03/02/2017

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Biagio Antonacci

Vivimi



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Já existe um Tinder do ódio

Nasceu há menos de um mês mas já está a dar que falar.

A app norte-americana Hater (os que odeiam, em português) permite que desconhecidos com os mesmos ódios e antipatias se conheçam e, quem sabe, encontrar a cara-metade para que possam reclamar em companhia.
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A aplicação é semelhante ao Tinder, mas em vez de unir os utilizadores de acordo com o que gostam, depende da afinidade de ódios.

A Hater nasceu depois de vários estudos terem garantido que a ligação entre desconhecidos é maior quando estes têm sentimentos negativos em comum do que gostos positivos iguais. Para conhecer pessoas na Hater tem de instalar a app e, tal como no Tinder, fazer o registo através do Facebook.

Depois, é só deslizar pelos perfis dos outros utilizadores. Para a esquerda se não gostar, para a direita caso tenha interesse na pessoa que aparece na tela do ecrã do seu telemóvel. Quando dois utilizadores gostarem um do outro, ou seja, fizerem "match" a app manda uma mensagem para ambos com o texto: "[nome da pessoa]não te odeia!".

A grande diferença entre a Hater e o Tinder é que nesta app são feitas estatísticas em tempo real sobre os ódios dos utilizadores. Uma espécie de experiência sociológica para saber a opinião sobre um dos mais de dois mil temas disponíveis para odiar. Entre os temas mais repudiados estão o futebol americano, hambúrgueres da McDonald’s, aborto, Trump e o muro mexicano, feminismo, manspreading (hábito de muitos homens sentarem-se nos transportes públicos com as pernas abertas) e aborto.

Apesar da quantidade de temas a odiar ser já significativa a maioria deles só "enfurece" o público norte-americano e por essa razão, aliada ao facto da app estar disponível apenas em inglês, a Hater não tem feito sucesso fora dos EUA.

* Consta que "Trumpa" já se registou.

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HOJE  NO
"OBSERVADOR"

Fitch. 
Governo português parece firme 
mas é incapaz de fazer reformas

Agência manteve o "rating" da dívida em "alto risco". António Costa tem gerido apoios à esquerda mas o Governo é incapaz de fazer "reformas ambiciosas". E corte no investimento público pode sair caro

A agência Fitch manteve nesta sexta-feira o rating da dívida portuguesa num nível de alto risco (vulgo, lixo), mantendo também a perspetiva – esta ficou em “estável“, o que indica que tão cedo o rating não deverá subir. 
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A Fitch avisa que a descida do défice foi conseguida à custa de um corte histórico no investimento público e critica o Governo de António Costa porque, apesar de este ter sabido gerir as divergências entre os partidos da esquerda, o resultado é um Governo incapaz de fazer “reformas estruturais ambiciosas” na economia.

A informação foi avançada em comunicado que acaba de ser divulgada ao mercado, mas que tinha sido antecipada pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.

Uma das mensagens principais no relatório da Fitch é que a agência acredita que o défice orçamental voltará a subir em 2017, para “perto de 3%” do PIB, com a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (1,1% do PIB) a contribuir para este resultado. A agência afirma que “Portugal continua vulnerável a riscos externos”, incluindo o risco de um crescimento abaixo do esperado na zona euro, as “ameaças protecionistas no mundo” e, ainda, as eleições que vão decorrer em França, Holanda, Alemanha e, possivelmente, Itália.

Este último fator, diz a Fitch, “pode levar a instabilidade política e nos mercados, o que por sua vez poderá fazer aumentar os custos de financiamento de Portugal e afetar a confiança e o investimento”.
A Fitch elogia a descida do défice público em 2016, mas salienta que a dívida total continua a subir muito graças às recapitalizações do setor bancário. “Os riscos macroeconómicos internos moderaram-se” mas, contudo, a Fitch salienta que o objetivo do défice foi conseguido graças a efeitos que não são os ideais:
Apesar do crescimento relativamente fraco da receita fiscal, o Governo conseguiu cumprir o objetivo do défice graças a uma estratégia de contenção de despesa muito rigorosa. Houve uma despesa pública total de cerca de 46% do Produto Interno Bruto (PIB), o valor mais baixo desde 2008. Contudo, isto foi atingido, em parte, restringindo o investimento público, o que acentua as dificuldades em impulsionar o crescimento de médio prazo”.
Além disso, a Fitch critica que não tenha havido uma solução para o crédito malparado na banca e para a venda do Novo Banco. Para resolver os problemas da banca, “será necessário um esforço concertado por parte do Governo liderado por António Costa para obter o apoio dos partidos que apoiam o executivo”.
Até ao momento, o Sr. Costa tem um bom historial a gerir as diferenças entre os partidos, o que assegura estabilidade política. Contudo, o problema é que há pouca capacidade para aplicar reformas estruturais ambiciosas em outras áreas da política económica”.
A agência de rating acredita que, depois de um crescimento na ordem dos 1,3% (abaixo da previsão inicial do Governo, que era de 1,8%), a economia deve acelerar em 2017 para uma taxa de crescimento de 1,5%. Isto graças a maior uso de fundos europeus e a “menos alterações de política interna, algo que pode aumentar o investimento”.

O rating da Fitch chegou a estar com perspetiva “positiva” mas voltou para “estável” em março de 2016, meses depois de o Executivo de António Costa tomar posse. Muitas vezes, colocar um rating sob perspetiva “positiva” é uma ante-câmara de uma subida do rating, propriamente dito.

Como a notação da Fitch está no nível mais elevado de lixo, a um pequeno (grande) passo de subir para território de qualidade, se essa subida se tivesse concretizado, isso seria algo muito positivo para o mercado de dívida português já que abriria a porta a vários investidores mais conservadores.

Investidores que, porque Portugal só tem rating positivo na pequena DBRS (que, a bem dizer, apenas o BCE valida), não podem investir somas elevadas nas obrigações do Tesouro.

Mas não foi assim, poucos meses depois da mudança de governo. Portugal continuou com o rating em lixo na Fitch, Moody’s e S&P e, por isso, continua a ser marginalizado pelos principais índices de obrigações, o que contribui para juros mais elevados e menos procura pela dívida nacional.

* Situação grave para a qual o sr. ministro das Finanças tem de rever estratégia, os juros são monstruosos. Por outro lado  é escandaloso países como o nosso serem prejudicados por indicações de agências cuja competência é discutível. Estamos a lembrarmos o caso "Lemon Brothers" que foi sempre "abençoado" pelas empresas de rating.

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8-VERGONHA ALHEIA
 E ESTO CONTANO



* "Vergonha Alheia" é um conjunto de vídeos produzido pelo site brasileiro "AlfaCon Concursos Públicos"
De uma maneira bem humorada são relatadas várias frases "assassinas" da língua portuguesa. Como em todos os países que adoptaram esta língua como nacional, os atentados à gramática são incontáveis, deixamos-vos com esta peça muito bem apresentada que também serve para reflectir sobre o estado da educação nos nossos países.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Radiação recorde na central de 
Fukushima pode matar numa hora

Foram registados os níveis de radiação mais altos de sempre desde o desastre nuclear de 2011

Os níveis de radiação de um dos reatores da central nuclear de Fukushima atingiram valores recorde desde o tsunami que provocou o desastre nuclear de 2011 no Japão. Segundo a empresa Tokyo Electric Power (Tepco), que opera a central, foi registada uma quantidade de radiação suficiente para matar uma pessoa em uma hora.
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Medições no reator número dois mostram a presença de 530 sieverts por hora, a medida usada para avaliar o impacto da radiação nos humanos. Segundo o The Guardian, uma dose de sievert provoca mal-estar e náuseas, 5 sieverts podem matar em um mês e 10 sievert em poucas semanas.

"Há uma margem de erro, o nível pode ser 30% inferior, mas continua elevado", disse o porta-voz da Tepco, Tatsuhiro Yamagishi, segundo a AFP.

A última medição, de 2012, registava apenas 73 sieverts e os especialistas estão a tentar perceber o que terá provocado o aumento.

"O nível extremamente elevado de radiação medido no local, se for exato, pode indicar que o combustível não está longe e que não está coberto por água", afirmou numa entrevista NHK Hiroshi Miyano, professor da Universidade Hosei, que preside a uma comissão de estudos para o desmantelamento da central nuclear.

A empresa detetou ainda um buraco de um metro de largura numa parte de metal do mesmo reator. "Pode ter sido provocado pela queda de combustível, que teria derretido e produzido o buraco no depósito, mas isto é apenas uma hipótese", disse o porta-voz.

O processo de desmantelamento da central nuclear de Fukushima deverá demorar cerca de quatro décadas, segundo o The Guardian, mas o elevado nível de radiação dificulta e adia os esforços nesse sentido. O robô controlado remotamente que a Tepco planeia usar para trabalhos no reator número 2 aguenta a exposição a 1000 sieverts, o que quer dizer que iria sobreviver menos de duas horas.

* Almaraz é ao virar da esquina, chateiem os espanholitos.

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 HOJE  NO 
"RECORD"

Estes foram os ilustres que estiveram 
ao lado de Bruno de Carvalho

Bruno de Carvalho apresentou, esta sexta-feira, a sua candidatura às eleições no Sporting. 

Miguel Frasquilho , Dias Ferreira, Hélder Amaral e José Maria Ricciardi (D)

No Auditório Artur Agostinho, foram várias as figuras ligadas ao universo leonino que quiseram marcar presença. Não aparecem nas imagens mas também estiveram presentes nomes como Hilário, Litos, Caneira ou Aurélio Pereira.

* Estes ilustres dispensam qualquer bom comentário.

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FANS DO CAMANDRO



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