08/01/2015

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ordem dos Psicólogos acusa serviços
. prisionais de reduzirem apoio a reclusos 

 O bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Mourinho Baptista, acusou, esta quinta-feira, os serviços prisionais de estarem a contratar por ajuste direto os serviços de psicologia para as cadeias, implicando uma "redução drástica" no apoio prestado aos reclusos. 
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A Ordem dos Psicólogos alertou em dezembro que os mais de 14 mil reclusos existentes em Portugal poderiam ficar sem apoio psicológico por falta de renovação dos contratos dos profissionais que trabalham nos estabelecimentos prisionais (EP). 

Na altura, a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, garantiu que não haveria "uma situação de ausência de psicólogo" para os reclusos, adiantando que esse apoio seria assegurado pelo Serviço Nacional de Saúde até ao final de 2014, altura em que estaria concluído o concurso para a contratação de psicólogos.

Telmo Mourinho Baptista disse, esta quinta-feira, que a solução encontrada para a reposição de alguns serviços foi a contratação por ajuste direto até 31 de março. Para já, psicólogos mantêm-se, mas sem garantia de permaneceram após a celebração do novo contrato.

Para o bastonário, a solução encontrada "é insuficiente, precária e repete erros do passado" ao "não fazer uma contratação adequada a tempo e horas".

Segundo Telmo Baptista, o ajuste direto implicou uma redução média de 20% das horas semanais prestadas pelos psicólogos nas prisões, sendo que no Estabelecimento Prisional da Polícia Judiciária essa diminuição foi de 50%, ao baixar de 10 horas para cinco horas por semana.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais refutou estes números, esclarecendo que "nos procedimentos previstos para a prestação de serviços de psicologia, entre 1 de janeiro e 31 de março, a redução média mensal na prestação de serviços de psicologia é de cerca de 8%".

Assegurou que desta redução de 8% não resulta "qualquer prejuízo nos cuidados a prestar aos reclusos, uma vez que há articulação com os serviços do Serviço Nacional de Saúde".

Contudo, dados avançados pela Ordem, referem, por exemplo, que no EP Lisboa o apoio psicológico foi reduzido de 60 para 50 horas e na prisão de Pinheiro da Cruz de 28 para 25 horas semanais.
Nas prisões de Vale de Judeus e de Paços de Ferreira esse apoio baixou de 30 para 20 horas e no EP do Porto de 60 para 50 horas semanais.

Houve casos, como os EP da Carregueira e do Montijo em que esse apoio aumentou.
Para o bastonário, "não é aceitável para uma área que já é tão depauperada (...) reduzir este apoio. "Estamos a falar de 30 e poucos psicólogos para 14 mil reclusos em todo o país". 

O bastonário disse que tem "consciência do momento que o país atravessa", mas não se pode de "maneira nenhuma esquecer que é uma população que tem problemas muito específicos, que precisa de ser acompanhada".

"O problema destas soluções a conta-gotas que são feitas todos os anos" é não garantir a essencial continuidade do apoio prestado pelos psicólogos, uma situação que "agita os profissionais, agita os beneficiários, agita os serviços, porque nunca se sabe com o que é que se conta". 

Para Telmo Baptista, é necessário encontrar "soluções que sejam mais consistentes, mais permanentes e que contemplem os recursos existentes, que são diminutos". 

Segundo a DGRSP, o concurso público internacional, lançado em setembro, para contratação de psicólogos encontra-se em fase de adjudicação.

* Já se sabe que enquanto o governo não conseguir degradar a sociedade portuguesa por completo não descança. Mas, o inginhero Socrates deve ter apoio psicológico, porque está a ser vítima de injustiça, que um homem que se "licenceia" ao domingo tem de ser muito esperto, mais ainda que agora é filósofo. O seu amigo Rui Sá Gomes tudo fará para lhe amenizar o internamento.


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Vestindo-se pró 'Nascar'

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Contabilista diz que Salgado ordenou a ocultação de contas da ESI desde 2008

"Estou muito arrependido", disse Francisco Machado da Cruz aos deputados. O "commissaire aux comptes" admitiu ter escondido passivo na ESI e afirma que a ideia de ocultação do passivo foi de Ricardo Salgado. 
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O "commissaire aux comptes" da Espírito Santo International acusa Ricardo Salgado de saber da ocultação de passivo naquela empresa de topo do Grupo Espírito Santo. Esta é uma das informações que o contabilista passou aos deputados na audição da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES.
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Francisco Machado da Cruz (na foto) confirmou que houve acumulação e ocultação de passivo entre 2008 e 2012. Mas diz que sempre as apresentou a Ricardo Salgado, segundo informações recolhidas pelo Negócios.

A primeira ocultação de passivo, relatou, ocorreu em 2008, com uma dívida escondida de 180
milhões de euros. O objectivo era fazê-lo apenas naquele ano. Acabou por ocorrer nos anos seguintes, até 2013. Machado da Cruz acusou ainda Salgado de ter tido a ideia, logo em 2008.

Machado da Cruz diz ter aceite esconder dívida e criar irregularidades nas contas da ESI para bem do grupo e não em bem próprio. "Fiz por lealdade ao grupo, ao Ricardo Salgado." E foi aqui que o contabilista acusou o ex-banqueiro de saber destes factos desde 2008. Salgado havia dito que não tinha conhecimento desta ocultação e que "nunca" deu qualquer indicação nesse sentido.

"O que eu fiz é algo de que não me orgulho nada. Estou muito arrependido", disse aos deputados Francisco Machado da Cruz, segundo apurou o Negócios. A audição do contabilista está a decorrer no Parlamento esta quinta-feira sem a presença de jornalistas.

* Curioso, esta cambada de vigaristas está toda muito arrependida, enquanto milhões de "aéreos" lhes entravam nos bolsos eram a arrogância personificada, criando até uma elite reaccionária. Agora parecem meninos de coro, em termos de carácter são de certeza "filhos da Pauta".

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TANTO  PARA OFERTAR
COMO PARA 
CHUPAR


KAMA SUGAR
(xupa xupa)










Massimo Gammacurta, artista residente em N.Y. lembrou-se de criar moldes para xupa-xupa com base em posições do kama sutra, um amigo materializou a ideia e estes kama sugars são muito procurados para oferecer, quiçá para chupar, dizem que as cores são atractivas e excitantes.


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HOJE NO
"DESTAK"

Ministro condena ataques
 a locais de culto muçulmanos 

O ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, condenou hoje "com a maior firmeza a violência e a profanação" ocorridas em alguns locais de culto muçulmano em França, depois do atentado sangrento contra o semanário Charlie Hebdo.
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 "Não toleraremos qualquer ato, qualquer ameaça dirigida a um local de culto, nem qualquer manifestação hostil dirigida contra os franceses em razão da sua origem ou religião. 

Os autores destes atos devem saber que vão ser procurados, detidos e punidos", disse o ministro, em declarações a jornalistas. 

Entretanto, o procurador-geral dos EUA, Eric Holder, confirmou a sua deslocação a Paris para participar no domingo em uma reunião internacional sobre terrorismo, a convite de Cazeneuve, que a está organizar. 

* Os verdadeiros seguidores  do Corão não são violentos, no entanto não nos custa comparar Torquemada, o líder da Inquisição, ao líder do estado islâmico, ambos pessoas de "fé".

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ENGOMADORIAS

Como engomar uma camisa em 90 segundos

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HOJE NO
"i"

EUA vão reduzir pessoal português
 e norte-americano nas Lajes 
ao longo do ano

Os Estados Unidos anunciaram hoje uma redução gradual dos trabalhadores portugueses da base das Lajes, Açores, de 900 para 400 pessoas ao longo deste ano, e os civis e militares norte-americanos passarão de 650 para 165. 

A informação foi dada pelo embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, Robert Sherman, numa conferência de imprensa. 


Sherman disse que estas reduções vão permitir ao Governo norte-americano uma poupança anual de 35 milhões de dólares (29,6 milhões de euros).


Lajes. 
Governo dos Açores fala em 
"monumental bofetada na 
cara do Estado português"

O presidente do Governo dos Açores disse hoje que a decisão dos EUA sobre as Lajes é "uma monumental bofetada na cara do Estado português" e anunciou que vai pedir audiências urgentes ao Presidente da República e ao primeiro-ministro. 

"A imagem que me ocorre é a de uma monumental bofetada na cara do Estado português. Por todo o esforço diplomático que foi colocado neste processo, por todo o empenho que aos mais variados níveis do Estado português foi colocado neste assunto, por tudo aquilo que foi feito, pela contínua disponibilidade manifestada ainda há dois dias pelo senhor ministro dos Negócios Estrangeiros para trabalhar com os Estados Unidos quanto a um bom desfecho sobre este assunto", disse Vasco Cordeiro aos jornalistas, em Ponta Delgada. 

O presidente do executivo açoriano disse que ainda hoje vai pedir audiências com carácter de urgência ao Presidente da República, Cavaco Silva, e ao primeiro-ministro, Passos Coelho, "uma vez que a palavra está agora do lado do Estado português”. 

Vasco Cordeiro lembrou que "ainda há dois dias" o ministro Rui Machete afirmou que "o desfecho" do processo das Lajes poderia ter "um impacto nas relações bilaterais entre Portugal e os Estados Unidos da América [EUA]". 

"Pois muito bem, o desfecho é conhecido e importa agora passar das palavras aos actos",afirmou. 

* Há anos que a redução dos efectivos na Base das Lajes é notícia, não pode ser surpresa. Mas o portuguesinho governante fica agora muito indignado e atónito. Durante anos os governos nacional e regional não ligaram pevide ao assunto nem ponderaram em alternativas para este desfecho.
Agora lamentam-se, porreiro pá!



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