01/01/2015




 SÍRIA
A NAÇÃO DOS DESLOCADOS



Uma produção "ONU"

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 II-TERCEIRO REICH


3 - A QUEDA




A História não se repete, acontece. Para sabermos mais de nós, enquanto passageiros da terra, não podemos ignorar os momentos mais felizes(?) ou os mais tenebrosos da história do homem.

* Contém imagens pesadas


** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
 




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RETROSPECTIVA 2014



JULHO


Fadista Carlos do Carmo 
distinguido com um Grammy

O fadista Carlos do Carmo, a celebrar 50 anos de carreira, vai receber um "Lifetime Achievement Grammy", que distingue carreiras de referência no panorama internacional, sendo o primeiro artista português a recebê-lo, foi anunciado esta terça-feira.

O galardão, que será entregue no dia 19 de novembro no MGM Grand Garden Arena em Las Vegas, no estado norte-americano do Nevada, distingue as carreiras que constituíram contribuições criativas de excecional importância artística.

"O 'Board of Trustees' da Latin Academy of Recording Arts and Sciences [LARAS] decidiu, por unanimidade, atribuir a Carlos do Carmo o "'Lifetime Achievement Award', galardão que distingue a obra das grandes referências do panorama musical internacional", indica a produtora do fadista em comunicado.

Carlos do Carmo, de 74 anos, tem sido distinguido ao longo da carreira com vários galardões, entre eles, o Prémio Goya da Academia de Artes Cinematográficas de Espanha, pela interpretação de "Fado da Saudade".

Em comunicado, a academia norte-americana considera Carlos do Carmo "um dos maiores fadistas do seu tempo", referindo que é filho da "lendária fadista Lucília do Carmo, que teve um papel importante na sua carreira, que se prolonga há mais de 50 anos".

A academia aponta Carlos do Carmo como uma das "mais emblemáticas vozes da música portuguesa".

No mesmo texto a LARAS refere que o fado tem sido o "cerne da sua música, mas a sua forma distintiva de interpretar, o seu timbre, e a sua afinidade com a canção francesa e a bossa nova brasileira" permitem-lhe "criar um estilo inconfundível".

Do vasto repertório do fadista, a LARAS cita os fados "Duas lágrimas de orvalho", "Lisboa menina e moça" e "Canoas do Tejo", e discrimina alguns palcos de referência que o fadista pisou, designadamente o Olympia, em Paris, a Alter Oper, em Frankfurt, e o Royal Albert Hall, em Londres.
Carlos do Carmo "desempenhou um papel fundamental na candidatura do fado a Património Cultural Imaterial da Humanidade através dos seus inúmeros concertos, gravações e a participação, em 2007, no filme "Fados", de Carlos Saura", lê-se na mesma nota.

O Lifetime Achievement Award já distinguiu entre, outros nomes, o brasileiro Roberto Carlos, Mercedes Sosa, Rocío Durcal, Chavela Vargas, Alberyo Cortez, Linda Ronstadt, María Dolores Pradera, Toquinho, Hebe Camargo, Juan Carlos Calderón e Luz Casal.

Segundo a produtora do fadista, em novembro está prevista a estreia de um documentário sobre a carreira do criador de "Os Putos".

Os Putos



* Cada uma destas notícias que escolhemos por mês não serão talvez as mais importantes, têm contudo razão para serem as escolhidas, umas por emoção outras porque talvez tivessem passado despercebidas ou ainda porque vamos ser prejudicados por elas em 2015.


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Sérgio Godinho


É tão bom


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RETROSPECTIVA 2014



JUNHO


Como aprender com a máfia
 a fazer negócios legítimos

OIDEFE/ISEG lançou, em 2013, a Lisbon Executive Academy com cursos mais curtos.
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O ISEG está apostado em lançar em Portugal novos temas de formação mais ‘out of the box', que "têm tido muito sucesso noutros países", daí o lançamento de cursos como "Técnicas de gestão da máfia aplicadas a negócios legítimos", "Brain and business" ou "Contabilidade forense", revela João Cantiga Esteves,director executivo do IDEFE, a escola de formação de executivos do ISEG. 

ENTRADA LEGAL DE MAFIOSOS
Este novo tipo de abordagem aos temas clássicos é uma das tendências na formação de executivos, acredita João Cantiga Esteves, e o ISEG não quer perder o comboio. Por outro lado, a escola continua a trabalhar nos temas que são as suas áreas ‘core' - gestão - contabilidade, fiscalidade e finanças - que "têm mantido um nível de procura elevado, pois são temas recorrentes e sobre os quais a generalidade dos gestores precisa de reforçar os seus conhecimentos, afirma João Cantiga Esteves. São exemplos desta oferta os cursos de "Finanças para não financeiros" e "Fast-track-MBA", entre outros.

No leque da sua oferta de pós-graduações a escola tem vindo a apostar em diversos sectores específicos únicos no mercado, diz João Cantiga Esteves, dando como exemplo o Agrobusiness e Gestão Aplicada ao Sector de Vinhos. "Estes cursos de cariz mais prático estão orientados para as necessidades do mundo empresarial, constituindo uma mais-valia em termos de qualificação dos gestores no mercado de trabalho", afirma o responsável do IDEFE.

O ano passado, o IDEFE lançou uma novidade na área da formação de executivos: a Lisbon Executive Academy destinado a executivos e empresas, que oferece cursos de curta duração.

Cursos breves a 400 euros
A escola tem cursos de inscrição aberta para executivos e à medida para empresas e o custo de cada formação depende muito do que se pretende."Depende dos objectivos que cada gestor tem na formação que procura", começa por explicar João Cantiga Esteves. Por exemplo, uma formação profissional de curta duração na Lisbon Executive Academy "pode ter um valor bastante acessível", diz, adiantanto que já foram lançados no IDEFE cursos breves com um custo de cerca de 400 euros, "mas sobre temas que envolvem um grau de especialização elevado". No entanto, se o que se procura é uma formação executiva com maior abrangência nos temas abordados, acrescenta o mesmo responsável, orientada para uma área de conhecimento específica, "já se recomendaria uma pós-graduação que pela duração e composição deverá ser encarada como um investimento pelos gestores". A escola oferece uma grande variedade de pós-graduações altamente especializadas que podem ter a duração até um ano académico e com valor de propinas a partir dos três mil euros.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"



* Cada uma destas notícias que escolhemos por mês não serão talvez as mais importantes, têm contudo razão para serem as escolhidas, umas por emoção outras porque talvez tivessem passado despercebidas ou ainda porque vamos ser prejudicados por elas em 2015.

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 O QUE ESCOLHEMOS
Google - como foi o ano 2014

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RETROSPECTIVA 2014



MAIO


Só uma em cada sete pessoas tem 
acesso à imprensa livre no mundo

 Relatório da organização Freedom House classifica Portugal como um país de imprensa livre, em 22.º lugar, mais um do que em 2012.

O relatório da organização Freedom House publicado esta quinta-feira aponta 2013 como o "ano mais negro" da última década para a liberdade de imprensa. 


Egito, Turquia, Ucrânia mas também Estados Unidos estão entre os países apontados como tendo registado maiores perdas de liberdade de imprensa no relatório, que se realiza anualmente desde 1980. 

Segundo a Freedom House, em 2013 apenas 14% da população mundial tinha acesso a uma imprensa "livre", o que corresponde a uma em cada sete pessoas.

 Cerca de 44% da população mundial vive em países onde a imprensa "não é livre" e 42% em regiões onde os 'media' são "parcialmente livres". 

Classificando os países numa escala de um (menos restrições e mais liberdade) a 100 (mais restrições e menos liberdade), o relatório identifica a Suécia como o país onde a imprensa é mais livre, com 10 pontos, e a Coreia do Norte como aquele onde é menos livre, com 97 pontos.

 Portugal é classificado com 18 pontos, mais um do que em 2012, em 22.º lugar. Entre os países de língua oficial portuguesa, apenas Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estão no grupo de países com imprensa livre, com 27 e 28 pontos, respetivamente. 

Timor-Leste (35 pontos) e Moçambique (45) surgem no grupo de países de imprensa "parcialmente livre" e a Guiné-Bissau (67) e Angola (69) no grupo de países onde a imprensa não é livre. 

IN  "CORREIO DA MANHÃ" 


* Cada uma destas notícias que escolhemos por mês não serão talvez as mais importantes, têm contudo razão para serem as escolhidas, umas por emoção outras porque talvez tivessem passado despercebidas ou ainda porque vamos ser prejudicados por elas em 2015.



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