02/09/2013

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2-CASAS


MARADAS



Everingham Rotating - Taree, Australia - Esta casa possui um engenho mecânico que lhe permite rodar 360 graus. Assim é possível acompanhar para as diferentes dependências a incidência do sol mais adequada.



 
The Nautilus - Mexico City, Mexico - Uma casa projectada e concretizada em 2006 pelo arquitecto Javier Sensonian com a forma da concha do cefalópode que dá o nome à casa.


Spaceship House - Chattanooga, Tennessee - Esta casa não foi idealizada por nenhum astronauta mas talvez o proprietário goste de aventuras no espaço com o pé no chão. Possui três amplos quartos para alugar por dias ou semanas a preços convidativos. Construída em 1973.


 

Uma casa de Troncos - Garberville, California - Esta casa é o tronco de uma velha árvore de Pau-brasil que cresceu à mais de dois mil anos. Foi trabalhada em Eureka e depois levada para o seu actual local pelo seu novo dono, Dan Baleme. Para sua surpresa a casa continua a funcionar. É actualmente uma das mais criativas casas móveis do mundo, tendo uma sala, um quarto e uma casa de jantar.


 
Pickle Barrel House - Grand Marais, Michigan - Esta casa foi desenhada e construída pelo cartoonista William Donahey e foi de início uma casa de campo mas após algum tempos foi desmontada e colocada numa das avenidas principais do Grand Marais.




 
The Teapot Dome House - Zillah, Wisconsin - Projectada e construída em 1922 pelo arquitecto Jack Ainsworth, tem na sua génese uma forte componente política.Um pouco antes tinha acontecido o escândalo Teapot Dome que envolveu o secretário do Interior Albert B, que foi preso por ter recebido "gorgetas", a corrupção deve ter nascido com o homo sapiens, das companhias petrolíferas. O arquitecto quiz que o escândalo ficasse urbanísticamente registado.


Free Spirit Sphere - Qualicum Beach, British Columbia - Estes módulos esféricos providos de água e energia foram concebidos por Tom e Rosy Chudleigh, canadianos, podendo ser instalados em qualquer parte do mundo. Existem dois modelos pesando o maior cerca de 1100 libras.




Steel House-Lubbock, Texas - Robert Bruno idealizou esta casa em 1974, construída em terreno irregular e que ela parecesse um misto de animal e máquina. O arquitecto  Peter Koliopoulos "pôs-lhe" quatro pernas que suportam 110 toneladas de peso.





Fallingwater - Bear Run, Pa -Esta casa foi concebida e construída em 1935 para um importante comerciante de Pittsburgh que desejava viver junto das cataratas de Bear Run e ter a casa prefeitamente integrada na paisagem.


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Museu do Choco em Setúbal

 Novo polo de atração turística A promoção turística e cultural da cidade é o principal objetivo do novo Museu do Choco de Setúbal, um novo polo de atração dos amantes do choco frito, especialidade gastronómica da capital de distrito. 

 Com 210 metros quadrados, o novo Museu do Choco, que incluiu um restaurante, dispõe de uma área museológica onde estão expostas algumas peças escultóricas e artefactos piscatórios da apanha do choco, fotografias e painéis explicativos que refletem a importância secular que este molusco representa para os setubalenses.


 O projeto do novo Museu do Choco, como conta a presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, "nasceu quando um empresário manifestou a intenção de abrir um novo espaço comercial num edifício degradado e abandonado, mesmo ao lado do restaurante que já explora há alguns anos, junto ao Fórum Luísa Todi". "Eu sugeri que fizesse um espaço diferente, que pudesse dar protagonismo àquilo que atrai todos os anos milhares de visitantes a Setúbal: o choco frito", explicou a autarca setubalense. 

Com uma gastronomia de requinte, criada pelo chef Paulo Rocha, que tem uma estrela Michelin, o museu oferece ainda cerca de dezena e meia de pratos confecionados exclusivamente a partir do choco. Pelo preço de uma refeição, os visitantes poderão ainda ficar a conhecer a história da relação dos setubalenses com este molusco (choco) da classe dos cefalópodes, que continua a ser uma das especialidades gastronómicas mais apreciadas pelos forasteiros. 

 De acordo com a presidente da Câmara de Setúbal, o museu inaugurado na sexta-feira constitui mais um elemento na "estratégia da autarquia de valorização da zona ribeirinha e de regeneração do centro histórico" e de aproveitamento das especialidades gastronómicas da cidade, como a sardinha assada, considerada uma das 7 Maravilhas da Gastronomia em Portugal, e o choco frito. A responsável recordou que há poucos dias a revista Time publicou, na primeira página, um artigo intitulado ’30 razões para visitar a cidade de Setúbal’. 

 "O Museu do Choco é o mais recente exemplo deste caminho de promoção da cidade de Setúbal", concluiu.

* Belíssima iniciativa

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 AI TÃ


FRESQUINHA!





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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Bastonário acusa Governo de ocultar
. degradação da Justiça

O bastonário dos advogados, Marinho e Pinto, apresentou hoje um "veemente protesto pelo descalabro legislativo", e acusou o Governo de "querer apresentar 'flashs' demagógicos, ocultando a degradação da Justiça", com uma reforma que "não ataca problemas". 

Marinho e Pinto acentuou a "confusão" na área da Justiça com a reforma legislativa, dando como exemplo o Código de Processo Civil e o novo regime de Julgados de Paz, em vigor desde 1 de setembro, e argumentou que "o objetivo é afastar os cidadãos dos tribunais".


Em conferência de imprensa realizada no Salão Nobre da Ordem dos Advogados (OA), o bastonário referiu que o Governo quer "proclamar sucessos", em vez de "atacar os verdadeiros problemas da Justiça". 

"Em mais nenhuma área existe tanta confusão como na área da Justiça", asseverou Marinho e Pinto, tecendo critícas ao novo Código de Processo Civil.

O bastonário reiterou que "é o velho Código de Processo Civil em que os artigos foram renumerados" e que foi "mal reescrito", o que, concluiu, está "completamente "aldrabado".

Considerando que o novo regime tem "situações verdadeiramente preocupantes para a Justiça", Marinho e Pinto refutou que "a ideia" do Governo é "agilizar os tribunais e acabar com os atrasos na Justiça".
O responsável da OA criticou a arbitragem obrigatória, com "o Estado a obrigar os cidadãos e as empresas a não ir para os tribunais, mas sim para as arbitragens" em situações preconizadas no novo código.

"É uma espécie de Justiça clandestina (...) e é para ricos", disse, acrescentando que as arbitragens são "um meio para legitimar as negociatas de contratos público-privados e legitimar casos de corrupção".
Além de criticar o fim dos tribunais coletivos e a redução do número de testemunhas, o bastonário dos advogados revelou discordância quanto às "graves restrições ao direito" no recurso para o Supremo Tribunal de Justiça, particularmente nas ações em que o Tribunal da Relação tenha confirmado a decisão da primeira instância.
Outros pontos que mereceram críticas severas foram a avaliação dos juízes, o despesismo nas mediações, a gestão dos tribunais por juízes e a obrigatoriedade de utilização dos meios informáticos da Justiça.
Marinho e Pinto disse que o Citius, plataforma para gestão judicial de processos, esteve hoje "bloqueado mais de duas horas".
Também a Lei de Organização do Sistema Judiciário, publicada recentemente em Diário da República, foi criticada por Marinho e Pinto e por Elina Fraga, vice-presidente da OA.
Enquanto Elina Fraga criticou a redução "de 208 para 23 comarcas", Marinho e Pinto alertou para "a consequência mais gravosa que é obrigar as populações a percorrer dezenas e centenas de quilómetros".
"É escorraçar as pessoas dos tribunais. Estão a onerar o recurso aos tribunais, a dificultar o recurso à Justiça. Vai haver um custo enormíssimo das populações, agravado pela situação económica do país", disse.
Por isso, anunciou que a OA vai convocar uma reunião "até final do mês", com presidentes de Câmara e de assembleias municipais, "para avaliar as consequências desta lei".
O bastonário estranhou também que "nem deputados da oposição, Presidente da República, provedor da Justiça e procuradora-geral da República" tenham pedido a fiscalização da constitucionalidade daquelas leis.

* Sem papas na língua

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17PENSAMENTOS

















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HOJE NO
"RECORD"

Emanuel Silva: 
«Estes dois nomes não vão
 sair do desporto nacional»

Os canoístas Emanuel Silva e João Ribeiro, campeões do Mundo de K2 500, consideraram este doningo que o êxito internacional é menos complicado quando ambos os elementos puxam para o mesmo lado.
"Quando todos remamos para o mesmo sentido, os resultados aparecem, seja no desporto, vida pessoal ou profissional. No desporto ainda mais, porque toda a gente quer ganhar, ser o melhor. Fundamentalmente, se não tivermos em sintonia, torna-se muito mais difícil", vincou Emanuel Silva, à agência Lusa.

Face à recusa de Fernando Pimenta à seleção, por não poder fazer K1, o K2 vice-campeão olímpico acabou e Emanuel Silva foi "forçado" a juntar-se a João Ribeiro, um plano B que resultou no na conquista do primeiro título mundial absoluto da canoagem portuguesa, em pista.

"O segredo do sucesso é que não há dois, mas apenas um no barco. Somos uma equipa. Juntos, queremos chegar o mais rápido possível à meta. Independentemente de muito ou pouco treino que tivemos. Foi o possível. O João quer e eu também. Ambos temos talento. Temos de o aproveitar e colocá-lo no barco. Ficou provado que juntos, enquadrados e a puxar para o mesmo sítio, conseguimos bons resultado", reforçou.

Emanuel Silva (Sporting), que tinha sido campeão do mundo júnior, destacou a "crença" da dupla e a "força" que "ajuda a vencer e a ultrapassar obstáculos".

"Vamos ficar mais uma vez na história. Estes dois nomes não vão sair do desporto nacional, da nossa modalidade", concluiu.

João Ribeiro (Benfica) diz estar a viver uma "sensação fantástica", até porque, reconhece, a dupla não estava à espera: "Sabíamos que podíamos lutar por uma medalha, felizmente calhou-nos o ouro, o que é ótimo".

"Já tinha sido vice-mundo em 2010 com outro colega [Pimenta], agora sou campeão do Mundo com o Emanuel. É muito bom para nós", assumiu.

João Ribeiro destaca o potencial da dupla e afiança que, "trabalhando com mais tempo [apenas treinaram juntos um mês], é possível fazer grandes resultados".

"Esta medalha não vai mudar nada. Para o ano será uma nova época. Continuamos a trabalhar com a mesma humildade e vontade de vencer. Com a mesma força para tirar os melhores resultados para Portugal, como sempre", concluiu.

* Só com muito trabalho estes atletas estão no topo do mundo, vindos de um país em que o povo se embriaga com futebol de má qualidade.


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SÓ PARA CORAJOSOS







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