24/07/2012


HOJE NO
"RECORD"

Responsáveis recorrem à reserva 
de 1.200 soldados 

O secretário de Estado da Cultura, Olímpicos, Media e Desporto britânico, Jeremy Hunt, anunciou esta terça-feira o recurso aos 1.200 soldados que estavam de prevenção para garantir a segurança dos Jogos Olímpicos.

O evento, que vai começar dentro de três dias e prolongar-se até 12 de agosto, vai ficar assim com um contingente total de 18.200 militares.

Uma empresa privada não conseguiu angariar, através de concurso, os 10.400 seguranças acordados com a organização, forçando os responsáveis políticos britânicos a recorrer ao exército local. 

* Estranho, como jogos que fazem a apologia da competição em paz e respeito, são obrigados a estes níveis de segurança, não é de agora, há 40 anos aconteceu o massacre de Munique.

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 PHOTOCHOC



Bhopal Gas Tragedy 1984 (Pablo Bartholomew)

Uma tragédia provocado por envenenamento matou mais de 15 mil pessoa na Índia. A fábrica responsável por esta fuga de pesticida foi a Union Carbide India Limited (UCIL)

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PROCESSO DE BOLONHA
SIM E NÃO


  

Um trabalho da Euronews em 23/07/12

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Jardim estranha coincidência entre incêndios e declarações sobre bombeiros 

O presidente do governo regional da Madeira disse, esta terça-feira, que os fogos que assolaram a ilha provocaram um cenário "dantesco" e considerou como "estranha coincidência" os incêndios terem ocorrido após as suas declarações sobre os bombeiros.
"O que acabei de ver é dantesco. As pessoas, há medida que forem circulando no concelho de Santa Cruz, vão ter uma imagem que parece que houve aqui um bombardeamento de napalm", afirmou Alberto João Jardim, que está a realizar uma visita aos concelhos afetados pelos incêndios da última semana.
Em Santa Cruz, onde 40 casas foram destruídas pelo fogo, o governante manifestou preocupação pela "enorme quantidade de zona agrícola ardida".
O responsável adiantou que "estão identificadas as pessoas que precisam de habitação", explicando que algumas optam pelo apoio em dinheiro para comprar material para poderem ficar instaladas nas suas próprias casas.

Segundo o governante, outras não quiseram habitações do governo, optando por ficar alojadas em casas de familiares.
"No campo agrícola aqui no concelho montámos uma espécie de delegação da secretaria regional do ambiente para orientar as pessoas a preencher a papelada para ter os apoios europeus", explicou Alberto João Jardim.
O governante destacou a necessidade de limpar algumas zonas sobranceiras às estradas, "para evitar deslizamentos" de rochas ou de pedras, e de substituir algumas condutas de água que foram destruídas pelos incêndios.
A este propósito explicou que existem moradores que estão a ser abastecidos com água através de camiões cisterna.
Questionado sobre se este cenário poderia ter sido evitado se houvesse mais bombeiros, Alberto João Jardim respondeu negativamente.
"Sobre os bombeiros que existem, mantenho o que disse há dias. Aliás, é uma coincidência estranha depois do que disse isto suceder", afirmou o governante.
A 12 de julho, Alberto João Jardim disse que o governo madeirense não estava disposto a pagar 50 bombeiros onde só basta ter 30.
"Quanto aos bombeiros a questão é muito simples: em vez de quererem ser bombeiros municipais, foram-se fazendo associações. Depois o Governo foi-lhes fazendo as sedes, o equipamento que têm também foi o Governo que pagou e algumas associações, não todas, foram metendo gente sem ser preciso. E agora são eles {associações] que têm que resolver o problema", argumentou o governante madeirense.
A 12 de julho realizou-se na Madeira um protesto da Associação dos Bombeiros Profissionais para alertar "para a degradação das condições de trabalho e de vida dos bombeiros profissionais das associações humanitárias do Funchal, Machico e Santa Cruz".
"Não estou a levantar suspeitas sobre os bombeiros, estou a levantar suspeitas é sobre a coincidência que houve de uma ação feita aqui na Madeira, não pelos bombeiros de cá - porque a maior parte dos bombeiros de cá até nem estão filiados nessas organizações", declarou.

Alberto João Jardim considerou igualmente que este "é um problema que cabe investigar à Polícia Judiciária".
O governante reiterou que "há bombeiros a mais em uma ou duas corporações e só nessas", desabafando que "esta situação excecional até parecia que era para provar que não havia bombeiros a mais".
Antes de seguir para a Ribeira Brava, onde continuou a ver as consequências dos fogos, Jardim elogiou o trabalho dos bombeiros que "atuaram inteligentemente", sublinhando a estratégia de "defender as casas e deixar arder o que era mato".
Durante a tarde, Alberto João Jardim vai visitar os concelhos Calheta e Porto Moniz.

* Os  verdadeiros "incendiários" na Madeira são os governantes. Se o Governo Regional autorizou a proliferação de associações de bombeiros é porque lhe convinha fosse qual o motivo. Atentar ao bom nome dos bombeiros é uma pulhitiquisse.
Por causa dos pulhíticos madeirenses são as populações que sofrem.

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ENTERNECEDOR




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O CORAÇÃO



DA MULHER



 EM 1833





Publicado por D.W. Kellog entre 1833-1842,  este divertido Mapa do Campo Aberto do Coração de uma Mulher descreve o "sexo fraco" duma maneira pouco lisonjeira. Das armadilhas de toupeira na Provincia da Decepção  até à cidade de Mim-própria na Terra do Egoísmo, esta ilustração tão simpática certamente demonstra o gosto deste senhor Vitoriano por mapas e o seu desdém por mulheres. Suspeito que sofria de um desgosto de amor. Mas de certeza que é o meu Canto Saltitante (na Terra da Coqueteria, claro) a falar.
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Lusófona altera direcções dos cursos depois de caso Relvas



A SIC Notícias avança que os directores de uma faculdade da Universidade Lusófona já colocaram o seu lugar à disposição após o caso Relvas. A TVI diz que a universidade está a preparar "remodelações profundas" na direcção de todos os cursos. Ao mesmo tempo, a Lusófona tenta manter a marca com mensagens de "orgulho" no site. 

Os directores de uma das faculdades da Universidade Lusófona colocaram os seus lugares à disposição, na sequência do caso da licenciatura do ministro Miguel Relvas. Mas todos os cursos deverão verificar alterações nas estruturas directivas.

No caso da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais, a SIC Notícias avança que os seus directores, Ângela Montalvão Machado, Pereira Marques e Medeiros Ferreira, colocaram os cargos à disposição da reitoria da universidade.

A direcção daquela unidade esteve ontem reunida com o reitor Mário Moutinho e o administrador Manuel Damásio, entre outros professores, segundo a mesma fonte. O reitor terá dito que aquela era uma questão a ponderar.

Mas as alterações na Lusófona serão de maior monta. A TVI24, também ontem, adiantou que o grupo estará a preparar “remodelações profundas” nos órgãos de direcção de todos os cursos.

A notícia é avançada com base numa fonte da universidade, não identificada, mas que confirma que há várias reuniões que têm como objectivo essa remodelação. Essa fonte disse, segundo a TVI 24, que as alterações já estavam previstas, não estando relacionadas com o caso de Miguel Relvas, a quem foi atribuída uma licenciatura em que apenas teve de fazer exames a quatro cadeiras.

Estas alterações acontecem após a demissão de Fernando Santos Neves, o professor que assinou o pareceu que atribuiu as 32 equivalências a Miguel Relvas num total de 36 cadeiras, do cargo de reitor da Universidade Lusófona do Porto. Santos Neves foi nomeado director do Conselho Superior Académico do grupo Lusófona. A nomeação aconteceu na mesma semana em que aquele órgão foi criado.

Lusófona tenta manter reputação

Enquanto isso, a Lusófona mantém a sua posição de defesa da reputação. Na página da universidade, há uma imagem com a inscrição “orgulho em ser Lusófona”. 

Foram também enviados e-mails aos alunos na sequência das notícias da licenciatura do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Pelo menos num deles, o da Direção da Escola de Comunicação, Arquitectura, Artes e Tecnologias da Informação, era pedido aos alunos para “defenderem” o nome da universidade.

Na sequência do caso Relvas, teve ontem lugar mais uma manifestação a pedir a demissão do ministro. Cerca de cem pessoas ter-se-ão, ontem, reunido à frente da Assembleia da República, uma semana depois do primeiro encontro. A concentração foi mais uma vez convocada pelo facebook e proposta pelo realizador Miguel Gonçalves Mendes, como indica a agência Lusa.


* Consta que a universidade vai dar equivalência de Enólogo aos 50 maiores bêbedos deste país.

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