27/05/2020


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45-HORIZONTES DA MEMÓRIA
45.2-O tempo não conta em Sesimbra



* O professor José Hermano Saraiva era uma personalidade exímia em encantar-nos, aqui fica a "memória" da nossa saudade.


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HOJE  NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
Governo cria grupo operacional 
para acompanhar a Estratégia de 
Valorização da Carne dos Açores

O Governo Regional criou um grupo operacional para acompanhar a implementação das ações previstas na Estratégia de Valorização da Carne dos Açores, tendo em vista o reforço da notoriedade e a sua valorização nos diferentes mercados.

O despacho publicado esta quarta-feira em Jornal Oficial define que este grupo operacional funciona na dependência direta do secretário regional da Agricultura e Florestas e integra o diretor regional da Agricultura, bem como representantes do Instituto de Alimentação e Mercados Agrícolas (IAMA), do Centro da Estratégia Regional para a Carne dos Açores (CERCA) e da Federação Agrícola dos Açores (FAA).
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É PARA BABAR
Segundo nota do executivo, a Estratégia de Valorização da Carne dos Açores, desenvolvida no âmbito do CERCA, aponta, entre outros aspectos, para uma maior aposta na qualidade, na inovação e na diferenciação das produções, bem como no reforço da organização e de forma a garantir a sustentabilidade deste sector.

Para alcançar estes objetivos são apontadas dois grandes linhas, sendo uma relacionada com a implementação de ‘Melhorias Gerais’, reforçando, por exemplo, a visibilidade da imagem e das marcas associadas, enquanto a outra tem em conta as ‘Prioridades do Sector’, com medidas que visam o reforço na aposta na qualidade ou a organização da produção.

“Trata-se de um documento importante e cuja aplicação prática das medidas preconizadas é fundamental para reforçar o posicionamento deste setor no panorama nacional, um mercado em que Portugal é deficitário, já que só produz 50% daquilo que consome, sendo os Açores responsáveis por 20% da produção nacional”, afirmou João Ponte, citado na nota.

O secretário refere, ainda, que esta fileira "gera actualmente um volume de negócios anual estimado em 50 milhões de euros, sem contar com os apoios do POSEI atribuídos aos produtores".

João Ponte destacou que os Açores têm condições excepcionais para a produção de carne diferenciada e de excelente qualidade, além de possuírem um vasto efectivo bovino, não só de raças de leite, mas também de raças de carne, com animais de categoria superior e recursos naturais abundantes, clima ameno e solos férteis.

Por outro lado, o governante referiu que existe um forte compromisso de toda a cadeia de valor com práticas sustentáveis na produção e no cumprimento dos mais elevados parâmetros e normas de bem-estar animal, ambiental e responsabilidade social.

* A carne dos Açores é suculenta, não esqueceremos jamais  uma alcatra de sonho degustada na Praia da Vitória.

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CANÇÕES E VOZES
ETERNAS

Procol Harum

A Whiter Shade of Pale


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HOJE  NO
"EXECUTIVE DIGEST"
TAP revê posição e vai alterar
 polémico plano de rotas

O Conselho de Administração da TAP anunciou esta quarta-feira que vai “ajustar” o plano de retoma de rotas anunciado, garantindo que este ficará “subordinado aos constrangimentos legais” à mobilidade, por causa da pandemia de covid-19.
 
Num comunicado, o órgão, que integra o Estado, detentor de 50% do capital da companhia aérea, indicou que “a companhia está empenhada e vai de imediato colaborar com todos os agentes económicos, nomeadamente associações empresariais e entidades regionais de turismo”.
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ADMINISTRAÇÃO VOA  BAIXINHO
O Conselho de Administração da transportadora indica ainda que pretende assim “viabilizar o maior número de oportunidades, adicionar e ajustar os planos de rota anunciados para este momento de retoma por forma a procurar ter um serviço ainda melhor e mais próximo a partir de todos os aeroportos nacionais onde a TAP opera”.

Os administradores indicaram ainda que este plano “considerando o período difícil que Portugal atravessa, ficará, naturalmente, subordinado aos constrangimentos legais que existam quanto à mobilidade das pessoas e ao transporte aéreo”.

Este anúncio segue-se às declarações do primeiro-ministro, António Costa, que afirmou hoje que a Comissão Executiva da TAP tem o dever legal de “gestão prudente” e “não tem credibilidade” um plano de rotas sem prévia informação sobre a estratégia de reabertura de fronteiras de Portugal.

Estas posições foram transmitidas por António Costa à agência Lusa, em reação ao anúncio feito pela Comissão Executiva da TAP sobre o plano de retoma de rotas a partir de junho.

António Costa começou por frisar que “a gestão das fronteiras é responsabilidade soberana do Estado português” e que a presente pandemia de covid-19 “exigiu e exige por tempo ainda indeterminado a imposição de restrições na circulação nas fronteiras terrestre, marítima e aérea”.

“Não tem credibilidade qualquer plano de rotas definido pela TAP sem a prévia informação sobre a estratégia de reabertura de fronteiras definida pela República Portuguesa”, acentuou o primeiro-ministro.

António Costa disse mesmo ver-se “obrigado a recordar à Comissão Executiva da TAP os deveres legais de gestão prudente e responsável da companhia”.

Esse conjunto de deveres legais de gestão prudente e responsável na gestão da transportadora aérea nacional, de acordo com o primeiro-ministro, “não é compatível com a definição, divulgação e promoção de planos de rotas cuja viabilidade depende da vontade soberana da República Portuguesa na gestão das suas fronteiras”.

A TAP publicou, no dia 25 de maio, o seu plano de voo para os próximos dois meses que implica 27 ligações em junho e 247 em julho, sendo a maioria de Lisboa, de acordo com dados divulgados pela companhia aérea.

Este anúncio motivou várias críticas, sobretudo de autarcas do Norte, mas também das autoridades de turismo um pouco por todo o país.

“O objetivo da TAP é continuar a voar para retomar a sua operação e a servir os seus clientes sempre com o objetivo de assegurar a sua sustentabilidade futura e continuar a projetar Portugal no mundo”, rematou o Conselho de Administração, no comunicado de hoje.

* Quem tem cú tem medo!

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9-CASAMENTOS PRECOCES
9.1-ÍNDIA E BRASIL
Adultos com crianças



FONTE:  Central das Curiosidades

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PETA
Investigação secreta de seis meses
.na Cleveland Clinic 



Uma investigação secreta de seis meses da PETA na Cleveland Clinic documentou o uso de animais em experimentos cruéis e arcaicos. Os pesquisadores da Cleveland Clinic cortaram os crânios dos ratos para expor seus cérebros; deliberadamente criaram ratos para que seu útero, bexiga, vagina ou reto se projectassem de seus corpos; ratos domésticos injectados com produtos químicos para paralisá-los; e outros geneticamente manipulados para que desenvolvessem grandes e irritantes crescimentos e feridas na pele. Eles também falharam em fornecer atendimento veterinário adequado, alojamento seguro, alívio da dor e angústia e até a eutanásia humana aos animais.



FONTE:  PETA (People for the Ethical Treatment of Animals)-05/2020

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Espanha levanta quarentena
 para turistas estrangeiros



FONTE:  euronews

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