28/02/2016

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 Montando Um Cubo Mágico 
em 56 Segundos



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ESTA SEMANA NO
"SOL"
Procurador recebeu luvas 
em conta secreta

Transferências de 300 mil euros para arquivar inquérito ao vice-Presidente de Angola foram para uma conta que era desconhecida do Banco de Portugal. Ex-procurador é suspeito de ter mandado apagar o nome de Manuel Vicente no DCIAP e retirar documentos.
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SEM MEDO
Orlando Figueira, o ex-procurador indiciado por corrupção passiva, branqueamento e falsidade informática, recebeu  um total de 300 mil euros numa conta secreta do Banco Privado Atlântico (BPA), da qual o Banco de Portugal não tinha conhecimento. Uma das tranches – que tiveram origem numa sociedade da esfera da Sonangol – chegou no dia exato em que arquivou uma investigação contra Manuel Vicente, então presidente da petrolífera, que é suspeito de corrupção ativa.

O antigo magistrado está preso preventivamente desde quinta-feira, no Estabelecimento Prisional de Évora, por existir perigo de fuga e de perturbação do inquérito.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) acredita que o antigo procurador daquele departamento não só arquivou o processo a pedido do governante angolano – e do advogado que o representa em Portugal, Paulo Amaral Blanco – como mandou apagar dos autos a referência ao nome de Manuel Vicente. Em troca, além das transferências, Figueira passou a receber, a partir de 2012 (quando pediu uma licença sem vencimento do Ministério Público), uma avença mensal do BCP, de 3.000 euros.

O Ministério Público acredita que Orlando Figueira arquitetou o arquivamento do inquérito e que, propositadamente, desentranhou documentos do processo – sem terem ficado  lá cópias – e mandou apagar o nome de Manuel Vicente do processo.

* Queremos destacar o seguinte, no tempo ainda curto da nova PGR, Joana Marques Vidal, os processos andam e não olham a nomes, nas vigências anteriores muitos eram arquivados.

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VAMPIROSA


















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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Airbus quer patentear nova forma 
de sentar passageiros em aviões

Para maximizar os seus lucros, e seguindo a recente tendência de fabricantes de aviões e companhias aéreas de repensar a forma como os passageiros viajam a bordo, a Airbus apresentou este mês nos EUA uma nova proposta de "assentos de passageiros reconfiguráveis", que quer patentear e começar a desenvolver na linha de montagem dos seus aviões.


De acordo com a candidatura apresentada por Sven Taubert e Florian Schmidt — divulgada pelo Gabinete de Patentes dos EUA a 11 de fevereiro — a Airbus quer criar um sistema de bancos que pode sentar entre dois passageiros e uma família inteira, um sistema que a multinacional diz que poderá vir a ser aplicado noutros modos de transporte. 


Os bancos passariam a ser compostos por um sistema de cintos ajustáveis e braços removíveis que permitem criar dois assentos para passageiros mais pesados ou até quatro assentos que encaixem dois adultos e duas crianças pequenas.

O "Business Insider" diz que o sistema apresentado pela Airbus pode vir a "revolucionar" a forma como as companhias aéreas vendem passagens de avião, trocando o atual "sistema à la carte", no qual cada passageiro paga um preço fixo por assento, por um novo sistema em que se paga pelo espaço que se ocupa e pelo combustível necessário para transportar cada passageiro.

Desta forma, aponta o site, uma criança pequena deixaria de pagar um bilhete inteiro já que ocuparia menos espaço nos novos assentos, e um passageiro muito obeso pagaria mais caro mas apenas por um bilhete, em vez de ser forçado a reservar dois assentos e a pagar por ambos.

Em sentido oposto, a "Time" fala num "pesadelo" e "em mais uma experiência horrível de viajar de avião". "A flexibilidade destes assentos soa a boa ideia; não há nada de inconveniente ou mau à partida em usar formatos apropriados para certos passageiros", nota a revista. "Mas há um grande senão: continua a ser um assento que não reclina individualmente. Os assentos tradicionais, pelo menos, têm uma divisória que permite evitar mais usurpação de espaço."

* Não esquecer que esta extraordinária revolução é para a classe dos pobres, eufemisticamente "turística".

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Lasanha



De: Saborintenso

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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"
Loqr
Startup portuguesa tem solução 
contra as fraudes informáticas

Primeira participante nacional e finalista em aceleradora South by Southwest, nos EUA, desenvolveu tecnologia única no Mundo para proteger transações. 

A informatização de cada vez mais processos bancários traz benefícios aos consumidores e às instituições, mas só até ao momento em que algum pormenor de segurança possa falhar e haja lugar a fraude – e o fenómeno de roubo de identidade tem escalado exponencialmente. Ricardo Costa, 37 anos, engenheiro informático da Universidade do Minho, desenvolveu uma solução que combina vários níveis de segurança e que está prestes a vender para todo o Mundo, a Loqr. Nos EUA, as fraudes no sistema financeiro custaram 16 biliões de dólares (cerca de 14,5 mil milhões de euros) a 13 milhões de vítimas, explica o fundador da startup Loqr. A participação da empresa portuguesa no South by Southwest (SXSW), em Austin, nos EUA, tendo sido selecionada entre 48 finalistas para participar numa sessão de pitch no próximo dia 12 de março que escolherá novamente 18 que passam à fase seguinte, no dia 13, é uma forma de “conhecer o funcionamento da segurança bancária nos EUA, validar o produto e encontrar parceiros para fazer demonstração e, também, para vender o produto nesse mercado “. 
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Tudo começou há cerca de ano meio, quando Ricardo Costa, após ter trabalhado em empresas de segurança informática e certificação, achou que faltava um produto no mercado. “O que havia era demasiado complicado ou aborrecido para o utilizador ou não cumpria com todos os requisitos de segurança que poderíamos ter”, recorda. Chegou à Startup Braga “apenas com uma ideia que nem nome tinha”, mas foi selecionado para três meses de aceleração. E a solução desenvolveu-se, rodeado de cada vez mais colaboradores capazes de fazê-lo – hoje são sete, a partir de segunda-feira já serão oito. 

O que é o Loqr, afinal? Simplificando, é um sistema de segurança que encarrega o seu smartphone de identificar o utilizador e, depois, mediante confirmação de todos os parâmetros exigidos (também à medida do que for definido pelos clientes, que serão os bancos ou instituições financeiras, inicialmente), passará a autenticar todos os procedimentos necessários. Essa certificação inclui desde biometria (leitura de impressões digitais, podendo incluir leitura da temperatura corporal, da pressão do dedo e, até, da própria circulação sanguínea) a reconhecimento facil (e é capaz de distinguir gémeos idênticos, assegura Ricardo Costa), passando por um “algoritmo do próprio telemóvel que é capaz de identificar o utilizador pelo comportamento”. Tudo encriptado, de forma à informação não ser acessível a ninguém – nem ao utilizador, nem à Loqr -, será uma solução “inédita, capaz de garantir a segurança das transações de forma muito mais segura do que os atuais códigos enviados por sms ao utilizador, tokens ou outros sistemas”. 

 O sistema está a ser validado, em Portugal, no Instituto Politécnico do Porto, junto de 20 mil utilizadores. “Estamos a negociar com dois bancos, em Portugal, para montar a validação do conceito, o que demora algum tempo”, anuncia Ricardo Costa. A Loqr está, também, “prestes a integrar o primeiro revenue-share partner, um parceiro português que está presente em 30 países e que irá integrar o produto no seu portefólio de produtos”, além de estar a “negociar com uma consultora financeira de Londres que trabalha com o mundo todo”, num mercado que valerá 120 biliões de dólares (109 mil milhões de euros) em 2019. 

* É um orgulho haver portugueses com tanta inteligência e coragem, mau grado a maioria dos políticos...

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11.COMUNICAÇÃO


SOCIAL 















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