14/02/2013

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo desiste do horário 
de 40 horas na Função Pública 

Funcionários públicos mantêm horário das 35 horas semanais. Em alternativa, o Executivo está a avaliar programas de rescisões sectoriais e incentivos à reforma antecipada para “emagrecer” o Estado. 
O Governo não vai afinal avançar com o aumento do horário de trabalho na Função Pública, das 35 para as 40 horas semanais, como estava previsto, apurou o Diário Económico. Uma decisão que já tinha sido anunciada para os professores, pelo ministro da Educação, Nuno Crato, mas que vai ser alargada a todos os trabalhadores do Estado.

"Não está dentro das preocupações do Governo e das medidas que estão a ser discutidas pelo Governo e pelo Ministério da Educação. Posso dar essa garantia para que as pessoas possam estar tranquilas em relação a isso", assegurou Nuno Crato na passada terça-feira.

* Já perdemos o conto às medidas anunciadas pelo governo e pouco depois abandonadas, cagaço e inconsequência.

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OH!VALENTIM!!!




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Camarate: Amaro da Costa 
“andava armado” 

 O eurodeputado do CDS e presidente da VIII comissão de inquérito à tragédia de Camarate, Nuno Melo, afirmou esta quinta-feira que o ministro da Defesa, o centrista Adelino Amaro da Costa, “andava armado”, mas nunca foi encontrada, nem mesmo entre os destroços da queda do avião que o vitimou e ao primeiro-ministro, Sá Carneiro, a 4 de dezembro de 1980.

Na X comissão de inquérito, Nuno Melo explicou a sequência dos factos apurados na comissão a que presidiu e destacou uma cronologia: no início de 1980, a tutela de armamento regressa à esfera do ministro da Defesa, depois de ter estado nas mãos das chefias militares, designadamente, do diretor nacional de armamento.
Ao CM, Nuno Melo recorda que Amaro da Costa inviabilizou, então, várias operações de negócios com armamento: em abril de 1980 para a Guatemala e em Agosto  para a Indónesia.
Mais, a “2 de dezembro pede informações com urgência sobre a venda de armas ao Irão”. Depois, a 4  de dezembro de 1980, ou seja, dois dias depois, um Cessna que transportava o ministro e o primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, cai no aeroporto da Portela. Ambos morreram, além de familiares e membros dos gabinete e tripulação.
A 5 de dezembro de 1980, lembra Nuno Melo, há registo, num livro com documentos classificados, dá –se conta que as operações com negociações de armamento voltam às  mãos do diretor nacional de armamento. Por fim, há ainda registos de 9 de dezembro e 21 de janeiro de 1981 da operação com o Irão.
Por isso, Nuno Melo sustenta que devem ser feitas diligências para ouvir chefias militares da época, responsáveis de armamento e também políticos para averiguar tudo que se passou em torno do Fundo do Ultramar. 


* Camarate explosivo...

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MAIS PARA  WHATEVER 
  DO QUE PARA 
  FITNESS















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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Ministro da Defesa revela redução 
de custos nas Forças Armadas 

Cortes superiores a 218 milhões de euros 

O ministro da Defesa Nacional afirmou que a reestruturação das Forças Armadas pretende reduzir os custos em 218 milhões de euros a partir de 2014, podendo ainda ser cortados mais 40 milhões este ano "se necessário". "A partir de 2014, o objetivo é esse [cortar 218 milhões de euros], sendo que, se houver necessidade de haver ainda alguma expressão [dos cortes] em 2013, ela não é superior a 40 milhões de euros. 
 Se houver necessidade, estamos preparados para podermos ter cortes dessa dimensão", disse José Pedro Aguiar-Branco, em declarações à TVI. O governante explicitou ainda que o executivo tem de "indicar propostas a desenvolver no âmbito estrutural para o valor de 4.000 milhões de euros [relativos aos cortes na despesa pública] de uma forma global", o que "no âmbito da defesa" deverá apontar para "montantes de 218 milhões de euros". 

Interrogado sobre o corte de 8000 efetivos nas Forças Armadas, passando dos atuais 38 000 para os 30 000, Aguiar-Branco disse que "esta situação é fruto de um trabalho que [está a ser desenvolvido] com as chefias e é baseado em estudos feitos por entidades tão credíveis como o IDF [Instituto de Defesa Nacional] e também com o histórico dos últimos 20 anos das Forças Armadas". Aguiar-Branco garantiu que a reforma vai ser feita "de forma serena e de forma a exequível do ponto de vista operacional". A 05 de fevereiro, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) disse, à Lusa e à Antena 1, que gostava de não ter de fazer mais cortes na instituição militar, advertindo que "há uma linha a partir da qual as Forças Armadas deixam de funcionar". 

Na altura, o general Luís Araújo destacou que o orçamento de funcionamento das Forças Armadas baixou 23% desde 2009 e que "não há dinheiro a mais" na instituição militar. Questionado sobre estas preocupações, o ministro da Defesa Nacional defendeu que é preciso que as Forças Armadas portuguesas tenham "uma capacidade conjunta mais forte". 

Por isso, defendeu, é necessária "uma maior racionalização de meios e uma maior capacidade de partilha", o que vai ser feito através de "entradas e saídas [de pessoal] entre 2014 e 2020". José Pedro Aguiar-Branco referiu também que "o conceito estratégico" desta reestruturação dos militares deverá ficar "previsivelmente concluído" em março.

* Quem gasta dinheiro nas  Forças Armadas não é o "zé soldado". O generalato é que tem o negócio na mão...

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 PORQUE NÃO 
FACILITAM???



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ex-secretário de Estado 
manda fisco "tomar no cu" 

O ex-secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, juntou-se às vozes que protestam contra a intenção governamental de multar quem não pede faturas de despesas, ameaçando, no seu blogue, mandar "tomar no cu" algum agente da Autoridade Tributária e Aduaneira que o aborde nesse sentido. 

Sob a forma de carta aberta ao secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, o jornalista e escritor escreveu: "Caro Paulo Núncio: queria apenas avisar que, se por acaso, algum senhor da Autoridade Tributária e Aduaneira tentar 'fiscalizar-me' à saída de uma loja, um café, um restaurante ou um bordel (quando forem legalizados) com o simpático objectivo de ver se eu pedi factura das despesas realizadas, lhe responderei que, com pena minha pela evidente má criação, terei de lhe pedir para ir tomar no cu, ou, em alternativa, que peça a minha detenção por desobediência". 
No mesmo post acrescentou: "Ele, pobre funcionário, não tem culpa nenhuma; mas se a Autoridade Tributária e Aduaneira quiser cruzar informações sobre a vida dos cidadãos, primeiro que verifique se a Comissão Nacional de Proteção de Dados já deu o aval, depois que pague pela informação a quem quiser dá-la."

* Vindo dum ex-governante deste governo é do melhor.

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