27/04/2015

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JEAN JULLIEN













Oriundo de Nantes e depois de estudar Artes Plásticas em Paraclet à Quimper, Jean Jullien partiu para Londres para estudar na Central Saint Martins onde obtém o bacharelato em Desenho Gráfico no ano de 2008. Em 2010 obtém o Master au Royal College of Art de  Londres.

Em 2012 de regresso a Nantes decidiu investir na compra do 32º andar na Tour Bretagne que dominava toda a cidade. O objectivo era um estudo diferente da arte contemporânea sobre os monumentos históricos.
Nesse espaço instalou um bar em forma de árvore que permitia ao visitante voar sobre o casario, tinha o nome de « Le Nid ».

Os seus trabalhos estão fortemente influenciados pelos desenhos de BD, cómicos, desejando partilhar com o maior número de pessoas a cultura superior dos anos 80.

No início de 2013 Jean Jullien expõe pela primeira vez  na Kemistry Gallery em Londres, sob o título « Allo ? », questionando as interacções sociais entre as novas tecnologias e os comportamentos individuais do sec XXI.
Au début de l’année 2013, Jean Jullien expose pour la première fois à la Kemistry Gallery à Londres. L’exposition s’intitule « Allo ? » , elle questionne les interactions sociales à l’ère des nouvelles technologies, une réflexion portée sur le comportement des individus au XXIème siècle.
Jean Jullien conta através do seu grafismo histórias comuns das pessoas recheadas de cáustica ironia.





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HOJE NO
 "i"

Marco António enviou a António Costa
 29 perguntas sobre o cenário macroeconómico do PS. 

 A questão já tinha sido levantada pela própria ministra das Finanças no debate da semana passada sobre o Programa de Estabilidade e o Plano Nacional de Reformas do governo, mas agora foi apresentada, por carta, ao líder do partido António Costa. 

O PSD desafia oficialmente o PS a submeter o cenário macroeconómico apresentado à avaliação pela Unidade Técnica de Apoio ao Orçamento (UTAO) e pelo Conselho de Finanças Públicas. “Importa que o exercício técnico” do PS “seja auditável”.

A missiva foi enviada nesta segunda-feira e assinada pelo vice-presidente e porta-voz do PSD, Marco António Costa, que começou por saudar o relatório do PS “Uma década para Portugal”, considerando-o “uma base documental muito útil para um debate político mais estruturado”.
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Logo de seguida, Marco António põe “à consideração” do PS a submissão do cenário macroeconómico que acompanha o relatório “à UTAO [que funciona no parlamento] mas também eventualmente aos Conselho de Finanças Públicas”, o organismo independente criado no tempo deste executivo para fiscalizar o cumprimento das regras orçamentais e a sustentabilidade das finanças.

Os sociais-democratas querem ainda que o PS revele “os limites nominais de despesa por programa orçamental para 2016 e de um tecto para os anos seguintes até 2019”. Isto, explica o vice do PSD, para garantir que as propostas do PS “não poriam em causa as regras europeias e as metas fixadas”.
A carta inclui ainda 29 perguntas sobre o plano do PS, sobretudo relativas ao financiamento da Segurança Social. “Qual é exactamente a proposta de reavaliação do sector de sustentabilidade nas pensões?”, questiona Marco António Costa.

EIS A CARTA

Exmo. Senhor
Secretário-Geral do Partido Socialista
Dr. António Costa

Gostaríamos de começar por manifestar ao Partido Socialista a nossa satisfação pela apresentação do relatório “Uma Década para Portugal”, na justa medida em que poderá constituir uma base documental muito útil para um debate político mais estruturado. Independentemente das nossas diferenças quanto às políticas económicas ou quanto à estratégia orçamental, o documento antes referido poderá ajudar a que possamos fazer uma discussão em torno de questões concretas e, dessa forma, dar a conhecer aos Portugueses o projecto político que cada Partido pretende concretizar após as eleições deste ano.
Nesse sentido, procurando que a discussão seja tão baseada em factos e elementos concretos quanto possível, importa que o exercício técnico subjacente ao documento apresentado pelo Partido Socialista seja auditável, como, aliás, expressamente foi por vós referido na respectiva sessão de apresentação. Todos estamos de acordo que se torna cada vez mais necessário haver grande “transparência na quantificação e avaliação das políticas” apresentadas, permitindo assim que os portugueses façam as suas escolhas na base de informação objectiva e tendo em conta o quadro de resultados e de consequências económicas, financeiras e sociais correspondentes no curto, médio e longo prazos. Isso permitirá elevar a qualidade do debate político e reforçar o exercício de escolha democrática em torno de projetos políticos alternativos.
Neste contexto, gostaríamos de colocar à vossa consideração a possibilidade de o Partido Socialista tomar a iniciativa de submeter o cenário macroeconómico que acompanha o relatório “Uma Década para Portugal” desde logo à UTAO mas também eventualmente ao Conselho de Finanças Públicas.
No mesmo sentido, e dado o importante pressuposto assumido pelo PS de que pretende assegurar o compromisso político de respeitar as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento e do Tratado Orçamental, era muito importante e facilitador da necessária transparência que o referido cenário macroeconómico fosse acompanhado do quadro que lhe corresponde com os limites nominais de despesa por programa orçamental para o ano de 2016 e de um teto global para os anos seguintes do exercício até 2019. Deste modo, haveria uma garantia reforçada de que as propostas já apresentadas, bem como as novas a incluir no programa eleitoral, não colocariam em causa as regras europeias e as metas fixadas. Por outro lado, tornar-se-ia ainda mais fácil garantir uma base de comparabilidade com o Programa de Estabilidade que o governo aprovou e que a maioria apoiou no parlamento.
Tudo isto com um objetivo central: eliminar qualquer tipo de ambiguidades nas propostas a submeter aos Portugueses, antes manifestando clareza total nos propósitos, sobretudo que estes sejam compatíveis com os compromissos assumidos pelo nosso País, no seio da União Europeia, e nomeadamente que a despesa que se pretende realizar se enquadra naquilo que são as regras e os objetivos a que estamos obrigados, nesse domínio, ao nível europeu.
Por fim, e para além destas questões prévias – mas politicamente muito relevantes - no plano político, passamos agora a detalhar um conjunto de aspectos que nos suscitam dúvidas no contexto do já referido relatório e relativamente ao qual requeríamos desde já clarificação da parte do Partido Socialista:
1. O cenário macroeconómico apresentado em quadros no final do documento é referido logo na página 8, afirmando que se cumprem as “restrições associadas à participação ativa de Portugal na construção da área do euro”. No entanto, não considera o cumprimento do objetivo da saída de PDE em 2015, em incumprimento da decisão do Conselho e não há qualquer referência no documento à trajetória de evolução do saldo estrutural, elemento central na avaliação do cumprimento das referidas restrições;
2. No que respeita ao cenário central apresentado, não se percebe se a informação considera a revisão em baixa do PIB de 2012, com impactos nos anos futuros;
3. Os documentos da Comissão Europeia referidos como base de informação encontram-se em bases estatísticas distintas: para os anos de 2015 e 2016, a informação tem por base o SEC2010, enquanto a informação para 2017 e 2018 parte de uma base SEC1995;
4. Na página 36, considera-se como base para dados relativos às prestações sociais o valor considerado na proposta de OE 2014. Porque não os dados reais de 2014 ou, no limite, os constantes do OE 2015?
5. A convergência dos sistemas de pensões da CGA e da SS já foi aprovada na legislatura corrente com efeitos em todas as pensões futuras. A que se referem as medidas identificadas nas páginas 39 e 40? Que grupos de beneficiários deverão ver alteradas as condições de formação de pensão? Aplica-se apenas a futuros pensionistas ou aos atuais?
6. Não se compreende o alcance da medida proposta na página 40 de “desagregação funcional e financeira da proteção no desemprego atenta a sua implicação nas políticas de promoção de emprego”.
7. Qual é exatamente a proposta de reavaliação do fator de sustentabilidade nas pensões?
8. Nas páginas 41 e 42, propõe-se a reposição de mínimos sociais. Quando se refere o “período de impacto da medida” é o “ano de introdução da medida (que depois se mantém)” ou só é válida mesmo nos anos indicados?
9. A componente de financiamento da Segurança Social por via do IRC parece considerar como acréscimo de receita uma não redução da taxa nos próximos anos. O impacto positivo no financiamento da SS é medido face ao cenário de políticas invariantes do Governo?
10. Na página 44, tomam-se como referência contribuições para a SS de outubro de 2013. A quantificação dos impactos da redução da TSU é feita com base em dados de há um ano e meio? Sendo as contribuições hoje superiores, isso não implicará um impacto orçamental superior da medida?
11. Ainda sobre a mesma medida, refere-se que o remanescente será concretizado através da receita fiscal que resulta do impacto económico das medidas. Qual é exatamente esse impacto e de que medidas em concreto resulta?
12. De quanto é o impacto estimado de perda de receita de uma eliminação da sobretaxa de IRS em 2016 e 2017?
13. A taxa de poupança considerada não parece compatível com o crescimento do consumo nominal.
14. Sobre o financiamento da redução da TSU para os trabalhadores com redução da pensão futura, o que está subjacente à análise é um plafonamento das pensões? O objetivo é estimular consumo presente em troca de perda de rendimento futuro?
15, Na página 51, não se alcança o sentido de “consolidação da derrama estadual”.
16. Tendo presentes as iniciativas de combate à fraude e evasão fiscais já em vigor, com resultados comprovados, quanto se espera de benefício adicional decorrente da redução do IVA da restauração de 23% para 13% e através de que novas medidas?
17. Qual é o impacto orçamental do agravamento da taxa de IMI, da não eliminação do IMT e das deduções do montante pago a título de IMT em casos específicos?
18. Qual o impacto orçamental do conjunto de medidas propostas na área da educação?
19. Porque se pondera a redução do horário de trabalho para as 35h semanais quando a legislação em vigor permite dispor de forma diferente das 40h em sede de negociação coletiva, tanto mais que a proposta ressalva que tal só será possível se não tiver impactos orçamentais? Não parece acrescentar ao que já decorre da lei em vigor.
20. Não existe, nem nunca existiu, um congelamento de admissões na administração pública, apenas o seu controlo mais rigoroso, como atestam os múltiplos recrutamentos em diversas áreas ao longo dos últimos anos. A que admissões “congeladas” se refere então o documento?
21. Que medidas adicionais de incentivo à reafectação territorial de funcionários públicos estão previstas, sendo que existe já um conjunto considerável de incentivos em vigor? Qual o seu impacto orçamental?
22. Qual o custo considerado para a reversão dos cortes salariais no sector público nos anos de 2016 e 2017?
23. Qual o impacto orçamental estimado do descongelamento das promoções e progressões a partir de 2018? De que forma se processaria?
24. Na página 66 apresenta-se uma proposta de gestão conjunta das despesas com pessoal e das despesas em aquisição de serviços. Tendo em conta a rigidez das primeiras, qual a eficácia prevista da medida? Como ultrapassar uma situação em que as despesas em aquisição de serviços resultassem em saldo insuficiente para as despesas com pessoal?
25. Para as propostas apresentadas para o sistema de justiça, qual a estimativa que consubstancia a referência de que as alterações necessárias do sistema não requerem significativos meios financeiros?
26. No que respeita ao aumento do investimento por execução extraordinária de fundos europeus são referidos “cálculos efetuados” que fazem acrescer cerca de 1000 milhões de euros por ano “sem uma exigência elevada ao orçamento nacional”. Que cálculos são esses e qual o impacto estimado em 2016?
27. Dada a forte componente importada do consumo e do investimento, como se explica o pouco impacto nas importações e, consequentemente, no saldo da balança corrente?
28.Como se compatibiliza a aceleração das remunerações com a redução dos custos unitários do trabalho ao longo do período das projeções?
29. Como se explica o comportamento do deflator das importações face ao cenário de evolução do preço do petróleo e da taxa de câmbio?
Agradecendo antecipadamente a melhor atenção às questões suscitadas, e aguardando a resposta que nos possa ser fornecida oportunamente, subscrevemo-nos
Com os nossos melhores cumprimentos

O Vice-Presidente Coordenador e Porta-Voz do PSD
Marco António Costa

Lisboa, 27 de Abril de 2015

* Esta carta não passa de uma manobra de diversão do PSD, para mascarar o chorrilho de asneiras com que tem humilhado o povo português em conivência absoluta com o outro algoz, CDS/PP.
Como não apoiamos o PS, ainda nos lembramos de Socrates e da situação para onde nos encaminhou de parceria com Teixeira dos Santos, sabendo que Costa é amigo íntimo do filósofo malfeitor, não auguramos nada de bom para Portugal nos próximos anos. 
Continuaremos nas mãos de políticos e banqueiros corruptos, a não ser que os cidadãos optem por votar em formações partidárias que não tenham qualquer responsabilidade da situação em que o país se encontra. PSD, PS e CDS são responsáveis pela degradação da vida dos portugueses.


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PONTARIA


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HOJE NO
"A BOLA"

«O Estado financia e o Comité Olímpico
 de Portugal faz a gestão do processo olímpico» - Emídio Guerreiro

À margem da Gala de entrega de prémios do Diário de Coimbra, onde marcou presença enquanto convidado, Emídio Guerreiro levantou um pouco o véu sobre os Jogos Olímpicos de 2016, que vão realizar-se no Brasil.
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O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto revelou que será o Comité Olímpico de Portugal (COP) a fazer toda a gestão do evento, sendo que o Estado apenas trata das questões financeiras:

- Sobre este evento, devo dizer que valorizo muito estes momentos em que a sociedade civil reconhece todos os que se destacam diariamente no âmbito desportivo durante uma época. É um reconhecimento justo, tal como é justo sublinhar que o ano passado tivemos mais de 300 pódios em campeonatos do mundo e da europa, em 32I modalidades. Este é espelho do que somos enquanto desporto. Claro que queremos sempre mais e melhor, mas estamos numa rota de crescimento, temos mais atletas e clubes e mais gente a praticar desporto. 
 
Em relação aos Jogos Olímpicos do próximo ano, o que posso dizer é que não fixámos objetivos quantitativos com o Comité Olímpico. O Estado financia e fiscaliza o dinheiro que é aplicado, toda a programação e gestão é do COP. O que fixámos é que 25% dos atletas estejam no nível I consigam uma medalha. Estar no nível I significar estar nos quatro melhores do mundo, logo é expetável que consigam uma medalha. Ainda não sabemos quantos atletas vamos ter no nível I, logo ainda não podemos fazer perspetivas de medalhas.

Emídio Guerreiro não se escusou também a dar a sua opinião sobre o Benfica-FC Porto, deste domingo. De forma sintética. «Foi um jogo que correu bem, não houve incidentes e foi um espetáculo que dignificou o desporto nacional», referiu. 
 
* Os Jogos Olímpicos são para os atletas uma espécie de prova de vida, já festejámos grandes vitórias e também estivemos ao lado de quem teve precalços inesperados, aos que vão ao Rio desejamos o maior sucesso.

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LET'S GET WEIRD

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QUE PARTITURA...





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QUERIA MOSTRAR-SE


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