22/01/2013

.
HOJE NO
"A BOLA"

Portugal com novo máximo 
de árbitros internacionais

A Federação Portuguesa de Futebol procedeu, esta terça-feira, à entrega das insígnias da FIFA a 29 árbitros nos mais diferentes quadrantes. O número, de qualquer forma, representa novo máximo histórico para a arbitragem portuguesa.
No futebol masculino, Portugal manteve nove árbitros e dez árbitros assistentes, entrando Hugo Miguel e Marco Ferreira para os lugares de João Ferreira (por limite de idade) e Bruno Paixão (por aplicação do regulamento de arbitragem).

Na variante de futsal, Portugal mantém os mesmos quatro árbitros de 2012, o número máximo que a FIFA atribui por País.

Na variante de futebol de praia, mantêm-se os 2 lugares de 2012, tendo a FIFA aceite a proposta nacional de renovação de dois novos árbitros – que saíram do processo de seleção elaborado pelo CA no início desta época.

No futebol feminino, Portugal perdeu uma árbitra principal, passando de três para duas, mas, em contrapartida, passa a ter duas assistentes (no ano passado não teve nenhuma).

Lista de árbitros internacionais:

Futebol masculino:
- Olegário Benquerença
- Pedro Proença
- Duarte Gomes
- Jorge Sousa
- Carlos Xistra
- Artur Soares Dias
- João Capela
- Hugo Miguel
- Marco Ferreira 

* Ficamos bem representados

.
 É MUITO OVO





.
.
HOJE NO
"PÚBLICO"

Ministro japonês diz que idosos 
doentes devem “morrer rapidamente” 
para o bem da economia 

 Os custos dos tratamentos que prolongam a vida a pessoas com doenças sem recuperação são desnecessários para a economia japonesa, defende Taro Aso. 

O ministro japonês das Finanças, em funções há cerca de um mês, defende que os cuidados de saúde para doentes mais idosos significam um custo desnecessário para o país e que a estes pacientes deveria ser permitido morrer rapidamente para aliviar a pesada carga financeira que representa o seu tratamento na economia japonesa.

“Que Deus não permita que sejam forçados a viver quando querem morrer. Eu iria acordar sentindo-me incrivelmente mal por saber que o tratamento era totalmente pago pelo Governo”. A frase de Taro Aso, citada pelo Guardian, foi proferida durante uma reunião do conselho nacional dedicada às reformas da segurança social e ao orçamento para a saúde. As declarações tornam-se ainda mais polémicas quando o ministro defendeu que “o problema só será resolvido” se se deixar os idosos “morrer rapidamente”.

Num país com quase um quarto de uma população de 128 milhões de pessoas com mais de 60 anos, Taro Aso, de 72 anos, acrescenta que vai recusar qualquer assistência médica se ficar gravemente doente. “Não preciso desse tipo de cuidados”, disse, citado pela comunicação social japonesa, segundo a qual o ministro terá dado indicações à família para que não receba qualquer tratamento que lhe prolongue a vida.

Após tornadas públicas as declarações, Taro Aso terá tentado explicar-se aos jornalistas. O ministro das Finanças admitiu que utilizou uma linguagem “desapropriada”, mas sublinhou que apenas se referia às suas opções pessoais. “Disse o que pessoalmente acredito e não o que deveria ser o sistema nacional de saúde”.

Esta não é a primeira vez que o responsável japonês se vê envolvido em polémica. No passado, fez piadas sobre doentes de Alzheimer e disse que gostaria que o Japão fosse um país tão bem-sucedido que “os judeus mais ricos ali quisessem viver”.

* Apenas as pessoas a serem consideradas "gado",  rês doente vai para abate, apesar dos pesares preferimos Gaspar. Mas atenção, daqui a 30 anos todos os ministros das finanças vão pensar assim.

.
.


 5PENSAMENTOS





















.
.

 TESTE DE SEGURANÇA





.

JORNAIS DE HOJE

.
 COMPRE JORNAIS















.
.


CÃES DO SÉCULO XXI


.



.