21/06/2014

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 HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Museu de cachalotes e lulas 
abre no domingo na Madalena

O primeiro museu municipal da Madalena do Pico, nos Açores, é inaugurado no domingo e será dedicado aos cachalotes e às lulas.
 
“É uma coleção do cientista Malcolm Clarke, que faleceu. Mas ainda em vida, por proposta dele, fizemos a aquisição da exposição”, disse à Lusa o presidente da Câmara Municipal da Madalena, José António Soares, acrescentando que vão estar patentes ao público “várias espécies colhidas ao longo de anos, embalsamadas e tratadas do ponto de vista científico”.

O Museu dos Cachalotes e das Lulas, cuja inauguração decorre no domingo pelas 19:30 com a presença da viúva de Malcom Clarke, representou um investimento municipal de 120 mil euros e irá funcionar sete dias por semana, com entradas pagas.

À espera dos visitantes, este novo museu, localizado no Estádio Municipal da Madalena do Pico, terá “exemplares volumétricos à escala real de cachalotes e da sua principal fonte de alimentação, as lulas”, assim como quadros explicativos.

“É de todo o interesse, quer do ponto de vista científico, quer cultural e turístico ter esta exposição. Não tínhamos interesse que ela saísse da ilha do Pico. Para nós é um conteúdo importantíssimo para oferecermos a quem nos visita e também aos locais, que muitos não têm noção da dimensão desta exposição”, sustentou o autarca.

José António Soares referiu que a valorização e a promoção da identidade e das potencialidades da Madalena, como alicerces do incremento turístico e económico, são “cruciais para o efetivo desenvolvimento local”.

Admitindo que a expetativa quanto à afluência ao museu “é grande”, o presidente da Câmara da Madalena adiantou que na fase inicial o equipamento irá funcionar com recursos municipais, mas admite que possam vir a ser criados dois a três novos postos de trabalho.

O perito de renome internacional em cefalópodes e cetáceos e colaborador da Universidade dos Açores Malcolm Clarke trabalhou 58 anos em oceanografia biológica, fisiologia e ecologia de animais marinhos, sendo autor, coautor e editor de mais de 150 artigos e livros científicos.

Nascido em Birmingham em 1930, no Reino Unido, o investigador inglês escolheu os Açores, especificamente a ilha do Pico, onde comprou uma casa, para viver, tendo falecido em maio de 2013.

O presidente da Câmara Municipal da Madalena adiantou, ainda, que além desde primeiro museu municipal dos cachalotes e lulas está previsto para julho a inauguração no concelho da Casa do Missionário, “com interesse turístico e preservação da história local”.

* Mais um motivo para  se apreciar a excepcional beleza das Ilhas de Bruma.

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 ACELERAS



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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Desaparecimento de Daniel 
pode ter sido "encenação"

O desaparecimento do pequeno Daniel em janeiro na Madeira pode ter sido uma "encenação" dos pais para depois venderem o menor, disse à agência Lusa fonte da Polícia Judiciária. 
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A tese da PJ madeirense começa, segundo a fonte, a ganhar consistência, após vários interrogatórios feitos pela polícia aos pais e outras pessoas com conhecimento do caso.

Na sequência de desavenças entre os pais da criança, foram feitas acusações e, com base nas inquirições feitas até o momento, a PJ considera que ganha consistência a possibilidade do "desaparecimento do Daniel ter sido uma encenação do casal para depois vender a criança".

Os pais do Daniel e um outro indivíduo - não identificado -, saíram esta madrugada das instalações da Polícia Judiciária depois de sete horas de interrogatório e foram para casa.
"O interrogatório foi no âmbito do caso do desaparecimento da criança, mas ninguém ficou detido, foram para suas casas", referiu a fonte.

Os progenitores saíram das instalações policiais em carros separados e seguiram para a Calheta, onde vivem.
Eduardo Nunes, o coordenador da PJ, disse num contacto feito pela agência Lusa que estão a decorrer diligências nas instalações no Funchal.

"Estamos a desenvolver diligências e a trabalhar nesse inquérito", declarou o responsável, escusando-se a fornecer mais pormenores sobre o assunto.

O Daniel, um menino de 18 meses, foi dado como desaparecido desde a tarde de domingo, 19 de janeiro, quando se encontrava num encontro familiar na casa do tio, localizada no sítio dos Reis Acima, na zona alta do concelho da Calheta, acabando por ser encontrado três dias depois por um profissional responsável pela distribuição de água de rega na Madeira entre as 07:00 e as 08:00 no meio da floresta.

Quando foi encontrada, a criança apresentava sinais de frio, mas segundo o pediatra que o observou no Hospital do Funchal, estava "clinicamente bem".


Na altura, o médico considerou "intrigante" que o bebé tenha conseguido sobreviver sozinho ao relento durante três dias e noites nas zonas altas da Calheta.

Após o alerta do desaparecimento da criança foi desencadeada uma operação de busca para encontrar o menino, envolvendo elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP), Polícia Judiciária (PJ), bombeiros da localidade e uma equipa cinotécnica da Guarda Nacional Republicana (GNR), contando com a colaboração de elementos da Guarda Florestal e populares
Mas, no fim da manhã do dia seguinte, o coordenador da PJ no Funchal deu por "terminadas" as buscas sem que a criança tivesse sido encontrada.

Os pais e todas as pessoas que estavam na casa onde desapareceu a criança foram ouvidos nas instalações da PJ no Funchal, mas até agora não foram efetuadas quaisquer detenções, nem foram atribuídas responsabilidades pelo desaparecimento da criança.

* A ser verdade só confirma até que ponto a pobreza produz esta miséria mental.


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 Porque gostamos deles...









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 HOJE NO
  "RECORD"

Regresso à Superliga é tarefa bem difícil

Tendo estado por duas vezes (2009 e 2011) na Superliga do Campeonato da Europa de Seleções, Portugal tentará este fim-de-semana, em Tallinn (Estónia), um dos três primeiros lugares da 1.ª Liga, de forma a poder voltar ao grupo das 12 potências da modalidade em 2015. Mas será uma tarefa bem difícil, na linha do verificado há um ano, em Dublin, onde Portugal foi apenas 5.º na 1.ª Liga, a 30 pontos do 3.º lugar, último que dá acesso à Superliga. 


Não se repetiram os êxitos de 2008 e 2010. Nesse último ano, Portugal foi 3.º, ganhando nada menos de seis provas. Em 2013, as melhores classificações nacionais foram os segundos lugares de Alberto Paulo nos obstáculos e de Edi Maia na vara, conseguindo ainda seis terceiras posições. Mas em 15 das 40 provas Portugal ficou em 8.º ou pior, entre os 12 atletas em competição.

Hoje e amanhã, a Bielorrússia, que esteve na Superliga nas três últimas edições (10.ª em 2013), parece inatingível e o histórico recente aponta a Grécia (2.ª em 2011 e 11.ª na Superliga em 2013) como segunda candidata à subida. A Noruega (3.ª em 2011 e última na Superliga em 2013) e a Roménia (4.ª há um ano) parecem ao alcance de uma seleção nacional ao seu melhor nível, embora as lesões de Marcos Chuva, Eva Vital e Sílvia Cruz não ajudem…

Em 14 das 36 provas individuais, Portugal apresentará atletas com mínimos para o Europeu de Zurique: Vítor Ricardo Santos (400 m), Hélio Gomes (1.500 m), Alberto Paulo (obstáculos), Jorge Paula (400 m barreiras), Edi Maia (vara), Nelson Évora (triplo), Marco Fortes (peso) e, no sector feminino, Carla Tavares (100 m), Cátia Azevedo (400 m), Sara Moreira (3.000 m), Salomé Rocha (obstáculos), Vera Barbosa (400 m barreiras), Patrícia Mamona (triplo) e Irina Rodrigues (disco).

As provas decorrerão entre as 10.30 e as 15 horas de hoje e as 10.45 e as 15.15 h de amanhã. Neste mesmo fim-de-semana realizam-se também a Superliga em Brauschweig (Alemanha), a 2.ª Liga em Riga (Letónia) e a 3.ª Liga em Tbilisi (Geórgia).

* Enquanto há vida há esperança.


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Tchaikovsky Flashwaltz
at Hadassah Hospital



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Notáveis entram na guerra do PS 

Jorge Sampaio, Manuel Alegre, Almeida Santos e Vera Jardim exigem clarificação. Congresso extraordinário está nas mãos de Maria de Belém.

O PS entrou em ebulição com o aproximar da data da Comissão Nacional do partido, que se realiza domingo em Ermesinde. O ex-presidente da República, Jorge Sampaio, o presidente honorário socialista, Almeida Santos, o ex-candidato presidencial, Manuel Alegre, e Vera Jardim exigem uma clarificação. Os históricos pressionam o atual líder socialista, António José Seguro, António Costa a entenderem-se para ultrapassar o impasse político . 


"A atual situação interna do PS exige uma rápida clarificação, por forma que o seu excessivo prolongamento não venha prejudicar a responsabilidade nacional do partido e a enfraquecer ainda mais a nossa já debilitada democracia", escrevem Sampaio, Alegre, Almeida Santos e Vera Jardim numa carta aberta. Os históricos dirigentes do partido, que exigem uma solução, aconselham os socialistas a não se enganarem no adversário. 

"O debate interno é desejável, mas não pode arrastar-se tanto que suspenda o papel do PS no debate democrático nacional. Um partido não existe para si mesmo", salientam. A posição da presidente do PS é decisiva. Caberá a Maria de Belém levantar a hipótese de congresso extraordinário à discussão na Comissão Nacional, órgão máximo entre reuniões magnas. 

Isto depois de a Comissão Nacional de Jurisdição - o tribunal do PS - ter considerado que a proposta de congresso e de diretas não deve ser admitida na reunião de Ermesinde. Do lado dos apoiantes de António Costa fala-se de uma direção "entrincheirada", tanto que já há quem conte com mais apoios na Federação de Braga, a terceira maior do País e o distrito pelo qual Seguro foi eleito em 2009. Do lado de Seguro, António Galamba defendeu ser inaceitável que o adversário pretenda ter estatutos do partido de acordo com as conveniências de momento. 

* António Costa tem o mesmo comportamento com o PS que o governo tem como  Tribunal Constitucional. Contesta uma direcção legítima contra a qual teve um grande cagaço em se candidatar e pretende quixotescamente tomar o poder. 
Esranhamos estas personalidades do PS que agora exigem uma clarificação, não perguntarem a Costa porque conspurcou a vida interna do partido.


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