08/04/2014

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 ESTRATÉGIA


























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 4.QUANDO A ROUPA 
NÃO COLABORA














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HOJE NO
"A BOLA"

«Os médios trabalharam que nem animais
. e David Luiz foi um monstro»
 - Mourinho

O treinador do Chelsea não poupou nos elogios aos jogadores, decisivos na vitória (2-0) sobre o Paris Saint-Germain que valeu o apuramento para as meias-finais da Liga dos Campeões.
«Eles deram tudo. Mesmo nos momentos mais difíceis, deram absolutamente tudo. Jogar contra o Lucas não é fácil, jogar contra o Cavani, contra o Lavezzi... não é fácil. Os meus quatro defesas foram, como sempre, brilhantes mas os médios trabalharam como animais e David Luiz foi um monstro», disse em declarações à Sky Sports.

O trio de ataque não foi esquecido pelo Special One: «Arriscámos tudo. Demba BaDemba Ba, Torres e Etoo jogaram juntos e tentámos fazer jogo direto porque o nosso meio campo estava cansado e partido mas também porque sabemos que o PSG não está adaptado a este estilo de futebol.»

* O Chelsea foi audaz e ganhou.


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 I- A INCRÍVEL

JORNADA HUMANA



4- FORA DE


ÁFRICA






Alice viaja para África em busca do berço das primeiras pessoas, tão poucos e tão vulneráveis que hoje, seriam considerados uma espécie ameaçada de extinção. Alice visita os Bushmen do Kalahari para obter respostas sobre como humanos garantiram a sobrevivência. No entanto a África era para todos os efeitos um continente selado. Então, como e por qual caminho os seres humanos saíram de África?


Uma excepcional narrativa sobre a História da Humanidade, com a habitual qualidade da BBC



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Deflação é "razão de preocupação" 
na zona euro e BCE deve agir 
quando estiver preparado

O economista-chefe do FMI Olivier Blanchard afirmou hoje que a deflação é "uma razão de preocupação" na zona euro e defendeu que o Banco Central Europeu (BCE) deve agir "assim que esteja tecnicamente preparado".
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"Uma razão de preocupação na zona euro é a deflação. Se isso acontecer, faria com que o ajustamento dos países da periferia fosse ainda mais difícil e isso deve ser evitado", afirmou Olivier Blanchard, em Washington, na conferência de imprensa de apresentação do 'World Economic Outlook', que inclui as previsões macroeconómicas da organização.

Para o responsável, a questão é saber como é que isso pode ser evitado, considerando que é preciso "garantir o aumento do crescimento".

Em relação à atuação do BCE, Blanchard afirmou que o banco central "está consciente de que a inflação está abaixo do objetivo" de estabilidade de preços, de 2%, e "está a considerar medidas", que podem incluir "taxas de juro negativas e 'quantitative easing'" (compra de ativos, como obrigações).
"Não vou discutir aqui as medidas que o BCE pode tomar. Todas devem ser consideradas e posso dizer que mais cedo é melhor do que mais tarde", disse Olivier Blanchard, sublinhando que as medidas não convencionais de política monetária devem ser adotadas "assim que o BCE estiver tecnicamente preparado".

Olivier Blanchard referiu-se ainda ao aumento das desigualdades, afirmando que será um assunto "cada vez mais importante": "Com a diminuição dos efeitos da crise financeira, outra tendência que pode dominar é a desigualdade crescente", notou.

Para o economista-chefe do FMI, "ainda que a desigualdade tenha sempre sido percecionada como um assunto central, até agora não tinha sido vista como tendo grandes implicações macroeconómicas".

No entanto, Blanchard alertou que "a forma como a desigualdade afeta tanto a macroeconomia como o desenho de políticas macroeconómicas vai provavelmente ser um tema cada vez mais importante na agenda no futuro e durante muito tempo".

*Visão keynesiana
A deflação pode ser gerada por uma procura agregada inferior à da oferta do produto potencial e daqui pode ganhar um ritmo próprio ao estabelecer-se na economia criando expectativas de deflação para os anos futuros. 

Os preços acabam caindo sempre que sobram mercadorias por falta de consumidores. Como as empresas não conseguem vender como antes, mesmo a preços menores, o faturamento e o lucro também acabam reduzidos. 


Para não ficar no prejuízo, elas são obrigadas a diminuir o ritmo da produção e a demitir funcionários. Com o desemprego alto, ninguém costuma gastar além da conta. Por isso, a oferta de serviços e os estoques crescem. Resultado: excesso de bens e preços menores que os de períodos anteriores.

O processo de deflação ainda pode ser iniciado, ou agravado, pela baixa oferta de moeda. Quer dizer, falta dinheiro em circulação, seja por causa dos juros altos, que tornam o crédito proibitivo, seja pela falta de investimentos. 

Essa bola de neve costuma afetar todos os setores da economia, do agricultor aos fabricantes de eletrodomésticos, além de abalar a própria estrutura social.

IN "WIKIPÉDIA"
(PORTUGUÊS DO BRASIL)

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BITES E BYTES


5.COMO FUNCIONAM OS

SITES DE BUSCA







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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Grécia pode regressar
. já amanhã aos mercados

Ao fim de quatro anos, a Grécia deverá regressar esta quarta-feira às emissões de longo prazo. O Wall Street Journal avança que Atenas deverá levantar dois mil milhões de euros numa emissão de obrigações de cinco anos.

Os especialistas consultados pela Bloomberg esperam que o juro a pagar nesta emissão fique no intervalo entre os 5,3% e os 5,4%, numa altura em que as 'yields' a dez anos negoceiam em mercado secundário na casa dos 6%.
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Os analistas do RBS consideram que um eventual sucesso desta operação pode ser favorável à situação de Portugal, ao passo que o Morgan Stanley acredita que a notação de crédito soberano da Grécia pode prejudicar o envolvimento maciço de investidores internacionais na operação - ao contrário do que aconteceu com Portugal e a Irlanda nas emissões comparáveis.

A emissão acontecerá depois de o Eurogrupo ter libertado mais uma das tranches de apoio ao país e do surgimento de indicadores positivos como as previsões de crescimento para o país da Comissão Europeias: 0,6% para este ano, depois de uma recessão de 3,9% em 2013.

O Financial Times noticiava ontem que a primeira ida aos mercados de longo prazo depois do início do resgate aconteceria ainda esta semana e que o JP Morgan e o Deutsche Bank tinham sido mandatados para montar a operação, informações que o Wall Street Journal também refere hoje.

Hoje a Grécia levantou 1,3 mil milhões de euros em bilhetes do tesouro com seis meses de maturidade, pagando um juro de 3,01% - 0,5 pontos percentuais do que na emissão comparável no mês passado.

* Quanto melhor for a situação financeira da Grécia mais Portugal beneficia.


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