Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
20/01/2015
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HOJE NO
"RECORD"
Mundial:
Portugal entre a elite mas virado a norte
O
Rali de Portugal vai integrar pelo sétimo ano consecutivo o calendário
do Mundial de Ralis (WRC), que arranca na quinta-feira em Monte Carlo,
mas os pilotos que se habituaram às estradas do Algarve vão enfrentar
agora os troços do norte.
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Após dez edições no
sul do país, o 49.º Rali de Portugal, que se realiza entre 21 e 24 de
maio, vai ficar centralizado em Matosinhos e vai percorrer estradas de
outros 12 concelhos vizinhos, das regiões do Minho e do Douro Litoral.
O
"namoro" do Automóvel Clube de Portugal (ACP) com o norte adensou-se
nos últimos três anos, com a realização do WRC Fafe Rally Sprint, um
evento de exibição a anteceder o Rali de Portugal, que agora devolve ao
itinerário o seu famoso salto, mas em formato totalmente competitivo.
Realizado
sem interrupções desde 1967, o rali português integrou o campeonato do
mundo em 35 edições. Excluindo as seis primeiras, a mais longa ausência
do mundial aconteceu nas cinco edições que mediaram entre 2002 e 2006.
Durante
muitos anos considerado um dos melhores do mundo, o Rali de Portugal
foi excluído durante aquele período por questões de segurança, o que
coincidiu com o seu afastamento da região do Porto e a sua mudança de
ares: primeiro para Trás-os-Montes e depois para o Algarve.
Em
2005, o rali fixou-se nas estradas de terra do sul e, em 2007, voltou a
fazer parte do Mundial WRC. De lá para cá, só ficou de fora em 2008, ao
abrigo da política de rotação então em vigor, e "assistiu" aos triunfos
de nomes como Sébastien Loeb, nove vezes campeão do mundo, e Sébastien
Ogier, seu sucessor.
Depois de uma década
bem-sucedida e após uma mudança mal aceite por diversas entidades
algarvias, o ACP e o Rali de Portugal enfrentam agora um novo desafio à
sua capacidade de manter os padrões que permitiram a reintegração no
calendário.
Será um desafio de formato
compacto, com 16 classificativas repartidas por quatro dias de
competição e um total de 1.529,43 quilómetros, dos quais 354,35
cronometrados, passando pelos municípios de Amarante, Baião, Caminha,
Fafe, Guimarães, Lousada, Matosinhos, Mondim de Basto, Paredes, Ponte de
Lima, Valongo, Viana do Castelo e Vieira do Minho.
* Vai ser uma festa!
* Vai ser uma festa!
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17-BEBERICANDO
Grasshopper é uma bebida doce com sabor de hortelã para ser degustada após o jantar. O cocktail consiste de três partes iguais de creme de menta, creme de cacau e creme de leite fresco. Num shaker misturam-se muito bem os cremes e junta-se gelo picado, serve-se em taça apropriada muito fresca, podendo decorá-la com folhas de hortelã.
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6-HISTÓRIA NATURAL
ÚLTIMO EPISÓDIO
POR: DAVID ATTENBOROUGH
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6-HISTÓRIA NATURAL
DO COMPORTAMENTO
ÚLTIMO EPISÓDIO
POR: DAVID ATTENBOROUGH
* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à
mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios
anteriores.
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Através do Investe Jovem, o IEFP concede apoios financeiros e técnicos aos jovens candidatos que apresentem projetos de investimento e criação do próprio emprego que contribuam, também, para fomentar o desenvolvimento e crescimento regional e local.
Todos os processos de decisão, processamento dos apoios financeiros, gestão dos reembolsos e acompanhamento da atividade das iniciativas são da responsabilidade do IEFP.
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A análise das candidaturas, bem como a apreciação das mesmas, ficarão a cargo de Escolas de Gestão e de diversos estabelecimentos de ensino superior nas áreas de contabilidade, gestão, economia ou finanças, havendo um [estabelecimento] por cada Delegação Regional do IEFP (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve).
As informações sobre as condições de candidatura, de acesso ao Investe Jovem e ao regulamento específico estão disponíveis, a partir de hoje, na página oficial do Instituto na internet..
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Desempregados até 30 anos
podem candidatar-se a apoios
para criar empresas
Os jovens desempregados entre os 18 e os 30 anos podem, a partir de quarta-feira e até 31 de dezembro, candidatar-se a apoios do Instituto do Emprego e Formação Profissional para desenvolver projetos e ideias de negócios.
A medida Investe Jovem, que se insere
no programa Garantia Jovem, destina-se aos jovens desempregados
inscritos nos centros de emprego, "com projetos e ideias de negócio e
formação adequada para a sua concretização", de acordo com a informação
facultada à Lusa pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional
(IEFP).
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Com
uma dotação orçamental de 11 milhões de euros, um valor que o Governo
estima duplicar em 2016, a medida deverá apoiar já este ano um total de
400 novas iniciativas empresariais promovidas por jovens, que deverão
permitir a criação de mil postos de trabalhoAtravés do Investe Jovem, o IEFP concede apoios financeiros e técnicos aos jovens candidatos que apresentem projetos de investimento e criação do próprio emprego que contribuam, também, para fomentar o desenvolvimento e crescimento regional e local.
Todos os processos de decisão, processamento dos apoios financeiros, gestão dos reembolsos e acompanhamento da atividade das iniciativas são da responsabilidade do IEFP.
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A análise das candidaturas, bem como a apreciação das mesmas, ficarão a cargo de Escolas de Gestão e de diversos estabelecimentos de ensino superior nas áreas de contabilidade, gestão, economia ou finanças, havendo um [estabelecimento] por cada Delegação Regional do IEFP (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve).
As informações sobre as condições de candidatura, de acesso ao Investe Jovem e ao regulamento específico estão disponíveis, a partir de hoje, na página oficial do Instituto na internet..
* Investe Jovem é igual a Impulso Jovem do famigerado Relvas, igual também às Novas Oportunidades do Socrático aldrabão. Serve para fazer troça de quem não tem salário e acredita nestas promessas.
Quem foi o "crânio" desta ideia?
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Impacto do franco suíço continua
a alastrar na Europa
Credit Suisse Group e Saxo Bank A/S aumentam a
lista de companhias financeiras europeias a declarar que a decisão da
Suíça de terminar a ligação da moeda nacional ao euro tem impacto nos
seus lucros, relata a Bloomberg. Saxo Bank diz ter previsto problemas
com o franco suíço e prepara-se para novos choques.
O Saxo Bank, sedeado em Copenhaga,
declarou poder vir a sofrer perdas irrecuperáveis com a decisão do banco
central suíço de pôr fim à indexação do franco ao euro e diz estar a
preparar-se para novos choques. Em entrevista telefónica à Bloomberg, o
CFO (administrador financeiro) do banco afirmou terem previsto esta
situação: "Avisámos os clientes em Setembro, quando revimos em alta a
margem [de segurança] para o franco". Na altura, os investidores ficaram
insatisfeitos, mas hoje "só desejava que tivéssemos aumentado ainda
mais", afirma Steen Blaafalk.
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A partir de amanhã, o banco vai requerer aos clientes que guardem uma margem de segurança ainda maior nos investimentos – não apenas em francos, mas também em euros, libras, dólares e ienes - preparando-se para choques a curto prazo maiores. "Prevemos uma mudança de paradigma nos mercados financeiros", escreveu o banco numa carta endereçada aos clientes, citada pela Bloomberg. As medidas de alívio quantitativo que podem ser anunciadas pelo BCE esta semana e as eleições na Grécia também colocam riscos, considera o banco.
Na Suíça, o segundo maior banco do país, Credit Suisse, declarou ontem que as variações cambiais podem prejudicar os resultados, dependendo em parte de "acções compensatórias" que possam ser tomadas. Até agora a volatilidade no mercado cambial ainda não teve um impacto material nos rácios de capital, afirmou o banco à agência noticiosa. O banco do grupo Julius Baer afirma que, apesar de não ter sofrido perdas nas primeiras duas sessões após a decisão do banco central suíço, planeia tomar as "medidas adequadas" para defender os lucros, relata a Bloomberg.
"Isto ainda não acabou", afirma Andreas Venditti, analista na Vontobel Securities AG, à Bloomberg. "O impacto vai depender da rapidez das companhias a reagir e da profundidade das suas acções", diz Venditti.
Na quinta-feira, 15 de Janeiro, o banco central da Suíça anunciou que iria desistir da ligação entre o franco e a moeda única, que determinava um câmbio mínimo de 1,20 francos suíços por euro. A medida surpreendeu os mercados e está a causar perdas em vários bancos e empresas com activos ligados à economia suíça.
* Por detrás das justificações económicas e financeiras há outras veladas intenções.
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A partir de amanhã, o banco vai requerer aos clientes que guardem uma margem de segurança ainda maior nos investimentos – não apenas em francos, mas também em euros, libras, dólares e ienes - preparando-se para choques a curto prazo maiores. "Prevemos uma mudança de paradigma nos mercados financeiros", escreveu o banco numa carta endereçada aos clientes, citada pela Bloomberg. As medidas de alívio quantitativo que podem ser anunciadas pelo BCE esta semana e as eleições na Grécia também colocam riscos, considera o banco.
Na Suíça, o segundo maior banco do país, Credit Suisse, declarou ontem que as variações cambiais podem prejudicar os resultados, dependendo em parte de "acções compensatórias" que possam ser tomadas. Até agora a volatilidade no mercado cambial ainda não teve um impacto material nos rácios de capital, afirmou o banco à agência noticiosa. O banco do grupo Julius Baer afirma que, apesar de não ter sofrido perdas nas primeiras duas sessões após a decisão do banco central suíço, planeia tomar as "medidas adequadas" para defender os lucros, relata a Bloomberg.
"Isto ainda não acabou", afirma Andreas Venditti, analista na Vontobel Securities AG, à Bloomberg. "O impacto vai depender da rapidez das companhias a reagir e da profundidade das suas acções", diz Venditti.
Na quinta-feira, 15 de Janeiro, o banco central da Suíça anunciou que iria desistir da ligação entre o franco e a moeda única, que determinava um câmbio mínimo de 1,20 francos suíços por euro. A medida surpreendeu os mercados e está a causar perdas em vários bancos e empresas com activos ligados à economia suíça.
* Por detrás das justificações económicas e financeiras há outras veladas intenções.
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