03/10/2013

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Avaliação positiva trava mais austeridade

Paulo Portas garante que Governo evitou novo "aumento de impostos com impacto na sociedade".

Portugal passou no oitavo e nono exames regulares do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), realizado pela ‘troika’ (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia). O vice-primeiro-ministro Paulo Portas garantiu, esta quinta-feira, que “em nenhuma circunstância estamos perante um novo pacote de austeridade”.

 O Governo português pretendia alargar o défice de 4 para 4,5% em 2014, mas a ‘troika’ aceitou apenas uma meta de 4%. “Defendemos o que considerávamos melhor, mas não podemos fechar um acordo sozinhos”, justificou Paulo Portas.

A aplicação da chamada TSU (Taxa Social Única) sobre as reformas e das pensões também não avançará.
Quanto ao desemprego, o Governo avançará com “uma medida de recuperação de dívidas fiscais” para apoiar as empresas.
“Evitámos quaisquer aumento de impostos com impacto na sociedade”, sublinhou Paulo Portas. O vice-primeiro-ministro acrescentou que a avaliação positiva da ‘troika’ faz de Portugal “um País mais soberano”, ficando apenas a “três avaliações do fim do programa”.
As conclusões das avaliações da ‘troika’ foram apresentadas, esta quinta-feira, pela ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, e pelo secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, na Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa.

* Não é certo que avaliação da troika trave austeridade, é apenas uma ideia que o governo nos quer impingir. Paulo Portas revelou-se um grande "negociador", nem meio por cento lhe deram.

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 NANO


BOLOR, MOFO E AFINS





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HOJE NO


"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Devido à ocupação excessiva do espaço 
Salas de aulas com pior qualidade de ar 

A ocupação excessiva da sala de aula pode afetar a qualidade do ar, acelerando sintomas de pieira, concluiu um estudo científico apresentado hoje no 14.º Congresso Nacional de Pediatria que decorre, no Porto, até sábado. 

O estudo, apresentado pelo investigador Nuno Neuparth, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e especialista no Hospital Dona Estefânia, tem o nome "Impacto da qualidade do ar em crianças que frequentam infantários - Estudo Envirh" e revela que os infantários em Portugal necessitam de melhorar os seus sistemas de ventilação.
"A densidade da ocupação, às vezes excessiva, dos espaços afeta a qualidade do ar e alguns aspetos da qualidade do ar afetam verdadeiramente a saúde das crianças", disse Nuno Neuparth, já à margem da sua apresentação, na qual expressou preocupação pela legislação portuguesa sobre infantários "não considerar este aspeto como fundamental" antes de estabelecer o número de alunos máximo numa sala de aula. 

Nuno Neuparth disse ainda que "três em cada 10 crianças que frequentam infantário têm pieira", ou seja, sintoma que, em alguns casos, pode evoluir para asma: "Pelo menos metade destas crianças, aquelas que não têm historial familiar de alergias ou eczema prévio, vão ter uma pieira transitória. Isto vai desaparecer. Mas a outra metade vai evoluir para asma", completou o investigador. 

 O estudo realizado pela equipa de Neuparth, que juntou a Faculdade de Ciências Médicas e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, permitiu concluir que "quanto maior o nível de CO2 (dióxido de carbono), maior poderá ser o nível de pieira nas crianças". 

Esta investigação tem como finalidade um "alerta à sociedade" portuguesa, pelo que está em projeto a publicação de um "Livro de Recomendações" que contenha conselhos, nomeadamente pais, médicos e reguladores dos espaços. "As limpezas dos espaços dos infantários devem ser feitas no fim do dia, seguidas de arejamento do espaço. 

Porque nesse período o espaço não está a ser ocupado e o conforto térmico (frio e humidade) dilui-se ao longo da noite e portanto a sala está mais confortável de manhã", exemplificou Nuno Neuparth. O investigador contou que atualmente "regra geral" as limpezas são feitas no início do dia, ou seja por volta das sete da manhã, quando "os produtos de limpeza que são poluentes ficam expostos para inalação das crianças", tendo estas "mais probabilidade de terem episódios de pieira do que aquelas que estão menos expostas". 

Abrir as janelas durante um período em que o conforto térmico não seja afectado ou abrir as portas interiores para promover a ventilação do espaço são outras das recomendações que Neuparth espera que sejam publicadas em novembro na página na Internet da Direção Geral de Saúde. Este estudo foi feito, de novembro de 2010 a dezembro de 2011, numa primeira fase, em quatro dezenas de infantários e, numa segunda fase em 19. As instituições localizavam-se em Lisboa e no Porto. A idade média das crianças alvo era de três anos. Foram analisadas duas estações do ano: Primavera e Inverno.

* Se quiserem um argumento economicista aí têm: crianças doentes dão mais despesa, obriga um dos pais a ficar em casa com implicação  directa na produção!

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 TANTO PARA O CIRCO
COMO PARA

A RUA












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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mais mortes por doenças
 respiratórias do que na UE

Os portugueses morrem mais por doenças respiratórias do que, em média, os cidadãos de outros países da União Europeia. 

Somando todas as idades, registam-se mais 13 mortes por cem mil habitantes do que na UE, o que se explica com a maior mortalidade acima dos 65 anos. E o que distancia o país dos restantes é a mortalidade ligada a pneumonia, que e o dobro da registada na UE. 

Os dados integram o relatório Portugal Doenças Respiratórias em números 2013, que foi apresentado hoje na Direção-Geral da Saúde. Portugal está bem colocado em algumas patologias respiratórias, já que os internamentos por doença pulmonar obstrutiva crónica ou asma são os mais baixos da UE, o que, segundo a diretora do programa nacional, Cristina Barbara, poderá ser "um sinal de que a doença está controlada".

* Quando acontecer uma "tossezinha" é para ir ao médico. 

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 COMO DÓI...












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HOJE NO
" RECORD"

Título de Rui Costa continua a causar azia

A polémica está definitivamente instalada em Espanha. O título mundial alcançado por Rui Costa, em Florença, continua a provocar grande azia, com a seleção do país vizinho a não se entender quanto à tática que deveria ter sido usada para travar o português. E quem tem mostrado mais descontentamento com a situação é Joaquin Rodriguez, batido pelo poveiro, em cima da linha de meta. 

Em entrevista à “Marca”, o ciclista da Katusha, quando questionado porque não rebocou o colega Alejandro Valverde até à meta, após ter alcançado Vincenzo Nibali, respondeu da seguinte forma: “Vou lendo muita coisas nas redes sociais que não são verdadeiras. Foi ele [Valverde], quando faltavam 3 quilómetros para meta, que me disse: ‘arranca’, que eu travo o grupo’. E graças a ele foi isso que aconteceu. Fizemos o correto; era afinal o que nos tinha pedido o selecionador.”

Para o vice-campeão do Mundo, a tática parecia perfeita. “Joguei a minha opção, pensando em provocar danos. Se me apanhassem, Valverde levaria vantagem no sprint, porque só tinha de vigiar o Rui Costa. A meu cargo ficaria o Nibali.” Ora, esta tática acabou por se inverter. Rodriguez teve de se bater com o português, enquanto Valverde ficou com o italiano.

Refira-se que, logo após o final da prova que deu o título ao poveiro, o selecionador espanhol criticou a atitude passiva de Valverde, ao dizer que este deveria ter respondido ao ataque de Rui Costa.

Olhos nos olhos
Rodriguez revelou ainda que a polémica foi abordada olhos nos olhos no seio da equipa espanhola. “À noite, dissemos o que tínhamos de dizer uns aos outros. Cada um tem o seu ponto de vista. Sou dos que gosta de olhar em frente e não ao que está para trás. Mas não será fácil esquecer.”

* Chá de camomila que isso passa...

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