Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
25/02/2019
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Parlamentos da Macaronésia
assumem “tolerância zero”
ao plástico que ameaça o mar
Os
presidentes dos parlamentos da Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde,
que compõem a Macaronésia, assumiram esta segunda-feira, na Praia, ilha
de Santiago, “tolerância zero” ao plástico que ameaça os oceanos, disse o
presidente da Assembleia Legislativa da Madeira.
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| AUTO-ESTRADA DE PLÁSTICO NO MAR |
Tranquada Gomes
falava à agência Lusa no final de um encontro entre os presidentes dos
parlamentos da Macaronésia e o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses
Correia e Silva, a quem transmitiram o avanço dos trabalhos para as
Jornadas Parlamentares Atlânticas, que se realizam no próximo ano em
Cabo Verde.
Na manhã de hoje, os presidentes das assembleias
legislativas regionais da Madeira, Açores e Canárias realizaram nas
instalações do parlamento cabo-verdiano a primeira reunião do grupo de
ligação que vai preparar as próximas jornadas.
Segundo Tranquada Gomes, “estas serão jornadas de reflexão, de partilha, de apresentação de soluções”.
“Apesar
da pequenez dos nossos territórios insulares, entendemos que, em
conjunto, somos maiores. Esta maneira de nós comunicarmos, de
apresentarmos soluções, nos conhecendo uns aos outros, é uma mais-valia
para o futuro dos nossos arquipélagos”, afirmou.
Nesta reunião,
os parlamentares acordaram numa “ideia-força” que diz respeito à
“tolerância zero relativamente aos plásticos no território marítimo da
Macaronésia”.
“Isso revela que estamos preocupados com o futuro
dos oceanos, que, apesar da exiguidade dos territórios, temos um imenso
mar pela frente que é preciso acautelar e que, nestas situações, o facto
de estarmos unidos é uma vantagem, porque na soma acrescentamos muito,
porque há muito mar para partilhar, para defender”, sublinhou Tranquada
Gomes.
Reconhecendo que as decisões finais estão a cargo dos
executivos, Tranquada Gomes alertou para a responsabilidade dos
parlamentos: “O parlamento faz um enquadramento das situações e isso vai
obrigar nas próximas jornadas parlamentares a que os parlamentos também
adiantem medidas para que os executivos as traduzam no dia a dia dos
nossos arquipélagos”.
Na terça-feira, decorre no Mindelo, ilha de
São Vicente, a conferência parlamentar sobre “A Macaronésia:
laboratório da biodiversidade do Atlântico”, enquadrada nas Jornadas
Atlânticas.
Nesta conferência serão debatidos dois módulos com
temas relacionados com a oceanografia e a biodiversidade no Atlântico
Médio e a transição para a economia azul e turismo sustentável.
* A ideia é gira, como é que os territórios da Macaronésia vão "intolerar" o lobby mundial dos plásticos?
Tomam uma posição...sentados?
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Ivete Sangalo, Gilberto Gil
Céu Da Boca
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Rio critica "lata" de Salgado por
.culpar Passos na falência do BES
.culpar Passos na falência do BES
O presidente do PSD saiu em defesa do antecessor no partido depois da contestação apresentada pelo ex-banqueiro no Tribunal do Comércio. O Banco de Portugal também é visado por Ricardo Salgado.
Rui Rio não gostou de ler a acusação feita por Ricardo Salgado a Pedro
Passos Coelho sobre a contribuição do antigo primeiro-ministro para o
colapso do Banco Espírito Santo (BES), acusando o ex-banqueiro de "ter
lata" para avançar com estas alegações em tribunal, visando o seu
antecessor no cargo.
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Numa reação através da rede social Twitter,
o presidente do PSD contrapôs que a queda do banco se terá ficado a
dever, ao invés, "ao facto de outros não terem feito antes – a tempo e
horas – o que Pedro Passos Coelho fez" no início do verão de 2014.
Como o CM noticiou
no domingo, 24 de fevereiro, na contestação à falência culposa do BES,
que tem cerca de 700 páginas, acompanhadas por um conjunto de 365
documentos, Ricardo Salgado alega que Pedro Passos Coelho fez
declarações, como primeiro-ministro, que aumentaram a queda das ações e a
fuga de capitais do BES.
"Em 24 de junho de 2014, o
senhor primeiro-ministro proferiu declarações públicas no sentido de que
a questão da capitalização do Grupo Espírito Santo era um problema,
exclusivamente, deste grupo (porque constituíam ‘problemas da área não
financeira’) e, ainda, que não teria informação que o levasse a ‘temer
instabilidade no setor financeiro’", lê-se na petição inicial, em que
diz que esta intervenção teve "consequências negativas sobre o BES".
Na
contestação entregue no Tribunal do Comércio, Ricardo Salgado volta a
recusar responsabilidades nos créditos ruinosos concedidos às empresas
do GES por parte do banco que liderou durante mais de duas décadas,
apontando também baterias ao Banco de Portugal. E numa iniciativa que ameaça entupir o processo,
pediu ao juiz para suspender a insolvência até os tribunais
administrativos informarem quantos processos existem contra o regulador
devido à aplicação da medida de resolução.
* O sr. Passos Coelho tem responsabilidades porque chefiava o governo que aveludou o cambalacho BES, pensamos que o ex-primeiro-ministro não foi conivente com o sr. Salgado.
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Portugal bem português
IV-Portugal, um retrato social/2
6-Ganhar o pão
Este é um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. É
um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem
connosco. É um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor
se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou
quarenta anos. (...)
Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos
Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.
Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos
Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.
Um trabalho de investigação excelente de ANTÓNIO BARRETO e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.
* Esta é uma compilação de séries pelo nosso país não apenas pelas prespectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.
FONTE:
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