04/05/2020

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HOJE NO 
"RECORD"
PS considera "incompreensível" 
questão com candidatura de Cláudia
.Santos a órgão da FPF

Socialistas salientou que não apresenta qualquer questão de incompatibilidade

O PS considerou esta segunda-feira "incompreensível" a "mediatização" em torno da candidatura da deputada socialista Cláudia Santos à presidência do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), salientando que não apresenta qualquer questão de incompatibilidade.
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Esta posição foi transmitida à agência Lusa pelo vice-presidente da bancada socialista Pedro Delgado Alves, depois de o antigo presidente do PSD Luís Marques Mendes, no seu espaço habitual de comentário na SIC, no domingo, ter criticado a promiscuidade entre política e futebol que disse estar patente nessa candidatura da deputada do PS Cláudia Santos.

Pedro Delgado Alves defendeu que, nessa candidatura, "é evidente a ausência de qualquer incompatibilidade" para o exercício do cargo de deputada por parte de Cláudia Santos, já que se trata "de um órgão de uma associação de direito privado", acrescentando neste ponto, ainda, que "não é uma função remunerada".

"Ainda assim, a deputada Cláudia Santos fez um pedido de parecer que a XIV Comissão [de Transparência e Estatuto dos Deputados] já teve a oportunidade de avaliar, tendo sido uma questão pacífica. Nem sequer é caso único. Há outros casos de deputados que integram órgãos sociais de federações ou associações desportivas" observou o dirigente do Grupo Parlamentar do PS.
Porém, Pedro Delgado Alves apontou que o caso em torno de Cláudia Santos "foi alvo de uma grande mediatização, mas é incompreensível".

"Sabemos que o futebol é sempre das atividades que mais paixões e clubismo suscita. Portanto, há sempre alguém descontente com esta ou aquela opção. Infelizmente, nesse universo, é uma inevitabilidade", observou.

O "vice" da bancada socialista, no entanto, entende que não se "pode partir daí para se dizer que há promiscuidade", alegando que Cláudia Santos, deputada eleita por Aveiro, "vem do mundo académico, tem curriculum na área - desempenhou funções parecidas na Liga de Clubes - e é uma especialista em Direito Penal".

"Se alguma coisa pode trazer é o inverso, ou seja, Cláudia Santos é alguém de fora, com garantias de isenção, não ligada ao meandro habitual de dirigentes, assumindo funções num órgão disciplinar", sustentou o antigo líder da JS.

Questionado sobre a existência de uma questão de ordem ética para que este tipo de funções não seja exercido por um deputado, Pedro Delgado Alves advogou que a lei das incompatibilidades e impedimentos "é clara e foi alargada", deixando em seguida uma pergunta.

"Eticamente qual é a questão que se pode colocar para alguém que está a cumprir a lei, que está a exercer uma função que é perfeitamente lícita e que exerce o quadro das suas competências profissionais e académicas na área do Direito Penal? Não há qualquer confusão entre dois universos", reforçou Pedro Delgado Alves.

Pedro Delgado Alves apontou ainda que, no caso de Cláudia Santos, não há igualmente "qualquer risco de conflito de interesses".

"A deputada Cláudia Santos é membro da I Comissão [de Assuntos Constitucionais] e não faz parte da Comissão que acompanha a matéria do desporto, que está na Comissão de Educação", argumentou.

Já sobre o facto de ex-responsáveis do futebol português terem associado Cláudia Santos ao Benfica do ponto de vista clubístico, o vice-presidente da bancada socialista reagiu: "Essas ligações estão por demonstrar".

"A meia dúzia de coisas que são lidas é deste que está ligado àquele ou àquele outro. Mas isso traduz-se no quê, se não em suposições que circulam nas redes sociais?", questionou o dirigente da bancada socialista.

* Passamos a saber que segundo o dirigente socialista a promiscuidade está recheada de ética.

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45.3 Mega-Máquinas



XLV - MEGA MÁQUINAS

3-Air force one
acesso secreto



O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


FONTE: Mega Buques
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Santuário de Fátima pede aos
 peregrinos que evitem deslocação
 ao recinto nos dias 12 e 13

Pela primeira vez, o Santuário de Fátima vai estar sem peregrinos na celebração da Peregrinação Internacional Aniversária de 12 e 13 de maio.

O reitor do Santuário de Fátima, Carlos Cabecinhas, pediu esta segunda-feira aos peregrinos que não se desloquem ao recinto nos dias 12 e 13 e que façam a peregrinação "pelo coração", devido à pandemia de covid-19.
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A PASTORINHA ANTES DO COVID
Numa mensagem dirigida aos peregrinos a propósito da Peregrinação Internacional Aniversária de maio, Carlos Cabecinhas refere que, pela primeira vez na sua história, o Santuário de Fátima vai celebrar esta data sem peregrinos nos seus espaços.

"Este é um momento doloroso: o santuário existe para acolher os peregrinos e não o podermos fazer é motivo de grande tristeza; mas esta decisão é igualmente um ato de responsabilidade para com os peregrinos, defendendo a sua saúde e o seu bem-estar", considera.

Celebrações vão ser acompanhadas pelos meios de comunicação social e pelas redes sociais

A quem tinha intenção de este ano se deslocar ao santuário, o padre pede que faça esta peregrinação "pelo coração" e acompanhe a transmissão das celebrações através dos meios de comunicação social, da internet e das redes sociais.

As celebrações decorrerão no recinto, mas este estará encerrado devido às regras sanitárias definidas pelo Governo no contexto da declaração do Estado de Calamidade pública, em articulação com a Conferência Episcopal Portuguesa, e que impedem as celebrações religiosas com a presença de fiéis.

Atendendo a esta impossibilidade de deslocação à Cova da Iria, o reitor desafia os peregrinos a fazerem um caminho espiritual, apresentando-lhes uma proposta concreta de oração para cada dia.
"Não podemos contar com a vossa presença física, mas gostaríamos de poder contar convosco. Porque não se peregrina só com os pés, mas também com o coração, propomos-vos que façais connosco uma peregrinação pelo coração", sublinha.

A proposta passa por uma "peregrinação por etapas", entre hoje e dia 13, na qual "o caminho não é físico, mas interior", sendo os peregrinos desafiados a acenderem, todos os dias, nas janelas de suas casas, uma vela, o que é considerado "um dos atos mais icónicos de Fátima".

"Que, em cada dia, cada um faça um momento de reflexão e oração, de acordo com as propostas que disponibilizaremos; e que, em cada noite, acenda à janela uma vela, até à procissão de velas do dia 12. Faremos, assim, uma bela procissão de velas, difundida por todos os lugares onde viveis e vos encontrais", apela.

Entre a tarde do dia 12 e o fim da manhã do dia 13 não será permitido o acesso dos peregrinos a qualquer espaço do santuário.

"Tomar agora esta decisão dolorosa significa procurar criar condições para podermos retomar, o mais rapidamente possível, as peregrinações a este lugar", realça Carlos Cabecinhas.

Celebrações com peregrinos retomadas no dia 30

O reitor aproveita para cumprimentar os vários grupos de peregrinos que tiveram de cancelar a peregrinação a Fátima neste mês de maio, que são cerca de três centenas e meia, de todo o mundo.

As celebrações com a presença física de peregrinos na Cova da Iria e em todas as igrejas portuguesas só serão retomadas no dia 30.

Até lá, o santuário retomará a sua atividade, reabrindo, já a partir de hoje, os locais de culto, para visita e oração, mas sem celebrações comunitárias e sem a presença física de peregrinos.

Também o edifício da reitoria retomará a sua atividade, tal como as unidades comerciais. Os espaços museológicos abrem ao público a partir do dia 19.

De forma a tornar os espaços do santuário acessíveis, a instituição adotou medidas quer para os colaboradores quer para os peregrinos, como o uso de máscara em espaços fechados, a lavagem frequente das mãos, a manutenção do distanciamento físico e a monitorização dos acessos aos espaços fechados (basílicas, capelas e espaços comerciais).

* Consideramos que a decisão faz abortar a experienciação dum contágio de massas o que traria à comunidade científica enorme caudal de informação.

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CATARINA MARTINS

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A resposta à crise é agora

Esta semana o Bloco organizou uma conferência online, com dezenas de especialistas de vários quadrantes. Da diversidade de propostas, emerge uma ideia clara: nada seria mais errado do que confundir recuperação com regresso ao passado.

O debate público está marcado por dois tempos artificiais: o das medidas urgentes para resposta à crise pandémica e o das subsequentes medidas de reconstrução da economia. Ora, tanto quanto sabemos, a crise pandémica será prolongada. Mas, mesmo que assim não fosse, a pergunta fundamental é a mesma: conseguimos manter emprego? Esta sequência artificial cria ainda a ideia de que a definição da estratégia económica fica para mais tarde. Na verdade, não é assim.

Se houver Europa, é agora
O debate europeu é agora. Deixar que a suspensão de regras dos tratados sirva para bloquear o debate da própria revogação dos tratados é repetir a resposta errada à crise financeira de 2007/08. Se a despesa para salvar vidas for financiada com doze zeros de nova dívida e vagas promessas de mudanças futuras, a imposição de cortes para o regresso da “normalidade” dos tratados não tardará muito.

O Bloco de Esquerda apresentou a proposta de financiamento do Fundo Europeu de Recuperação com 1,5 biliões de euros, através do BCE. Um financiamento a distribuir de acordo com os impactos da crise em cada país, com juro próximo de zero e muito longa maturidade, garantindo aos Estados o dinheiro e o tempo para um investimento capaz de reconstruir a economia. É também agora que o BCE deve mudar de papel, garantindo o recurso a instrumentos monetários básicos.

A crise pandémica atinge com particular violência a Espanha e a Itália, onde as cicatrizes da política da troika estão muito presentes e há uma justificada crise de legitimidade da própria União Europeia. Hoje, como nunca, voltará a pergunta: se a União Europeia não serve para responder a esta crise, serve para quê?

Salário ou austeridade?
As medidas de resposta urgente são já uma escolha sobre o caminho da recuperação. E, neste momento, estão a verificar-se elementos centrais do período da austeridade: desvalorização salarial, nacionalização dos prejuízos e endividamento das empresas e das pessoas.

A desvalorização salarial é consumada pelo desemprego, desde logo dos milhares de trabalhadores precários liminarmente varridos sob a pandemia, grande parte ainda antes da declaração do estado de emergência. Mas também pelo corte salarial operado pelas medidas extraordinárias de lay-off e apoio para acompanhamento dos filhos. Ao fazê-lo, o Estado opera objetivamente uma desvalorização salarial no setor privado.

Simultaneamente, ao não proibir os despedimentos e ao continuar a permitir a distribuição de dividendos, reproduz-se a lógica de nacionalização de prejuízos. Enquanto o Estado assume os custos do desemprego, atual e futuro, os acionistas vão drenando já os lucros, pagos em sedes estrangeiras e guardados em offshore. Mais tarde, as empresas podem sempre despedir e pedir mais apoio ao Estado.

Obrigar à renovação dos contratos precários durante a pandemia e proibir a distribuição de dividendos, como o Bloco propôs, protegeria emprego, salários e capacidade produtiva. Não é sequer inovador: Espanha protegeu os precários, Itália obrigou à reintegração de trabalhadores despedidos no início da crise, a Dinamarca proibiu distribuição de dividendos. Em Portugal, a CMVM apelou às empresas para contenção na distribuição de dividendos e foi ignorada pelo próprio governo no caso da Galp. Porquê permitir que grandes empresas lucrativas deixem tanta gente fique sem emprego?

Fazer agora o médio prazo
Nas decisões sobre os setores estratégicos da economia o tempo é também de decisões. Como salvaremos a TAP? Continuaremos a pagar rendas excessivas e custos energéticos que aprofundam a crise social e económica? A EFACEC, que respondeu pela produção de ventiladores, acabará a encerrar no meio do pesadelo Isabel dos Santos? E, com a concessão do serviço postal a terminar este ano, os CTT vão continuar nas mãos dos privados que estão a destruir a empresa?

Ninguém questiona a obrigação do Estado de salvar a TAP, a EFACEC ou mesmo os CTT. Mas nacionalizações transitórias, à imagem do que se fez na banca, apenas garantem com dinheiros públicos os futuros lucros privados.

Não há resposta à crise sem investimento e estratégia públicas para recuperar setores essenciais. A dimensão do que nos é exigido, face à maior crise do século, obriga a que os esforços de hoje não se dissipem amanhã num qualquer dividendo em offshore.

Agir agora
A resposta a uma segunda vaga da pandemia e à crise social exige responsabilidade. Não vale o velho refrão de que a despesa de hoje será o imposto de amanhã. De facto, o investimento que faltar hoje será a desgraça económica - e o imposto - de amanhã. O que não devemos é tentar reconstruir a economia que tínhamos antes da pandemia. Nem o turismo de massas regressará em breve, nem estava tudo bem.

Esta semana o Bloco organizou uma conferência online, com dezenas de especialistas de vários quadrantes. Da diversidade de propostas, emerge uma ideia clara: nada seria mais errado do que confundir recuperação com regresso ao passado. Este é o tempo para uma estratégia económica que pense o território, a crise climática, a necessidade de reindustrialização e de soberania alimentar, de uma política que seja capaz de corrigir os desequilíbrios estruturais do nosso país. E que, ao fazê-lo, imponha uma economia justa onde até hoje existiu desigualdade.

* Coordenadora do Bloco de Esquerda

IN "PÚBLICO"
30/04/20

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2260.UNIÃO



EUROPEIA

PORTUGAL

 1º DE MAIO/2020






PCP
O GRANDE DEFENSOR DO POVO PORTUGUÊS
 CGTP
A GRANDE DEFENSORA DOS TRABALHADORES





* Obrigada JCS por esta informação

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Cerca sanitária ‘produziu’ 130 toneladas

Nas duas semanas de cerca sanitária à freguesia de Câmara de Lobos foram escoadas cerca de 130 mil quilos de horto-frutícolas e banana, através do Centro de Desinfeção do Carmo, entre os dias 23 e 30 de Abril de 2020.
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Neste período foram despachados 3.846 cachos de banana (102.582 quilos) e 27.987 quilos de horto-frutícolas, tais como beterrabas, favas, salsa, feijão verde, brócolos, couve-flor, milho doce, coentros, acelgas, pimpinela, morangos, abóbora verde, espinafres, funcho, nabos, cebolinho, alecrim, hortelã, alface, batata, oregãos, cana-de-açúcar, tomate, couve repolho, espigos, banana prata.

Foram ainda encaminhadas 3.375 plantas.

* Muito bom trabalho!

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II Misterios Revelados

3- Violência no Nilo


Maurício Souza
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