15/11/2013

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Cortes na função pública 
só a partir dos 675 euros

Governo aceita a proposta do PSD e do CDS que visa aumentar o limite mínimo a partir do qual os trabalhadores das administrações públicas e das empresas Estado sofrem cortes salariais (600 para 675 euros) e ainda do valor mínimo previsto (419 para 600 euros) para a convergência entre as pensões da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social. 
Os partidos da maioria parlamentar PSD/CDS-PP apresentaram esta sexta-feira uma proposta para alterar de 600 para 675 euros o limite mínimo a partir do qual os trabalhadores das administrações públicas e do setor empresarial do Estado sofrerão cortes salariais, tal como estava previsto no Orçamento do Estado para o próximo ano e o Ministério das Finanças já terá dado luz verde à iniciativa conjunta da maioria parlamentar.

Assim, o corte a aplicar, que começava nos 2,5% nos rendimentos a partir dos 600 euros, deverá passar para os 675, com um ajustamento nos restantes valores da taxa a aplicar.

De acordo com os líderes parlamentares do PSD e do CDS, Luís Montenegro e Nuno Magalhães, o aumento terá um impacto de 21 milhões de euros nas contas públicas, o que, adiantaram, será compensado com a diminuição das transferências para a empresa Estradas de Portugal.

Outra proposta apresentada refere-se à convergência de pensões da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social, com o limite a passar de 419 para 600 euros, tal como frisaram os dois deputados.

* Uns benfeitores os parlamentares da maioria, porque um gajo que ganha 675 € é rico como o caraças.

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 NÃO ACREDITAMOS

EM ZOMBIES

MAS EXISTEM!




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HOJE NO

"RECORD"

Félix da Costa: 
«Seria uma chapada de luva branca»

Félix da Costa está em Macau, onde irá disputar o Grande Prémio de F3, prova que venceu no ano passado. Porém, o piloto português não esquece a amargura de ter visto a Toro Rosso preferir contratar o russo Daniil Kvyat para ingressar na Fórmula 1 na próxima temporada e ontem afirmou que vencer novamente no circuito da Guia “seria uma chapada de luva branca”.

Nos primeiros treinos cronometrados para a corrida de domingo, António Félix da Costa obteve o 2.º lugar da pole provisória, mas foi o tema da Fórmula 1 que dominou ontem a conversa com os jornalista, com o português a explicar que é “o primeiro piloto na história da Red Bull, que é apoiado pela Red Bull Junior Team e não dá o último passo para a F1 e continua na família”. Félix da Costa acredita que não é o seu talento que está em causa, mas que a questão financeira e os interesses comerciais pesaram mais: “não há um Grande Prémio em Portugal, mas há um na Rússia”, disse.

* A primeira vez que comentámos este imbróglio sugerimos ao nosso piloto que não embarcasse na música de Toro Rosso, mantemos a opinião.

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 19- GPS














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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

DECO acusa ZON de não assumir a
. totalidade dos custos de troca de cartões

A ZON está a enviar aos clientes novos cartões para os telemóveis e as "pens" de acesso à internet, na sequência da fusão com a Optimus, mas sem assumir a totalidade dos custos associados, denunciou a DECO.

A associação para a Defesa do Consumidor (DECO) referiu que os clientes que têm os equipamentos bloqueados terão de desbloqueá-los ou comprar novos aparelhos e argumenta que, "ao transferir para os clientes os custos da mudança forçada que resulta da fusão" entre as duas operadoras, a atuação da ZON "constitui uma prática comercial desleal por omissão enganosa".

Segundo a DECO, a ZON está a contactar os clientes usando o seguinte argumento: "Se não trocar de cartão, o seu telemóvel vai deixar de funcionar (já no próximo dia 23 de novembro), porque estamos a renovar a nossa rede para lhe oferecer a tecnologia 4G".

Contudo, segundo a associação, "o motivo real é bem diferente: a ZON, que antes utilizava a rede de comunicações móveis da Vodafone, vai utilizar a rede da Optimus" e "os cartões ZON eram cartões suportados pela rede Vodafone e agora terão de ser suportados pela rede Optimus".

Assim, para que os novos cartões da ZON funcionem, é necessário que os equipamentos estejam bloqueados à rede Optimus ou desbloqueados.

De acordo com a DECO, os clientes com equipamentos bloqueados, só depois de contactarem a linha de apoio gratuita da ZON são informados da possibilidade de obterem um "voucher" (vale) para comprar equipamentos junto da Optimus.

O valor do "voucher" varia consoante implique ou não fidelização, mas, sublinhou a DECO, "em nenhum momento, a ZON se disponibilizou para suportar os custos" de desbloquear os equipamentos.

A DECO argumentou que "os clientes não são informados de forma clara, completa e facilmente acessível das restrições impostas à utilização de equipamentos terminais fornecidos, nem sobre eventuais limitações no acesso e utilização de serviços".

Com esta postura, defendeu a associação, a ZON "viola os direitos de informação de qualquer operadora de comunicações, um serviço público essencial".

Ao transferir para os clientes os "custos da mudança forçada" que resulta da fusão, a atuação da ZON constitui uma "prática comercial desleal por omissão enganosa, pois omite uma informação com requisitos substanciais para uma decisão esclarecida do consumidor", considerou a DECO, acrescentando que a operadora coloca "em xeque" o papel da ANACOM, "que não teve conhecimento ou foi informada e nada fez".

A associação disse que, para cumprir a lei, a ZON deveria informar "devidamente" os clientes, "dar-lhes a possibilidade de denunciarem os respetivos contratos sem quaisquer custos ou assumir os custos do desbloqueio dos equipamentos de consumidores que se veem forçados a mudar de rede, sem terem sido consultados".

A DECO aconselhou os consumidores a não aceitarem os 'vouchers', a menos que o valor permita a aquisição de um equipamento igual ou semelhante, e a exigirem que os equipamentos sejam desbloqueados.

* Propôr gato por lebre não é mau negócio...

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 HÓQUEI


DESLUMBRANTE







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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

PGR instaura inquérito disciplinar a
. procurador que arquivou caso 
de Manuel Vicente

A Procuradoria-Geral da República decidiu instaurar um inquérito disciplinar por causa das considerações "de natureza subjectiva" feitas pelo procurador responsável pelo caso que envolvia o vice-presidente angolano.
 
A SRA. PROCURADORA NÃO BRINCA EM SERVIÇO
De acordo com uma nota da PGR, no despacho de arquivamento do processo relativo ao vice-presidente angolano, Manuel Domingos Vicente, a Francisco Higino Lopes Carneiro e "Portmill - Investimentos e Telecomunicações, S.A.", constam "considerações de natureza subjectiva que em nada se relacionam com a apreciação e a ponderação técnico-jurídica da matéria objecto dos autos".

Diz ainda a PGR que as considerações que fundamentam as decisões "devem obedecer a rigorosos critérios de objectividade e legalidade, com integral respeito pelos princípios constitucionais da separação de poderes". "Tais considerações são susceptíveis de integrar eventuais infracções de natureza disciplinar. Pelo que, a Procuradora-Geral da República decidiu determinar a instauração de inquérito, comunicando ao Conselho Superior do Ministério Público", adianta.

No despacho, com data de 11 de Novembro e a que a agência Lusa teve acesso, o procurador Paulo Gonçalves destaca ao longo das 12 páginas do documento a importância do cargo do vice-Presidente Manuel Vicente.

"A circunstância objectiva do requerente ser vice-Presidente da República de Angola constitui uma desigualdade, uma diferença, relativamente a outros cidadãos que, como é manifesto, justifica e fundamenta, por um critério de justiça e bom senso, atenta a prossecução do interesse nacional português a que a Justiça não deve ser alheia, um tratamento distinto", escreveu.

O "tratamento distinto" a que se refere o procurador resulta do requerimento apresentado por Manuel Vicente para a separação do seu processo daquele que foi aberto na sequência de uma queixa de Adriano Parreira, ex-embaixador de Angola.

A averiguação preventiva resultante da queixa de Adriano Parreira assenta em alegadas transacções financeiras em bancos e instituições financeiras portuguesas.

Além de Manuel Vicente, o procurador decidiu arquivar os autos que corriam do mesmo processo contra Higino Carneiro, actual governador da província angolana do Cuando Cubango, e a Portmill, empresa de investimentos e telecomunicações.

Paulo Gonçalves abordou ainda no seu despacho de arquivamento as relações entre a imprensa e a justiça, considerando que "o interesse dos media pela justiça é natural e são numa sociedade democrática em que uma imprensa livre é também sinónimo de fiscalização da actuação dos outros três poderes soberanos". Nesse sentido, considerou caber aos magistrados "saber conviver com este fenómeno de modos reservado mas atento (...) sem ceder a quaisquer pressões que o desviem do cumprimento da lei".

E, no plano das relações luso-angolanas, Paulo Gonçalves diz ser "inaceitável, senão mesmo incompreensível" que perante "a diária degradação das relações entre os dois países em consequência de falsidades publicadas na imprensa portuguesa (...) se deixe continuar o nome do requerente, de outros governantes angolanos e da própria República de Angola, na fogueira mediática".

De acordo com a nota da PGR, a instauração do inquérito de natureza disciplinar ao procurador Paulo Gonçalves não coloca em causa o sentido da decisão do despacho de arquivamento, "só susceptível de impugnação nos termos do Código de Processo Penal".

Contactada pela Lusa na cerimónia dos 25 anos do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), a procuradora-geral da república, Joana Marques Vidal, não quis prestar mais declarações sobre o assunto.

* Ontem 14/11, comentámos às 12H30, pode confirmar:
 * Um tratamento distinto para um distinto corrupto, não queremos acreditar que a senhora PGR tolere esta atitude.

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