03/10/2013

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HOJE NO
"i"

Preços de venda de casas 
"instável" durante o verão

Nos fogos novos, o ICi registou uma variação negativa de -0,3% e de -1,2% nos usados

Os preços das casas em Portugal Continental desceram 0,8% em comparação com julho, o que confirma a “instabilidade sentida no verão”, segundo a análise do Índice Confidencial Imobiliário (ICi), organizado com base em dados de empresas do setor.

Num comunicado divulgado hoje, o ICi assinalou que, depois de em maio se ter registado, pela primeira vez, um aumento mensal desde agosto de 2010, a “variação mensal do preço das casas tem-se mostrado bastante instável”.

Depois de uma quebra mensal de 0,9% em junho e de nova recuperação em julho (crescimento de 0,6%), o mês de agosto voltou a mostrar uma queda, tanto no setor dos usados, como no dos novos.
Nos fogos novos, o ICi registou uma variação negativa de -0,3% e de -1,2% nos usados.

No mercado de novos, a taxa de variação homóloga alcançou os -0,3% em agosto, apresentando um valor mais negativo para o mercado de usados: -3,6%.

Na Área Metropolitana de Lisboa, o preço das casas também caiu em agosto, apresentando uma taxa de variação mensal de -0,5%. Nas casas novas, a evolução foi, porém, positiva (0,8%), enquanto nos usados foi de -1,1%. Em termos homólogos, ambos os segmentos registaram quebras de -3,0% em agosto.

O ICi agrega a carteira de mais de 1.400 empresas de mediação imobiliária, numa oferta total acumulada de cerca de 500 mil imóveis.

* Em Portugal a instabilidade é a grande certeza.

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5-Os riscos dos 


transgénicos






Entrevista com Jeffrey M. Smith no programa Roda Viva TV Cultura, Abril de 2010)



Entrevistadores:

Washington Novae

Jornalista e supervisor do quadro Biodiversidade do programa Repórter ECO, da TV Cultura e articulista do jornal O Estado de S. Paulo


Fernando Lopes

Editor de Agronegócios do jornal Valor Econômico


Alexandre Mansur

Editor de ciência e tecnologia da revista Época


Flavio Finardi Filho

Professor associado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
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Jeffrey Smith é um dos maiores críticos da produção de alimentos geneticamente modificados. Em seu trabalho, ele levanta questões sobre a produção de transgênicos, rebate os argumentos da indústria e apresenta falhas na regulamentação de produtos que utilizam transgênicos.



O Instituto Pela Tecnologia Responsável, fundando por ele, financia pesquisas independentes de segurança de alimentos. Os dados levantados fazem parte dos argumentos utilizados por ele para explicar que a produção e consumo de alimentos transgênicos oferecem riscos aos humanos e ao meio ambiente.



Jeffrey Smith lidera uma campanha para uma alimentação mais saudável nos Estados Unidos, um movimento que pretende remover todos os organismos geneticamente modificados da indústria de alimentos naturais.
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HOJE NO
"ABOLA"

«A falta de apoios é uma realidade»
 - João Sousa

Após domingo histórico para o desporto nacional, João Sousa considera que, tanto ele, como o corredor Rui Costa, contribuíram para a maior visibilidade de Portugal noutras modalidades que não o futebol.

«A falta de apoio para outros desportos em Portugal é uma realidade. Temos muito talento em Portugal e tanto eu como o Rui mostrámos isso nas últimas semanas», disse o primeiro tenista português a conquistar um torneio ATP, acrescentando que ele e Rui Costa, campeão do Mundo de ciclismo, fizeram «um bom trabalho pelos outros desportos que não o futebol»: «Feliz ou infelizmente, o desporto rei é o futebol.»

«No ténis, são os pequenos detalhes que fazem a diferença e, se calhar, se tiver esses apoios, posso expandir a minha equipa e fazer um trabalho ainda mais sério do que tenho feito até agora», explicou o vimaranense, de 24 anos, que, aos 14, teve de mudar-se para Barcelona para prosseguir o sonho de ser profissional: «Infelizmente, em Portugal não temos muitos jogadores a quererem ser profissionais. Pode ser que estes meus feitos possam ajudar.»

Apontando os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro como «um dos objetivos primordiais», o melhor português de sempre no ranking internacional (51.º) falou, em conferência de imprensa, sobre «a responsabilidade enorme» de jogar «em prol do país»: «Mas, eu não compito com os jogadores portugueses. Ter alcançado a melhor marca de sempre de um tenista português é um motivo de orgulho, não só para mim, mas para as pessoas que trabalharam comigo. Sinto-me muito feliz e honrado por aquilo que estou a trazer ao ténis nacional.»

* As modalidades que não o futebol são olhadas de esguelha pelo políticos no poder, acorrem pressurosos quando os atletas obtêm vitórias mas depois afastam-se e, nos dias difíceis, Fernanda Ribeiro como exemplo, viram as costas.

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BANDAS COM NOMES DE COMIDA


Pearl Jam




É uma banda de Rock americana formada em 1990 em Seattle.

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Dezenas de empresários vítimas de burla que os lesou em dois milhões de euros

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou nesta quinta-feira ter desmantelado um grupo que terá burlado entre cinco a seis dezenas de empresários portugueses, que terão sido lesados num montante total que pode ultrapassar os dois milhões de euros. O esquema passava por prometer financiamentos avultados aos empresários que pagariam uma comissão à cabeça, acabando por não beneficiar de qualquer empréstimo.


Na Operação Alta Finanza foi detida uma mulher de 55 anos, que já se encontra presa preventivamente. A polícia continua no encalço de outros suspeitos estrangeiros.

A fraude usada teve origem em Itália, mas há alguns anos que era desenvolvida em Portugal, sendo descrita pela PJ como burla qualificada de cariz internacional. “O esquema consistia na promessa de financiamentos de montantes invulgarmente elevados, que nunca vieram a concretizar-se, levando as vítimas ao pagamento de avultadas quantias que, supostamente, seriam necessárias à efectivação desses financiamentos”, explica a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, em comunicado.

Os empresários eram atraídos pelas condições extremamente vantajosas dos alegados empréstimos, que em alguns casos ultrapassariam os 100 milhões de euros. Além de se pedirem taxas de juro baixas não eram solicitadas garantias. A comissão e os encargos que as vítimas pagaram variava em função do valor do alegado financiamento, tendo chegado a atingir os 200 mil euros.

A mulher detida seria a responsável pela angariação dos clientes em Portugal e dizia-se representante de pessoas bem colocadas na alta finança internacional. Para credibilizar a burla vários empresários viajaram para o estrangeiro, para conhecer os alegados financiadores. Muitos, apesar de aguardarem há anos pelo dinheiro dos empréstimos, não apresentaram qualquer queixa às autoridades portuguesas, alegando ainda acreditar que o financiamento fosse efectuado.

* Nós temos o cavalo de D. José para vender, um bom preço, D. José vai ter que ficar apeado por causa da crise.

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 COMBATE A 


INCÊNDIO







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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Regularização de dívidas rende
 700 milhões este ano

Regime excepcional de regularização de dívidas ao fisco e à Segurança Social ajudará défice de 2013.

O novo plano regularização de dívidas ao fisco e à Segurança Social ajudará à consolidação orçamental deste ano num montante entre 600 e 700 milhões de euros, sabe o Económico. Qualquer coisa como 0,4% do PIB com vista ajudar a cumprir a meta do défice de 5,5% prevista para 2013.

O regime extraordinário de regularização tributária e contributiva foi hoje aprovado em Conselho de Ministros e prevê o pagamento integral das suas dívidas de natureza fiscal e contributiva até a próximo dia 20 de Dezembro, permitindo que empresas e particulares evitem as consequências da falta de cumprimento, nomeadamente penhoras.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento total das suas dívidas, já detectadas ou auto denunciadas voluntariamente, serão dispensados de pagar juros de mora pelo atraso no pagamento e juros compensatórios, ficando ainda dispensadas do pagamento de custas devidas no processo de contra-ordenação. Já ao nível das coimas contarão com reduções substanciais.
O regime extraordinário de regularização de dívidas ao Estado que foi hoje aprovado em Conselho de Ministros prevê condições especiais de juros e de custas processuais e redução das coimas para empresas e particulares. Em causa está o perdão de custas processuais e juros de mora e compensatórios para os contribuintes incumpridores, à semelhança - nestes últimos dois casos - do regime de 2002 criado pela então ministra das Finanças, Manuel Ferreira Leite.

O novo plano é, porém, mais favorável face ao regime excepcional de 2002 ao conceder três dispensas de pagamento: de juros de mora e compensatórios e também de custas processuais (só nos processos administrativos, não abrangendo processos em tribunais), continuando a prever uma redução de coimas. Recorde-se que Ferreira Leite criou um regime que previa a redução de custas a 1% da quantia exequenda para pagamento em conjunto das dívidas fiscais e contributivas, bem como a redução da coima a 10% do mínimo previsto na lei. A estas condições juntava-se ainda a dispensa de pagamento de juros de mora e compensatórios.

Este plano terá efeitos orçamentais já este ano através de arrecadação de receita fiscal extraordinária que ajudará a atingir a meta do défice de 5,5%.

Com este novo regime, o Executivo pretende ainda aliviar o garrote fiscal, evitando penhoras e aliviando a tesouraria das empresa, que asfixia o tecido empresarial e permitir o acesso a fundos comunitários no novo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) que irá vigorar entre 2014 e 2020, e vai disponibilizar 21 mil milhões de euros dos quais, cerca de quatro mil milhões desses apoios estão previstos para as PME no eixo da competitividade.

* Só se escreve e fala do que os portugueses devem ao Estado parecendo que existe uma amnésia dos calotes que o Estado tem para com os contribuintes e fornecedores.

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