23/06/2017

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2-Segredos
Medievais


FONTE: Visão do Mundo - Documentários

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

'Spray' contra dor de picadas de agulha é o melhor analgésico mas o menos usado

Investigação liderada por Escola Superior de Enfermagem de Coimbra e por uma enfermeira especialista em saúde infantil e pediatria do Hospital Pediátrico de Coimbra.

O cloreto de etilo em 'spray' é o melhor analgésico para a "prevenção da dor da criança sujeita a punção venosa" e o mais barato, mas o menos utilizado em Portugal, concluiu um estudo esta sexta-feira divulgado. 

A investigação, liderada por um investigador da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) e por uma enfermeira especialista em saúde infantil e pediatria do Hospital Pediátrico de Coimbra (HPC), demonstra que "o cloreto de etilo em 'spray' poderá ser o método analgésico ideal para prevenir a dor associada à punção com uso de agulha em crianças". 
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Entre um conjunto de anestésicos analisados, o cloreto de etilo em 'spray', que é "muito pouco utilizado em Portugal neste cenário clínico", revelou ser "o único que não requer tempo de espera entre a aplicação e a punção" e que não exige penso oclusivo, tendo a vantagem de ser "consideravelmente mais barato", sublinham os responsáveis pela pesquisa, citados numa nota da ESEnfC enviada hoje à agência Lusa. 

Denominado 'Intervenção farmacológica na prevenção da dor da punção venosa na criança', o estudo, liderado Luís Manuel da Cunha Batalha, investigador da ESEnfC, e pela enfermeira Maria Matilde Marques Correia (HPC), comparou "cinco analgésicos de aplicação tópica para prevenir este tipo de dor" e substancias como lidocaína a 10% em 'spray', em gel e em creme. "Nenhum dos anestésicos tópicos apresentou superioridade na prevenção da dor" e "todos se revelaram eficazes, com uma intensidade de dor em mediana abaixo de dois pontos, o que é considerado um bom indicador de qualidade de cuidados na prevenção da dor", salientam os investigadores. 

As principais diferenças entre "os analgésicos tópicos estudados situam-se, pois, ao nível dos procedimentos requeridos aquando da respetiva aplicação e no tocante aos custos", sublinha, na mesma nota, a ESEnfC. "O uso do cloreto de etilo num departamento de ambulatório pediátrico revela vantagens na relação custo-benefício", seja de "forma direta (custos financeiros)", seja "indiretamente, no menor tempo de ausência dos pais no local de trabalho e das crianças na escola" e também ao nível dos "custos com os materiais necessários para a aplicação do penso oclusivo e com o trabalho do enfermeiro", sustentam Luís Batalha e Maria Matilde Correia. 

De destacar ainda os "potenciais benefícios na redução da ansiedade da criança, pela ausência de tempo de espera entre a aplicação do anestésico tópico e a punção". "Sem prejuízo para o estudo de outras formas de analgesia farmacológica e não farmacológica para prevenção da dor provocada pela punção venosa nas crianças, o uso do cloreto de etilo deve ser repensado e mesmo recomendado, principalmente num departamento ambulatório pediátrico", salientam os investigadores. 

A falta de evidência científica e o medo de efeitos secundários (como, por exemplo, o de queimadura ou vasoconstritor) têm sido alguns dos motivos apontados para a pouca utilização do cloreto de etilo para alívio da dor associada à punção venosa, mas este mostra que não fazem sentido, conclui a ESEnfC. 

A investigação foi desenvolvida entre 2014 e 2016 e envolveu 350 crianças, com idades compreendidas entre os seis e os 17 anos, com necessidade de punção venosa, acompanhadas pelos pais.

* E a descoberta da pólvora aqui tão perto....

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CARLA ISIDORO

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Supermercados futuristas: 
Fila para pagar 
vai ser coisa do passado

Ir às compras e não ter filas de atendimento ou para pagar. É o cenário perfeito, certo? A Amazon pensou nisso e criou uma solução

Nascerá em breve o supermercado dos meus sonhos.

Não sou a típica consumidora que gosta de fazer compras em supermercados ou hipermercados, que deambula pelos corredores com calma puxando o cesto ou empurrando o carrinho de compras como se não houvesse amanhã. Sou obrigada a ir ao hipermercado todas as semanas fazer uma compra específica, mas esta ida semanal é sempre um transtorno. Tira-me muito mais tempo do que aquele que desejo gastar efetivamente. Seja porque há cinco pessoas à minha frente no balcão para pedir ou porque estão cinco à minha frente nas caixas para pagar, ou porque o híper está cheio de pessoas com carrinhos que ocupam demasiado os corredores e isto atrapalha muito a navegação de quem tem pressa. Pensando em consumidores com perfil e comportamento idênticos ao meu, a Amazon decidiu criar o Amazon Go, o supermercado do futuro.

Está isento de filas, registos e caixas. É mesmo assim e vai ser realidade em breve. Tal como acontece no Metro, onde que temos de passar o cartão no torniquete para entrar na zona da gare, no Amazon Go passamos o smartphone (com a app instalada) na entrada, pegamos nos produtos que queremos, a tecnologia faz o registo automático sem nos apercebermos, saímos da loja tranquilamente e o débito é feito no cartão de crédito associado ao nosso registo.

É um método cómodo e simples para o utilizador, e assim ir às compras é algo descomplicado como beber um copo de água. Ao invés de sentirmos que nos roubam tempo, sentimos consideração relacionada à necessidade de entrar numa loja para comprar. Não há filas de espera para pedir, não há filas de espera para pagar. Na realidade, nem haverá torniquetes na entrada.

Acredito que este sistema venha transformar a maneira de pensar dos supers e hipers comuns que, apesar da preocupação com este assunto e dos esforços já feitos, ainda não encontraram soluções verdadeiramente convenientes para consumidores grab and go ou para aqueles que gostam de ir às compras mas ficam desesperados com o tempo que gastam nas lojas. Fazer compras pode ser um prazer e apesar da conveniência que o e-commerce trouxe ao consumidor entrar fisicamente numa loja para ver, tocar, provar, vestir, continua a ser uma experiência pessoal que pode ser bastante positiva. Já há marcas a investir em novas soluções para que as montras das lojas sejam interativas e proporcionem experiências apelando ao consumidor para entrar.

A atualização deve ser rápida para acompanharem as necessidades do consumidor contemporâneo que não pode nem quer ver-se forçado a esperar demasiado para obter ou pagar um produto. O tempo analógico deve ir ao encontro do tempo digital para que o fosso da insatisfação diminua.

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Comecei a trabalhar em 1995 na revista do jornal A Bola enquanto tirava a licenciatura. Tive um ótimo editor que me pôs a entrevistar figuras de destaque da cultura portuguesa e a escrever sobre assuntos diversos, e esta experiência foi de extrema importância porque me deu confiança para escrever sobre (quase) qualquer coisa. Colaborei para diferentes media sobre viagens, música, cultura contemporânea, culturas africanas, comportamento, tendências de consumo, etc. Hoje sou gestora de comunicação independente para negócios, marcas e projetos artísticos. Defendo a importância de uma boa história na comunicação de qualquer marca e de conteúdos alinhados com os valores da cultura onde ela se insere. 

O antropólogo Igor Kopytoff diz que os objetos têm histórias de vida apesar de serem coisas. E eu concordo com ele. Se as histórias alimentaram o nosso imaginário em criança, na vida adulta elas continuam a inspirar-nos, a tocar-nos e a dinamizar o mercado. Quem não gosta delas? Sou licenciada em Ciências da Comunicação e pós graduada em Antropologia na vertente Cultura Material e Consumo.

IN "VISÃO"
14/06/17

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1270.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Portugal contratou serviços a cartel espanhol para combate de incêndios

O jornal El Español avança uma investigação sobre um cartel de combate a fogos que o governo português contratou e que cobrava preços três vezes superiores ao custo do serviço.

Seis das principais empresas de combate aéreo aos fogos de Espanha estarão concertadas na manipulação de preços que cobram em contratos públicos com Portugal desde, pelo menos, 2006, avança o El Español. De acordo com a documentação a que o jornal teve acesso, a estratégia passa por apresentar ofertas falsas e, com isso, garantir que ganham todas as licitações nos concursos.

As autoridades espanholas estão a investigar este caso desde 2015, numa ação a que deram o nome de ‘Operação Concentração’ e que envolve as empresas Avialsa, Espejo, Martínez Ridao, Cegisa e Faasa. Através deste estratagema – que permitia cobrar preços, no mínimo, três vezes superiores ao real custo do serviço de combate – terão ganho de forma ilícita mais de 100 milhões de euros em operações, tanto em Portugal como em Espanha.

O esquema, detalha o El Español, era simples. Começavam por decidir antecipadamente o vencedor de cada concurso, ao mesmo tempo que definiam as propostas falsas que iriam apresentar para garantir que pelo menos uma delas ganharia. Também ficava logo decidido o valor a repartir entre as empresas. Um dos casos investigados reporta ao ano de 2010 e a um contrato com Portugal, no valor de 1,6 mil milhões de euros, envolvendo hidroaviões.
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Num dos emails trocados então entre algumas dessas empresas, revela a documentação a que o jornal espanhol teve acesso, os responsáveis das companhias assumiam que o preço do contrato seria de 1.992.000 euros e com 714 horas de voo – algo que, ao preço de 500 euros por hora daria um total de 375 mil euros. Descontando isso, o valor a dividir entre as seis companhias seria de 1.634.939 euros – neste caso, a rentabilidade do aluguer dos aviões cisterna quase quadruplicava o custo real do serviço.

O esquema envolvia depois vários passos até ao final do prazo das candidaturas, sempre com as falsas concorrentes em concertação, e tinha Portugal como um dos alvos preferenciais dada a proximidade do país vizinho e a incidência de fogos no território. Entre as comunicações trocadas entre responsáveis das companhias, e que também surge na investigação espanhola, lêem-se comentários como “o prato forte deste ano está em Portugal e vamos atacar com todo o arsenal disponível” ou que a estratégia era “ganhar o concurso deste ano, desse por onde desse”.

Os anos de maior atividade deste cartel em território português foram 2006 e 2007, mas as autoridades espanholas terão alargado a investigação das adjudicações até 2015, ano em que a ‘operação’ avança e se fazem as primeiras detenções. Neste momento há 26 pessoas investigadas em Espanha.

* BANDIDAGEM! Chulam o sofrimento das pessoas.

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IV-HUMANIDADE

A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

5.2- A ILHA DE PÁSCOA
6- AS CRUZADAS



 * Neste vídeo da série, subdividido em 3 episódios, vão cruzar-se várias civilizações, em cada episódio encontra em subtítulo os items correspondentes.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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ATROZES
DESIGUALDADES


UNICEF 
300 mil crianças refugiadas e migrantes 
viajaram desacompanhadas em dois anos



Especialista pede medidas legais para
 proteger pessoas com albinismo



Apoiar meninas de 10 anos é crucial para 
futuro com igualdade de gênero, diz UNFPA


 FONTE:ONU BRASIL


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