29/12/2013

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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

As frases racistas ouvidas por jovens

Estudantes universitários norte-americanos
 escreveram aquilo que de mais racista já ouviram

Uma estudante coreana a estudar na Universidade de Fordham, Nova Iorque, desafiou os colegas a escrever em papel as frases mais racistas que já tinham ouvido.

Kiyun, de 20 anos, chamou ao projecto 'Racial Microagressions' (micro agressões raciais, em português). 


O termo foi usado pelo professor Derald Sue, da Universidade de Columbia, EUA. Significa "afrontas ambientais, comportamentais, verbais, que são breves e comuns, intencionais ou não intencionais, e que comunicam insultos ou observações hostis, negativas ou depreciativas contra pessoas de cor", de acordo com o site 'Buzzfeed'.

* Racismo, um nojo. 

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 BREAK DANCE




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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

China: 
O fim dos campos de reeducação e a flexibilização da política do filho único

A China já aboliu formalmente os campos de "reeducação através do trabalho" e aprovou maior flexibilidade à política de filho único, revelou a imprensa estatal.

As decisões, que já eram conhecidas, foram formalmente tomadas este sábado pelo Comité Permanente do Congresso Nacional Popular no final de uma reunião de seis dias, refere a agência Xinhua.

A decisão de encerrar os campos de reeducação - criados há mais de meio século - encerra uma cortina sobre um detalhe sombrio da história moderna do país que tem sido criticada por grupos de direitos humanos e que, agora, as autoridades admitem não serem mais viáveis.


A reeducação através do trabalho, introduzida em 1957 era uma forma de lidar com os pequenos delitos, mas o sistema, que permite à polícia aplicar, sem julgamento, penas até quatro anos acabou subvertido e repleto de abusos.

Hoje, e de acordo com a imprensa nacional chinesa, o desenvolvimento do sistema legal do país torna os campos "supérfulos" e a sua "missão histórica" chegou ao fim.

*  Após mais de 60 anos de terrorismo de estado, o PC chinês quer parecer democrático.

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A IMPORTÂNCIA 
DO CINTO DE 
SEGURANÇA






















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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Linha Saúde 24 pode perder mais
 de 300 dos seus 400 enfermeiros

Trabalhadores da Linha Saúde 24 alertaram hoje para o risco deste serviço perder qualidade, já que, dizem, mais de 300 dos 400 enfermeiros poderão ser forçados a abandonar a empresa, sendo substituídos por pessoas sem experiência.

"Mais de 300 dos 400 enfermeiros que trabalham na Linha Saúde 24", muitos deles há mais de dez anos e a recibos verdes, poderão abandonar a empresa em breve, uma vez que a administração quer baixar os salários para menos de cinco euros à hora, disse à Lusa Tiago Pinheiro, da Comissão Informal de Comunicadores da Linha Saúde 24.
Segundo Tiago Pinheiro, a administração já começou o processo de recrutamento e integração de novos colaboradores, que não terão qualquer experiência na área de triagem de sintomas para poder substituir os actuais enfermeiros, que não aceitem os novos ordenados.

"Não queremos ser castigados e forçados a ficar mediante valores que não respeitam minimamente o nosso trabalho e o nosso empenho", disse aquele elemento da Comissão Informal de Comunicadores da Linha Saúde 24.

Tiago Pinheiro frisou que sempre houve contratações de novos enfermeiros, mas em pequenos grupos de dez ou 15 pessoas, enquanto agora se trata da substituição da grande maioria dos enfermeiros.
Além disso, explicou, um enfermeiro precisa em média de seis meses de formação para ficar autónomo para fazer o atendimento telefónico de qualidade.

"O atendimento pode garantir-se em termos de atendimento de chamadas, mas a qualidade estará seriamente comprometida", alertou.
Os enfermeiros acusam a empresa de pretender substituir todos os que não querem ver os seus salários baixar.
A guerra entre os trabalhadores da Linha Saúde 24 e a nova administração da empresa, começou no início do mês, precisamente com a decisão de baixar os salários.

Segundo os trabalhadores, a administração propõe uma descida do salário, que iria rondar os cinco euros líquidos por hora, o que representa um corte de cerca de 20% no salário. A este valor, dizem, a administração pretende ainda avançar com um corte de 50% na remuneração das horas diurnas especiais e nocturnas.

"A LCS -- Linha de Cuidados de Saúde, concessionária da Linha Saúde 24 em processo de fusão com um consórcio Optimus e Teleperformance, decidiu unilateralmente impor aos comunicadores uma redução salarial, agindo de forma coerciva", contesta a Comissão Informal de Comunicadores Linha Saúde24 em comunicado enviado para a agência Lusa.

Os trabalhadores tinham entregado à Administração da LCS -- Linha de Cuidados de Saúde um documento reivindicativo para negociar os salários, no entanto, "a empresa mantém-se irredutível em não querer negociar, subindo de tom as ameaças e punições aos trabalhadores", afirmam em comunicado.

Os funcionários da Saúde 24 acusam ainda a empresa de ter "vindo a aumentar a coação individual".
A comissão acrescenta ainda que a administração se aproveitou do seu vinculo laboral -- "de falso trabalhador independente" - para "penalizar todos os enfermeiros que não puderam comparecer no seu local de trabalho por motivos de doença/familiares nos dias de Natal, com uma acentuada suspensão de turnos no mês de Janeiro".

Os trabalhadores da Saúde 24 dizem que vão continuar a lutar, tendo já apelado à intervenção da Direcção Geral de Saúde (DGS), Ministério da Saúde, Comissão Parlamentar da Saúde e Grupos Parlamentares.

* Cheira a negócio e os prejudicados são os utentes.

INFORMAÇÃO ADICIONAL


 

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 PERÍCIA




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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Juíz declara legal atividade 
de espionagem da NSA

Juiz de Nova Iorque considera que a atividade da NSA não viola a constituição, visando prevenir futuros ataques terroristas.

O juiz federal de Nova Iorque, William Pauley, declarou ontem que as operações da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, reveladas pelo ex-espião Edward Snowden, são legais.

Segundo o magistrado, as ações de intercetação de comunicações  não violam a constituição, uma vez que respondem à necessidade de combater o terrorismo. 

"Como os ataques do 11 de Setembro demonstraram, o custo desta ameaça [do terrorismo] pode ser horrífico. A tecnologia permite à Al-Qaeda operar de forma descentralizada e planear atentados internacionais remotamente. O programa das escutas telefónicas da NSA representa o contra-golpe do governo: em aceder a comunicações de forma a eliminar as ameaças da rede terrorista", afirmou o juiz, citado pela "CNN."
William Pauley  sublinhou que as operações da NSA decorremda quarta emenda  da Constituição, que protege os cidadãos de escutas que não sejam justificadas, mas que nestes casos está em causa a garantia da segurança nacional.
A posição do juiz surge depois da União Americana para as Liberdades Civis (ACLU) ter apresentado uma queixa em tribunal, inovocando que as atividades da  Agência de Segurança Nacional  dos Estados Unidos eram inconstitucionais.

"Estamos extremamente desiludidos com esta decisão, que interpreta as leis pertinentes, subestima as implicações ao nível da privacidade do programa de  vigilância do governo e aplica mal um precedente estreito e ultrapassado, longe da salvaguarda da constitução", declarou o diretor da ACLU, Jameel Jaffer, citado pelo "The Guardian", frisando que vão recorrer da sentença. 
O Supremo Tribunal de Justiça deve pronunciar-se em breve sobre o caso, dado que há menos de 15 dias outro juiz, Richard Leon, considerou que a atividade da NSA é "inconstitucional.

*  O juíz William Pauley está alinhado com o conservadorismo do círculo do poder. 
O terrorismo mais grave a ocorrer nos EUA emerge da própria população, aquela que compra armas e vai para escolas, centros comerciais e outros lugares públicos e mata cidadãos pacíficos, o terrorismo internacional  mais grave teve origem nos EUA nas suas principais campanhas militares  contra o Vietname e Iraque, o terrorismo económico emerge dos EUA quando subsídia  ditaduras onde empresas americanas adquirem  lucros pornográficos. 
A NSA com a sua acção  de espionagem é o maior pertubador de paz nos países do Ocidente, não passando de uma organização que aterroriza cidadãos indefesos.

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