07/05/2016

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HOJE NO
"RECORD"
Marcha ataca pódio 
no Mundial de Seleções

A Seleção Nacional feminina de marcha terá hoje o pódio como objetivo no Campeonato do Mundo de Seleções, a realizar em Roma. Desde 2004, Portugal foi sucessivamente 4º, 2º, 1º, 4º e 3º nesta competição e a equipa composta por Ana Cabecinha, Inês Henriques, Vera Santos, Susana Feitor e Daniela Cardoso tem boas hipóteses de subir ao pódio pela quarta vez em seis edições. As três últimas terão outro objetivo em mente: a melhor entre elas será a terceira portuguesa apurada para os Jogos Olímpicos, onde já estão Ana Cabecinha e Inês Henriques.
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Menos hipóteses terão os atletas masculinos – os irmãos Vieira e Miguel Carvalho nos 20 km e Pedro Isidro nos 50 km. Esta última prova será histórica, pois pela primeira vez foram admitidas mulheres. Mas apenas uma se inscreveu – a norte-americana Erin Talcott, cujo melhor de 4h33m22s é superior ao de três dos seus colegas de equipa, por sinal muito fraca!

Estrelas no Algarve
O 2º meeting do circuito nacional – Meeting Vítor Tavares, organizado pela Casa do Benfica de Faro, hoje às 17h30, contará com primeiros planos nacionais, além de numerosos estrangeiros, em estágio no Algarve. Várias leoas vão preparar a Taça dos Campeões Europeus, no final do mês, na Turquia, nomeadamente Dorcas Bazolo (100 m), Cátia Azevedo (400 m), Salomé Afonso (800 m), Vera Barbosa, Andreia Crespo e Patrícia Lopes (400 m barreiras), Shaina Mags (comprimento) e Jessica Inchude (peso). O Benfica apresentará André Marques (400 m), Diogo Mestre (400 m barreiras), Edi Maia e Diogo Ferreira (vara), Tsanko Arnaudov (peso) e Marcos Caldeira (comprimento), este tendo como principal adversário o progressivo Miguel Marques (J. Vidigalense).

* Desejamos a vitória!

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HENRI 
CARTIER-BRESSON

CAFÉS
















Henri Cartier-Bresson (Chanteloup-en-Brie, 22 de agosto de 1908 — Montjustin, 3 de agosto de 2004) foi um fotógrafo do século XX, considerado por muitos como o pai do fotojornalismo.
Cartier-Bresson era filho de pais de uma classe média (família de industriais têxteis), relativamente abastada. Quando criança, ganhou uma câmera fotográfica Box Brownie, com a qual produziu inúmeros instantâneos. Sua obsessão pelas imagens levou-o a testar uma câmera de filme 35mm. Além disto, Bresson também pintava e foi para Paris estudar artes em um estúdio.
Em 1931, aos 22 anos, Cartier-Bresson viajou à África, onde passou um ano como caçador. Porém, uma doença tropical obrigou-o a retornar à França. Foi neste período, durante uma viagem a Marselha, que ele descobriu verdadeiramente a fotografia, inspirado por uma fotografia do húngaro Martin Munkacsi, publicada na revista Photographies (1931), mostrando três rapazes negros a correr em direção ao mar, no Congo.

Quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial, Bresson serviu o exército francês. Durante a invasão alemã, Bresson foi capturado e levado para um campo de prisioneiros de guerra. Tentou por duas vezes escapar e somente na terceira obteve sucesso. Juntou-se à Resistência Francesa em sua guerrilha pela liberdade.

Quando a paz se restabeleceu, Cartier-Bresson, em 1947, fundou a agência fotográfica Magnum junto com Bill Vandivert, Robert Capa, George Rodger e David Seymour "Chim". Começou também o período de desenvolvimento sofisticado de seu trabalho.
Revistas como a Life, Vogue e Harper's Bazaar contrataram-no para viajar pelo mundo e registrar imagens únicas. Da Europa aos Estados Unidos, da Índia à China, Bresson dava o seu ponto de vista especialíssimo.
Tornou-se também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre. Fotografou os últimos dias de Gandhi e os eunucos imperiais chineses, logo após a Revolução Cultural.
Na década de 1950, vários livros com seus trabalhos foram lançados, sendo o mais importante deles "Images à la Sauvette", publicado em inglês sob o título "The Decisive Moment" (1952). Em 1960, uma megaexposição com quatrocentos trabalhos rodou os Estados Unidos em uma homenagem ao nome forte da fotografia.


TEXTO: WIKIPÉDIA
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Senso d'hoje

  EUGENIO AMBROSI
RESPONSÁVEL  EUROPEU
DA "OIM"
"Os refugiados podem reforçar 
o nosso sistema social"


*Como integrar os refugiados nas sociedades europeias, sabendo que muitos deles necessitam, para além de aprender a língua e encontrar um emprego, de ajuda especializada para enfrentar os traumas provocados pelas situações que viveram?
A jornalista Sophie Claudet entrevistou Eugenio Ambrosi, responsável europeu pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).


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ESCOLHAS DE SÁBADO

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COMPRE JORNAIS








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Raccoon Asseadinho


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BOM DIA



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31-CINEMA
FORA "D'ORAS"

VIII-TRÁFICO HUMANO




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