06/01/2014

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Acidentes em minas de carvão chinesas
. mataram 1.049 pessoas em 2013

Mais de mil pessoas morreram em acidentes em minas de carvão na China em 2013, apesar de uma diminuição de 24% em relação a 2012, informaram as autoridades.

Os acidentes causaram a morte ou desaparecimento de 1.049 pessoas no ano passado, informou o portal do Governo central, um número que ainda assim está abaixo das 1.384 mortes registadas em 2012 e das 1.973 em 2011.

A China é o maior consumidor mundial de carvão e por vezes as suas minas são notícia por não cumprirem as regulações de segurança, apesar de nos anos recentes as autoridades terem encerrado algumas numa tentativa de melhorar as condições, escreve a AFP.

* Uma média de três mineiros por dia não é falta de segurança, é genocídio laboral orquestrado.


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1-HISTÓRIA DA



EUGENIA



O controle populacional não é nada novo, já a muito tempo que os senhores do mundo se têm ocupado com essas terriveis actividades.

Veja como surgiu e o que significa eugenia, conheça seus primeiros defensores, saiba como a família rockefeller contribuiu para o exterminio judeu por parte de hitler, de quem o fundador da IBM era fã declarado e como sua participação e de sua invenção pode ajudar a hitler no holocauso. 

Veja como os cientistas de hitler foram defendidos da prisão e da morte em julgamentos após a guerra e como os aliados tiveram sua cooperação, sendo esses cientistas eugenistas empregados e ocupando posições de destaque nesses países. E mais: a reunião do clube de roma que mudou o roteiro e apresentou a solução para uma eugenia aceitavel escondida por trás de programas ambientais. 

Como os Homens mais ricos do fundo fazem doações astronômicas para as implementações dos processos de eugenia. Saiba por que os eugenistas se transformaram em geneticistas e como eugenia, higiene social e darvinismo social mudaram de nome para, planeamento familiar entre outros novos nomes para a velha prática.


 FONTE: VERDADEOCULTA


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Grécia acusa 'troika' de erros 
na aplicação de austeridade

As críticas são feitas pelo ministro das Finanças, Yannis Stournaras, numa resposta escrita à delegação do Parlamento Europeu que está a avaliar a gestão da crise por parte da 'troika', composta pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional (FMI).


Segundo o ministro, "a zona euro não diagnosticou a tempo as causas da crise na Grécia e no sul da Europa" e o programa de austeridade foi aprovado num momento em que o país se encontrava em recessão, "o que provocou dificuldades adicionais, já que (...) os ajustamentos estruturais são mais fáceis de aplicar em períodos de crescimento económico".

O primeiro programa colocou "grande ênfase" no aumento de impostos e não na redução da despesa, referiu o ministro, sublinhando que a luta contra a evasão fiscal "deveria ter começado muito antes".
Para o ministro grego, os cálculos que constavam do primeiro resgate, em Maio de 2010, eram "muito optimistas" quanto à redução do défice, à redução da dívida (as previsões indicavam que seria equivalente a 150% do PIB em 2013 e foi de 175%) e quanto ao regresso ao crescimento, dado que se acreditava que a Grécia deixaria de estar em recessão em 2012, quando o PIB continuou a cair mesmo no ano passado.
Este erro de avaliação deveu-se em parte, segundo Stournaras, "ao baixo multiplicador fiscal utilizado (pela troika), como já reconheceu o próprio FMI".

Outra das queixas refere-se ao "período muito apertado" que o governo teve para levar a cabo as exigências do primeiro programa de ajustamento: sete meses para reformar o sistema de pensões, a administração local, o sistema de negociação colectiva e a saúde pública.

O ministro das Finanças grego também acusa "vários agentes" de terem "um papel muito negativo" ao mencionarem constantemente a possível saída da Grécia do euro, "declarações que agravaram a crise grega" já que levaram à retirada "de grandes quantidades de depósitos bancários causando problemas de liquidez" e "desencorajaram o investimento".

Os erros de cálculo, as medidas de austeridade e a profunda crise levaram a um recuo de 25% do PIB desde 2009, algo que "nunca se verificou num país desenvolvido, com excepção dos Estados Unidos durante a Grande Depressão".

Os rendimentos dos gregos caíram um terço em seis anos, 35% da população está em risco de pobreza ou exclusão social e o desemprego chegou a 27%, com dois em cada três desempregados sem trabalho há mais de um ano.


O ministro reconhece que o impacto das medidas "não foi igual" para os diversos grupos sociais e admite que os programas de austeridade não foram suficientemente debatidos a nível social devido à necessidade urgente dos fundos de resgate.

Por esse motivo, "o poder de negociação era débil", considera Stournaras, que se manifesta apesar de tudo satisfeito com "o impressionante ajustamento" feito pela Grécia e assegura que a cooperação com a 'troika' tem sido efectivo, mesmo com "disputas e divergências".

Questionado sobre se as exigências da 'troika' violam as leis gregas, o ministro das Finanças referiu que há várias contestações ainda pendentes nos tribunais.
As conclusões da avaliação ao trabalho da 'troika', que também abrange Portugal, serão apresentadas em Abril.
A Grécia ainda está a cumprir o segundo programa de assistência, aprovado em 2012, e está previsto que a 'troika' regresse a Atenas no próximo dia 15.

* Portugal experimenta o mesmo tipo de ditadura financeira  que a Grécia, a diferença está em que temos ministros subservientes.

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FERNANDA CÂNCIO

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Pareceres com nada

Cavaco, abençoado seja, é um grande e inesgotável tema de comentário. Mas apresenta dificuldades: manter um registo publicável num jornal e atualizada a lista de todas as suas piruetas, contradições, sonsices e patifarias.

Temos pois agora o não envio do OE 2014 para fiscalização da constitucionalidade: num dia diz que é fundamental evitar novo resgate (ele que nada fez para evitar o primeiro) e portanto a possível desconformidade do orçamento com a lei fundamental que se coiso; no seguinte, que "tem pareceres" certificando que as normas constantes do orçamento não são inconstitucionais. Realmente, para que precisamos de um Tribunal Constitucional? Era o Presidente divulgar os seus pareceres e ficava tudo esclarecido - a começar pelo quesito de saber quem os assina, já que o que apareceu anteriormente lá dos juristas de Belém é pouco parecido: "Quem tenha um nível de rendimento menor pode vir a ser obrigado, em razão do seu estatuto de funcionário público, a fazer um esforço contributivo sensivelmente maior do de quem tenha um nível de rendimento superior, importando aferir se, nestes cenários de desigualdade, o referido esforço contributivo é ou não excessivo, o que envolve a submissão da mesma norma a um teste de proporcionalidade." Isto é, imagine-se, do seu pedido de fiscalização do OE 2013. Portanto, em janeiro de 2013, os "pareceres" de Belém achavam que tirar uma parte do subsídio de férias - 220 euros - a um ordenado de 700 euros de um funcionário público só por ser funcionário público suscitava dúvidas quanto aos princípios da igualdade e proporcionalidade; em janeiro de 2014, tirar 313,6 euros anuais (3,2%) ao mesmo ordenado não faz duvidar de nada. 

O mesmo quanto ao corte nas pensões de sobrevivência: em janeiro de 2013, Belém via "a lesão do princípio da proteção da confiança" em reduções (a Contribuição Extraordinária de Solidariedade) que "frustram de forma súbita, em muitos casos exorbitante e carente de fundamento constitucional, as legítimas expectativas dos pensionistas em auferirem uma pensão cujo valor efetivo não se afaste excessivamente do valor esperado e calculado". Em novembro de 2013, indignava-se com o diploma da convergência, que incluía cortes de 10% em pensões de sobrevivência da CGA. Em janeiro de 2014, népias. 
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Pode o PR ter mudado de juristas? Pode, claro. Pode até ter pedido em novembro a fiscalização de um diploma cujo chumbo obriga já a um orçamento retificativo, para nem mês e meio depois frisar que "o OE 2014 é um instrumento da maior relevância" para evitar novo resgate e "se exige a todos" (juízes do TC incluídos, naturalmente), "um sentido patriótico da responsabilidade". Quer dizer: Cavaco pode tudo, parece. É mesmo isso, quer parecer, que está decidido a provar - que é possível aparecer-nos um Presidente assim, e restar-nos esperar que passe.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
03/01/14


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52.UNIÃO




EUROPEIA












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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Maioria dos espanhois 
quer que o rei abdique

Quase dois terços dos inquiridos pretendem que Juan Carlos dê lugar ao filho, o príncipe Felipe. Popularidade da monarquia está em queda livre

Numa altura em que a monarquia em Espanha vive dias difíceis, uma nova sondagem demonstra que quase dois terços (62%) dos inquiridos gostariam de ver Juan Carlos abdicar do trono a favor do príncipe Felipe.
 
O estudo, divulgado ontem, dia em que o rei completou 76 anos, não deixa dúvidas quanto à popularidade do seu reinado, que desceu para níveis recorde (41,3%), enquanto o número daqueles que defendem a sua abdicação subiu 17% em relação ao ano passado.

Juan Carlos, há 38 anos no trono, foi um dos mais amados soberanos a nível mundial, sobretudo por ter ajudado a levar o país à democracia, nos anos 70, após a queda da ditadura. No entanto, a prolongada investigação ao envolvimento da filha, a infanta Cristina, no mediático ‘caso Nóos', prejudicou gravemente a sua imagem. Outros escândalos, como a sua participação num safari secreto no Botswana, em 2012, também contribuíram para baixar a popularidade do rei. A subida ao trono do príncipe Felipe, de 45 anos, é vista por 66,4% como uma boa solução.

* Recorde-se que o rei espanhol foi o garante da continuidade democrática no país quando cerceou o aventureirismo do golpista Tejero Molina em 23/02/81. Curiosamente a Casa Real  custa menos aos espanhóis do que a Presidência da República aos portugueses.


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UNS DÓTORES













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