14/05/2015

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DOUTRO SÉCULO

ATLETAS



















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HOJE NO
 "RECORD"

Quatro oficiais portugueses 
nomeados para provas de atletismo

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) anunciou esta quinta-feira a convocatória de quatro oficiais portugueses para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, por parte da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF).
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Assim, no Rio'2016, além de Jorge Salcedo, cuja repetição da nomeação de Atenas'2004 e Pequim'2008 já tinha sido anunciada em abril, vão estar Samuel Lopes, como oficial técnico internacional, José Júlio Dias, como juiz internacional de marcha, e Luís Figueiredo, para juiz internacional de partidas.

Samuel Lopes volta a ser chamado depois de Pequim'2008, José Júlio Dias repete Atenas'2004 e Luís Figueiredo vai estrear-se em competições olímpicas, naquela que vai ser a primeira vez que Portugal tem quatro oficiais nomeados, de acordo com a FPA.

Além das nomeações olímpicas, a IAAF deu ainda conta da designação de José Paulo Moreira para o Mundial de pista coberta de 2016, a disputar em Portland, como chefe dos oficiais técnicos internacionais, responsabilidade idêntica à que terá Jorge Salcedo no Mundial de 2017, em Londres, onde António Costa vai ser oficial técnico internacional.

* Competência nacional

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PEQUENOS MAS VELOZES


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

Portugal em 5º lugar na corrupção
. generalizada nas empresas

Portugal aparece em quinto lugar no ranking de países onde as práticas de corrupção estão disseminadas de forma generalizada, realizado pela Ernst and Young (EY), atrás da Índia, Nigéria, Grécia, Roménia e Egito.

De acordo com o estudo "Fraude e corrupção - A opção mais fácil para crescer?", de 2015, realizado em 38 países da Europa, ,África, Médio Oriente e Índia, 35% dos quadros de grandes empresas em Portugal, ou seja, mais de um em cada três, consideram ser justificável a oferta de presentes pessoais, dinheiro ou entretenimento, se for necessário à sobrevivência do negócio.
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Só 17% dos entrevistados indicaram que a pressão regulatória do sector de atividade onde operam tem impacto positivo nos padrões éticos das suas empresas. E apenas 10% das empresas acredita que as suas políticas anti-corrupção as torna menos competitivas.

"As práticas compliance, anti-corrupção e suborno em Portugal não são ainda uma prioridade para as empresas. A nossa pesquisa mostra que a perceção sobre a mais-valia da pressão regulatória nos padrões éticos e no crescimento das empresas é, ainda, reduzida, traduzindo-se na disseminação de práticas de corrupção no mercado.

O entendimento do mercado tem que acompanhar os avanços da legislação e regulação portuguesa nestas matérias, não só replicando as obrigações legais mas integrando integralmente as políticas de ética e conformidade na rotina diária das empresas", afirmou responsável em Portugal pela linha de serviço da EY- Fraud Investigation & Dispute Services (FIDS), Pedro Cunha.

O estudo refere que nem todos os gestores de topo comunicam eficazmente o seu compromisso com elevados padrões éticos. Já que o inquérito realizado demonstra existir uma desconexão entre a opinião dos gestores de topo e a dos restantes colaboradores. Enquanto 44% dos gestores de topo admitem comunicar com frequência a importância dos elevados padrões éticos, apenas 30% dos colaboradores concordam com esta afirmação. E um quinto dos colaboradores (20%) acredida que as políticas anti-corrupção irão impedir os negócios de crescer.

Para líder global da linha de serviço da EY-FDS, David Stulb, "por força da intensa pressão para crescer, as empresas terão tendem a optar por permanecer em mercados onde a fronteira entre o que é lícito e ilícito, é, ainda muito ténue. No entanto, os dados mostram que esta é uma falsa questão e que o crescimento pode ser alcançado mesmo quando se gerem os riscos de fraude e corrupção. O efectivo cumprimento de compliance não é uma barreia ao crescimento; mas sim, um requisito para o sucesso sustentado".


Para este trabalho foram realizadas entrevistas a 3800 trabalhadores de grandes empresas em 38 países, entre os quais Portugal. O estudo conclui que "o crescimento da pressão para que as empresas aumentem as receitas, a par da volatilidade do mercado, está a colocar em risco as oportunidades de expansão. Esta situação, em simultâneo com desafios como a instabilidade geopolítica, commodities, volatilidade do preço da moeda e sanções económicas, está a empurrar as empresas e os seus executivos para comportamentos de alto risco".

Stulb afirma que "os riscos de fraude, suborno e corrupção são reais. As empresas enfrentam restrições complexas acerca da forma como conduzem os negócios, com regimes de sanções eminentes e riscos novos como o cibercrime, o que acarreta potencial para perturbar significativamente as operações". E avisa que "as empresas têm que estar vigilantes e alerta, na identificação de estratégicas de crescimento de alto risco".

* TTD, Tá Tudo Dito!

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TANTO PARA OLHAR

COMO
ESPANTADO FICAR














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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

RTP quer incentivar produção 
de séries nacionais

A estação pública quer reforçar a aposta na produção independente e incentivar a produção de séries. O lançamento de canais de música online e infantis também faz parte dos planos da nova administração da RTP.

A RTP quer reforçar a aposta em conteúdos com cunho nacional. A introdução de uma linha de produção regular de séries, documentários e programação geral mais variada para depois vender a outros mercados faz parte da estratégia da nova administração da RTP, segundo Nuno Artur Silva, responsável pelo pelouro de conteúdos.
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"Só faz sentido pensar a RTP como serviço público se tiver indústria audiovisual portuguesa", afirmou Nuno Artur Silva durante o II Encontro de Produtores Independentes de Televisão.

O administrador confessa que esta aposta terá restrições orçamentais. "E vai ter outro custo, que não é financeiro, é de grelha". "Mas", continua, "ao contrário da SIC e da TVI, a RTP não vive exclusivamente à conta das receitas que gera" e "não se deve guiar só pelas audiências".

Para Nuno Artur Silva, é cada vez mais uma obrigação da RTP ser responsável pela introdução da diversidade de conteúdos. Para tal, a nova administração liderada por Gonçalo Reis, decidiu abrir duas consultas públicas anuais para produtores independentes poderem apresentar as suas propostas. Até agora, era aberto um concurso por ano.

Esta iniciativa, que é realizada em parceria com o  Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) ao abrigo da lei para o Cinema e Audiovisual, vai decorrer em Maio e em Novembro.

"Este ano, excepcionalmente por já estarmos em Maio, a primeira consulta decorrerá até Julho", detalhou o administrador.

Outra das diferenças desta iniciativa, em relação às consultas públicas anteriores, passa por "serem previamente delineadas, ou seja, ir ao encontro daquilo que achamos prioritário para os canais". "Ao contrário das outras direcções [da RTP], nós dizemos "ainda bem" que temos estas obrigações com o ICA", comentou.

Uma das prioridades, no âmbito desta parceira, passa pela produção de séries nacionais. "Vamos tentar incentivar a criação de séries", acrescentou, sublinhando que é importante inverter a tendência e começar a vender conteúdos de ficção fora de portas.

"Acho importante ter formatos estrangeiros adaptados. Mas para isso há a TVI e a SIC", sublinhou. E a única área onde Portugal consegue vender conteúdos é nas novelas", lamentou.

Já Júlia Pinheiro, directora de programas da SIC, adiantou que a estratégia do canal da Impresa passará pela contínua aposta em programação nacional. "No ano passado trabalhámos com 19 produtoras independentes [portuguesas], passámos 2.190 horas de programação nacional ", um investimento de cerca de 26 milhões de euros, detalhou.

A aposta na área multimédia também faz parte dos  planos da RTP. Além do lançamento de um canal de múdica online a partir da Antena 3, "vamos fazer também um de música opo e a médio prazo um infantil". 

* Achamos a opção correcta.

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 "DESTAK"


Aguiar-Branco reconhece que dívida aos
. militares deficientes nunca será saldada

O ministro da Defesa reconheceu hoje que a dívida do Estado para com os deficientes das Forças Armadas nunca será saldada, mas sublinhou o esforço que o atual Governo fez para tentar começar a pagá-la. 
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"Acredito, como repetidamente tenho dito, que o Estado tem uma dívida de gratidão para com os deficientes das Forças Armadas, uma dívida em incumprimento sistemático há vários anos", afirmou o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, numa intervenção na cerimónia de comemoração do 41.º Aniversário da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA).

Comparando a situação com o estado do país quando o atual Governo assumiu funções há quatro anos, Aguiar-Branco explicou: "Quando assumimos a responsabilidade de governação o Estado estava também quase em 'default' para com os deficientes das Forças Armadas". 

* Este governo não tem vergonha, durante 12 anos o Estado português mandou para a morte milhares de jovens entre os 18 e os 26 anos, muitos deles morreram, outros restam estropiados, uns com a cabeça desfeita, não resta um pingo de seriedade para as ressarcir um pouco pelo muito que sofreram.
Mercedes e BMW há com fartura para conforto dos desígnios do Estado.


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