30/12/2013

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Vinte habitações correm risco 
de ruir nas falésias de São Miguel

Vinte habitações localizadas em falésias da ilha açoriana de São Miguel, nas freguesias de Santa Clara, Fenais da Luz e Rabo de Peixe, apresentam risco de ruir, mas não iminente, segundo o diretor regional da Habitação.
 
“Estamos no terreno a acompanhar e a ver como a situação evolui e os agregados familiares vão sendo gradualmente retirados, mas, se houver uma situação de emergência, claro que esta será resolvida”, declarou Carlos Faias.

O diretor referiu que o Governo dos Açores “tem feito, nos últimos anos, um trabalho de levantamento e atuação nas chamadas zonas de risco, que não se confinam às orlas marítimas, apesar de serem mais evidentes do que, por exemplo, margens das ribeiras”.

O titular da pasta da Habitação especificou que, com base em relatórios técnicos das entidades oficiais, tem-se identificado as zonas de riscos e, dentro destas, quais são as habitações e espaços mais vulneráveis para promover a remoção e realojamento das famílias.

Carlos Faias apontou que foi feita uma “grande intervenção” na avenida D. Paulo José Tavares (conhecida como Cova da Moura), em Rabo de Peixe (concelho da Ribeira Grande), de retirada de mais 100 famílias, durante os últimos 16 anos, através do recurso a indemnizações e realojamentos.
“Há semelhança do que fizemos na avenida D. Paulo José Tavares, também temos vindo a fazer noutras zonas consideradas de risco como Santa Clara [concelho de Ponta Delgada, tal como os Fenais da Luz], onde foram retiradas várias famílias, a quem foram apresentadas soluções habitacionais que foram aceites por alguns e por outros não, porque consideravam que não se enquadravam na expectativa”, referiu.

O responsável considerou que “não existem neste momento situações de risco iminente, de acordo com os relatórios disponíveis, mas sim de risco intermédios, evolutivos”.

Carlos Faias referiu que muitas vezes, em zonas como as Calhetas ou Santa Clara, as habitações originais, que estão efetivamente registadas no Conservatório e nas Finanças, não apresentam risco, mas este é posteriormente potenciado com construções (anexos ou segundas cozinhas, por exemplo), edificadas na proximidade de arribas.

O despejo de águas dessas construções, explicou, “vai escavando a falésia e potenciando o risco” de ruir das habitações.
O diretor regional da Habitação assegurou que “não há desconhecimento de causa em relação a estes casos por parte do Governo dos Açores”, mas sublinhou que estas intervenções também têm que ser enquadradas nas disponibilidades financeiras.

* Até parece "tomara que caiam".

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  NO REINO DAS ORQUÍDEAS


LOUVA-A-DEUS





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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"


França vai aplicar taxa de 75% 
sobre salários dos mais ricos

François Hollande impõe taxa de 75% sobre salários superiores a um milhão de euros.

O presidente francês François Hollande recebeu finalmente luz verde do Tribunal Constitucional para taxar os ricos com uma taxa de 75% este ano e no próximo.

De acordo com a proposta, as empresas terão de pagar uma taxa de 50% nos salários superiores a um milhão de euros. Combinando esta taxa com outros impostos e contribuições sociais, a taxa chegará aos 75% dos salários, afirmou o tribunal, na decisão anunciada hoje.

“As empresas que pagarem remunerações acima de um milhão de euros serão chamadas a fazer uma contribuição de solidariedade nas remunerações pagas em 2013 e 2014”, pode ler-se numa nota publicada pelo Ministério da Economia citada pela Bloomberg.

A taxa de 75% sobre os ricos é uma batalha antiga de François Hollande que a anunciou em Fevereiro de 2012 durante a campanha eleitoral. Contudo, a primeira proposta foi chumbada pelo tribunal
constitucional porque se aplicava sobre os indivíduos e não sobre o agregado familiar. O tribunal afirmou que qualquer taxa acima de 66% seria considerada confiscatória.

Hollande decidiu assim recuperar o plano este ano aplicando-o a salários e sendo pago pelos empregadores e não pelos contribuintes singulares.

* Afinal o homem não é assim tão frouxo como dizem as más línguas.

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CARAS 
ENTRELAÇADAS












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 AGROCAÍNA




 PALAVRAS PARA QUÊ?



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ADAPTANDO O MATERIAL






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27.Senso d'hoje

 PADRE

JARDIM MOREIRA
 PRESIDENTE DA REDE EUROPEIA
ANTI-POBREZA


"A resistência dos portugueses não vai durar para sempre. Um sistema que produz milhões de pobres não serve a sociedade"


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