02/07/2012

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TUDO É POSSÍVEL

 
GÓTICOS/2














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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Governo decide sózinho quais 
as freguesias a extinguir 

Associação Nacional de Municípios recusa participar na unidade técnica que decidirá quais as freguesias a extinguir. A Associação Nacional de Municípios também não fará parte da unidade técnica que decidirá quais as freguesias a extinguir no âmbito da reforma do poder local. Na reunião do Conselho Directivo da semana passada a associação presidida por Fernando Ruas deliberou por unanimidade juntar-se à Associação Nacional de Freguesias (Anafre) e a todos os partidos da oposição na recusa de participar no processo. O que, na prática, significa que a decisão ficará apenas nas mãos da maioria. "O Governo tomará as decisões que entender e ficará com o seu ónus político", diz ao Económico António José Ganhão, vice-presidente da ANMP. 

Paulo Júlio, secretário de Estado do poder local, recusa comentar. "Permitir que a unidade técnica tivesse elementos da Anafre e da ANMP era sinal que queríamos os seus contributos. Não querem, nem comento", diz ao Económico. Carlos Abreu Amorim, vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, e Altino Bessa, do CDS, optaram pela mesma posição - até que a decisão seja oficial, não comentam. Mas a tomada de posição parece irreversível. "A decisão está tomada. É uma questão de procedimentos", diz Rui Solheiro, socialista e vice-presidente da ANMP, assegurando que a Assembleia da República será informada nos próximos dias da recusa dos autarcas. 

Manuel Lopes Porto, professor de Direito e presidente da Assembleia Municipal de Coimbra, será o presidente da comissão de que farão parte os restantes nomes indicados pela maioria - Serafim Froufe, Luís Verde de Sousa, Henrique Campos Cunha e Manuel dos Reis Duarte - e ainda um técnico designado pela Direcção-geral da Administração Local, outro da Direcção-geral do Território e um representante de cada uma das cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR). De fora, ficarão os quatro representantes de freguesias e municípios sendo ainda incerto se o Executivo manterá o número de membros ou se encurtará a unidade técnica que decidirá quais as freguesias a extinguir. Mota Andrade vê na tomada de posição da ANMP um sinal de que o PS tomou a decisão acertada. "A ANMP reconhece a razão do PS. Sempre dissemos que os pareceres das assembleias municipais deviam ser vinculativos", diz o deputado. No entanto, os socialistas não foram os únicos a recusar indicar alguém para a unidade técnica. BE e PCP também foram convidados pela maioria a fazê-lo, mas todos deram a mesma resposta e os partidos da maioria acabaram mesmo por ser os únicos a apresentar nomes. 

Mais de 900 mil euros Já aprovado na Assembleia da República (resolução n.º 80-A/2012 ) foi o método de pagamento aos elementos da comissão. Além das ajudas de custo e do reembolso de despesas com transporte e comunicações, cada um dos elementos terá direito a 186,70 euros por reunião. 

 Sendo 308 os municípios obrigados a apresentar propostas sobre o redesenho das suas freguesias, e partindo do pressuposto que uma reunião será suficiente para validar a proposta, é fácil concluir que cada reunião da unidade técnica custará perto de três mil euros e que no final a factura deverá ser superior a 920 mil euros. Um cenário que, porém, pode não se confirmar, visto que o número de interessados em participar não pára de encolher. 

* Aberrante, o mapa autárquico tem de ser reformulado e não são apenas freguesias que têm de ser extintas, câmaras também, doa a quem doer. 
 A ANMP e Anafre estão a ter oa mesma atitude que BE e PCP tiveram em relação à troika, não lhes correu nada bem, há que participar na reestruração porque é melhor para as populações, mas ambas as associações têm caciques que não querem perder tachos!!! 
Os partidos da oposição entregam aos  da maioria todas as decisões sobre este assunto, desresponsabilizando-se da defesa dos cidadãos que elegeram os seus militantes para orgãos autárquicos, fraca atitude.  
Relvas e os seus muchachos agradecem!

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 COMO FAZER SABONETE




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Mais remédios vão faltar nas farmácias 

 A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) apela aos utentes para que apresentem a sua reclamação junto deste organismo, caso não consigam aceder a um determinado medicamento nas farmácias, no prazo de 12 horas, tal como determina a lei, sem que este esteja em ruptura de stock. 

 Sem querer revelar a lista de medicamentos que actualmente estão em falta nas farmácias portuguesas, devido às investigações que estão a decorrer e que visam o apuramento de possíveis práticas fraudulentas, a autoridade que regula o sector do medicamento garante que o número de fármacos efectivamente em ruptura de stock, e, como tal reportado pelos laboratórios, representa uma média de 400 situações anuais por 10 mil apresentações. "Trata-se de um número que não é significativo e que não tem registado um aumento substantivo nos últimos meses", garante o Infarmed. 

No entanto, de acordo com a informação disponibilizada na sua página da internet, para este mês, o Infarmed prevê a ruptura de quatro medicamentos, tais como Paramino-corazida (500 mg), para o tratamento de infecções (antituberculosos); Sertralina Gerlina (100 mg), para a depressão e perturbações de ansiedade; e o antidepressivo Venlafaxina (37,5 mg). 

 Desde o início do ano foram notificados 150 remédios sem data prevista para a sua regularização no mercado e 102 que se prevê que sejam repostos. Só em Junho foram reportadas pelos laboratórios 67 quebras de stock. 

O antidepressivo Denerval (20 mg), notificado em Junho de 2012, é um dos fármacos em falta e sem previsão de retoma no mercado, assim como o Oradexon (5 mg), usado no tratamento do reumatismo, asma e inflamações, e o Alprazolam (0,5 e 1 mg), que trata a ansiedade. 


* A saúde está muito doente


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INFOMULHER










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 21-ESPANTÁSTICO


    As ruínas submersas do Japão


Ao largo da costa sul de Okinawa, Japão, de 6 à 30 metros sob a água jaz enigmáticas estruturas que podem ter sido construídas por alguma antiga “civilização perdida”. Os céticos dizem que as formações em fileiras tem origem provalmente natural (o que parece loucura ao se olhar as fotos). “Então, no final do verão do ano seguinte,” escreve Frank Joseph em um artigo para o Atlantis Rising, “outro mergulhador ficou chocado ao ver um grande arco ou portão de enormes pedras belamente encaixadas na maneira da construção pré-histórica encontrada junto as cidades Incas do outro lado do Oceano Pacífico, nos Andes da América do Sul.” Isso parece confirmar que as ruínas foram feitas pelo homem. A arquitetura inclui o que parecem ser ruas pavimentadas e cruzamentos, grandes formações parecidas com altares, escadarias levando à amplas praças e caminhos processionais sobrepujados por pares de altas estruturas que lembram postes. Se é uma cidade submersa, é enorme. Tem sido sugerido que é a cidade perdida de Mu, ou Lemúria.





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JORNAIS DE HOJE

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