde não há gestão, o que infelizmente se observa por inúmeras razões em boa parte do país, leva a estas condições catastróficas que se verificam ano após ano”.

Para o representante da associação, “o património das empresas associadas da CELPA é um excelente exemplo desse fator gestão, que é uma gestão profissional”.

“Se formos ver as estatísticas, em média arde menos de 1% anualmente do património gerido por estas empresas. Isto é um valor que só por si já diz tudo”, destacou, recordando que cerca de 200 mil hectares de floresta, a maioria de eucalipto, são geridos pelas empresas associadas da CELPA.

O projeto “Melhor Eucalipto”, que foi iniciado em 2015, “tem como principal objetivo partilhar a experiência que a CELPA e as suas empresas associadas adquiriram ao longo de várias décadas de prática e de investigação na silvicultura do eucalipto”.

“Desse modo, podermos ajudar os proprietários florestais, especialmente em regiões de minifúndio a melhorar a gestão das suas áreas de eucalipto e de produtividade da sua floresta”, explicou.

Em 2016, foram realizadas várias ações de esclarecimento e formação de produtores de eucalipto, em vários pontos do país, que permitiram chegar a cerca de 600 proprietários.

Para a Associação da Indústria Papeleira, este tipo de ações poderá também ser benéfica na ótica da prevenção dos incêndios.

“Uma das operações que abordamos nestas ações de informação é o controlo da vegetação, as melhores técnicas para o fazer e o sentido de oportunidade”, explicou, acrescentando isso tornará as técnicas “mais baratas e mais eficazes”, nomeadamente “o controlo dos matos quando eles ainda se encontram pouco desenvolvidos”.

“Se as coisas forem feitas de um modo oportuno são mais baratas, acessíveis a toda a gente e obviamente reduzem significativamente o risco de incêndio e os danos quando ele ocorre”, concluiu.

* Nenhum incêndio florestal se deve a qualquer árvore, toda a gente sabe que as árvores não querem arder, o problema é mesmo da imbecilidade dos agentes que não sabem gerir as florestas privadas e públicas.

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XLVII- O UNIVERSO


3- ECLIPSE TOTAL



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo reserva 7,1 milhões para modernizar torpedos dos submarinos

O Ministério da Defesa vai modernizar os torpedos Black Shark junto dos italianos da Leonardo Defense Systems, por um valor máximo de 7,1 milhões de euros. O objectivo é aumentar a operacionalidade dos submarinos Tridente e Arpão.

O Governo português decidiu gastar 7,1 milhões de euros (valor a que acresce IVA) na modernização dos torpedos Black Shark que equipam os submarinos Tridente e Arpão. O serviço vai ser contratado aos italianos da Leonardo Defense Systems por serem a "única entidade detentora dos direitos de propriedade intelectual e das competências técnicas exigidas". Este tipo de torpedos é considerado como um dos mais modernos da actualidade.
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Os submarinos Tridente e Arpão chegaram às mãos da Marinha portuguesa em 2009 e 2010, respectivamente, embora o Governo já tivesse comprado 24 torpedos Black Shark em 2005 (uma vez que se esperava que os submarinos fossem entregues mais cedo) por 42 milhões de euros. Cada um dos submergíveis pode ser equipado com 12 destes torpedos.

No despacho do gabinete de Azeredo Lopes, hoje publicado em Diário da República, considera-se "imprescindível a sua modernização, de modo a dar continuidade ao programa de lançamento de torpedos de exercício, e manter o adestramento das guarnições na operação desta arma, mantendo assim a capacidade operacional onde os torpedos são usados".

A modernização deste armamento, com o objectivo de "permitir a continuação e incremento da operacionalidade dos submarinos", será feita através de um "procedimento por negociação sem publicação de anúncio de concurso com consulta à Leonardo Defence Systems", terá o valor total de 7,1 milhões de euros (a que acresce IVA) e a despesa será repartida por três anos, ficando a maior fatia, quatro milhões de euros, reservada para 2019.

Todo o processo em torno dos dois submarinos tem estado envolvido em polémica. A compra destas duas embarcações, pelo montante de quase mil milhões de euros, chegou a ser investigada por suspeitas de corrupção. Em Portugal, o processo foi arquivado, mas na Alemanha houve condenações.

Contrapartidas da compra dos torpedos foram "autêntica falácia"
No caso dos torpedos, a compra deste armamento ficou condicionada à prestação de contrapartidas da empresa WASS (parte da Finnmecannica, que pertence à Leonardo) de 47 milhões de euros. Porém, em 2013, o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, decidiu cancelar o contrato por incumprimento dos italianos – a execução era de 0%. O ministro chegou a dizer que a ideia de que Portugal tinha beneficiado com as contrapartidas militares era "uma autêntica falácia".

Portugal executou a garantia bancária de 11,6 milhões de euros prestada pela WASS, que depois colocou o Estado português e o banco espanhol BBVA em tribunal. No início do ano passado, o processo ainda "seguia os trâmites legais".

* Foram "muita bons" os negócios efectuados no governo de Passos/Portas.

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XVI- Cidades

e soluções


2- Efeitos da poluição
no corpo

FONTE: GLOBONEWS

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