25/07/2013

.
HOJE NO
"A BOLA"

Pai de Nélson Oliveira lamenta falta 
de oportunidades dadas ao filho

O pai de Nélson Oliveira, Adélio Oliveira, confessou à Antena 1 estar insatisfeito com o tratamento dado ao seu filho no Benfica pedindo oportunidades.
«Eu acho que ele tem valor e com confiança nunca deixou mal quem nele confia. Quando joga justifica. Acho que há jogadores que têm tido oportunidades que lhe tem faltado a ele», diz Adélio Oliveira comentado novo empréstimo de Nélson depois de uma temporada no Deportivo.

«Vá para onde for o que interessa é que lhe transmitam confiança e ele possa trabalhar para mostrar o seu valor de forma a ajudar o clube e este também o ajude a ele. Precisa é de jogar», comentou.

O pai do avançado lamenta que prefiram dar oportunidades a estrangeiros do que aos portugueses. «Acredito que amadureça e tenha mais oportunidades. Porque jogam argentinos e brasileiros e não dão valor ao que nós temos cá em Portugal?».

«No Depor teve poucas oportunidades e mesmo assim quiseram ficar com ele. Se tivessem apostado mais nele talvez não tivessem descido de divisão. Talvez o treinador ache que ele não se enquadre no sistema da equipa. O Nélson tem um feitio explosivo e talvez o Jesus não goste desse feitio», finalizou.

* Pai é pai mas achamos que Nelson Oliveira não tem sido bem tratado em Portugal e por não jogar não apresenta trabalho que o catapulte para a selecção onde faz muita falta.

.
.

DOUTRO SÉCULO

n style="color: #e06666;">
II-DANADOS PARA


 BATER



SEC XX















.
.
HOJE NO
 " PÚBLICO"

Prova que Crato propôs para 
avaliar professores foi considerada 
injusta em 2008 pelo PSD

O grupo parlamentar do PSD apresentou em 2008 no Parlamento uma proposta de resolução na qual considerava “gravoso” que se quisesse sujeitar professores com vários anos de contratos a uma prova de avaliação de competências e que se lhes exigisse uma nota mínima de 14. Cinco anos depois, o ministro da Educação Nuno Crato propõe aos sindicatos um modelo de prova com características semelhantes. Que está a ser alvo de críticas dos sindicatos.

“Na educação as pessoas têm memória curta”, diz João Rios, do Sindicato Nacional e Democrático dos Professores. “Depois da resolução [do PSD], a ministra Isabel Alçada [PS] aprovou um diploma, em 2010, onde dispensava da prova os professores que tivessem tido Bom na avaliação do desempenho. E agora o ministro Nuno Crato vem dizer que o professor Manuel, por exemplo, que já estava dispensado da prova, deixa de estar dispensado. O que é de legalidade duvidosa.” Rios nota que “os professores fazem uma licenciatura, passam pelo período probatório, andam anos a dar aulas a contrato, já há uma série de filtros”.

Ontem e hoje, ao longo do dia, a Federação Nacional de Professores (Fenprof) e a Federação Nacional de Educação (FNE) criticaram igualmente o novo exame — que está previsto desde 2007, já foi regulamentado, mas nunca avançou. E a Associação Nacional de Professores Contratados lembrou que não só os professores sem vínculo (os que terão que fazer a prova) têm, por vezes, “mais anos de serviço do que os do quadro”, como o seu desempenho já é avaliado anualmente.
A proposta de resolução n.º 338 de 6 de Junho de 2008, assinada à cabeça pelo actual líder da bancada parlamentar do PSD Luís Montenegro, recomendava ao Executivo que os docentes que tivessem celebrado contrato “durante um ano, nos últimos cinco anos” e que tivessem obtido uma avaliação de desempenho de Bom ou mais deveriam ser “dispensados”. Os deputados queriam corrigir o que consideravam uma “injustiça”.

Na proposta de diploma que na sexta-feira será debatida com os sindicatos não há referência a dispensas por boa avaliação de desempenho. Só são isentados os que até ao final deste ano celebrem contratos a termo. Diz-se ainda que o candidato a dar aulas que tenha dez ou mais anos de serviço efectivo e que chumbe, poderá repetir a prova “uma única vez na edição seguinte sem prejuízo da admissão ao concurso de selecção e recrutamento imediatamente subsequente à data de realização da primeira prova”.

O exame terá um tronco comum, escrito, que visa, entre outros, avaliar a capacidade dos candidatos para “resolver problemas em domínios não disciplinares”. E uma “componente específica”, que variará em função da área disciplinar.

A classificação dos professores expressa-se em “Aprovado” ou “Não aprovado”. Mas “assume ainda uma expressão quantitativa, numa escala de zero a 20 valores” que resultará de uma “média ponderada” das “classificações obtidas nas diferentes provas”. O ministério considera aprovado o candidato que obtenha pelo menos 14.

* Isto é gente muito séria e "cratina"

.
.

CORAJOSOS





.
.
 
HOJE NO
 " DIÁRIO ECONÓMICO"

Sobe número de pessoas que 
esgotam subsídio de desemprego

Aumentou o número de cidadãos que esgotou a duração do subsídio de desemprego, passando a receber outro apoio social.

Em Junho, a Segurança Social pagou menos prestações de desemprego do que em Maio mas, entre os vários tipos de subsídio existentes, houve um que passou a contar com mais beneficiários. É o subsídio social subsequente, atribuído a pessoas que já esgotaram o subsídio de desemprego "principal" mas que se mantêm desempregadas e vivem em famílias de rendimentos muito baixos. Este é, portanto, um apoio social que depende da condição de recursos.

De acordo com os dados da Segurança Social actualizados recentemente, em Junho foram pagos 46,7 mil subsídios sociais subsequentes, mais 3% face ao mês anterior. Entre os quatro tipos de subsídio de desemprego existentes (três são apoios sociais), apenas esta prestação chegou a mais pessoas em Junho. O subsídio de desemprego "normal", que abrangeu cerca de 326 mil desempregados, sofreu uma quebra mensal de 1,3%. A prestação social inicial (atribuída a pessoas que não descontaram tempo suficiente para ter acesso ao subsídio "normal" e vivem em agregados de baixos rendimentos) recuou quase 9%.

Mesmo comparando com igual mês de 2012, o número de subsídios sociais subsequentes aumentou 33,4%, a maior subida entre os quatro tipos de prestação. O subsídio de desemprego "principal" subiu 11,7% e a prestação social inicial recuou 25,3%.

No conjunto de todas as prestações de desemprego, a Segurança Social terá pago subsídios a quase 395 mil pessoas em Junho, mas os dados estão sobreavaliados já que quem transita entre subsídios é contabilizado uma vez em cada uma dessas prestações. Excluindo este efeito, estarão em causa cerca de 393 mil prestações, mas mesmo aqui pode haver dados contabilizados duas vezes, caso o beneficiário tenha mudado de centro distrital. Olhando para este número, está em causa uma descida mensal de 1,4%. Esta é, aliás, a segunda quebra mensal consecutiva, embora em Maio o recuo tivesse sido mais pronunciado (-4,7%).

Em termos homólogos, o número total de prestações pagas (incluindo subsídios sociais) subiu 10,6%. À excepção do mês de Maio (que registou um crescimento de 6,8%) esta subida homóloga é a mais baixa desde Janeiro de 2012.

A quebra mensal nos subsídios pagos acompanha a descida sentida no número de inscritos nos centros de emprego. Aliás, a inscrição no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) é obrigatório para ter acesso ao subsídio. Os dados do IEFP apontam para descidas mensais no número de inscritos desde Fevereiro. Em Junho, o recuo foi de 1,9%.

Os dados da Segurança Social permitem ainda aferir que, em Junho, o subsídio médio (entre os quatro tipos de prestação) era de 484,13 euros, o valor mais baixo desde Outubro de 2010. Em Maio, a prestação média era de 510,22 euros, o valor mais alto, desde, pelo menos, 2005.

* Um exemplo de vergonhosa injustiça:
Duas famílias com o mesmo nível económico  e com os conjuges no desemprego, apenas uma diferença, uma delas tem andar próprio porque o pagou ao longo de penosos anos, a outra família vive em casa alugada.
A primeira família actualmente com as mesmas dificuldades que a segunda não tem direito a qualquer subsídio de apoio depois de se esgotar o apoio do IEFP, é uma família "capitalista" e vai ter que vender o andar para poder comer porque nem no Banco Alimentar Contra a Fome a aceitam, a segunda família vai ter subsídio de renda e mais alguns trocos, É JUSTO???

.
.

TANTO PARA PINTAR
COMO PARA

AREJAR













.
.
HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Menezes “ganha” autarca

João Pinto, condenado por fraude fiscal, avança para junta de freguesia

Confirmada a condenação por um crime de fraude fiscal, há uma semana, a uma pena de um ano e meio de prisão, suspensa por quatro anos, João Vieira Pinto, agora diretor da Federação Portuguesa de Futebol, não desiste das eleições autárquicas. O ex-futebolista mantém o compromisso assumido com Luís Filipe Menezes e será o candidato do PSD à Junta de Freguesia de Campanhã, no Porto, bem perto do bairro do Falcão, onde cresceu. O crime de fraude fiscal é um dos que não está tipificado, no âmbito dos crimes económicos, como fator de inelegibilidade. 

"A condenação definitiva (...) em qualquer dos crimes de responsabilidade previstos e definidos na Lei nº 34/87, de 16 de julho, implica a inelegibilidade nos atos eleitorais destinados a completar o mandato interrompido e nos subsequentes que venham a ter lugar no período de tempo correspondente a novo mandato completo, em qualquer órgão autárquico", pode ler-se na lei eleitoral, que remete então para os crimes que excluem a possibilidade de se candidatar. São eles, por exemplo, a corrupção, o peculato ou a violação de regras autárquicas.
No caso de João Pinto, a restrição não se aplica, apesar do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, que deve transitar em julgado após as férias judiciais, não ser passível de recurso em matéria criminal.
Recorde-se que João Pinto foi condenado a pagar ao Estado quase 700 mil euros, no prazo de quatro anos. O dinheiro já está no entanto apreendido à ordem do processo e servirá para pagar a dívida. No mesmo caso, os dirigentes do Sporting foram absolvidos.  

* A nossa legislação é uma compota para este tipo de criminosos. Ele devia estar preso!

.