03/12/2013

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Paulo Portas deixa Doha (Qatar) com 
"bons sinais de confiança" 
"Matérias relativas à dívida pública
 são demasiado reservadas" 

O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, defendeu hoje que as matérias sobre a dívida pública "são demasiado reservadas" para se fazerem declarações públicas, mas sublinhou que parte da capital de Doha com "muito bons sinais de confiança" em Portugal. 

O governante falava após uma série de reuniões com o Governo do Qatar, inclusive com o Emir Sheikh Tamim Bin Hamad Al Thani, a primeira figura daquele Estado, quando questionado pelos jornalistas sobre a hipótese de o Qatar acompanhar emissões de dívida portuguesa nos próximos anos. "Matérias relativas à dívida pública são demasiado reservadas para poderem merecer declarações públicas. 


Mas vou daqui com muito bons sinais de confiança em Portugal que se vão transformar, estou certo, em oportunidades para as nossas empresas", disse. O governante lembrou também que "os capitais do Qatar já estão presentes tanto na EDP como na empresa que ganhou a privatização dos aeroportos em Portugal (Vinci)". Para o vice-primeiro-ministro português "isso significa mais economia, mais investimento e mais crescimento, que é o que permite ter mais emprego". 

Paulo Portas foi ainda questionado sobre a troca de divida hoje realizada pela agência que gere a dívida pública, o IGCP, mas remeteu para mais tarde declarações, já que naquele momento os dados sobre a operação ainda não eram totalmente conhecidos. Portugal conseguiu hoje "empurrar" para 2017 e 2018 cerca de 6,64 mil milhões de euros de dívida que tinha de pagar originalmente em 2014 e 2015, numa operação de troca de dívida O IGCP recomprou hoje 837 milhões de euros da linha de obrigações que vencia em junho do próximo ano e 1,64 mil milhões de euros da dívida que vencia em outubro do próximo ano, num total de cerca de 2,5 mil milhões de euros. 

Da linha de obrigações que vencia em outubro de 2015 foram recomprados 4,16 mil milhões de euros. Em troca, o Governo colocou 2,68 mil milhões de euros na linha de obrigações que vence em outubro de 2017, e mais 3,97 mil milhões de euros na linha que vence em junho de 2018. Portugal tinha cerca de 27 mil milhões de euros para pagar em 2014 e 2015 só em dívida de médio e longo prazo, e acaba por reduzir para menos de 21 mil milhões de euros. 

Com esta operação, no próximo ano, quando termina o atual programa de resgate da ‘troika' e se espera que Portugal regresse aos mercados para financiar a dívida de médio e longo prazo de forma mais assídua, depois de duas operações realizadas este ano em que testou os mercados, Portugal fica com menos cerca de dois mil milhões de euros para pagar. 

 Em 2015 a carga estava concentrada num único mês e é reduzida em cerca de quatro mil milhões de euros, o que permite reduzir o pagamento da linha de obrigações que existia para menos de 10 mil milhões de euros, ao contrário dos 13,4 mil milhões que estavam previstos. 

 O governante falava no âmbito da missão empresarial ao Qatar e aos Emirados Árabes Unidos, onde participam 42 empresários portugueses, sobretudo das áreas do turismo, agroalimentar, farmacêutica, construção e tecnologias de informação. O Qatar é o maior exportador mundial de gás natural e considerado pelo Banco Mundial o país mais rico do mundo em termos de PIB per capita.

* O sr. Vice primeiro-ministro tem uma queda especial pela democracia das ditaduras, Angola, Venezuela e agora os esclavagistas do Qatar.
Que lhe dhoa muito.

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D.JUAN




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Suspeita de falsificação no 
divórcio de Horácio Roque

Fátima Roque, ex-mulher do banqueiro, alega que a sua assinatura foi falsificada no processo de divórcio. Casal foi representado por advogados da PLMJ. 
Tribunal da Relação mandou caso para o MP 

A ex-mulher do banqueiro Horácio Roque, falecido em Maio de 2010, alega que a sua assinatura foi falsificada no processo de divórcio entre ambos, que correu entre 1999 e 2000. Foi com base nessa assinatura que foi rubricada uma escritura de partilha de bens. Partilha essa contestada atualmente por Fátima Roque.

O processo de divórcio foi conduzido por advogados da PLMJ, entre os quais Nuno Morais Sarmento. A sociedade de advogados disse ao DN não comentar casos relacionados com clientes. Por sua vez, o Tribunal da Relação de Lisboa, depois de ordenar o arrolamento dos bens de Horácio Roque, enviou para o Ministério Público a denúncia de falsificação.

* Gente fina é outra coisa....


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DEMASIADO MAU GOSTO











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HOJE NO
"RECORD"

 Elisabete Jacinto vai 
participar na Africa Eco Race

A piloto portuguesa Elisabete Jacinto (Oleoban/Man) confirmou esta segunda-feira a presença na sexta edição do rali Africa Eco Race, que terá lugar entre 29 de dezembro e 11 de janeiro. "Este é um rali muito especial, não só pela sua grande extensão e dureza de percurso, mas, acima de tudo, pelas condições de vida. 

Continuamos a dormir em tendas, a sofrer com o frio no norte de Marrocos e com o calor da Mauritânia. O duche acontece só de vez em quando... e não é fácil conseguir descansar entre etapas", revelou a piloto em comunicado.

No dia 29 de dezembro, a caravana parte de Saint Cyprien, no sul de França, e irá cruzar os territórios de Espanha, Marrocos, Mauritânia, até chegar ao Senegal no dia 11 de janeiro, perfazendo um total de 14 dias e 11 setores seletivos. 

A mítica prova africana termina, como é habitual, junto ao Lago Rosa, após 5.580 quilómetros, dos quais 2.997 são cronometrados. 

* Que não coma muita areia e traga o troféu para casa.

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DOIDOS DE MOTO





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Governo quer harmonizar tarifas 
da água para eliminar disparidades

O ministro do Ambiente afirmou, esta terça-feira, que pretende reduzir as "disparidades tarifárias entre interior e litoral", promovendo a harmonização dos preços no setor das águas com a agregação dos serviços municipais. 
"Vai haver algum agravamento da tarifa no litoral e um desagravamento no interior" promovido pela agregação das diferentes empresas municipais em quatros sistemas multimunicipais, explicou Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente Ordenamento do Território e Energia, durante a sessão de abertura do Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento 2013, que teve lugar em Coimbra, na Fundação Bissaya Barreto.

O ministro referiu que prevê ter o processo de agregação de serviços finalizado, "do ponto de vista jurídico, no primeiro semestre de 2014", para estar a funcionar ainda nesse ano.

Com esse mesmo processo, Jorge Moreira da Silva espera que haja uma "redução de despesas, maior integração entre os serviços em alta [captação e venda de água às autarquias] e em baixa [abastecimento aos utilizadores finais], um reforço da investigação na área, uma redução dos recursos administrativos e uma maior participação do setor privado".

No âmbito do processo de reestruturação do setor, o ministro salientou que "as perdas no abastecimento de água são inaceitáveis", estando a média "na ordem dos 40%".

"Não é possível um modelo sustentável do setor da água com este nível de perdas", afirmou o governante, durante a sessão.

O ministro voltou a frisar que "o governo não admite a privatização da água", contudo, abre "a possibilidade" da concessão da gestão dos serviços a privados, considerando, no entanto, que essa será uma decisão "de fim de linha".

Apesar dos problemas apontados, o ministro salientou "o acesso quase universal a serviços de água" em Portugal, tendo sido possível também observar "uma melhoria da qualidade da água", nos últimos 20 anos.

 * As disparidades  existem em todo o lado, basta ver uma factura da EPAL e outra dos serviços que abastecem de água o concelho de Cascais.

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