04/07/2017

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HOJE NO 
"DESTAK"
Estudo sobre rendimento adequado
 revela limiar da pobreza subestimado

Um indivíduo em idade ativa a viver sozinho deveria ganhar, por mês, 783 euros para ter um nível de vida digno e um casal com um filho menor deveria auferir cerca de 1.800 euros, revela um estudo hoje apresentado. 
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As conclusões são do estudo "Rendimento Adequado em Portugal (raP) - Quanto é necessário para uma pessoa viver com dignidade em Portugal?", que resulta de uma parceria entre várias universidades, entre as quais a de Lisboa e a Católica, e a Rede Europeia Anti-Pobreza, e que demonstra que o limiar da pobreza em Portugal está subestimado.

Os valores de rendimento estimados neste estudo para que cada um dos agregados familiares viva com dignidade são superiores aos 422 euros mensais definidos em 2014 como limiar da pobreza ou aos 439 euros de 2017. 

* Em vez dos 2,6 milhões de pobres da estatística talvez sejamos 5 milhões  com a bitola do Rendimento Adequado em Portugal

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HOJE NO 
"i"

Fogos
Governo reforça campanha de sensibilização de 
populações em zonas florestais

Orçamento do plano Faunus foi aumentado para 500 mil euros depois do incêndio de Pedrógão. Ao longo de sete dias mais de 120 vigilantes da natureza vão andar em zonas vulneráveis a alertar para o risco de incêndio e proteção das habitações. Em Espanha, a resposta não tardou. Valência marcou sessões de esclarecimento em dez localidades.
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A SOMBRA INCENDIÁRIA
A partir de amanhã 120 vigilantes da natureza vão percorrer as principais áreas florestais do país e alertar as populações para a vigilância dos fogos e cuidados a ter num incêndio, incluindo indicações sobre como proteger habitações. A campanha nacional de sensibilização vai durar uma semana, de 5 a 11 de julho, e insere-se no Plano Faunus - um protocolo entre o Instituto de Conservação de Natureza e Florestas e Forças Armadas.


Depois da tragédia de Pedrógão Grande, estas atividades que têm contado anualmente com verbas na casa dos 100 mil euros foram reforçadas para 500 mil euros, revelou ao i o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

Os planos do governo foram tornados públicos depois de o i ter questionado a tutela sobre o que está a ser feito em termos de prevenção e sensibilização das populações em zonas rurais, isto depois de comunidade de Valência, Espanha, ter feito saber que o incêndio de Pedrógão Grande fez aumentar os pedidos de informação por parte da população, o que motivou um reforço do plano de sensibilização.

Nesta comunidade espanhola já havia ações de informação e prevenção em curso desde 15 de maio, com uma campanha no terreno e nas redes sociais com a hashtag #stopalfoc. Há também uma linha telefónica, através da qual a população consegue obter esclarecimentos e foi essa linha  de apoio que registou um aumento das solicitações depois do fogo em Portugal. Para tirar dúvidas e esclarecer os habitantes foram marcadas reuniões em dez localidades, com vista ao envolvimento das populações de núcleos rurais com maior potencial de risco de incêndio florestal.

Por cá, o Ministério da Agricultura garante que, além das ações previstas para as áreas protegidas e zonas florestais adjacentes, foram já distribuídos “milhares de brochuras e cartazes com toda a informação necessária sobre a época crítica de incêndios, comportamentos de risco a e recomendações”.

A tutela diz ainda que no âmbito da Prevenção Estrutural e Defesa da Floresta Contra Incêndios, o governo disponibilizou 1,5 milhões de euros do Fundo Florestal Permanente para “a implementação das medidas de sensibilização em boas práticas de gestão florestal, a implementar em todo o território nacional em dois anos”.  O primeiro concurso foi lançado no início de junho, no valor de 830 mil euros, “concurso que se encontra já em fase de avaliação de candidaturas”, diz a tutela.

O Ministério da Agricultura adianta ainda que já em maio e junho decorreram campanhas que alertaram a população para a necessidade de cumprir a legislação em vigor e de assegurar a limpeza de uma faixa de 50 metros em redor das habitações, tendo sido distribuídas brochuras e afixados cartazes com esta informação em locais públicos. Foram igualmente levadas a cabo ações de proximidade pelas forças da GNR e pelos Vigilantes da Natureza que, em zonas rurais, alertaram a população para a necessidade de proceder à limpeza dos terrenos.

Depois de decretado o período crítico de incêndios, que acabou por ser antecipado em oito dias depois do fogo de Pedrógão, o plano foi reforçado com nova emissão de panfletos e de vídeos protagonizados por figuras públicas, chamando a atenção para a proibição de comportamentos de risco face ao fogo. Além disso, informa ainda a tutela, tanto o Ministério da Administração Interna como o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural apoiam e associam-se ao Movimento ECO - Empresas Contra os Fogos.

Informação No site do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas é possível ter acesso a alguns cartazes informativos, embora não sejam o destaque principal da página. Também no site da Autoridade Nacional de Proteção Civil é possível obter informação sobre a fase Charlie e tudo o que é proibido nesta altura do ano, tal como a realização de queimadas e fogueiras, queimar matos cortados ou amontoados, lançar balões com mecha acesa ou outros foguetes ou por exemplo ter cuidado com as faíscas em trabalhos florestais. Mas para chegar às medidas de autoproteção é preciso navegar no site.

Nessa página específica sobre os incêndios leem-se algumas indicações adicionais sobre cuidados a ter antes, durante e depois de um fogo. Antes, para quem viva em zonas vulneráveis, uma das recomendações é manter árvores e arbustos sempre a pelo menos cinco metros das casas e elaborar planos de evacuação, bem como planear a utilização de estradas alternativas caso seja preciso fugir.

Durante um fogo perto de povoado, as recomendações incluem retirar os cortinados inflamáveis e fechar todas as persianas, ou coberturas, de janelas não combustíveis, para tentar evitar a propagação do incêndio para o interior da casa. É também recomendado fechar todas as janelas e portas para evitar fenómenos de sucção. Caso alguém se sinta preso por um incêndio, a Proteção Civil recomenda que se saia na direção contrária ao vento, que se procura uma zona com água e se cubra a cabeça e a parte superior do corpo com roupas molhadas.


* Não se pode sensibilizar sem fazer cumprir a lei, se um automobilista levar explosivos num carro e explodir é preso e não é indemnizado. Um cidadão rural planta árvores explosivas ao redor da casa, esta arde e o responsável não é preso e ainda leva alvíssaras. Rica  justiça.

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O ÓDIO MATA




DIGA NÃO AO RACISMO!!!!!


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HOJE  NO 
"A BOLA"
Antigo presidente do Estrela 
da Amadora condenado a seis anos
 e três meses de prisão
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HÁ QUEM NÃO HONRE O CLUBE
José Maria Salvado, antigo presidente do Estrela da Amadora (entre 1996 e 2002), foi condenado pelo Juízo Central Criminal de Lisboa a seis anos e três meses de prisão, por um crime de peculato e um de falsificação de documentos.

O acórdão, tornado público esta terça-feira no site da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, revela que José Maria Salvado, enquanto presidente do clube da Amadora, apropriou-se indevidamente de 1.794.308,68 euros e causando prejuízo de valor equivalente ao clube.

José Maria Salvado tinha sido absolvido em primeira instância do crime de apropriação indevida de quase 1,8 milhões de euros do clube, mas condenado por falsificação de documento no início de 2012.

* Devia ser sempre assim, quem é vígaro vai dentro, mas há muitos cá fora e alguns até vão rezar em capela privada.

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HOJE  NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Região tem nova colónia de 
ave marinha rara na Europa

A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) anunciou a existência de uma nova colónia nos Açores da ave marinha alma-negra, espécie rara na Europa.
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 "Durante o trabalho de campo realizado em junho pelos técnicos da SPEA no ilhéu de Baixo, junto à costa da ilha Graciosa, foi confirmada a nidificação de alma-negra ('Bulweria bulwerii') naquela que é a colónia mais setentrional desta espécie", refere uma nota de imprensa da associação ambientalista.
Segundo a SPEA, "foram identificados 13 ninhos de alma-negra" naquele ilhéu, "mas apenas quatro eram acessíveis, dado que esta pequena ave escava o ninho bem fundo em fendas e buracos".
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"As suspeitas passaram a certezas nesses quatro ninhos, uma vez que estavam ocupados com aves incubando o seu único ovo. A estimativa populacional desta colónia aponta para a existência de cerca de 20 casais reprodutores", adianta a mesma nota.

A equipa aguarda agora a eclosão dos ovos, em finais de julho, sendo que no fim de setembro e início de outubro "as crias irão começar um périplo pelo oceano até ao hemisfério sul, regressando à colónia por volta dos três anos", informa a SPEA, explicando que, "embora visitem anualmente as colónias desde essa idade, apenas se começarão a reproduzir quando atingirem os sete anos".

Até agora era conhecida nos Açores apenas uma colónia de alma-negra, assim designada por ser uma ave com bico e plumagem negras. A colónia conhecida situa-se no ilhéu da Vila, em Santa Maria, grupo oriental do arquipélago, onde nidificam 50 casais.

À Lusa, o coordenador da SPEA/Açores, Ricardo Ceia, salientou a importância da descoberta para a conservação da espécie, referindo que se acontecer alguma coisa à população de Santa Maria, a colónia na Graciosa, ilha do grupo central, "será a última esperança para a espécie nos Açores".

Ricardo Ceia referiu ainda que a descoberta "dá um novo fôlego à conservação desta espécie rara na Europa", que está protegida pelas diretivas Aves e Habitats, e que está classificada como "Em Perigo" no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.

Esta descoberta, que o coordenador classificou como "novidade positiva", foi feita no âmbito dos trabalhos de monitorização da mais pequena ave marinha dos Açores e endémica do arquipélago, o paínho-de-monteiro, monitorização feita em parceria com a Direção Regional dos Assuntos do Mar e o Fundo Regional para a Ciência e a Tecnologia.

* Natureza maravilhosa!

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PRIMEIRAS FOTOS



Por: Donna Ferrato 

FONTE: Perfect Life


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Major-general entre 16 presos 
por corrupção na Força Aérea

A corrupção na Força Aérea (FA) subiu ao mais alto nível, com doze militares presos, entre os quais um major-general e outros seis oficiais de alta patente. 
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 Todos sob suspeita de se terem deixado subornar, ao longo de vários anos, por empresários do setor da restauração que fornecem bens alimentares para cerca de 15 bases da FA de norte a sul.

 Ao todo foram feitas 16 detenções esta manhã - quatro dos quais civis, empresários - pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, em articulação com a 9ª secção do DIAP de Lisboa e com a PJ Militar. 

Em causa está a continuação da investigação que levou a outras seis detenções em novembro do ano passado, precisamente pelo mesmo esquema de sobrefaturação das compras de produtos alimentares para as bases aéreas - o que permitiu a esta rede de militares prejudicar o Estado, em proveito próprio, na ordem dos 10 milhões de euros. 

Nesta segunda operação foram detidos alguns dos mais altos responsáveis da FA - entre os quais o major general que entre outras altas responsabilidades teve a de comandar a Direção de Abastecimento e Transportes, em Alfragide, junto ao Estado Maior da FA. 

Em comunicado, a PJ confirmou entretanto que em causa nesta operação "participaram 130 elementos da Polícia Judiciária e 10 Magistrados do Ministério Público, foram realizadas 36 buscas nas áreas dos distritos de Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Évora e Faro, das quais 31 domiciliárias e 5 não domiciliárias, tendo sido apreendidos documentos e material relacionado com a atividade criminosa em investigação". 

A Judiciária detalha que os detidos são suspeitos dos crimes de "corrupção passiva e ativa para ato ilícito, abuso de poder e falsificação de documentos". 

* Só falta naufragar...

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