12/09/2012

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O resultado da 
colonização europeia
































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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

António Barreto denuncia "cláusulas secretas" nas Parcerias Público Privadas

O sociólogo António Barreto denunciou, esta quarta-feira, a existência de "cláusulas secretas" nos contratos das Parcerias Público Privadas, considerando que "não é aceitável" que haja condições escondidas em contratos de "um Estado democrático".

"Eu sei há muito tempo, por acaso há quatro anos que sei, que há cláusulas secretas nas PPP", declarou aos jornalistas o sociólogo António Barreto, à margem do 4.º Congresso Português de Demografia, que decorre esta quarta e quinta-feira, em Évora.
O sociólogo e antigo ministro da Agricultura advertiu que "não é aceitável que um Estado democrático tenha cláusulas secretas", vincando que "não pode haver cláusulas secretas em contratos do Estado".
António Barreto limitou-se a dizer que o atual Governo, "já que as criticou em tempos, a primeira coisa que devia fazer era tornar todas as cláusulas transparentes".
Segundo os dados mais recentes do boletim da Direção-Geral de Tesouro e Finanças, divulgado em maio, os encargos públicos com as PPP cresceram 28,8 por cento no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2011, totalizando 323,8 milhões de euros.
O Governo está atualmente a renegociar os contratos de algumas PPP.

* Este governo revelou em muito pouco tempo ser tão mau como o anterior e não hajam dúvidas que os actuais partidos obedecem aos interesses dos lobbys que os sustentam.. O povo português precisa de outras organizações partidárias que tenham espírito de missão e não sejam corruptas. 
António Barreto é um homem sério que tem o patrão errado. 
António Barreto pode fazer mais pelo país,ajude a fundar e a estruturar um novo partido que combata a pouca vergonha instalada porque apenas comentar é pouco, muito pouco.

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1-PROPRIEDADES
                  HORIZONTAIS

























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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

ANF estima encerramento 
de 600 farmácias em 2013 

Para João Cordeiro, a situação de "colapso" em que o sector das farmácias se encontra deve-se a "medidas discricionárias e não avaliadas tomadas pelo Governo". 

A Associação Nacional das Farmácias (ANF) estima que 600 farmácias encerrem em 2013 e responsabiliza o Estado por conduzir o sector "à situação de colapso" em que se encontra.

João Cordeiro falava no encerramento de um workshop sobre "A economia da farmácia e o acesso ao medicamento", que se realizou em Lisboa.

Para João Cordeiro, a situação de "colapso" em que o sector das farmácias se encontra deve-se a "medidas discricionárias e não avaliadas tomadas pelo Governo".

"Em apenas dois anos, o mercado de medicamentos em ambulatório reduziu 731 milhões de euros" e "a despesa pública com fármacos em ambulatório reduziu 602 milhões de euros".

Para o presidente da ANF, "não há equidade nas medidas de austeridade adoptadas pelo Governo entre as farmácias e os hospitais", isto porque "nos hospitais os objectivos de poupança não são cumpridos e a despesa com medicamentos mantém-se praticamente inalterada", enquanto "nas farmácias os objectivos de poupança são cumpridos e ultrapassados".

Para exemplificar esta situação, João Cordeiro referiu que o Serviço Nacional de Saúde poupará 130 milhões de euros nas farmácias este ano e "gastará 186 milhões euros acima do objectivo previsto" nos hospitais.

João Cordeiro alertou para a situação que atinge já 1.131 farmácias que estão com os fornecimentos suspensos nos grossistas, enquanto 457 têm processos judiciais para pagamento de dívidas aos grossistas.

O presidente da ANF referiu que o montante global da divida litigiosa aos grossistas era de 235 milhões de euros em Junho de 2012.

Para a correcção destas medidas, João Cordeiro defendeu uma receita hoje apresentada num estudo da Nova School of Business and Economics, segundo o qual "para que a farmácia média atinja um resultado económico nulo carece de uma remuneração adicional de 2,43 euros por receita ou de 0,94 euros por embalagem, para os atuais níveis de preços dos medicamentos".

"Estas medidas podem ser adoptadas sem acréscimo de despesa", disse João Cordeiro.

* A crise é para todos, 600 farmácias a menos é uma percentagem mínima sobre a totalidade de todas as empresas que falem e apesar de ser uma actividade específica não pode ter um umbigo maior que os outros sectores da actividade económica.


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LUTE POR ISTO





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PINTADO A ÓLEO


ALYSSA MONKS



 











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HOJE NO
"DESTAK"

Austeridade Indústria agro-alimentar
. arrasa medidas "que retiram toda a
. esperança" e prejudicam competitividade 

A Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA) criticou hoje as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo e considerou que são prejudiciais para a competitividade das empresas, para o emprego e para as famílias. 

Em declarações à Lusa, o presidente da FIPA, Jorge Henriques, colocou "sérias reservas" em relação ao que definiu como "um ataque" ao rendimento das famílias e sublinhou: "Não há nenhum povo que possa resistir sem alguma medida de esperança e estas medidas são de uma frieza tal que não deixam qualquer esperança". 

Entre sexta-feira e terça-feira, o Governo anunciou novas medidas de austeridade entre as quais que os funcionários públicos se manterão com um dos subsídios suspenso, sendo o outro reposto de forma diluída nos 12 salários, e retirado novamente através do aumento da contribuição para a Segurança Social de 11 para 18 por cento. 

* As indústrias portuguesas Agro-Alimentares estão a olhar para o umbigo. É certo que têm razão quando criticam estas nova troikices, mas sempre desconsideraram quem está a montante, os exploradíssimos agricultores portugueses.

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