01/03/2017

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Primitive Reason
Cantam Aloe Black

I Need A Dollar



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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Ruy de Carvalho condecorado com
 a Grã-Cruz da Ordem de Mérito

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou hoje Ruy de Carvalho, que comemora 90 anos, com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito, enaltecendo a bondade do ator e sua capacidade de tornar Portugal melhor.
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No dia em que comemora 90 anos, o ator Ruy de Carvalho foi recebido por Marcelo Rebelo de Sousa na Sala dos Embaixadores, no Palácio de Belém, onde foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

"O que o torna irrepetível é a bondade, a preocupação de encontrar no fundo da angústia mais profunda uma luz de esperança. Ao fim e ao cabo, de tornar o nosso Portugal melhor", disse Marcelo Rebelo de Sousa.

Por isso, referiu o chefe de Estado, Ruy de Carvalho recebe mais um "sinal do apreço de todos os portugueses traduzido na Grã-Cruz da Ordem do Mérito.

"90 anos são 90 anos. E 75 anos de palco são 75 anos. Mas estes, os do nosso querido amigo Ruy de Carvalho, são especiais porque foram vividos a dar felicidade a todos nós", elogiou Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República enalteceu o desempenho de Ruy de Carvalho no "teatro, cinema, televisão e na vida", sempre "com a mesma presença".

"Forte de caráter, personalidade, respeito do outro, ternura, capacidade para olhar para o lado bom das pessoas e das coisas. Não que ignorasse o lado triste, mesmo dramático de tanta pobreza, física e espiritual, de tanta solidão, de tanta maldade, de tanto desespero. Disso também soube e a isso deu expressão ao longo de décadas", vincou.

Depois do discurso, Marcelo Rebelo de Sousa impôs as insígnias a Ruy de Carvalho, que estava visivelmente emocionado.

Depois da curta cerimónia - na qual estava presente o neto mais velho do ator – seguiu-se um momento a sós entre Ruy de Carvalho e o Presidente da República, longe das câmaras e dos jornalistas.

À saída, na Sala das Bicas, o ator que hoje é também aniversariante confessou: "eu acho que chorei. Não é feio um homem chorar, pois não?".

"Ele disse coisas que me tocaram profundamente. Eu conheço-o há muitos anos, conheci-o ainda era um rapazinho novo, em Moçambique. Foi lá que travei pela primeira vez contacto com uma pessoa tão aberta como ele é", revelou.

Esta foi a quinta condecoração que Ruy de Carvalho recebeu no Palácio de Belém, que na sua opinião, juntamente com os restantes prémios e homenagens, provam que tem "sido útil ao país".

À noite, Ruy de Carvalho é homenageado no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, num espetáculo em que participam vários artistas, entre os quais Rui Veloso, Dulce Pontes, Luís Represas e Toy, além dos atores João e Henrique de Carvalho, respetivamente filho e neto do ator.

* Ruy  de Carvalho é um dos maiores símbolos da cultura portuguesa dos séculos XX e XXI.

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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Cristo Rei 
compromete aeroporto no Montijo

O Cristo Rei, em Almada, e a Igreja de Nossa Senhora da Atalaia, no Montijo, estão identificadas pelo atual sistema de pistas (Aeronautical Information Portugal) como obstáculos nas zonas de aproximação e descolagem. 
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Estes dois edifícios poderão representar uma complicação acrescida ao projeto de construção de um aeroporto civil na Base Aérea 6 do Montijo, que já levanta preocupações quanto ao ruído, à poluição e à mortalidade de aves do estuário do Tejo. 

No entanto, o relatório da ANA diz que os monumentos não limitam "significativamente" a operacionalidade de um aeroporto no Montijo. Já sobre a ponte Vasco da Gama, o estudo diz que poderá ter de ser sujeita a ajustes, para que se faça o rebaixamento dos postes de iluminação.

* Aconselhamos prudência, atente-se ao facto do Cristo Rei poder coçar  o cucuruto com uma das mãos e dá uma cotovelada num avião.

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Japonês surpreende ao fazer 
música com televisões antigas



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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"

Banco de Portugal já saberia dos riscos nove meses antes da queda do BES

Documentos, a que a SIC teve acesso, mostram que o Banco de Portugal já sabia dos riscos do GES/BES nove meses antes da resolução. Regulador insiste que não tinha "factos" para reavaliar idoneidade.

Técnicos do Banco de Portugal (BdP) assinaram uma nota informativa interna em novembro de 2013 onde punham em causa a continuidade de quatro administradores do Banco Espírito Santo (BES) e sugeriam mesmo o afastamento imediato de Ricardo Salgado, revela a SIC na primeira de três reportagens da série “Assalto ao Castelo”, que serão transmitidas até sexta-feira. Ou seja, nove meses antes da resolução do maior banco privado português já a instituição conheceria, de forma detalhada, os riscos associados ao GES/BES.
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Os quatro administradores do BES em causa eram Ricardo Salgado, Amílcar Morais Pires, José Maria Ricciardi e Paulo José Lameiras Martins. Os técnicos, além de revelarem dúvidas em relação à idoneidade dos mesmos, reconheciam que o Banco de Portugal tinha deixado passar muito tempo sem questionar a idoneidade dos visados. Acrescentavam, porém, que ainda se iria a tempo de o fazer, relata a SIC.

A tal nota foi enviada ao vice-governador do Banco de Portugal com o pelouro da supervisão, Pedro Duarte Neves, a 8 de novembro de 2013, conta a SIC, apoiando-se nisso para dizer que o governador Carlos Costa omitiu informação aos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao BES. Ouvido na CPI, Carlos Costa garantiu que o Banco de Portugal não tinha poderes legais para afastar os gestores do BES mais cedo do que fez, por não dispor de “factos demonstrados” que permitissem abrir um processo formal de reavaliação de idoneidade dos membros do conselho de administração do BES.

Questionado pela SIC, o BdP volta a dizer que não podia ter feito nada antes e afirma que apostou na dissuasão moral, que terminou com a renúncia de alguns administradores na primavera do ano seguinte.

Balanço aos resultados de 20 sucursais e filiais apontava para “riscos elevados”

Nesta primeira reportagem, a SIC dá ainda conta de um segundo documento, um “relatório detalhado” sobre os resultados da avaliação feita pelo supervisor a 20 sucursais e filais do BES em Portugal e no estrangeiro, entre março de 2011 e abril de 2012, e onde se teriam já detetado falhas generalizadas no que toca à auditoria interna e à compliance.

Esse relatório apontava ainda para “práticas de gestão pouco transparentes ou mesmo opacas”, sendo que 38% dessas más práticas tinham sido já identificadas em 2012 e vinham de anos anteriores. Mais de metade apresentavam risco elevado e no BES, alguma dessa “opacidade” tinha sido verificada desde 2004, revela a reportagem da estação de Carnaxide.

E eram já apontados dois casos particularmente graves: a filial angola (BESA) e a francesa (de la Vénétie). No primeiro caso, em 2011 a avaliação já tinha sido “francamente negativa”, apontando um controlo interno deficiente e um risco operacional grave. No caso da filial francesa, foram sublinhadas 28 novas deficiências, oito de risco elevado, o que levou, inclusivamente, a autoridade bancária francesa a fazer uma avaliação bastante negativa desse banco, também em 2011.

BdP insiste que “não dispunha de factos demonstrados” para reavaliar idoneidade

Em reação à reportagem da SIC, o regulador reafirma, em comunicado publicado no site da instituição, o que o governador Carlos Costa disse outrora em sede de comissão de inquérito: “De facto, no final de 2013, o Banco de Portugal não dispunha de factos demonstrados que – dentro do quadro jurídico então aplicável e atenta a jurisprudência dos tribunais administrativos superiores – permitissem abrir um processo formal de reavaliação de idoneidade dos administradores em causa.”

E explica que a referida nota informativa — “desenvolvida a pedido do Conselho de Administração do Banco de Portugal” –, com data de novembro de 2013, “refere expressamente que a informação existente à data tinha que ser devidamente verificada e confirmada para efeitos de eventuais ações ao nível da idoneidade“. “Foram, assim, desenvolvidas pelos serviços competentes do Banco de Portugal várias diligências na sequência daquela e de outras informações, ainda em 2013 e também ao longo de 2014.”

Essas diligências passaram, por exemplo, pela troca de comunicações escritas e reuniões com os administradores em questão, “bem como junto de outras entidades”, detalha o supervisor.

O banco central adianta ainda que “perante a avaliação dos factos que foram chegando ao seu conhecimento, o Banco de Portugal não aprovou pedidos de registo para o exercício de funções em outras entidades do Grupo BES, o que veio a culminar – após solicitação de sucessivas explicações e esclarecimentos aos administradores em causa, através de várias diligências escritas e presenciais – com a retirada desses pedidos pelos próprios em março e abril de 2014″.

Foram ainda desenvolvidas “múltiplas diligências junto dos acionistas de referência do BES, com destaque para o Crédit Agricole, exigindo um plano de sucessão para o órgão de administração do BES”. “Este processo conduziu à apresentação pelo Dr. Ricardo Salgado, em meados de abril de 2014, da calendarização da sua sucessão e de um plano que pressupunha a saída dos membros da família do órgão executivo do BES.”

* Estamos fartos da justificações esfarrapadas do governador do BdP que tal como muita outra gente genuflectiu aos pés de Ricardo Salgado.
É imperdível a reportagem na SIC NOTÍCIAS repartida em 3 episódios, quarta, quinta e sexta, às 21 horas, uma grande peça de jornalismo de investigação.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Brexit
Câmara dos Lordes derrota Theresa May

Governo britânico perdeu votação relativamente à lei para ativar a saída do Reino Unido da União Europeia

O governo britânico perdeu esta quarta-feira uma votação na Câmara dos Lordes sobre a lei para ativar a saída do Reino Unido da União Europeia.
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Um total de 358 membros da câmara alta do parlamento britânico votou a favor de uma proposta de emenda à lei para que o governo apresente propostas para proteger os direitos dos cidadãos da UE residentes no Reino Unido no espaço de três meses após a ativação do artigo 50.º do Tratado de Lisboa.

Contra a emenda, proposta pela trabalhista Dianne Hayter mas apoiada pelos Liberais Democratas, votaram 256 "lordes", o que resulta numa diferença de 102 votos.

Este resultado significa que, após o fim da discussão na Câmara dos Lordes, a proposta de lei vai voltar à Câmara dos Comuns, que terá de discutir e aprovar, ou não, esta emenda, e devolver a proposta de lei de novo à câmara alta.

A Lei da União Europeia (Notificação de Saída) foi aprovada com maioria na Câmara dos Comuns mas, para receber o carimbo real que a torna lei, a forma do conteúdo tem de ser votada pelas duas câmaras.

O processo legislativo faz com que propostas de alteração circulem como uma bola de "ping-pong", termo pelo qual é conhecido a alternância, até ser encontrado um consenso.

O governo mostrou-se "desapontado" com a derrota, vincando que a lei tem o objetivo simples de pôr em prática a vontade da maioria dos eleitores, que votou no referendo de 23 de junho a favor da saída da UE e iniciar as negociações com Bruxelas.

Um porta-voz reagiu à derrota, reiterando que o executivo "quer garantir os direitos dos cidadãos europeus que já estão a viver no Reino unido, e o os direitos dos nacionais britânicos que vivem nos outros estados-membros o mais cedo possível".

Apesar deste percalço, o Downing Street mantém o o final do mês como prazo para ativar o artigo 50 do Tratado de Lisboa.

* Brexit ou Fuckexit?

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E FALAM PORTUGUÊS/6



FONTE: Manoloyy

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