20/04/2017

.
HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
NOS multada em 210 mil euros por
.assediar clientes e dar informações falsas

A Autoridade Nacional de Comunicações multou a NOS em 210 mil euros por esta ter prestado "informações falsas" e por os funcionários do "call center" terem assediado uma cliente idosa e doente com diversas ofertas.
 .
FÁTIMA BARROS - PRESIDENTE
De acordo com informação da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) sobre contraordenações, foi aplicada à NOS uma "coima única de 210 mil euros" por "se ter provado que a arguida prestou, por escrito, a seis clientes e, oralmente, a um cliente, informações falsas, designadamente sobre a exigência de penalizações por incumprimentos de período de fidelização em situações em que tais incumprimentos não se verificavam, sobre a cobrança de mensalidade do serviço prestado que deveria ser gratuita e sobre a falta de assinatura de formulário de denúncia que não era verdadeira".

Também ficou provado que "funcionários do call center da arguida, agindo em seu nome e por sua conta, assediaram com diversas ofertas comerciais uma cliente idosa e doente", bem como funcionários de lojas e do centro de atendimento, "agindo em seu nome e por sua conta, desrespeitaram procedimentos definidos pela Anacom para a cessação dos contratos por iniciativa dos assinantes", refere o regulador.

Foi ainda aplicada uma coima de 158650 euros à NOS e uma pena de admoestação por não ter cumprido o regulamento da portabilidade.

Por sua vez, a Meo, da PT Portugal, viu ser aplicada pela Anacom uma coima de 120 mil euros por não ter publicado informação adequada e completa sobre o tarifário aplicável às chamadas para o 1896 na Internet.

* Estas multas são peanuts para os milhões que as operadoras sacam.

.
.

Vasos feitos com ervilhas Leguminosas 
e a produção de plástico biológico




FONTE: EURONEWS

.
.
HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"

Miguel Relvas ‘reaparece’ 
e aponta Montenegro como 
“um dos rostos do futuro do PSD”

O ex-dirigente do PSD Miguel Relvas apontou hoje Luís Montenegro como “um dos rostos do futuro do PSD”, e aconselhou o partido a “virar a página” e ultrapassar o facto de “ter ganho as eleições e estar na oposição”.
 .
Questionado se vê o atual líder parlamentar do PSD Luís Montenegro como um possível futuro presidente do partido, Miguel Relvas respondeu: “Essa é uma questão que lhe deve perguntar, ninguém é líder indicado por outros, é líder quem o quer ser”.

Miguel Relvas, antigo número dois do atual líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, foi uma das presenças no almoço do International Club of Portugal em que Luís Montenegro foi orador convidado, tendo-se sentado na mesa de honra tal como o vice-presidente do partido Marco António Costa.

“O dr. Luís Montenegro é incontestavelmente um dos rostos do futuro do PSD”, afirmou, em declarações aos jornalistas no final do almoço.

Sobre o significado da sua presença nesta iniciativa - depois de se ter afastado de todos os cargos no partido no Congresso de 2016 -, Miguel Relvas sublinhou que continua “interessado no futuro do país” e gosta de ouvir “aqueles que são capazes de pensar para além do momento”.

“O PSD vai ter de ultrapassar a circunstância em que hoje se encontra, de ter ganho as eleições e estar na oposição, tem de voltar a ser um partido desafiador para a realidade portuguesa”, afirmou Miguel Relvas, escusando-se a fazer apreciações sobre a questão da liderança do partido e dizendo ter fechado o seu ciclo na vida política.

Para o também empresário, “Portugal deixou de ser um país atrativo no último ano”, que se afastou de concorrentes como Espanha e Irlanda, e o PSD terá de ser capaz de apresentar “um projeto alternativo” aos portugueses.

“O PSD tem de demonstrar aos portugueses que ganhou as eleições por mérito próprio, depois de quatro anos muito difíceis, e tem de ser capaz de virar a página e apresentar um projeto alternativo e de consolidação da economia portuguesa”, afirmou.

* Um homem licenciado fala muito melhor do que aqueles que acabaram os cursos universitários.

.
.
HOJE NO  
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Menos chuva leva a queda de 15% da produção da EDP em Portugal e Espanha

No início de 2016, a produção hídrica representava mais de metade da produção eléctrica. Um ano depois, fica atrás do carvão e nem chega a corresponder a um terço da electricidade total produzida.

A (falta de) chuva prejudicou os primeiros três meses do ano para a EDP. Esta é a principal justificação para a queda de 15% da produção de electricidade por parte da EDP em Portugal e em Espanha.
 .
No mercado ibérico, "a produção total diminuiu 15% no primeiro trimestre de 2017 face ao primeiro trimestre de 2016, reflexo da diminuição dos recursos hídricos". Segundo os dados previsionais enviados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a produção total foi de 9.079 gigawatts/hora quando, um ano antes, se situava acima de 10.632 gigawatts/hora.

Observando a origem, a produção hídrica da empresa comandada por António Mexia (na foto) cedeu 56%. Se entre Janeiro e Março de 2016, esta era a área mais relevante para a eléctrica, representando mais de metade da produção, um ano depois fica atrás do carvão e nem chega a corresponder a um terço da electricidade total produzida.

Para justificar este ponto, a companhia - que vai aumentar o dividendo pago aos accionistas pela primeira vez desde 2012 - explica que os volumes hídricos ficaram, em Portugal, 36% abaixo da média nos primeiros três meses de 2017. No período homólogo, tais volumes estavam 45% acima da média.

A evolução negativa da produção hídrica ocorre apesar de a capacidade instalada ter subido. Contudo, o factor de utilização da capacidade foi de 20%, abaixo dos 47% verificados um ano antes.

Ainda na produção eléctrica, a maior subida foi registada no ramo de central de ciclo combinado a gás natural (CCGT), com uma mais que triplicação dos valores alcançados um ano antes. O carvão também melhorou (30%), tal como o nuclear, ainda que este último muito ligeiramente (0,1%). O ramo de mini-hídricas, cogeração e resíduos, menos representativo, perdeu 50% da produção.

Como a produção eólica aumentou 2%, conforme anunciou a EDP Renováveis, a produção total incluindo todos os mercados resvalou 9% em termos homólogos.

Com a queda da chuva a ofuscar as novas centrais que funcionam com a força dos ventos, as energias verdes perderam peso nos primeiros três meses: "a produção hídrica e eólica representou 63% da produção total no primeiro trimestre face a 76% no primeiro trimestre de 2016".

Comercialização recua mas clientes aumentam
No que diz respeito à comercialização de energia no mercado ibérico, os volumes recuaram 5% na electricidade e 19% no gás, ainda que o número de clientes finais tenha aumentado nos dois campos. A diminuição é explicada, pela eléctrica liderada por Mexia (cujo ordenado poderá ascender a 2,6 milhões este ano), pela "queda de 15% dos volumes em Espanha, especialmente no sector industrial".

Já observando a electricidade distribuída na Península Ibérica, o aumento foi de 0,2%, abaixo do avanço de 14,2% na distribuição de gás.

Estes dados constam dos números previsionais divulgados pela EDP, que antecipam os resultados que serão apresentados a 3 de Maio.

Em bolsa, a eléctrica recuou 1,23% para 3,047 euros, um dia depois da assembleia-geral de accionistas, onde António Mexia defendeu a bondade da sua oferta pública de aquisição pelo capital que não controla na EDP Renováveis. 

* Portugal precisa de muita chuva até fins de Maio.

.
.

Para cozer os miolos/7


12 RELÓGIOS INSANES


 FONTE: Freeze Lists

.
.
HOJE  NO 
"DESTAK"

Conselho de Redação da RTP 
espera que haja consenso nos
 partidos sobre agressões a jornalistas

O Conselho de Redação da RTP espera que haja consenso entre os partidos sobre as agressões a jornalistas no exercício das suas funções, que o órgão defende que passem a ser consideradas crime público. 
 .
"Fomos recebidos por todos os grupos parlamentares e estamos muito satisfeitos com a abertura demonstrada por todos os partidos", disse à agência Lusa Tiago Contreiras, membro do Conselho de Redação (CR) da RTP.

"Esperamos que seja possível encontrar consenso" entre os partidos para se colocar "um ponto final" às agressões a jornalistas no exercício das suas funções, disse.

* Agressão a profissionais da comunicação social deverá ser considerado crime público.


.
.
HOJE  NO
"i"
PSD/Lisboa. 
Fernando Seara também sai

Passos Coelho fica mais isolado no apoio a Teresa Leal Coelho, candidata que escolheu para disputar a capital com saída de Fernando Seara e Mauro Xavier.



O presidente do PSD/Lisboa, Mauro Xavier, apresentou a demissão. O social-democrata bateu com a porta na sequência das divergências com o partido no processo de escolha do candidato à câmara de Lisboa, como o i avançou hoje. Com esta demissão, o presidente da mesa da assembleia, Fernando Seara também sai.
.



Fernando Seara encabeçou a lista do PSD, em 2013, e perdeu a câmara para o socialista António Costa. Em entrevista ao semanário Sol criticou a forma como o processo foi gerido em Lisboa.

Uma opinião partilhada por Mauro Xavier que, numa carta aberta aos militantes, não esconde as divergências com Teresa Leal Coelho e lamenta que “a candidata recusou expressamente e publicamente dialogar ou reunir com a estrutura do PSD em Lisboa”.

O líder do PSD/Lisboa escreve nessa carta que o PSD tem “a responsabilidade histórica de vencer estas eleições” e não quer que “os militantes de Lisboa, ou a sua concelhia, sejam uma espécie de obstáculo, ruído de fundo ou pretexto”.

Recorde-se que, a candidatura de Teresa Leal Coelho foi aprovada, em março, pela Distrital de Lisboa do PSD com 23 votos a favor, dois brancos e um contra.

Com estas duas saídas Passos Coelho fica mais isolado no apoio a Teresa Leal Coelho, candidata que escolheu para disputar a capital.

* Passos Coelho de vitória em vitória até à derrocada.


.