09/10/2012

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HOJE NO
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Uma em cada oito pessoas 
continua subnutrida, alerta ONU 

As Nações Unidas alertaram hoje que uma em cada oito pessoas do mundo sofre de subnutrição crónica, mas sublinharam ainda ser possível erradicar a fome para metade até 2015, se forem adotadas as "medidas adequadas".

De acordo com o relatório "O estado da insegurança alimentar no mundo", para o período 2010-2012, 868 milhões de cidadãos do mundo sofrem de fome e mais de 2,5 milhões de crianças continuam a morrer de subnutrição.

Os habitantes dos países em desenvolvimento são os mais afetados (852 milhões) e representam, em média, 15 por cento das populações. Mas, nos países desenvolvidos, subsistem 16 milhões de subnutridos, número a que não será alheia a crise económico-financeira que rebentou em 2008.

Produzido conjuntamente por três agências da ONU -- FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura), PAM (Programa Alimentar Mundial) e IFAD (Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola) --, o relatório sugere que, "com um esforço suplementar", o Objetivo de Desenvolvimento do Milénio n.º 1 -- erradicar a pobreza do mundo para metade até 2015 -- "pode ser atingido".
Para tal, basta adotar "medidas adequadas", considera o relatório.
Este "sinal de esperança" resulta, sobretudo, da redução da fome nos países em desenvolvimento: de 23,2 para 14,9 por cento.

A região Ásia e Pacífico continua a liderar o número de famintos, mas, nos últimos 20 anos, conseguiu diminuir a taxa em quase 30 por cento, apesar de persistirem "consideráveis disparidades" entre países e regiões do continente.

A região América Latina e Caraíbas também registou progressos, reduzindo o número de pessoas com fome de 65 para 49 milhões, entre 1990 e 2012.
Já em África, o número aumentou -- é o único continente em que tal se verificou --, de 175 para 239 milhões, 20 milhões dos quais surgiram nos últimos quatro anos.
Apesar de continuar a ser um número "inaceitavelmente elevado", entre os relatórios de 1990-1992 e 2010-2012, houve uma diminuição da taxa global de fome.
Hoje, há menos de 132 milhões de pessoas subnutridas, mas estas são ainda o rosto de 12,5 por cento da população mundial.

O relatório salienta que, entre 1990 e 2007, a fome diminuiu significativamente, mas, a partir da crise económico-financeira que se espalhou sobretudo pelo mundo desenvolvido, "o progresso global desacelerou e estabilizou".
Aliás, segundo o relatório, nas regiões mais desenvolvidas, o número de pobres tem aumentado -- de 13 milhões, em 2004-2006, para 16 milhões, em 2010-2012, revertendo a estável tendência de diminuição registada em anos anteriores.
Admitindo "a frágil" recuperação da crise, os dirigentes das três agências -- José Graziano da Silva (FAO), Kanayo F. Nwanze (IFAD) e Ertharin Cousin (PAM) -- apelam à comunidade internacional que faça "esforços suplementares para assistir os mais pobres na realização do direito humano básico, o de uma alimentação adequada".
 Atualmente, há recursos e conhecimento suficientes para eliminar todas as formas de insegurança alimentar e subnutrição, destacam, no prefácio do relatório.
"No mundo de hoje, com oportunidades técnicas e económicas sem precedentes, consideramos completamente inaceitável que mais de cem milhões de crianças com menos de cinco anos tenham um peso abaixo do indispensável e, consequentemente, estejam incapacitadas de realizar o seu potencial humano", denunciam.

O crescimento global "é necessário, mas não suficiente para uma sustentada redução da fome", alerta o relatório.

"Reduzir a fome é mais do que aumentar a quantidade de alimentos, é também aumentar a qualidade", destaca, alertando para as contradições de um mundo onde fome e obesidade convivem, revelando "a frágil" relação entre crescimento económico e uma melhor alimentação.
São igualmente necessários "sistemas de proteção social, para garantir aos mais vulneráveis que não ficarão para trás", frisam as três agências.

* HÁ PEIDAS QUE SOFREM MUITO

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 R A T O /3
ANEL SEM FIOS
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 A DANÇA 
DOS BICHOS























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 HOJE NO
"A BOLA"
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«Treinador deve ser combativo, resistente e persistente» - Rogério Alves

Rogério Alves, conhecida figura do universo leonino e antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting, traçou há momentos à Antena 1 o perfil do treinador que considera indicado para o clube.

«Deve ter liderança, conhecimento do futebol português e ser combativo, resistente e persistente. O Sporting não pode estar sempre a trocar de treinador. Temos de apostar num projeto e dar tempo. Espero que quem escolha o faça bem», afirmou Rogério Alves, que reagiu ainda à pretensão de Vicente Moura em ser presidente do clube de Alvalade:

- A presidência do Sporting é para quem os sportinguistas escolherem. É preciso contenção na maneira como falamos do Sporting, temos de mandar para o mercado o prestígio da nossa marca.

Para Rogério Alves, o momento é para apoiar «quem lá está para dar a volta à situação», admitindo, contudo, que «conjunturalmente as coisas» não estão a correr bem.

«Estamos com uma crise de resultados. estamos desapontados e tristes com a equipa de futebol. Termos de inverter o ciclo e não podemos estar sempre com as eleições no pensamento. É preciso estabilidade», acrescenta. 

* O Dr. Rogério Alves é um palavroso, será bom advogado e bom sportinguista mas no patuá é mesmo bom porque é uma conversa redonda, não tem  ponta por onde se lhe pegue. 
Nós, que somos sportinguistas, não nos preocupa a questão do treinador, a época está perdida, alguém tem dúvidas???
Para o Sporting  deseja-se uma direcção vertical sem gente enviesada que está ali para tratar da vidinha.
Este é o principal problema do clube, depois o dinheiro e também bons jogadores que de preferência não se armem em vedetas por jogarem no Sporting, porque uma equipa cujo objectivo no campeonato é a conquista do 4º lugar, os três primeiros já têm dono, as actuais vedetas leoninas estão muito pouco acima do nível dos concorrentes da Teresa Guilherme. 

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 R A T O /2.
LAVÁVEL
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BAKED POTATO

de

MICROONDAS





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HOJE NO
"PÚBLICO"

Justiça 
Joana Marques Vidal é a primeira Procuradora-Geral da República 

A procuradora Joana Marques Vidal, 56 anos, é a primeira mulher a liderar a Procuradoria-Geral da República, anunciou esta segunda-feira o Presidente da República, Cavaco Silva, em comunicado publicado no site da presidência. 

A tomada de posse está marcada para a próxima sexta-feira. O anúncio é feito no dia em que o actual procurador-geral, Fernando Pinto Monteiro, termina o mandato de seis anos.

Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Joana Marques Vidal é procuradora-geral adjunta, sendo actualmente representante do Ministério Público na Secção Regional dos Açores do Tribunal de Contas. Especializada na área de Direitos da Família e Menores, a procuradora é desde 2010 presidente da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

Filha do juiz jubilado José Marques Vidal, que dirigiu a Policia Judiciária, a magistrada é irmã do procurador João Marques Vidal, que coordenou a investigação do proceso Face Oculta.

Exma  Senhora  Procuradora Geral da República

É com enorme  esperança que recebemos a notícia da sua nomeação. 
Vinda duma família de "justiceiros",  os que procuram a verdade na justiça, e, tendo no curriculum a presidência da APAV, quem melhor poderia servir neste cargo o povo que é absoluta vítima do poder político execrável que tem gerido a vida de Portugal.
Nós, muito modestamente, felicitamo-la porque a esperança na justiça é a última a morrer.
Que seja a primeira figura de Estado, portuguesa dos últimos 20 anos que não nos desaponte

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