18/06/2015

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

TAP desce para 70º lugar no ranking
. mundial das companhias aéreas

A TAP desceu seis posições no ranking das melhores companhias aéreas do mundo, ocupando a 70ª posição do "The World's Top 100 Airlines" de 2015.
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O GESTOR DO SEPTUAGÉSSIMO
No geral, as companhias aéreas da Ásia e Pacífico aparecem com as melhores classificações dos "World Airline Awards" e só atrás vêm as europeias.

Tal como no ano passado, a TAP surge classificada pelos utilizadores das companhias aéreas sondados para este ranking atrás da Avianca (lugar 49) e da Azul (lugar 62), empresas cujos donos (German Efromovich e David Neeleman) estiveram recentemente na corrida pela transportadora portuguesa.

A melhor companhia aérea do mundo é a Qatar Airlines, de acordo com este ranking. A segunda é a Singapore Airlines e a terceira a Cathai Pacific, que foi destronada do primeiro lugar que ocupava em 2014. No ‘top ten' apenas uma companhia não é desta região do globo, a Turkish Airlines", na quarta posição.

A TAP é uma das últimas companhias europeias do "The World's Top 100 Airlines", mas ainda assim fica à frente da Alitalia. Também algumas norte-americanas, como a American Eagle e a American Airlines, surgem atrás da companhia portuguesa.

A primeira companhia europeia é a alemã Lufthansa, em 12º, seguida da Austrian, da Swiss Int'l Air Lines e da Air France.

Este ranking é elaborado pela Skytrax, a partir de uma sondagem global, junto dos passageiros.

* Anda a gerir bem  a TAP, o sr. Fernando Pinto.

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 INOCÊNCIA





























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DOUTRO SÉCULO

INFÂNCIA FOTOGRAFADA














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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Apenas um Kamov da frota 
do Estado está operacional

Proteção Civil alerta para falta meios aéreos no dispositivo de combate a incêndios.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) informou esta quinta-feira que apenas um dos cinco helicópteros Kamov da frota do Estado está operacional e não garante a entrada de outras duas aeronaves no dispositivo de combate a incêndios deste ano. 
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NÃO VOA
"Neste momento está apenas em condições de plena operacionalidade um dos cinco Kamov da frota do Estado", refere a ANPC, adiantando que duas aeronaves vão ser reparadas num "curto espaço de tempo" e as outras duas requerem intervenções mais profundas, "não sendo possível garantir a sua entrada no atual dispositivo".

Para compensar a falta destes meios, a Proteção Civil sublinha que foram adotadas medidas alternativas que "passam pela antecipação da entrada de meios aéreos no dispositivo, nomeadamente helicópteros ligeiros e aviões bombardeios médios". 

* Mais um governante em quem se pensa ter esperança e desilude em absoluto, morreu o benefício da dúvida.

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DUELO DANÇANTE


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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Maioria vai aprovar lei da cobertura eleitoral contra toda a oposição

A maioria PSD/CDS-PP vai aprovar sexta-feira, em votação final global, o seu projeto de lei sobre cobertura mediática de eleições, apesar dos votos contra de toda a oposição, após discussão, esta quinta-feira na comissão especializada. 
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O acordo para a alteração legislativa estava pendente nas últimas semanas. PSD e CDS acabaram por concordar num texto conjunto e o PS colocou-se de fora.

Os socialistas opuseram-se a dois dos 16 artigos em debate – o sétimo e o nono, relativos aos debates entre candidaturas e à atuação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) -, abstendo-se ou votando favoravelmente nos restantes, mas será o suficiente para não ratificar a iniciativa em plenário, tal como o PCP, que irá avocar as suas duas propostas de substituição hoje “chumbadas”, e o BE, segundo os deputados presentes.

O socialista Jorge Lacão reiterou as críticas ao diploma, acusando o CDS-PP de ser o culpado de o PSD abandonar a “plataforma de entendimento que esteve quase, quase a ser alcançada” devido à questão dos debates, dizendo que o referido artigo “está eivado de veneno e contamina todo o projeto”, pois é “uma norma protecionista em detrimento de novas candidaturas”. Lacão acusou mesmo algumas ideias de serem uma “patetice”.

“Para o CDS, a questão dos debates é importante? É. Fazemos finca-pé? Fazemos”, assumiu o democrata-cristão Telmo Correia, procedendo depois à defesa dos “partidos à esquerda do PS”, os quais, no seu entender, também ficariam excluídos, caso não houvesse a salvaguarda da presença em debates das forças que já tenham representação nos órgãos aos quais se candidatam. “Não é justo dizer que o CDS está a lutar pelo seu lugar num debate”, acrescentou. A discussão entre as três bancadas prendeu-se não só pela obrigação de os debates terem de incluir os grupos com representação parlamentar – o que para o PS deixa de fora restantes candidaturas e não abarca por exemplo as eleições presidenciais -, mas também pelo período em que as normas vão vigorar. PSD e CDS insistem que abranja todo o período eleitoral, ou seja, desde a marcação das eleições até ao ato eleitoral e não só o período de campanha eleitoral.

O PS votou ainda contra, desta feita com PCP e BE a aprovarem, o ponto n.º1 do artigo 9.º, que impõe que eventuais queixas face ao tratamento de candidaturas pela comunicação social sejam dirigidas à Comissão Nacional de Eleições (CNE), antes de reenviadas à ERC, como ditam os pontos seguintes do clausulado.

A troca de argumentos terminaria com o social-democrata Carlos Abreu Amorim a justificar possíveis defeitos de pormenor, sobretudo em termos de normas processuais previstas, entre outras eventualidades, com o facto de haver a hipótese, dentro de um ano, segundo o estipulado, de nova revisão da lei, pois o “objetivo” era “resolver um problema, que se colocou nas duas últimas eleições”, ou seja, o previsível boicote por parte da comunicação social.

Durante a discussão na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, a nova versão do projeto de lei 530/XII perdeu o anterior regime sancionatório, com coimas de três a 30 mil euros para os media que violassem a igualdade de oportunidades e de tratamento das diversas candidaturas.

Agora, no seu artigo 4.º, sobre “princípios orientadores”, estipula-se que, “no período eleitoral os órgãos de comunicação social gozam de liberdade editorial e de autonomia de programação nos termos gerais”.

Relativamente a debates, o artigo 7.º, frisando o “princípio da liberdade editorial e de autonomia de programação”, sublinha a importância do respeito pela “representatividade politica e social” dos concorrentes.
 
O facto de “ter obtido representação nas últimas eleições relativas ao órgão a que se candidata” é uma das condições enunciadas, embora ressalvando-se que tal “não prejudica a possibilidade de os órgãos de comunicação social incluírem outras candidaturas nos debates que venham a promover”.

A revisão da lei sobre tratamento jornalístico das candidaturas, que é de fevereiro de 1975, começou a ser elaborada em fevereiro/março de 2014, após vários órgãos de comunicação social recusarem a cobertura devido à interpretação da legislação por parte da CNE, nas autárquicas de 2013, impondo “tratamento igual e não discriminatório de todas as candidaturas”.

Vários esforços foram envidados por parte de PSD, PS e CDS-PP, com diversos avanços e recuos, mas todos sem sucesso, gerando-se mesmo bastante polémica a dado passo com a introdução do denominado “visto prévio”, ou seja, a imposição de entrega de um plano noticioso para o período eleitoral por parte da comunicação social.

* A maioria está desesperada, anda à procura do voto "admnistrativo".

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TANTO PARA CASAR
COMO
AMALUCAR













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