31/07/2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

LIBERTAMOS!





 REFENS DA


LIBERDADE





O drama de quem sai do presídio onde cumpriu pena, sem trazer dinheiro, identificação ou apoio do Estado.


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PASSIVO REPUTACIONAL


















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 JARDIM DE COPAS




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Projeto Pessoa vai lançar primeiro
 CD em outubro 
Peça inédita de Mário Laginha 

O Projeto Pessoa, constituído por um trio de músicos dedicado à música portuguesa, vai lançar o primeiro CD em outubro, com obras de António Fragoso, Vasco Mendonça e uma peça inédita encomendada a Mário Laginha. 


 A violoncelista Raquel Reis, que faz parte do trio, explicou que o Projeto Pessoa foi criado em 2010 por três músicos "que gostam de tocar juntos a música portuguesa, e não apenas a erudita". 

"Pensámos em criar um primeiro CD com música portuguesa que fosse abrangente e mostrasse a nossa identidade, até porque nós não gostamos só de música erudita. Temos outras influências, desde o fado ao jazz", comentou a artista, que toca na Orquestra Gulbenkian. 

Além de Raquel Reis, os jovens músicos promotores deste projeto são também Otto Pereira, violino, também da Orquestra Gulbenkian, e João Crisóstomo, piano, professor na Escola de Música do Conservatório Nacional e na Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo. No primeiro CD, que se encontra em fase de gravação e deverá estar concluído no final de outubro, princípio de novembro, deste ano, serão gravadas obras de António Fragoso, compositor e pianista, do início do século XX, morto precocemente em 1918, Vasco Mendonça, compositor da atualidade, e Mário Laginha, pianista e compositor, com percurso mais conhecido no jazz. 

De Laginha, o trio vai gravar, em estreia absoluta, uma obra escrita propositadamente para o projeto, patrocinada pela Fundação D. Pedro IV. O trio vai também gravar arranjos dos próprios músicos, de música popular portuguesa, contando com a participação do guitarrista Pedro Jóia e do fadista Ricardo Ribeiro, como intérpretes e arranjadores. 

O projeto, segundo Raquel Reis, está a ser desenvolvido com recurso ao 'crowdfunding', tendo já conseguido 64 por cento do valor necessário, proveniente de uma centena de particulares e de entidades. "O interesse excedeu as nossas expectativas, até porque há pessoas que não conhecem o projeto e têm tido curiosidade em o descobrir. 

Para nós é gratificante estar a gravar as músicas pensando nestas cem pessoas que contribuíram, e que são como um público numa sala que nos irá ouvir", comentou Raquel Reis. 

A história do Projeto Pessoa e as respetivas iniciativas estão disponíveis no endereço http://ppl.com.pt/pt/prj/trio-pessoa. 

* Viva a cultura.

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XVIII- O UNIVERSO
  3- COMETAS E 

METEOROS MORTAIS






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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Caso amoroso suspende 
primeira comandante

Sarah West, a primeira mulher a comandar um grande navio de guerra nos 500 anos de história da Marinha real britânica, foi suspensa e corre o risco de ser demitida, devido a um alegado caso amoroso com um oficial a bordo. 
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O caso amoroso entre Sarah West, de 42 anos, e um subalterno, o tenente Richard Gray, de 35 anos, veio a público na última sexta-feira, no final de uma missão de sete meses do navio "HMS Portland", com uma tripulação de 185 membros, de que West, após uma carreira de dezasseis anos, se tornou comandante em maio de 2012, revolucionando a história da Marinha britânica.

Após a notícia do alegado envolvimento sexual entre os dois, ambos foram imediatamente suspensos das suas funções e abandonaram o navio, que se encontrava a executar uma patrulha antinarcóticos nas Caraíbas, regressando ao Reino Unido por via aérea.

Na altura da sua promoção, em 2012, Sarah West, em entrevista ao jornal britânico 'Daily Mail', revelava que a profissão havia sido a principal responsável pelo fim do seu casamento, em 2006, com o piloto da Marinha Andrew Whitlum. "As pessoas que prosperam nas Forças Armadas tendem a pôr o seu emprego como prioridade, o que não é a melhor coisa para uma vida conjugal feliz.", confessava a comandante.

Caso a veracidade das alegações do envolvimento sexual da comandante com Gray, que se casou em dezembro de 2013, se confirme, ambos poderão ser demitidos das suas funções. O caso viola o "Código de Conduta Social" das Forças Armadas, que proíbe o seu pessoal de relações pessoais que comprometam a "eficácia operacional".

No domingo, um ex-almirante da Marinha, Lord West (que não tem qualquer parentesco com a comandante), afirmava ao mesmo jornal: "Se ela teve uma relação com alguém sob o seu comando, então desilude outras mulheres na Marinha real, pois há pessoas que vão agarrar nisto e dizer é por isto que as mulheres não deviam estar em navios."

Lord West vaticinava ainda: "Se as alegações forem verdadeiras, duvido que a comandante West continue no seu cargo ou que seja posta a comandar outro navio."

* As regras no trabalho, numa hierarquia militar têm de ser muito rígidas, o comandante dum navio é nomeado por decreto do governo, concentra  poder do executivo e a sua autoridade é total.

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