04/11/2013

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 2.ESTILOSOS
















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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Onda de calor causou quase 
1700 mortes no Verão

Estudo da Direção-Geral de Saúde refere que entre 23 de junho e 14 de julho deste ano ocorreram mais 1688 mortes do que o esperado. A causa apontada são as temperaturas elevadas que se fizeram sentir nestas três semanas.

O relatório foi elaborado pela Unidade de Apoio à Autoridade de Saúde Nacional e à Gestão de Emergências em Saúde Pública e publicado no último dia de outubro. O trabalho teve em conta a procura de cuidados médicos nos serviços de urgência, as chamadas para o Centro de Atendimentos do SNS-Saúde 24, os pedidos de cuidados de saúde para o Instituto Nacional de Emergência Médica e a mortalidade registada.


Segundo os dados recolhidos, "durante o período da onda de calor observou-se excesso de mortalidade significativo entre 28 de junho e 14 de julho, com exceção do dia 3 de julho, onde se observou um excesso de 13%, não significativo".

Durante estas três semanas, que correspondem a duas ondas de calor registadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), registou-se um aumento do número de mortos registados em Portugal cerca de 30% acima do esperado. O dia mais problemático, assinala a DGS ocorreu a 8 de julho, com um total de 477 mortes registadas, mais do dobro das esperadas (232 óbitos).

Em termos gerais, a DGS salienta que se observou um excesso de mortalidade mais elevado nas mulheres (45%) do que nos homens (21%).

Já por grupo etário, o relatório adianta que "apenas foram observados excesso de mortalidade significativo na população acima dos 75 anos de idade". "Abaixo deste limiar da idade, foram observados excessos de mortalidade entre os 45 e os 74 anos, que não se revelaram estatisticamente significativos", sustenta.
As regiões com os mais elevados aumentos relativos de mortalidade associados a onde calor foram o Norte (41%) e o Centro (36%).

Outra das conclusões do relatório é a de que se verificou um aumento da procura de cuidados médicos nos serviços de urgência, particularmente evidente no período de 3 a 15 de Julho, com picos máximos nos dias 1, 8 e 15, sendo o maior o do dia 8.


Saliente-se que para definir o valor dos óbitos esperados, os técnicos tiveram em conta "vários indicadores de morbilidade e mortalidade no período da onda de calor e num período de referência, homólogo, durante o qual não foram observadas temperaturas extremas".

Para este trabalho, o valor de referência para a mortalidade foi o período de 2007 a 2012, excluindo o ano de 2010. Para os outros indicadores foi utilizado o período de 2012".


* O que lá vai lá vai, com todo o respeito pelos defuntos, agora conta defender do frio que também mata que se farta.


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MARAVILHOSO 




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HOJE NO
" RECORD"

Rasmussen:
 «Na Rabobank todos se doparam»

O ex-ciclista dinamarquês Michael Rasmussen reiterou esta segunda-feira as acusações de doping à Rabobank, em entrevista a um canal de televisão do seu país, no dia em que a sua autobiografia foi lançada. 

Rasmussen concretiza as críticas e diz que toda a equipa se dopou na Volta à França em 2007, edição em que foi expulso pela própria Rabobank, quando liderava a quatro etapas do final, por ter dito que em junho estava a treinar no México, quando estava em Itália.O vencedor da prova viria a ser o espanhol Alberto Contador.

No livro "Febre amarela", Rasmussen, que já tinha a acusado Ryder Hesjedal e o diretor da equipa Saxo Bank (ex-CSC), Bjarne Riis, de práticas de dopagem, aponta também toda a equipa Rabobank, em que constavam nomes como Oscar Freire, Juan Antonio Flecha ou Denis Menchov. Estes negaram, mas os holandeses Michael Boogerd e Thomas Dekker, da mesma equipa, admitiram o uso de substâncias proibidas.

O dinamarquês explica que foi o seu compatriota Rolf Sorensen que o introduziu no uso da cortisona, incluindo nos Mundiais de 2001, em Lisboa, e que chegou a pedir ao seu pai que lhe desse sangue, para o utilizar com fins de dopagem.

"Na Rabobank todos se doparam. Nem todos tomavam os mesmos produtos, mas todos tinham algum tipo de substância dada pela equipa", referiu Rasmussen.

Da Rabobank que correu o Tour de 2007 faziam parte Rasmussen, Dennis Menchov, Michael Boogerd, Bram de Groot, Thomas Dekker, Juan Antonio Flecha, Óscar Freire, Grischa Niermann e Pieter Weening.

O médico da equipa de então, o holandês Geert Leinders, foi contratado em 2010 pela Sky, mas deixou a equipa britânica a partir do momento em que começaram a circular rumores de doping durante a sua passagem pela Rabobank.

O ciclista assegura que a sua motivação, ao revelar tudo isto, é estar à frente de uma equipa limpa. "Quando mentia todos me criticavam. Quando um ciclista confessa todos o criticam por não dizer tudo, estou a dizer tudo. Considero-me uma pessoa credível no ciclismo porque posso limpar tudo de uma vez", justificou.

Rasmussen já tinha acusado Bjarne Riis de estar ao corrente do doping sistemático na CSC, equipa antecessora da Saxo Bank, e de o ver dopar-se sem se opor.

"Entrei no quarto do doutor Piet De Moor, onde estavam Bjarne Riis e Tyler (Hamilton), que acabava de injetar synacthen e convidou-me a fazê-lo. Aceitei. O Bjarne não colocou qualquer objeção", revelou Rasmussen na autobiografia.

Em janeiro deste ano, o ciclista, de 38 anos, já tinha confessado ter-se dopado em toda a carreira e tem atualmente colaborado com as autoridades dinamarquesas antidopagem. 

* VIVÓ DESPORTO CARAGO!


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CÓCÓ







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DADOS 
POST MORTEM

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ÁLCOOL
CAMPANHA AUSTRALIANA




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