15/11/2013

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 II-LIÇÕES DE


HISTÓRIA


1.JUSTINIANO








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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PS quer manter clásusula 
de salvaguarda do IMI

O PS quer manter a cláusula de salvaguarda do IMI para a maioria das famílias no próximo ano.

De acordo com as propostas de alteração do PS que deram hoje entrada no Parlamento, o IMI de 2014 - a pagar em 2015 - não deverá exceder o montante pago no ano anterior adicionado de 75 euros. Isto é, no máximo os contribuintes pagarão mais 75 euros face ao valor pago anteriormente.

E para os prédios avaliados este ano, o aumento também não deverá poder exceder os 75 euros após os três primeiros anos após a avaliação. Por outro lado, o partido socialista quer acabar com as isenções de IMI previstas para os fundos de investimento imobiliário.

A cláusula de salvaguarda termina no próximo ano, tal como já estava previsto, fazendo com que milhões de famílias tenham de suportar o aumento do IMI na sua plenitude, depois da avaliação geral do património feita em 2012 e 2013. A excepção é para cerca de um milhão de famílias, de acordo com os dados da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais.

O regime prevê três cláusulas: uma cláusula de salvaguarda especial para famílias com baixos rendimentos, outra para senhorios com rendas congeladas e uma terceira cláusula geral, segundo a qual o IMI a pagar não pode exceder, em relação ao ano anterior, 75 euros ou um terço do aumento da colecta do IMI .

Ora é esta última que termina, mantendo-se as duas primeiras para lá de 2015. Note-se que o pagamento do IMI de 2014 só ocorrerá em 2015, pelo que é aí que as famílias vão sentir o aumento da carga fiscal, como esclareceu ontem a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais.

Consideram-se famílias de baixos rendimentos as que estão incluídas no primeiro escalão de IRS. No entanto, o primeiro escalão a que se refere a lei é até 4.898 euros e não de sete mil euros por ano, já que é válido o primeiro escalão de IRS anterior a 2013, antes de Vítor Gaspar aplicar o enorme aumento de impostos e de reformular os escalões.

* A maior parte de proprietários de andar familiar é nesta altura pobre. Quando comprou era remediado e aventurou-se na aquisição porque alugar era mais caro.
O IMI sem cláusula de salvaguarda põe muita gente a viver nas ruas.

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Janita Salomé


Os homens do largo





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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Assentos moldáveis para cada passageiro

Empresa britânica tem ideia inovadora para tornar viagens de avião mais confortáveis.

Andar de avião em classe económica pode ser muito desconfortável, especialmente quando os lugares têm pouco espaço para sentar ou para colocar os pés. No entanto, a empresa britânica de design Seymourpowell, teve uma ideia inovadora que poderá tornar as viagens de avião mais confortáveis.


O projeto chama-se 'Morph' e permite aos passageiros escolher qual o espaço que poderão ter nos assentos, sem pagar por isso.

A largura do assento pode ser ajustada, com cada passageiro a poder escolher a altura e a profundidade do lugar, para ficar mais confortável.

Desta forma, os passageiros mais pequenos ou as crianças poderão pagar menos por um lugar, ou vender algum dos seu espaço a passageiros que ocupem uma maior largura de lugar.
Com esta medida, a empresa acredita que não só o conforto será maior durante as viagens, como mais seguros, reduzindo os riscos de saúde.

* A ideia é boa, será exequível?

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 ESPELHOS


A solução para uma terra norueguesa 
que não vê sol durante 6 meses


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Um valor ligeiramente acima da média europeia (35%) 
Perto de 38% dos portugueses
. consumiram antibióticos em 2012 

Quase quatro em cada dez portugueses (38%) consumiram antibióticos no último ano, um valor ligeiramente acima da média europeia (35%), segundo um Eurobarómetro hoje divulgado, no âmbito do Dia Europeu de Sensibilização para os Antibióticos 2013. 

Na comparação com dados de 2009, o Eurobarómetro mostra que aumentou em cinco pontos a percentagem de portugueses que tomaram antibióticos, enquanto na média da União Europeia (UE) esta desceu em cinco pontos. 


A esmagadora maioria dos inquiridos disse ter tomado antibióticos mediante prescrição médica - 88% em Portugal e 87% na UE - e questionados sobre a doença tratada, a maioria dos portugueses disse ter sido gripe (22%, contra 18% na UE), seguindo-se garganta inflamada (15%, contra 11% na UE). 

No que respeita a informação sobre a eficácia dos antibióticos, o Eurobarómetro mostra apenas 19% dos portugueses classificaram como falsa a informação de que estes medicamentos matam vírus (UE 40%) e 27% sabem que não têm efeito na gripe ou constipações (UE 52%). Já 79% dos inquiridos em Portugal classificaram como verdadeira a afirmação de que o abuso de antibióticos põe em causa a sua eficácia (UE 84%). 

 Paralelamente ao inquérito, Bruxelas divulgou dados do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, que mostram um forte aumento, na Europa, de bactérias Gram-negativas multirresistentes que apresentam resistência aos carbapenemes — antibióticos de última linha utilizados no tratamento de infeções associadas aos cuidados de saúde. 

 O comissário europeu para a Saúde, Tonio Borg, disse estar ”muito preocupado com o facto de os antibióticos, que nos permitiram tratar infeções bacterianas anteriormente mortais e salvar muitas vidas, estarem agora a tornar-se cada vez menos eficazes”. O Eurobarómetro foi feito a 1.007 pessoas em Portugal, tendo o trabalho de campo - pelo método de entrevistas pessoais - sido feito entre 28 de maio de e 09 de junho.

* Não tome antibióticos sem prescrição médica.

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11/O DESPORTO  



É MARAVILHOSO


















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