15/10/2013

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1-ARTE DO GIF












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HOJE NO
" RECORD"

Rui Costa sobe ao 9.º posto
 do ranking Mundial

Rui Costa continua a fazer história, desta feita nos rankings. Depois de confirmar o 4.º lugar na Volta a Pequim, o campeão Mundial de ciclismo de estrada ascendeu ao 9.º posto do ranking da UCI, a melhor classificação de sempre do português, que terminou a temporada passada na 10.ª posição.

O poveiro, de 27 anos, saltou do 12.º lugar para dentro do top 10, coroando uma época de alto nível, em que conquistou a Volta à Suíça, duas etapas no Tour e ainda o título de campeão do Mundo em Florença (esta última prova não entra nas contas do ranking UCI). No total, Rui Costa fechou a temporada 352 pontos, enquanto Purito Rodriguez lidera com 607.

Com Alejandro Valverde em 3.º e Nairo Quintana em 8.º a juntarem-se à subida do português na classificação, a Movistar lidera o ranking Mundial por equipas, com 1610 pontos, à frente da Sky, que contabilizou 1561.

Nota ainda para o facto de Portugal manter o 16.º lugar no ranking por países, com 363 pontos, ainda bem distante da Espanha, que está destacada na liderança com 1890 pontos, à frente de Itália (1082) e Colômbia (1011).

* Um orgulho de todos nós.

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TEM BRUXEDO



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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Preço da eletricidade doméstica
 sobe 2,8% em janeiro

O regulador de energia vai propor um aumento de 2,8% do preço da eletricidade a partir de 1 de janeiro de 2014 para os consumidores domésticos em Portugal, o que corresponde a uma subida média mensal de 1,21 euros. 

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apresentou esta terça-feira a proposta de tarifas transitórias de eletricidade para os cerca de quatro milhões de consumidores que ainda se encontram na tarifa regulada.

A subida média de 2,8% vai traduzir-se num aumento de 1,21 euros por mês numa fatura média de cerca de 46,5 euros (com o IVA a 23%) e vai abranger cerca de quatro milhões consumidores domésticos portugueses, enquanto os cerca de dois milhões que estão no mercado livre de eletricidade não serão abrangidos.

As tarifas transitórias entram em vigor a 1 de janeiro de 2014, podendo ser revistas trimestralmente.
A ERSE apresentou também esta terça-feira a proposta de aumento para a tarifa social, cuja aplicação pode ser pedida pelos beneficiários do rendimento social de inserção, do complemento solidário para idosos, do subsídio social de desemprego, do primeiro escalão do abono de família ou da pensão social de invalidez.

Neste caso, o regulador propõe um aumento de 1%, ou seja, um acréscimo de 23 cêntimos numa fatura mensal de 23,5 euros (com o IVA a 23%).

Esta tarifa não é transitória, pelo que a subida vigorará durante todo o ano de 2014.

Entre os fatores que provocaram um aumento das tarifas para 2014 a ERSE inclui os custos de produção de energia elétrica, referindo que estes "permanecem num nível tarifário elevado, em resultado dos preços da energia primária nos mercados internacionais, designadamente do 'brent', com implicações no preço do gás natural".

O regulador refere também que "a descida observada na procura global da eletricidade cria uma pressão acentuada nas tarifas de energia elétrica" e que o serviço da dívida resultante dos "custos adiados no passado", em grande parte associados a Custos de Interesse Económico Geral (CIEG), "tem vindo a aumentar progressivamente com reflexos cada vez mais expressivos nas variações tarifárias".

O Conselho de Administração da ERSE apresenta, a 15 de outubro de cada ano, uma proposta de tarifas para vigorar no ano seguinte, que submete a parecer do Conselho Tarifário.

Após o parecer do Conselho Tarifário, o Conselho de Administração aprova, até 15 de dezembro, as tarifas e preços para a energia elétrica.

No ano passado, o regulador da energia também propôs um aumento de 2,8% dos preços da eletricidade para os consumidores domésticos em Portugal.

* Mais 2,8% para pagar as rendas e as mordomias de António Mexia, Catroga  e companhia

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 18 - GPS













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HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo cria imposto adicional 
para automóveis a gasóleo

Proprietários de automóveis a “diesel” vão ter de suportar um encargo adicional. Além do Imposto Único de Circulação normal, são adicionadas taxas que variam entre os 1,39 e os 68,85 euros. Veja quanto pagará a mais. O Negócios teve acesso à proposta do Orçamento do Estado para 2014.
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O Imposto Único de Circulação vai aumentar ligeiramente no próximo ano, sendo actualizada em 1%. Mas, além disso, é criado um imposto adicional que será aplicado apenas aos veículos a gasóleo. A taxa adicional varia em função da cilindrada, mas também da idade do veículo, chegando a um máximo de 68,85 euros.

De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2014, a que o Negócios teve acesso, o IUC para veículos de categoria A (matriculados até 1 de Julho de 2007) sofre um agravamento de 1%. Nos matriculados após Julho de 2007, regista-se um agravamento de 1% tanto na componente de cilindrada como de emissões de CO2.

A novidade é, no entanto, a criação de um imposto extra. “Sobre veículos a gasóleo enquadráveis na categoria A e B do IUC (...) incide um adicional de IUC”, refere o documento. No caso dos veículos até Julho de 2007, o imposto adicional varia entre 1,39 euros para automóveis de até 1.500 de cilindrada, matriculados de 1981 a 1989, e 25,01 euros para veículos posteriores a 1995 com mais de 3.000 de cilindrada.

Para os automóveis matriculados após Julho de 2007, que conta já com encargos anuais mais elevados devido ao facto de ser tida em consideração a componente ambiental, além da cilindrada, a taxa adicional vai dos 5,02 euros para motores até 1.250 de cilindrada, chegando aos 68,85 euros para veículos com mais de 2.500 de cilindrada.

A título de exemplo, e considerando já as tabelas a aplicar para 2014, sem este imposto adicional, um automóvel a “diesel” de 2013, com cilindrada de 2.500 e CO2 de mais de 250g/Km, o valor do IUC seria de 814,57 euros. Com a taxa adicional, neste caso de 68,85 euros, aumenta para 893,75 euros. Ou seja, são mais 9,72%.

(Nota: Para calcular o valor do IUC deve somar o valor correspondente à componente cilindrada ao valor da componente de emissões de CO2. O resultado deve ser multiplicado pelo coeficiente do ano de aquisição, gerando o total do imposto a liquidar anualmente no mês da matrícula do veículo. No caso dos veículos a "diesel", deve somar ao valor da componente de cilindrada e das emissões a taxa adicional e só depois multiplicar pelo coeficiente.)

* Assaltar ainda mais quem trabalha.

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 PEIXE PARA 
O JANTAR




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