27/02/2011

4 - O RISCO SÍSMICO NA CIDADE DE LISBOA

NR: Estas imagens e texto foram retirados dum folheto informativo editado pela Câmara Municipal de Lisboa, dada a qualidade da informação não hesitamos em publicá-lo, com a devida vénia.

BOM DOMINGO

26/02/2011

- UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


PELAS RUAS DO PORTO

Ia uma jovem a passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de umas obras gritar:

 - Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um lugar escuro e come a gaja!!!
O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários reformados sentados que ao vê-los começam às bocas ao noivo:

 - De mãozinha dada com a miúda, devias é levá-la para um motel, ó paneleiro!!!!
O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu-se levar a namorada a casa e despede-se:
 - Então até amanhã, meu amor!
 A noiva responde-lhe:
 - Até amanhã, surdo de merda!!!

CAGARÉU




No Arquivo do Distrito de Aveiro, encontrámos no artigo intitulado Loquela dos povos da Beira-ria· a referência ao uso da palavra Cagarête, como sendo “ o local mais recuado à ré do barco e a seguir à entremesa.

Ora, sendo o bairro da Beira-mar ocupado por gente ligada à ria ou ao mar, desde marnotos, pescadores ou moliceiros, a sua vida era passada dentro da bateira, do mercantel, do moliceiro ou de qualquer outra embarcação. Quando as necessidades fisiológicas “apertavam”, estes homens solucionam o problema utilizando a ré do barco. Deste antigo e específico hábito (cagar à ré), surgiu o conhecido termo regional cagaréu.

O próprio dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora – edição de 2004 – dá-nos o seguinte significado:

Cagaréu: s. m. (regionalismo) designação dada aos pescadores da cidade Portuguesa de Aveiro, especialmente aos nascidos na freguesia da Vera Cruz (de cagar + éu)

enviado por CASSIANO

ALMORROIDA PARALAMENTAR

HISTÓRIA DE ITÁLIA EM TRÊS TEMPOS



enviado por ADNARIM

WAFA SULTAN