Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
21/10/2011
HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
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Lixo hospitalar português usado
em vestuário no Brasil
Um operário brasileiro do município de São João da Boa Vista, em São Paulo, denunciou a loja onde comprou as suas bermudas, depois de reparar que o tecido do bolso possuía o logótipo de um hospital de Almada, Portugal.
"Desconhecemos a utilização do tecido lá [em Portugal], no que foi usado, que doente o usou", afirmou António Carlos Zanelli, quinta-feira, em declarações à emissora EpTV, filiada na Rede Globo, de São Paulo.
Pelas imagens, verifica-se que o logótipo que aparece no tecido é o mesmo que se vê em lençóis do Hospital Garcia de Orta, em Almada.
Acredita-se que o fabricante das bermudas seja uma empresa do Estado de Pernambuco, da mesma região onde a Polícia Federal brasileira apreendeu, na semana passada, 15 toneladas de lixo hospitalar norte-americano.
Nos últimos dias, quatro lojas foram fechadas por venderem lençóis hospitalares, no município de Santa Cruz do Capibaribe, a cerca de 200 quilómetros de Recife, capital do estado de Pernambuco.
Na quinta-feira, uma nova carga, de 800 quilos, que continha lençóis, fronhas e casacos usados, foi apreendida em Ilhéus, na Bahia. As informações iniciais apontam para que este material seja proveniente de hospitais brasileiros.
A vigilância sanitária determina que roupas de cama utilizadas em leitos de hospitais têm de passar por um tratamento especial no momento em que deixam de ser utilizadas e não podem ser reaproveitadas.
Agentes da polícia federal norte-americana (FBI) chegaram quinta-feira ao Recife para participar nas investigações.
* No directo sem reciclar, brasuca sofre...
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Empresa angolana compra Tobis
por 7 milhões de euros
A produtora de cinema portuguesa foi adquirida por uma empresa angolana por sete milhões de euros, soube o Negócios.
A Tobis, que actualmente tem um passivo de cerca de oito milhões de euros, foi comprada por uma empresa angolana por sete milhões de euros.
O negócio foi fechado ontem, precisamente, um dia antes da assembleia-geral da empresa. A reunião de accionistas, que entretanto foi suspensa, estava agendada desde o início de Outubro, altura em que o conselho de administração da Tobis se demitiu.
No início deste mês o conselho de administração da Tobis anunciou aos trabalhadores que estava demissionária e que iria manter-se interinamente à frente da empresa até hoje.
Os trabalhadores da Tobis, que ainda não receberam os salários de Setembro, agendaram para hoje uma concentração em frente às instalações da empresa. Com a suspensão da assembleia-geral rumaram às instalações do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), maior accionista da empresa.
Contactado pelo Negócios, Tiago Silva, delegado sindical da Tobis, confirmou que os trabalhadores da empresa foram recebidos pelo ICA, que lhes transmitiu "que o processo de venda da empresa continuava a decorrer". O ICA adiou, assim, a assembleia geral da empresa em 15 dias para 7 de Novembro.
* Péssima notícia se percebermos que quase todos os negócios de Angola no exterior tem o dedo dos esclavagistas da "Famiglia Santos" e seus apaniguados.
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