12/11/2018

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Empresas britânicas querem implantar microchips nos funcionários

Empresas do Reino Unido estão a estudar a hipótese de implementarem chips nos funcionários. Chips podem ser usados para patrões controlarem a vida dos trabalhadores, defendem sindicatos.

Alguns dos maiores empregadores do Reino Unido estão a estudar a hipótese de implementar uma medida que fez soar muitos alarmes depois de sugerir a hipótese de as empresas britânicas implantarem microchips nos seus trabalhadores, sob a justificação de melhorarem a segurança dos empregados.
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O FUTURO PRÓXIMO DO HOMEM
O CBI, que representa 190.000 negócios no Reino Unido, já mostrou preocupações com a hipótese de os trabalhadores serem sujeitos a esta inovação, afirmando que as empresas se devem preocupar mais com "prioridades mais imediatas e em satisfazer as necessidades dos seus trabalhadores".

A empresa britânica BioTeq, que cria e vende esses dipositivos a empresas e privados, já implantou 150 chips no Reino Unido, embora maior parte dos mesmos tenham sido a particulares individuais. Os dispositivos em causa são implantados na área muscular entre o indicador e o polegar de uma das mãos e permitem às pessoas abrir a porta da frente, ligar a ignição do carro ou até dar informações pessoais no médico ou noutra situação.

Uma das empresas que cria esses dispositivos, a sueca Biohax, contou ao Sunday Telegraph que está a discutir com várias empresas britânicas a possibilidade de implementar os chips nos trabalhadores das mesmas. Segundo os suecos, estão mesmo em negociações com empresas com milhares de trabalhadores.

O representante dos direitos dos trabalhadores da TUC mostrou preocupações com a possibilidade de as empresas obrigarem os seus trabalhadores a se submeterem à implementação destes dispositivos, dizendo: "Microchippar vai dar mais poder aos patrões e dar um controlo ainda maior sobre o trabalho dos empregados". "Os empregadores não devem deixar de lado os riscos envolvidos ou pressionar o seu pessoal a serem chipados."

Os chips da BioTeq custam entre os 80 e os 300 euros (70 a 260 libras) por pessoa. O director da empresa e todos os membros da direcção têm chips já implantados.

* Seres humanos a caminho da robotização.

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XXVII- MEGA MÁQUINAS

4-Os Segredos
do STEALTH



*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção do Discovery Channel.
No entanto estabelecemos a dúvida, esta "máquina" é uma demonstração de força ou uma cobertura para o medo?


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Homem descobre dispositivo para clonar cartões enquanto levantava dinheiro

Um homem que estava a levantar dinheiro numa caixa multibanco da Costa da Caparica descobriu um dispositivo utilizado para clonar cartões. O dispositivo acabou por ser entregue à GNR e a Polícia Judiciária está agora a investigar o caso.

* Num país em que banqueiros são acusados de brincar que mais dará brincar aos clones?
A máquina da imagem é utilizada para clonar cartões de crédito, repare que no aparelho suspeito o cartão é introduzido quase na totalidade.
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CRISTINA COSTA E SILVA

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Tirem estes miúdos da escola

Tenho tido a felicidade de, nas últimas semanas, assistir ao programa-piloto das Forças Armadas Portuguesas “Alista-te por um dia”. Durante um dia, os pequenos e as pequenas do 4º ano de escolaridade de todos os concelhos da Região visitam o quartel onde muitos dos pais estiveram, o Regimento de Guarnição nº3, antes de as juventudes partidárias terem posto o Serviço Militar Obrigatório em Portugal nos Cuidados Paliativos e depois desligado a máquina por onde ainda respirava. Tenho visto as reações deles e delas, menos de um metro de gente, perante as novidades, as perguntas em catadupa feitas aos militares, de manhã na tropa e à tarde na Marinha, com direito a passeio de lancha e tudo. Alguns deles nunca tinham entrado numa embarcação.

Tenho visto os alunos com necessidades especiais sorrir, rir, vibrar com todas as experiências, cuidadosamente preparadas para eles e tenho conversado em todas as sessões com professores admirados com alunos perfeitamente normais que em quatro anos não participam nas aulas e que durante todo aquele dia não param de fazer perguntas. Além disso, tenho visto as reações de surpresa dos docentes com o brilho nos olhos de miúdos que querem aventurar-se na lancha do Instituto de Socorros a Náufragos, depois de quatro anos impávidos e serenos na sala de aulas.
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Mas tem sido mesmo reconfortante ver crianças com autismo a interagirem com os militares, a quererem experimentar as trincheiras da I Grande Guerra e de lá saírem com sorrisos enormes que até os professores desconheciam. Os mesmos professores que acham que pelo menos uma semana na vida os pequenos, ali por volta dos 15 anos, deviam passar nas fileiras da “tropa” a aprender valores e disciplina, porque agora na escola é “antipedagógico”.

Alguém que entenda que a escola morreu, não numa guerra, mas no calendário. O tempo não parou e estes miúdos, hoje, precisam de estímulos, não de cadernos e livros ultrapassados, que só servem para enriquecer as editoras. Os tablets ensinam a mesma coisa por menos dinheiro e serão muito mais atrativos para captar a atenção destes pequenos. Alguém que levante o rabo da cadeira ministerial e veja como as crianças aprendem reanimação, a importância do hino nacional e o significado da bandeira portuguesa num só dia. Não é preciso irem ao quartel experimentar óculos de visão noturna e ao navio da Marinha afinar os binóculos na cara, para verem que a escola deixou de ser gira, os currículos alternativos e regimes articulados ganham cada vez mais adeptos e tornam os adolescentes mais felizes e, sobretudo, compreendidos.

Se ainda tiverem dúvidas, podem sempre ver os exemplos da Escola da Ponte e da Escola da Segunda Oportunidade, curiosamente ambas no norte do país, onde estes pequenos não tiveram a sorte de nascer. Pelo menos tiveram a sorte de passar um dia diferente, surpreendendo até os próprios professores que os educam há quatro anos. Tirem urgentemente estes miúdos de um sistema de ensino moribundo. Ou pelo menos mostrem que há outro lado.


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
06/11/18
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1727.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO
"OBSERVADOR"
Arlindo de Carvalho e Oliveira e Costa “brincaram com o dinheiro do cidadão cumpridor”

Arlindo de Carvalho foi condenado a seis anos de prisão por burla qualificada e fraude fiscal no âmbito de um processo ligado ao caso BPN. José Oliveira e Costa também foi considerado culpado.

O antigo ministro da Saúde Arlindo de Carvalho foi condenado por burla qualificada e fraude fiscal no âmbito de um processo ligado ao caso BPN, avança a RTP 3. O ex-presidente do banco, José Oliveira e Costa, e um sócio deste numa imobiliária, José Neto, também foram considerados culpados pelo Tribunal. O arguido Ricardo Oliveira foi absolvido.
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A leitura do acórdão estava marcada para as 10h desta segunda-feira no Campus de Justiça, em Lisboa, mas teve de ser adiada mais de uma hora devido à greve dos oficiais de justiça. Na súmula lida durante cerca de uma hora, a juíza Maria Joana Gracio classificou os arguidos como pessoas que cometeram crimes com um “grau de ilicitude elevadíssimo” e que “brincaram com o dinheiro do cidadão cumpridor e em quem confiou no banco e nos seus administradores”. O tribunal entendeu ainda que houve uma “utilização desgovernada e despudorada do dinheiro e que essa conduta não pode passar impune”.

Segundo a Agência Lusa, Arlindo de Carvalho foi condenado a seis anos de prisão. O tribunal entendeu que o ex-ministro da Saúde e ex-secretário de Estado da Segurança Social teve “condutas que revelam oportunismo, ganância e sem escrúpulos”, tendo beneficiado de quase dois milhões de euros ao assumir posição de “testa de ferro” em vários negócios. Já Oliveira e Costa foi condenado a 12 anos de prisão por ter cometido um dolo “enorme”. O antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que exerceu funções no Banco de Portugal, “cometeu os factos que se deram como provados” e atuou “despudoradamente à margem da lei”.

Em relação aos outros arguidos condenados – os ex-administradores do BPN Francisco Sanches, Luís Caprichoso, e António Coelho Marinho , José Neto, sócio de Arlindo de Carvalho numa imobiliária, e José Monte Verde, acionista e devedor do BPN –, o tribunal deu como provados os crimes de burla e fraude fiscal, condenando-os a penas efetivas de prisão.

É evidente “que os arguidos não ludibriaram Banco de Portugal”. Advogados de defesa vão recorrer

Questionado à saída do tribunal, João Nabais, advogado de Arlindo de Carvalho e José Neto, disse que era evidente “que os arguidos não ludibriaram Banco de Portugal nenhum” como foram acusados e disse que ia recorrer da decisão.

“Eles não tinham responsabilidades na gestão do BNP. Ou seja: eles foram, à semelhança do senhor Ricardo Oliveira, parceiros de negócios do Banco Português de Negócios. Nessa medida, admito que se possa criticar a formulação dos negócios que foram estabelecidos. Não tenho nada a dizer contra, mas estou disposto a aceitar isso. Agora, dizer-se que comparticiparam numa situação de ludibriar é absolutamente absurdo porque o cidadão normal não tem nenhum poder ou capacidade para ludibriar seja de que forma for o Banco de Portugal”, disse João Nabais, admitindo que a pena aplicada aos seus clientes foi “pesada”.

A advogada do ex-presidente do BPN disse ia recorrer da condenação e que ia”fazer justiça em recurso para o Tribunal da Relação”, explicando que o seu cliente esteve ausente da sessão porque “está muito doente e não tinha condições físicas para estar sujeito a estas pressões”.

Paulo Saragoça da Matta, advogado de Ricardo Oliveira, admitiu que foi feita “justiça com a absolvição no primeiro e no segundo processo” do caso BNP. “São dez anos de luta para provar a inocência”, afirmou. O empresário imobiliário, a quem foi determinada a maior caução de sempre em Portugal no valor de cinco milhões de euros e o arresto preventivo de todos os seus bens, foi absolvido esta segunda-feira dos crimes de burla qualificada e fraude fiscal qualificada. “É um bom exemplo para a utilidade dos megaprocessos”, acrescentou Saragoça da Matta.

Nas alegações finais, em outubro de 2017, o Ministério Público pediu a condenação a prisão efetiva para o antigo ministro da Saúde Arlindo Carvalho, bem como para Oliveira Costa e restantes arguidos, deixando ao critério do coletivo de juízes a medida da pena a aplicar. Na altura, o procurador João Paulo Rodrigues deu como provados todos os factos que constam do despacho de pronúncia e entendeu ainda não estar prescrito o crime de fraude fiscal qualificada que envolve Arlindo Carvalho, o sócio deste na imobiliária Amplimóveis, José Neto, e outros arguidos.

O ex-presidente do BPN já foi condenado em primeira instância a 14 anos de prisão no julgamento do processo principal do caso BPN, mas a decisão, alvo de recursos, ainda não transitou em julgado.

* Quando ministro, para quem tem memória, Arlindo de Carvalho brincou bastante com a saúde do cidadão. É claro, tem dinheiro recorrerá as vezes que puder.

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O Palácio de Cleóptra/1


Fonte: Documentários Discovery Channel

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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