28/10/2013

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PUNS!!!!



QUAL É 
A PIADA?



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HOJE NO
"DESTAK"


Transmontanos criam movimento 
contra o abandono da região 

 Um movimento contra o abandono de Trás-os-Montes está a ser criado em Varge, uma aldeia de Bragança, com o propósito de envolver os cidadãos na discussão dos principais problemas e de contrariar as políticas do poder central. 


O Movimento Cívico Defender, Autonomizar e Rejuvenescer Trás-os-Montes (DART) pretende estender-se a outras localidades transmontanas, prevendo na sua atuação a discussão pública de grandes projetos e a elaboração e concretização de outros de menor dimensão com reconhecido interesse para a revitalização das aldeias e para a promoção da região", como adiantou à Lusa um dos promotores, Francisco Alves. 

 "Inconformados com a desertificação, o abandono, o envelhecimento e o desrespeito a que desde sempre o Poder Central tem votado o Interior e, bem assim, a Sub-Região Alto Trás-os-Montes, um conjunto de transmontanos, de descendentes ou amigos de transmontanos, moradores permanentes ou temporários ou simplesmente pessoas que se afeiçoaram a Trás-os-Montes" decidiram constituir o novo movimento cívico que será apresentado publicamente na sexta-feira, ma aldeia de Varge.


* Portugueses, os transmontanos sofreram desde sempre com a distância, hoje a s vias de comunicação são bem melhores mas o ostracismo continua.
A 4,11,18 e 25 deste mês editámos uma série sobre o povo transmontano, às 19 horas.

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 ÀS COMPRAS
COM ELEGÂNCIA














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HOJE NO
"i"


Há aspectos “mais sofisticados” na
. violência das classes mais altas

Denúncia de violência contra Manuel Maria Carrilho abriu o debate. Especialistas falam de “maior vergonha” devido ao “estatuto”

Os especialistas são unânimes: há mais casos de violência doméstica nas classes mais altas do que as pessoas julgam. A ideia de que a troca de agressões físicas ou psicológicas dentro de uma relação só acontece entre os mais pobres e desfavorecidos é apenas um mito.

Primeiro, surgiu a notícia de que Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, casados há 11 anos, estariam separados. Depois, a justificação dela, exposta numa queixa-crime enviada para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa: há seis meses que era vítima de violência continuada por parte do marido. E logo de seguida, as acusações dele: a apresentadora de televisão estava “sistematicamente alcoolizada”, tinha entrado na “depressão dos 40” e era um “perigo para os filhos”.

As notícias de agressões a envolver um dos casais tidos como mais estáveis entre os casais de figuras públicas portuguesas, encheram os jornais e lançaram a questão: como poderá isto ter acontecido na casa de uma conhecida apresentadora de televisão e um ex-ministro da Cultura e professor catedrático?

José Rebelo, professor  na Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação de Coimbra, explica que a violência doméstica pode assumir “aspectos mais directos” nas classes mais baixas, mas “não é exclusiva” delas. “Há outros aspectos da violência, talvez mais sofisticados, que acabam por se manifestar nessas classes sociais mais privilegiadas”, diz o psicólogo, acrescentando que a própria visibilidade pública do casal pode conduzir a crises ou episódios de agressões. “As divergências podem resultar de diferenças de projecto social ou diferenças na forma como se apresentam no espaço público.”

João Lázaro, presidente da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), confirma pelos dados da associação que “a violência doméstica é transversal à sociedade”. E embora sejam as vítimas com mais necessidades económicas as que mais recorrem aos serviços da APAV, “por serem gratuitos”, também há excepções. “A APAVtambém apoia muitas mulheres que vêm de classes mais favorecidas.”

Só que aqui, a própria forma como é feito o pedido de ajuda muda. “Normalmente o contacto é por telefone. Há muita ligação ao estatuto, muita vergonha, receio de ser reconhecido ou que se saiba”, explica João Lázaro, adiantando, no entanto, que “há menos vergonha do que havia antes”. O progresso, julga o presidente da APAV, também terá sido em parte motivado por exemplos de pessoas com mais visibilidade pública, como aconteceu no caso da então presidente da câmara de Rio Maior, Isaura Morais, que em 2010 denunciava o companheiro por violência doméstica.

Entre as “celebridades”, contam-se os casos de Margarida Marante, Margarida Santana Lopes (irmã do ex-primeiro--ministro ou Catarina Fortunato de Almeida (ex-mulher de Tallon). 

Estatísticas da APAV mostram que a maior parte das pessoas adultas vítimas de crime em 2012 eram licenciadas: 39,4% delas encontravam-se empregadas, tendo como principal meio de vida os rendimentos do seu trabalho (34,2%).

* No caso deste casal mediático, que até há pouco irradiava felicidade, seria mais prudente a discrição, os filhos não beneficiam com esta lavagem de roupa suja.

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NITROGÉNIO

É MELHOR NÃO BRINCAR MUITO




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HOJE NO
" A BOLA"

Bruno de Carvalho insultado, Inácio em
. acesa troca de palavras à saída do Dragão

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, trocou palavras azedas com Pinto da Costa, líder dos portistas, nos últimos dias, pelo que um dos focos de interesse no clássico tinha a ver com a forma como o dirigente leonino iria ser recebido na casa do dragão.
E a verdade é que o líder do Sporting quase passava despercebido. Porém, no decorrer da segunda parte, e depois do terceiro golo portista, os adeptos do emblema nortenho não se contiveram e, durante largos segundos, cantaram o nome de Bruno de Carvalho com um palavrão pelo meio, cântico este pouco depois substituído por um outro, mas de louvor a Pinto da Costa.

O presidente dos leões, de resto, viu o jogo no banco de suplentes e, no final, foi agradecer o apoio aos adeptos do Sporting.

O momento mais quente, ainda assim, foi protagonizado por Augusto Inácio e alguns elementos do FC Porto presentes no parque de estacionamento, uma vez que houve uma acesa troca de palavras entre as partes quando o dirigente do Sporting se dirigia para o autocarro. Mas a cena foi curta, acabou logo ali... 

* Sou Sportinguista
- O treinador está a fazer um bom trabalho, não o pressionem pois encontrou uma equipa à deriva.
- Bruno de Carvalho está muito fanfarrão, resta saber se está mais perto de Pinto da Costa ou de Vale e Azevedo, estaria melhor se fosse mais sóbrio.

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 DELICIOSOS











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