21/04/2017

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Pescadores com vencimentos
 entre 100 e 200 euros mensais

A Cooperativa Porto de Abrigo e o Sindicato Livre dos Pescadores entregam na segunda-feira, no parlamento, uma petição na qual alertam para os baixos salários dos pescadores da ilha de São Miguel, nos Açores.
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"A esmagadora maioria dos (as) profissionais da ilha de São Miguel auferiram rendimentos médios mensais entre os 100 e os 200 euros", lê-se no documento a entregar aos deputados regionais.
Segundo o documento a que a agência Lusa teve acesso, a quebra de rendimentos da pesca, nos últimos anos, fez "regredir as capturas ao nível mais baixo desde 1974", traduzindo-se em rendimentos líquidos para os pescadores que "ferem a dignidade dos (e das) profissionais e famílias".

As direções da cooperativa e da estrutura sindical acentuam que a quebra de capturas e de rendimentos se regista em "todos os grupos de espécies demersais, atuns e pequenos pelágicos" como o chicharro e cavala.

Os autores da petição alertam para o "estado de falência de grande número de pequenos armadores-pescadores", que se traduz na taxa de atividade das embarcações "mais baixa de sempre".

Os responsáveis pela Porto de Abrigo e pelo sindicato afirmam que "cresce, sem qualquer controlo, a pesca informal", tendo a frota polivalente local e costeira com pesca dirigida aos demersais sofrido uma redução de 25%, ou seja, 152 embarcações entre 2010 e 2016, depois de uma "subida excessiva, e não prevista", entre 2005 e 2010.

A Cooperativa Porto de Abrigo e o Sindicato Livre dos Pescadores vão fornecer segunda-feira aos parlamentares dados relativos à evolução da pesca desde a adesão à União Europeia (1986), o que permitirá verificar como foi realizada a reconversão da modernização, através do "inevitável abate de grande número de embarcações do segmento da pesca local".

A exposição aponta que se "cometeram erros a partir do ano de 2005, quando eram já conhecidos os limites dos stocks", particularmente das espécies costeiras locais, tendo, simultaneamente, sido "reduzidas drasticamente as zonas de pesca".

Na sequência do documento, os responsáveis pretendem "apresentar propostas concretas" a serem adotadas pelo Governo dos Açores e através de iniciativas legislativas por parte da Assembleia Regional dos Açores e Assembleia da República.

O secretário do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores revelou, entretanto, em março, que está em curso um diagnóstico das pescas, para a adoção de medidas que visem combater os problemas com que o setor se confronta.

Gui Menezes disse que, uma vez concluído o relatório interno de avaliação que os serviços da secretaria regional estão a elaborar, iria ser iniciado um "processo de reflexão sobre medidas para obviar alguns dos problemas" e encontradas soluções em conjunto com os parceiros do setor.

* Se forem verdade os valores indicados mais vale arrumar automóveis.

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HOJE NO 
"RECORD"

Jéssica Augusto: 
«Adorava bater o meu recorde»

Jessica Augusto regressa à maratona no próximo domingo, em Hamburgo, onde espera obter um resultado de bom nível, sendo um dos principais destaques da organização. Já na tarde de ontem, Jessica esteve na conferência de imprensa da prova, com a organização a passar a mensagem de que a atleta do Sporting poderá tentar bater o recorde nacional (2:23.29) que pertence a Rosa Mota, desde 1985 (na Maratona de Chicago).
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A portuguesa, de 35 anos, "tem um palmarés notável, com muita experiência, também em maratona. Depois da sua estreia em Londres, há seis anos, com 2:24.33 (melhorando depois o recorde pessoal na mesma prova em 2014, para 2:24.25), foi 6ª nos Jogos Olímpicos de 2012 e bronze nos Europeus de Zurique, em 2014", destacou o diretor da prova, Frank Thaleiser.

Para atleta, "o objetivo principal é fazer uma boa maratona". "Adoraria bater o meu recorde pessoal, é para isso que me treino e trabalho, para melhorar sempre. Vamos ver como corre", sublinhou a fundista do Sporting que, segundo nos disse o seu treinador, tem uma ‘ajuda’ de peso: "A falta de pressão para conseguir mínimos", reconheceu a Record Nogueira Costa. "Como todos sabem, ela começou muito bem a época, triunfando nos Nacionais de estrada e corta-mato; fez umas boas provas, dentro do esperado, em meias-maratonas, mesmo em Lisboa, e não teve mais nenhum percalço na sua preparação", adiantou o técnico. "Vai correr o melhor que puder, sem essa pressão do resultado. O que conseguir, e foi para isso que trabalhámos, será sempre bem-vindo, seja um recorde pessoal ou melhor."

Jessica terá a oposição da estreante na distância Viola Kibiwot, do Quénia (33 anos), que foi 4ª nos 5.000 m dos Jogos Olímpicos de 2012, e ainda a presença da campeã olímpica de maratona também em 2012, a etíope Tiki Gelana.

Entre os homens estará presente o campeão olímpico de 2012, Stephen Kiprotich, do Uganda, bem como o português José Moreira, este sim com o objetivo de conseguir os mínimos para os Mundiais de Londres, no verão.

* Que regresse vencedora!

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FILIPINAS
RECONTRUIR E RECOMEÇAR
UM DESAFIO DEPOIS DE HAIYAN




FONTE: EURONEWS


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Televisão promete revelação bombástica
.sobre caso Maddie

Um canal de televisão australiano promete revelações bombásticas sobre o caso Maddie, que podem mudar o rumo da investigação e finalmente chegar a uma conclusão sobre o que aconteceu há dez anos na Praia da Luz, no Algarve.

Sem adiantar que novas informações estão em sua posse, o "Channel 7" divulgou um "teaser" de um documentário que será exibido domingo à noite.
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Sabe-se que o programa contou com a participação de um criminologista norte-americano que questiona a versão do casal McCann sobre o caso, de um cientista forense e de Gonçalo Amaral, o primeiro inspetor da Polícia Judiciária que iniciou a investigação ao caso.

A divulgação deste pequeno excerto está a gerar grande burburinho em Inglaterra, já que promete "novas pistas" e uma "mudança de rumo sensacional" no caso, cujo 10.º aniversário se assinala a 3 de maio deste ano.

* Aguardemos, oxalá surjam novos dados.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"

Polícias pedem apoio e reconhecimento
.ao Governo Regional da Madeira

Os polícias que trabalham na Região Autónoma da Madeira pediram hoje mais apoio das entidades oficiais, numa espécie de reconhecimento pelo clima de segurança que se vive, durante uma concentração que evocou o episódio “Secos e Molhados”.
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Cerca de 60 agentes afetos a três sindicatos concentraram-se hoje, junto ao edifício do comando regional da Madeira, para evocar o episódio que ficou conhecido como “Secos e Molhados” quando, a 21 de abril de 1989, uma manifestação de agentes acabou reprimida quando outros agentes lançaram jatos de água e usaram bastões para dispersar o protesto.

O delegado sindical, João Branco, do Sindicato de Polícia ‘Pela Ordem e Liberdade’ evocou a data como “o 25 de Abril do sindicalismo das forças de segurança” e pediu mais apoio das entidades oficias regionais.

“Nós vimos, há pouco tempo, o tal ‘renaming’ do nome aeroporto para procurar a vinda de mais turistas mas eu aposto, sem me querer meter em políticas, que, se a segurança não estivesse assegurada na região, podia mudar-se o nome dos aeroportos que os turistas não vinham para a região”, afirmou.

João Branco acrescentou que, se “não fosse o clima de segurança que se vive na região, com certeza que as pessoas não vinham para a ilha”, exemplificando com alguns dos principais cartazes turísticos regionais, como as festas do final do ano ou da Festa da Flor.

“Muitas dessas festas, que graças a Deus têm corrido sempre bem, também se devem à polícia e nós não vemos nem um agradecimento”, reclamou.

Reconheceu não estar à espera de nenhum reconhecimento em especial por parte do executivo madeirense, mas admitiu que precisariam, de “vez em quando, de um apoio das entidades oficiais”.

A evocação que fizeram foi organizada juntamente com outros dois sindicatos, o Sindicato Independente Livre da Polícia e o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia.

João Branco deixou ainda lamentos relativamente a problemas concretos que os agentes sentem na Madeira.

“A nível de saúde, aqui na Madeira, temos bastantes lacunas comparado com o continente”, exemplificando que os descontos feitos para esta área só lhes dão acesso “a um, dois médicos”, enquanto no continente há acordo para todas as especialidades.

“Nós aqui continuamos um pouco desamparados, apesar de ter melhorado um bocadinho com esta mudança de comando, temos agora uma comandante que já nos ouve periodicamente e o que pedimos é não sermos tratados como números”, disse.

* As forças de segurança de proximidade são mais valia que não se consegue calcular, consideramos que os agentes deveriam ser bem pagos e apoiados logisticamente, só assim ficarão mais defendidos em relação a tentativas corruptoras.

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 CONCEITOS
2.Como as nossas expectativas
influenciam as pessoas



FONTE: Minutos Psíquicos

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Finlândia diz que o Brexit será tão "doloroso" que ninguém vai querer imitar

O ministro finlandês das Finanças acredita que a saída do Reino Unido da UE será muito agonizante, em termos económicos, desincentivando outros de seguirem o mesmo caminho.

Depois de já ter sido apontada como provável seguidora do Reino Unido no processo de saída da União Europeia, a Finlândia mostra que não será esse o seu caminho.
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Numa entrevista à Bloomberg, o ministro finlandês das Finanças garantiu que, em vez de mostrar aos outros membros que é possível abandonar o bloco regional, o Brexit vai revelar o quão agonizante é o processo, em termos económicos, e desincentivar os seus parceiros de seguirem o mesmo rumo.

"Este divórcio, depois de 40 anos de casamento, será tão doloroso que ninguém vai querer passar pelo mesmo", afirmou Petteri Orpo. "Acredito que será um precedente que ninguém vai querer seguir". 

Para o ministro das Finanças, a determinação do Reino Unido em avançar com o Brexit está, pelo contrário, a criar mais união entre os restantes 27 membros do bloco, tornando-o mais determinado do que antes. Nesse sentido, considerou o governante, "se esse espírito permanecer, levará a Europa para a frente".

"Não deve haver qualquer abrandamento no desenvolvimento da UE por causa do Brexit", acrescentou Orpo. "Pelo contrário, devemos esforçar-nos ainda mais".

A Finlândia, o único país nórdico que aderiu ao euro, juntou-se à União Europeia em 1995. Após o anúncio do referendo no Reino Unido, pelo então primeiro-ministro britânico David Cameron, chegou a ser apontado – juntamente com outros países como a Holanda – como possível candidato a seguir os britânicos. A convocação de um referendo sobre a permanência no euro chegou mesmo a ser discutida no parlamento. 

No caso do Brexit, as negociações políticas em torno do Artigo 50 só vão começar depois das inesperadas eleições que a primeira-ministra britânica anunciou esta semana para o próximo dia 8 de Junho, segundo avançou, na quarta-feira, o presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker. 

* O Brexit vai doer muito.

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